Corno em Formação Capítulo 4 – Desejos Sombrios

A semana foi uma lenta e deliciosa tortura para os três.
Ana estava cada vez mais provocante. Começou a andar pela casa apenas com camisetas largas e calcinhas finas. Às vezes usava saias curtas sem nada por baixo, deixando o tecido subir discretamente quando se abaixava ou estendia roupa. Ela não olhava diretamente para Tobias, não sorria de forma óbvia. Fazia tudo com naturalidade, como se fosse apenas o calor. Mas sabia que ele estava olhando. E isso a deixava molhada o dia inteiro.
Tobias tentava resistir. Ficava no quartinho o máximo possível, mas o cheiro dela — doce, quente, feminino — invadia tudo. Toda vez que Ana passava perto, o pau dele endurecia dolorosamente.
Certo dia, Tobias chamou Ana para ajudar com o celular novo.
— Ana, você pode me dar uma força aqui? Comprei esse smartphone na feira do rolo, mas tô perdido. O velho era simples, esse aqui tem muita coisa…
Ana sorriu, prestativa como sempre.
— Claro, tio Tobias. Deixa eu ver.
Ela sentou ao lado dele no sofá da sala, vestindo apenas uma camiseta larga e um shortinho curto de malha que mal cobria as coxas grossas. Quando se inclinou para pegar o celular, os seios fartos balançaram pesados dentro da camiseta, quase escapando pelo decote. Tobias não conseguiu disfarçar: seus olhos grudaram nas tetas dela como uma criança faminta olhando os seios da mãe. Olhou para as pernas grossas e morenas, para a curva da bunda que o shortinho mal escondia.
Ana começou a explicar, tocando na tela, mostrando os aplicativos. Tobias fingia prestar atenção, mas seus olhos devoravam o corpo dela. A todo momento ele se mexia “sem querer”, tocando com o braço na lateral do seio esquerdo dela. Depois, sutilmente, os dedos roçavam, apertavam de leve, como se estivesse testando a maciez.
Ana percebeu.
Sentiu o toque intencional. Olhou para baixo e viu o volume crescendo na bermuda de Tobias — uma ereção grossa, pesada, marcando o tecido de forma obscena. O pau dele estava tão duro que o contorno da cabeça grossa aparecia claramente. Ela sentiu a buceta pulsar, um melzinho quente escorrendo para a calcinha.
Ficou meio sem jeito, corou, mas não se afastou. Ignorou o pinto duro do tio e continuou ensinando, voz um pouco mais rouca.
Quando Ana finalmente saiu do quartinho, Tobias não aguentou mais.
Assim que ela fechou a porta, ele tirou o pau para fora. A tora negra enorme saltou pesada, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Ele começou a se masturbar com força, mão subindo e descendo pela extensão grossa, gemendo baixo.
Ana, porém, não tinha ido embora.
Ela espreitava pela fresta da janela lateral do quartinho, escondida atrás da cortina fina. Seus olhos se arregalaram quando viu o tamanho daquele mastro. Era monstruoso — muito maior e mais grosso do que o de Cláudio. As bolas pesadas balançavam a cada movimento da mão. A cabeça grossa inchava ainda mais, brilhando.
Ana sentiu a buceta latejar violentamente. Enfiou a mão dentro do shortinho, tocando a bucetinha molhada e rosinha. Os dedos deslizaram fácil no melzinho que escorria. Ela ficou hipnotizada olhando Tobias bater punheta com vontade, imaginando como seria ter aquela tora toda dentro dela, esticando sua buceta apertada.
Tobias acelerou, gemendo rouco o nome dela baixinho:
— Ana… porra, Ana…
Ana mordeu o lábio com força para não gemer. Seus dedos circulavam o clitóris inchado enquanto via as bolas de Tobias se contraírem. Quando ele gozou, jatos grossos e brancos explodiram, subindo alto e caindo pesados na barriga e no peito dele. Porra abundante, quente, leitosa.
Ana gozou junto, pernas tremendo, melzinho escorrendo pela coxa interna. Ficou ali, ofegante, observando Tobias limpar a porra com a mão, ainda com o pau semi-duro pulsando.
Ela voltou para dentro de casa em silêncio, coração disparado, buceta latejando.
Tobias, exausto, deitou na cama. O desejo não tinha diminuído. Pelo contrário.
A provocação estava subindo de nível… e nenhum dos três conseguia mais fingir que não sentia.

A semana se arrastou entre desejos reprimidos e tensão silenciosa.
Cláudio estava atolado de serviço na repartição. Saía cedo e voltava tarde, muitas vezes ainda carregando pastas e o celular tocando. Ana conciliava o trabalho de casa com as provocações cada vez mais ousadas.
Fazia tudo com naturalidade, como se fosse apenas o calor.
Mas deixava rastros.
Todas as noites, antes de dormir, Ana tirava a calcinha usada e colocava no tanque dos fundos — exatamente ao lado da janelinha do quartinho de Tobias. Algumas estavam meladas do melzinho dela, brilhando e com cheiro forte de mulher excitada. No dia seguinte, quando ia pegar, às vezes já estavam secas, com marcas brancas endurecidas de esperma de Tobias.
Ele estava ficando enlouquecido pela sobrinha rabuda.
O cheiro doce de Ana entrava pela janela toda vez que ela passava. O corpo dela — os seios fartos balançando sob a camiseta, a bunda redonda marcando o tecido fino, a bucetinha carnuda e rosinha que ele imaginava molhada — era uma tentação constante. Tobias resistia como podia, mas o pau dele pulsava visivelmente dentro da bermuda toda vez que ela se aproximava. Às vezes ele tinha que virar de lado ou sentar rápido para esconder a ereção monstruosa.
Cláudio percebia os olhares. Via Tobias baixar os olhos rápido demais quando Ana se inclinava. Sentia um aperto no estômago — ciúmes misturado com um tesão sombrio que ele ainda tentava negar. Eu não posso querer isso. Eu não sou corno. Eu não quero ver minha esposa com outro homem… especialmente com ele. Mas toda noite, quando transava com Ana, seus pensamentos eram sórdidos: imaginava Tobias no lugar dele, aquela tora negra esticando a buceta rosada da esposa até o limite.
Ana também lutava. Queria o mastro preto de Tobias abrindo ela, esticando sua buceta que só conhecia o pau pequeno de Cláudio. Mas ainda era uma mulher casada. O medo da reação do marido e da bagunça que poderia vir a impedia de dar o próximo passo. Mesmo assim, o desejo crescia. Ela se tocava no banho pensando naquilo, gozando em silêncio enquanto imaginava a cabeça grossa do pau de Tobias forçando sua entrada.
Tobias, no quartinho, não aguentava mais. Toda noite ele se masturbava olhando as calcinhas que Ana deixava no tanque. Cheirava o tecido molhado, passava a língua no melzinho seco, batia punheta furiosamente imaginando Ana de quatro, gemendo enquanto ele metia tudo.
A casa estava silenciosa durante o dia, mas à noite o ar ficava pesado de desejo não dito.
Cláudio lutava para não aceitar que estava virando um corno manso em seus pensamentos.
Ana lutava para não se entregar ao desejo de ser fodida por um pau preto enorme.
E Tobias… Tobias lutava para não invadir o quarto do sobrinho e tomar o que seu corpo já considerava dele.
Os desejos sombrios cresciam. E nenhum dos três conseguiria segurar por muito mais tempo.

Na sexta-feira, Cláudio e Ana saíram para um barzinho com pagode ao vivo. Ana caprichou: saia de couro preta curta, body decotado que mal continha os seios fartos, maquiagem leve e cabelo solto. Beberam bastante. A bebida subiu rápido, o calor da noite e o ritmo do pagode fizeram o resto.
Ana foi dançar. Logo dois homens, por volta dos 45 anos, se aproximaram. Um era careca, o outro tinha uma barbicha bem aparada. Magros, vestidos como cantores de pagode — camisa aberta no peito, corrente no pescoço, calças largas de tecido leve. Eles começaram a dançar colados com ela, um na frente, outro atrás.
Suas calças largas não conseguiam esconder o tamanho da “encrenca” que Ana estava prestes a entrar. Os volumes grossos e pesados marcavam o tecido, balançando a cada movimento, roçando na barriga e na bunda dela enquanto dançavam.
O calor, o álcool e o desejo fizeram Ana se entregar. Sua buceta inchada latejava, melzinho escorrendo pela coxa interna. Os dois paus grossos roçavam nela por cima da roupa, quentes e duros.
Cláudio perdeu ela de vista por alguns minutos. Quando a encontrou, seu coração quase parou.
Ana estava entre os dois, dançando colada. Uma mão na frente, outra atrás, segurando os mastros por cima da calça, apertando devagar. O careca falava no ouvido dela, voz rouca e safada:
— Olha o tamanho dessa rola, gostosa… já sentiu um pau assim? Imagina nós dois te fodendo… uma DP bem gostosa, enchendo essa bucetinha e essa boquinha de porra quente…
Ana respondia, voz manhosa, bêbada de tesão:
— Tá me deixando derretendo… minha buceta tá escorrendo de tanto tesão… vocês são enormes…
O de barbicha ria baixo e apertava a bunda dela por cima da saia:
— Essa bundinha rabuda foi feita pra levar vara. Quer sentir os dois juntos? Um na buceta, outro no cu… vamos te deixar toda gozada.
Ana gemia baixinho, rebolando mais, apertando os paus por cima da calça. A buceta dela pulsava, melzinho escorrendo pela coxa. Cláudio observava de longe, escondido na multidão. O pauzinho dele estava duro como nunca. Pensamentos sórdidos invadiam sua mente:
Ele lutava contra o desejo de ver a esposa virando vadia, mas não conseguia parar de olhar.
De repente, Ana acordou do transe. Lembrou do marido. Desvencilhou-se dos dois com dificuldade, pernas tremendo, e voltou para a mesa.
Cláudio fingiu que não tinha visto nada. Sorriu normalmente:
— Tá tudo bem, amor?
— Tudo… só calor — respondeu ela, voz rouca, sentando ao lado dele.
Os pensamentos dos dois eram os mesmos: Ana sendo fodida pelos dois, buceta e boca cheias de porra grossa.
Os amigos foram embora aos poucos. No final, ficaram só Ana e Cláudio na mesa. Cláudio foi pagar a conta e deixou Ana ir ao banheiro.

Na saída do banheiro, um dos caras que dançava com ela a esperava. Puxou ela para um canto escuro, beijou com força, enfiando a língua com vontade na boca dela. Ana não resistiu. O beijo era quente, com gosto de bebida e Halls. Ele puxou o pau para fora — grosso, duro — e encostou na barriga dela, a cabeça enorme subindo até ficar entre os seios, aparecendo pelo decote.
Ana soltou um gemido baixo, abaixou um pouco e engoliu a cabeça grossa. Deu duas mamadas profundas, língua girando na glande, baba escorrendo pelo queixo. O cara gemeu rouco, segurando o cabelo dela:
— Isso, gostosa… chupa essa rola…
Ana chupou com fome por alguns segundos, sentindo o pau pulsar na boca, o pré-gozo salgado na língua. Depois se afastou rápido, coração disparado, e voltou para Cláudio, com a buceta encharcada, e a boca com gosto de pau preto. Ela lutava contra o desejo, porém era envao, já não tinha mais volta.

Eles foram embora. Ana estava pegando fogo. A calcinha estava ensopada, como se tivesse feito xixi. Cláudio tentava disfarçar, mas viu o pré-gozo brilhando entre os seios dela pelo decote.
Chegaram em casa bebados. Tobias espreitava pela fresta da cortina. Viu Ana com a saia quase na cintura, Cláudio cambaleando para fechar o portão.
Eles entraram direto no quarto. Ana tirou a roupa rapidamente. Cláudio subiu em cima dela e chupou aquela marca de pré-gozo entre os seios, sentindo o gosto salgado da pica alheia. Seu pau entrou como faca quente na manteiga — a buceta de Ana estava inchada, melada, escorrendo. Ele meteu rápido, desesperado. Gozou em menos de um minuto, jorrando muita porra dentro dela, gemendo alto de tanto tesão acumulado naquela noite de luxúria.
Não tinha mais jeito. O corno manso estava prestes a se tornar realidade na vida de Cláudio.
Ana, mesmo preocupada com a reação do marido, se entregava cada dia mais ao desejo. Em casa era a esposa recatada. Na rua, a fantasia de ser uma vadia de negros crescia dentro dela, quente e incontrolável. Estava cada dia mais próximo…

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Comentários


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fernando1souza2 Comentou em 15/04/2026

Q gostosa!

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esposaliberada Comentou em 14/04/2026

Parabens pelop conto!! muito bem escrito e delicioso

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thpit Comentou em 14/04/2026

Otimo conto, ansioso para os proximos

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edumanso Comentou em 13/04/2026

Puta tesão cada vez melhor teu conto ! Tua Ana está ficando puta igual a minha, bem vadia safada pedindo rola. Amamos cada vez mais !

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cesarmad Comentou em 13/04/2026

Essa mulher é gostosa pra caralho, amigo !!!!! Merece muita rola mesmo.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Corno em Formação Capítulo 4 – Desejos Sombrios

Codigo do conto:
259304

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
13/04/2026

Quant.de Votos:
20

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