A semana se arrastou entre desejos reprimidos e tensão silenciosa.
Cláudio estava atolado de serviço na repartição. Saía cedo e voltava tarde, muitas vezes ainda carregando pastas e o celular tocando. Ana conciliava o trabalho de casa com as provocações cada vez mais ousadas.
Fazia tudo com naturalidade, como se fosse apenas o calor.
Mas deixava rastros.
Todas as noites, antes de dormir, Ana tirava a calcinha usada e colocava no tanque dos fundos — exatamente ao lado da janelinha do quartinho de Tobias. Algumas estavam meladas do melzinho dela, brilhando e com cheiro forte de mulher excitada. No dia seguinte, quando ia pegar, às vezes já estavam secas, com marcas brancas endurecidas de esperma de Tobias.
Ele estava ficando enlouquecido pela sobrinha rabuda.
O cheiro doce de Ana entrava pela janela toda vez que ela passava. O corpo dela — os seios fartos balançando sob a camiseta, a bunda redonda marcando o tecido fino, a bucetinha carnuda e rosinha que ele imaginava molhada — era uma tentação constante. Tobias resistia como podia, mas o pau dele pulsava visivelmente dentro da bermuda toda vez que ela se aproximava. Às vezes ele tinha que virar de lado ou sentar rápido para esconder a ereção monstruosa.
Cláudio percebia os olhares. Via Tobias baixar os olhos rápido demais quando Ana se inclinava. Sentia um aperto no estômago — ciúmes misturado com um tesão sombrio que ele ainda tentava negar. Eu não posso querer isso. Eu não sou corno. Eu não quero ver minha esposa com outro homem… especialmente com ele. Mas toda noite, quando transava com Ana, seus pensamentos eram sórdidos: imaginava Tobias no lugar dele, aquela tora negra esticando a buceta rosada da esposa até o limite.
Ana também lutava. Queria o mastro preto de Tobias abrindo ela, esticando sua buceta que só conhecia o pau pequeno de Cláudio. Mas ainda era uma mulher casada. O medo da reação do marido e da bagunça que poderia vir a impedia de dar o próximo passo. Mesmo assim, o desejo crescia. Ela se tocava no banho pensando naquilo, gozando em silêncio enquanto imaginava a cabeça grossa do pau de Tobias forçando sua entrada.
Tobias, no quartinho, não aguentava mais. Toda noite ele se masturbava olhando as calcinhas que Ana deixava no tanque. Cheirava o tecido molhado, passava a língua no melzinho seco, batia punheta furiosamente imaginando Ana de quatro, gemendo enquanto ele metia tudo.
A casa estava silenciosa durante o dia, mas à noite o ar ficava pesado de desejo não dito.
Cláudio lutava para não aceitar que estava virando um corno manso em seus pensamentos.
Ana lutava para não se entregar ao desejo de ser fodida por um pau preto enorme.
E Tobias… Tobias lutava para não invadir o quarto do sobrinho e tomar o que seu corpo já considerava dele.
Os desejos sombrios cresciam. E nenhum dos três conseguiria segurar por muito mais tempo.
Na sexta-feira, Cláudio e Ana saíram para um barzinho com pagode ao vivo. Ana caprichou: saia de couro preta curta, body decotado que mal continha os seios fartos, maquiagem leve e cabelo solto. Beberam bastante. A bebida subiu rápido, o calor da noite e o ritmo do pagode fizeram o resto.
Ana foi dançar. Logo dois homens, por volta dos 45 anos, se aproximaram. Um era careca, o outro tinha uma barbicha bem aparada. Magros, vestidos como cantores de pagode — camisa aberta no peito, corrente no pescoço, calças largas de tecido leve. Eles começaram a dançar colados com ela, um na frente, outro atrás.
Suas calças largas não conseguiam esconder o tamanho da “encrenca” que Ana estava prestes a entrar. Os volumes grossos e pesados marcavam o tecido, balançando a cada movimento, roçando na barriga e na bunda dela enquanto dançavam.
O calor, o álcool e o desejo fizeram Ana se entregar. Sua buceta inchada latejava, melzinho escorrendo pela coxa interna. Os dois paus grossos roçavam nela por cima da roupa, quentes e duros.
Cláudio perdeu ela de vista por alguns minutos. Quando a encontrou, seu coração quase parou.
Ana estava entre os dois, dançando colada. Uma mão na frente, outra atrás, segurando os mastros por cima da calça, apertando devagar. O careca falava no ouvido dela, voz rouca e safada:
— Olha o tamanho dessa rola, gostosa… já sentiu um pau assim? Imagina nós dois te fodendo… uma DP bem gostosa, enchendo essa bucetinha e essa boquinha de porra quente…
Ana respondia, voz manhosa, bêbada de tesão:
— Tá me deixando derretendo… minha buceta tá escorrendo de tanto tesão… vocês são enormes…
O de barbicha ria baixo e apertava a bunda dela por cima da saia:
— Essa bundinha rabuda foi feita pra levar vara. Quer sentir os dois juntos? Um na buceta, outro no cu… vamos te deixar toda gozada.
Ana gemia baixinho, rebolando mais, apertando os paus por cima da calça. A buceta dela pulsava, melzinho escorrendo pela coxa. Cláudio observava de longe, escondido na multidão. O pauzinho dele estava duro como nunca. Pensamentos sórdidos invadiam sua mente:
Ele lutava contra o desejo de ver a esposa virando vadia, mas não conseguia parar de olhar.
De repente, Ana acordou do transe. Lembrou do marido. Desvencilhou-se dos dois com dificuldade, pernas tremendo, e voltou para a mesa.
Cláudio fingiu que não tinha visto nada. Sorriu normalmente:
— Tá tudo bem, amor?
— Tudo… só calor — respondeu ela, voz rouca, sentando ao lado dele.
Os pensamentos dos dois eram os mesmos: Ana sendo fodida pelos dois, buceta e boca cheias de porra grossa.
Os amigos foram embora aos poucos. No final, ficaram só Ana e Cláudio na mesa. Cláudio foi pagar a conta e deixou Ana ir ao banheiro.
Na saída do banheiro, um dos caras que dançava com ela a esperava. Puxou ela para um canto escuro, beijou com força, enfiando a língua com vontade na boca dela. Ana não resistiu. O beijo era quente, com gosto de bebida e Halls. Ele puxou o pau para fora — grosso, duro — e encostou na barriga dela, a cabeça enorme subindo até ficar entre os seios, aparecendo pelo decote.
Ana soltou um gemido baixo, abaixou um pouco e engoliu a cabeça grossa. Deu duas mamadas profundas, língua girando na glande, baba escorrendo pelo queixo. O cara gemeu rouco, segurando o cabelo dela:
— Isso, gostosa… chupa essa rola…
Ana chupou com fome por alguns segundos, sentindo o pau pulsar na boca, o pré-gozo salgado na língua. Depois se afastou rápido, coração disparado, e voltou para Cláudio, com a buceta encharcada, e a boca com gosto de pau preto. Ela lutava contra o desejo, porém era envao, já não tinha mais volta.
Eles foram embora. Ana estava pegando fogo. A calcinha estava ensopada, como se tivesse feito xixi. Cláudio tentava disfarçar, mas viu o pré-gozo brilhando entre os seios dela pelo decote.
Chegaram em casa bebados. Tobias espreitava pela fresta da cortina. Viu Ana com a saia quase na cintura, Cláudio cambaleando para fechar o portão.
Eles entraram direto no quarto. Ana tirou a roupa rapidamente. Cláudio subiu em cima dela e chupou aquela marca de pré-gozo entre os seios, sentindo o gosto salgado da pica alheia. Seu pau entrou como faca quente na manteiga — a buceta de Ana estava inchada, melada, escorrendo. Ele meteu rápido, desesperado. Gozou em menos de um minuto, jorrando muita porra dentro dela, gemendo alto de tanto tesão acumulado naquela noite de luxúria.
Não tinha mais jeito. O corno manso estava prestes a se tornar realidade na vida de Cláudio.
Ana, mesmo preocupada com a reação do marido, se entregava cada dia mais ao desejo. Em casa era a esposa recatada. Na rua, a fantasia de ser uma vadia de negros crescia dentro dela, quente e incontrolável. Estava cada dia mais próximo…





Q gostosa!
Parabens pelop conto!! muito bem escrito e delicioso
Otimo conto, ansioso para os proximos
Puta tesão cada vez melhor teu conto ! Tua Ana está ficando puta igual a minha, bem vadia safada pedindo rola. Amamos cada vez mais !
Essa mulher é gostosa pra caralho, amigo !!!!! Merece muita rola mesmo.
msmario