Corno em Formação – Capítulo 7 – O Grande Dia parte II

Galera estou meio desanimado

Bora comentar aí para motivar o escritor


Ana entrou no quarto devagar. A penumbra mal deixava ver o corpo de Cláudio estendido na cama. Ela se aproximou e sussurrou:
— Amor, você tá bem?
Cláudio abriu os olhos com dificuldade, a voz pastosa:
— Nossa amor… bebi demais. Tá tudo girando… não dou conta nem de levantar.
Ana sentiu a buceta latejar forte. O tesão acumulado durante toda a noite queimava entre suas pernas. Ficou em pé ao lado da cama, o corpo iluminado pela luz fraca do corredor.
— Amor… você vai me deixar voltar pra sala assim… desprotegida? — perguntou ela, a voz doce e rouca de luxúria.
Lentamente, ergueu a frente da camisola rendada até a cintura, revelando a calcinha fio-dental completamente encharcada. O tecido fino estava grudado nos lábios inchados e brilhantes, marcando cada detalhe do grelo túrgido. Uma gota grossa escorria pela coxa. Ela rebolou devagar o quadril, exibindo-se.
— Olha o estado em que eu estou… tô pingando, amor.
Com um movimento sensual, puxou a calcinha para baixo, deixando-a cair nos tornozelos. Saiu dela e ficou completamente nua por baixo da camisola. Separou os lábios molhados com dois dedos, mostrando o interior rosado e encharcado.
— Posso ir me despedir do Tobias assim? Sem calcinha… com a buceta toda molhada e latejando?

Cláudio engoliu em seco, o olhar vidrado. A bebida servia como muleta perfeita para o desejo proibido que ele não conseguia admitir.
— Sim… pode ir… — murmurou ele, quase sem voz.
Ana subiu na cama, colocou um joelho ao lado dele e aproximou os lábios do ouvido do marido, o cheiro safado dela invadindo os sentidos dele:

Amor… eu tô indo lá na sala me despedir tá bom! Se você escutar algum barulho… algum gemido… promete que não vai sair desse quarto. Hipótese nenhuma. Você fica aqui quietinho. Entendeu? Sua esposinha não vai estar em perigo, aliás acho que vc quem vai.

Cláudio sentiu um frio na espinha misturado a um tesão avassalador.
— Sim, meu amor… A voz saiu embargada.

Ana beijou sua testa demoradamente, roçando os seios no braço dele, e saiu do quarto com as pernas trêmulas.

Na sala
Tobias estava de pé, esperando. Assim que Ana apareceu, puxou-a contra o corpo grande e quente.
— Ele dormiu?
— Dormiu… apagou de vez — respondeu ela, tremendo. Coração acelerado, a decisão estava tomada ! - o silêncio era ensurdecedor na sala, o cheiro de sexo entrava nas narinas como droga.
Ele sorriu e a levou para o sofá, sentando e puxando-a para o colo. O cacete latejante pressionava forte contra a bunda nua.
- Eita Aninha, me desculpa mais vc é uma tentação. Quando Cláudio segurou você, se não fosse eu vc não conseguia sair não é verdade? Ana sorriu e disse - acho que não! Ele continuou. - Sei que vc sentiu algo quando eu te segurei por traz, a visão que eu tive dessa sua bunda aberta, essa calcinha pequenininha. Eu não contive. Vc sentiu ? Ana respondeu ainda tímida - Senti sim. Ele continuou - sentiu algo duro ? Te apertando? Abrindo você . Nisso ele alisava as pernas de Ana que respirava fundo de olhos fechado. Ele continuou… - quando o Cláudio abriu sua bunda ele me fez um convite, eu posicionei meu pau bem na porta da sua buceta Ana. O que vc sentiu Ana me conta sei que vc gostou, quando eu abri sua bunda na frente do Cláudio e encostei a cabeça do meu pau bem na entrada da sua buceta, em cima da calcinha.

Ana rebolou devagar, gemendo baixinho:
— Senti a cabeça grossa e quente abrindo meus lábios… latejando forte… pressionando minha entradinha molhada. Minha buceta piscava desesperada, querendo engolir você ali mesmo, na frente dele.
Tobias esfregou o pau por cima da bermuda e mordeu seu pescoço:

— E seu marido abriu sua bunda pra mim… segurou bem aberta… acha que ele teria deixado eu enfiar tudo? Ana acho que ele quer ser corno manso! Eu quase te atravessei aquela hora, se ficasse mais alguns segundos eu ia te fuder ali mesmo na frente do corno bebado ! Se a cabeça tivesse entrado… você acha que ele teria deixado eu enterrar esse pauzão todo na sua buceta molhada?

Ana ficou em silêncio por alguns segundos, o coração martelando. O tesão era tanto que ela mal conseguia pensar. Rebolou mais forte, sentindo a grossura pulsar contra sua entrada encharcada.

— Acho que sim… murmurou ela, a voz rouca, quase quebrada de vergonha e excitação. — Acho que ele teria deixado você enterrar tudo. Ele estava tão bêbado… tão excitado vendo você me tocando… Eu senti que, se você tivesse empurrado devagar, ele não ia impedir. Talvez até quisesse ver o tio dele me arrombando bem fundo enquanto eu gemia.
Caralho, gostosa… então sua buceta já estava pronta pra aguentar na frente do seu marido?

— Estava… — confessou Ana, quase gemendo as palavras. — Eu tava pingando. Se você tivesse enfiado tudo ali, eu não sei se conseguiria ficar quieta. Eu queria tanto sentir você me abrindo inteira…
Tobias sorriu, satisfeito e dominador. Segurou o queixo dela com uma mão e virou o rosto dela para ele, olhando nos olhos:

— Boa garota. Agora olha o tamanho do pau que você deixou escapar mais cedo.

Ana desceu do colo dele tremendo de desejo. Ajoelhou-se entre as pernas abertas de Tobias e puxou a bermuda completamente para baixo. O mastro negro saltou pesado, quase batendo no rosto dela. Era impressionante — grosso, venoso, com a cabeça rosada e brilhante de tanto pré-gozo. As bolas pesadas pendiam cheias e contraídas.
Ela segurou o cacete com as duas mãos, ainda impressionada com o tamanho. Mas o tesão entre suas pernas estava insuportável. Ana se levantou devagar, ficou de frente para ele e levantou uma perna, apoiando o joelho no sofá ao lado da coxa de Tobias.

Ana olhando Tobias no olho, pegou no mastro e guiou ele para sua entrada molhada, só aí Tobias teve a visão que não havia nada impedindo de seu mastro deslizar para dentro dela.
— Aaaahh… caralho… tá abrindo tudo… A cabeça larga forçou a entrada, abrindo-a centímetro por centímetro.

Ela sentiu uma pressão deliciosa e ardente
Ana gemeu alto, sentindo aquele mastro grosso e quente deslizando para dentro, esticando suas paredes: Quando a cabeça já estava quase dentro Tobias segurou sua cintura:

— Ainda não, aninha. Quero sentir essa boca primeiro, mama o tio vem. Puta casada tem que mamar, vc já mamou uma pica preta ? Olha essa pica, aqui tem 23cm só seu.
Ana levantou o quadril com um gemido frustrado e ajoelhou-se entre as pernas dele. Abriu a boca e engoliu a cabeça grossa com fome, babando copiosamente enquanto chupava gemendo, enquanto sentia o gosto forte da mistura — pré-gozo dele com seu próprio creme. Tobias batia em seu rosto com a pica preta, parecia uma mangueira de tão grande, seu estalo era ouvido do quarto. Tobias segurou o cabelo dela e empurrou devagar, fodendo sua boca enquanto Ana babava copiosamente no mastro.

Enquanto isso No quarto.
Cláudio acordou com a cabeça latejando. A dor era forte. Tentou lembrar o que tinha acontecido. Bebeu demais… foi pro quarto… flashes confusos. Ana entrando. Vultos na sala. Tobias. Gemidos distantes. Ele acendeu a luz pequena e viu a calcinha de Ana jogada no chão, molhada.
O coração dele disparou. Confuso, apagou a luz e caiu no sono novamente.

Na sala …

Ana estava de quatro no sofá, os joelhos afundados na almofada, a camisola arriada na cintura. A bunda redonda e empinada brilhava de suor. Tobias estava atrás dela, segurando firme nos quadris macios, metendo devagar mas com força, forçando aquele cacete enorme para dentro da buceta encharcada. Ana sofria mais aguentava, cada estocada, cada vez mais funda e firme sua buceta escorria que molhava sua coxas - Ai tio tá fundo !

Mas, mesmo reclamando, Ana arqueava as costas ainda mais, empinando a bunda bem alto, abrindo-se toda para receber mais fundo. Ela empurrava para trás com vontade, rebolando o quadril em círculos lentos, sentindo a cabeça grossa do pau dele abrir caminho centímetro por centímetro, esticando suas paredes internas de um jeito que nunca havia sentido.
Tobias grunhiu satisfeito, apertando a carne macia da bunda dela:
— Isso, gostosa… empina mais pra mim. Olha como você tá pedindo. Seu corninho

deixava você dançar com os outros, provocava tanto… e agora tá aqui, de quatro, entregando essa buceta pro tio dele. Tá gostando, vadia?
— Tô… me fode, Tobias! — Ana gemeu alto, empinando ainda mais, quase encostando o peito no sofá. — Mete fundo! Eu queria te dar desde o primeiro dia… me pega de quatro, come a putinha do seu sobrinho. Ele gosta de ver o negão me devorando tio, todo amigo negro dele ele deixa tirar casquinha de mim. Tobias acelerou o ritmo. O som molhado e obsceno dos tapas ecoava pela sala toda vez que a pelve dele batia contra a bunda redonda dela. Ana sentia as bolas pesadas dele batendo no seu grelo inchado a cada estocada. O pau dele era tão grosso que ela sentia cada veia, cada pulsação, roçando fundo num ponto que Cláudio nunca havia alcançado.
Ela empinava cada vez mais, desesperada por mais fundo. As pernas tremiam, a buceta escorria tanto que escorria pelas coxas. Tobias segurou o cabelo dela com uma mão, puxando levemente para trás enquanto metia com força:
— Isso, empina essa bunda gostosa! Toma esse pauzão todo… tá sentindo ele bem no fundinho?
— Tô… ai, caralho… tá tão fundo… me arromba, Tobias!

Depois de alguns minutos, ele sentou no sofá e puxou Ana para cima:
— Vem, gostosa. Monta nele.
Ana subiu tremendo de tesão. Segurou o pau grosso com as duas mãos, esfregou a cabeça latejante na entrada encharcada e desceu devagar. A cabeça grossa abriu os lábios dela com dificuldade, esticando a entrada rosada. Ela gemeu alto quando sentiu ele abrindo caminho fundo.
Assim que sentiu as bolas dele encostando na bunda, Ana arqueou o corpo todo para trás, inclinando-se para trás ao máximo, quase encostando as mãos nas coxas de Tobias. Ela queria cada milímetro dentro de si. Rebolava devagar, em círculos largos, sentindo o pauzão preto roçando fundo, pressionando o ponto mais sensível dela.
— Ai, caralho… tá tão fundo… — suspirou ela, olhos revirando.
A buceta dela estava absurdamente molhada. A cada subida e descida, um creme branco e grosso se formava na base do pau de Tobias, escorrendo pelas veias salientes e melando as bolas pesadas dele. Quanto mais ela cavalgava, mais molhado e brilhante ficava aquele mastro preto.
Ana segurou as bolas grandes e pesadas com uma mão, puxando-as delicadamente para baixo, forçando o pau ainda mais fundo dentro dela. Com a outra mão, apoiava-se no peito dele, cavalgando cada vez mais rápido, quicando com vontade. Os seios balançavam soltos dentro da camisola rendada, os mamilos duros roçando o tecido.
— Isso… puxa minhas bolas enquanto me engole todo, gostosa — rosnou Tobias. — Tá sentindo ele bem no fundinho?
— Tô… tá me arrombando todinha… — Ana gemia, arqueando ainda mais para trás, rebolando com fome. Fluidos escorriam sem parar, pingando no sofá, melando a virilha dele inteiro. O cheiro de sexo tomava conta da sala.
Ela cavalgava cada vez mais rápido, perdida no prazer, até Tobias não aguentar mais.
Ai tio toda vez que ele me fazia dançar com outros, eu ficava molhada querendo dar pra eles… Toda vez que ele mandava eu tirar a calcinha no carro, eu me masturbava pensando num pauzão assim… agora eu tô realizando tudo.
Tobias segurou a cintura dela com força, guiando os movimentos cada vez mais rápidos e fundos. Quando sentiu que ia gozar, Ele segurou o cabelo dela com força, puxou Ana para cima e tirou o pau de dentro dela com um som molhado. A buceta dela ficou aberta, piscando, escorrendo creme branco. Tobias apontou o cacete latejante para o rosto dela.
— Abre a boca.
Jatos grossos, quentes e abundantes de porra explodiram na boca de Ana. O primeiro jato acertou direto na língua, forte e salgado. Outros jatos fortes atingiram o fundo da garganta, transbordando pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Era muito, espesso, com um gosto forte e marcante. Tobias segurou a cabeça dela no lugar, gemendo enquanto esvaziava as bolas.
— Engole tudo… isso… toma a porra do tio, gostosa.
Ana engoliu o máximo que conseguiu, tossindo um pouco, com lágrimas de tesão nos olhos. Depois, ainda com o pau pulsando, ela lambeu e chupou cada centímetro, limpando tudo — as veias, a cabeça sensível, até as bolas meladas do próprio creme dela misturado com a porra dele.

No quarto novamente…

Ana voltou pro quarto depois de um tempo. Passou direto pro banheiro, tomou um banho rápido e saiu só com a camisola. Deitou de bruços ao lado de Cláudio, a camisola subida, deixando a bunda exposta na penumbra.
Cláudio acordou de novo. Olhou para ela. O silêncio era pesado. Depois de cinco minutos, tomou coragem, abraçou ela por trás e desceu a mão. Dois dedos entraram na buceta dela com uma facilidade absurda — quente, melada, escorregadia.
— Tá tudo bem, amor? — perguntou ele, voz embargada de medo e excitação.
— Sim… muito bem — sussurrou Ana, rebolando contra os dedos dele.
Cláudio não aguentou. Abaixou a bermuda e penetrou a esposa. Ana estava absurdamente molhada e larga. Ele empurrava enquanto ela olhava fixo nos olhos dele.
Depois de um minuto em silêncio, Cláudio finalmente perguntou:
— Seu gosto tá diferente… seu beijo tá diferente. Tá cheirando gostoso amor…
Ana tremeu inteira de tesão.

A buceta dela estava quente, molhada, aberta e muito mais larga que o normal.
Olhando fixo nos olhos dele, com a voz rouca e cheia de luxúria, disse:
— Amor… o que você acha que aconteceu.
— Me conta…
— amor seu tio me comeu . Judiou da sua esposinha
Cláudio gemeu alto, o pau pulsando dentro dela.
Ana rebolava devagar no colo de Cláudio, apertando a buceta ao redor do pau dele enquanto contava tudo. Ela segurou o rosto do marido com as duas mãos e o beijou profundamente. O beijo tinha um gosto forte, salgado e viscoso — resquícios da porra grossa de Tobias ainda na língua e nos lábios dela. Ana enfiou a língua na boca dele, compartilhando tudo, lambendo os lábios do marido como se quisesse marcar ele.
— Tá sentindo, amor? Isso que você tá sentindo agora é o gosto dele… o gosto da porra grossa que o Tobias acabou de gozar na minha boca. Você me abriu pra ele, lembra? Foi você quem segurou minha bunda e abriu pra ele encostar aquele pauzão preto na minha bucetinha molhada. Você quem me entregou pro negão…
Cláudio gemeu alto, o corpo inteiro tremendo violentamente. Ana sorriu maliciosa ao sentir o pau dele pulsar forte dentro dela.
— Isso mesmo, amor… você me abriu pra ele. Trouxe um negão pauzudo pra dentro de casa e deixou ele me arregaçando todinha. Igual você sempre quis, né? Acha que eu não via você me oferecendo pros seus amigos negros? Os olhares, os comentários, o jeito que você me fazia dançar colada neles… Eu sempre soube.
Ela acelerou o rebolado, descendo mais fundo enquanto falava:
— Goza pra mim, amor. Goza sentindo o gosto da porra do negão que acabou de me foder. Goza, corninho. Você agora é meu corninho manso. Vou cavalgar em todos os seus amigos pretos… se prepara. Vou deixar eles me comerem gostoso, um por um, e vou voltar pra casa melada, escorrendo porra deles pela buceta e pelas coxas… cheirando a sexo, a pauzão preto, a macho.
Cláudio não aguentou mais. O pau dele pulsou forte e ele gozou intensamente, jatos quentes e longos explodindo fundo dentro dela enquanto soltava gemidos roucos e descontrolados — o orgasmo mais forte que já havia sentido na vida. O corpo dele tremia inteiro, os dedos cravados na cintura da esposa.
Ana riu baixinho, satisfeita, ainda rebolando devagar para prolongar o prazer dele até a última gota.
— Olha só… gozou só de eu te chamar de corninho. Que lindo — sussurrou ela, beijando a boca dele com calma, compartilhando o gosto proibido. — Sabe que eu sempre quis dar pra outro, né amor? Eu gosto de pau… gosto de ser bem fodida. Você vai deixar eu dar pros seus amigos negros? Vai, amor? Vai deixar eles me encherem de porra, me usarem como putinha? Eu volto pra você toda melada, escorrendo, com o cheiro deles impregnado em mim… e você vai me comer assim mesmo, sentindo o que eles deixaram dentro da sua esposa.
Cláudio só conseguia gemer e balançar a cabeça, concordando, completamente entregue, o rosto vermelho de vergonha e prazer.
Ana encostou a testa na dele, sorrindo com carinho e safadeza ao mesmo tempo, e sussurrou a última frase:
— Boa noite, meu corninho… O jogo só está começando.
Ela apertou a buceta uma última vez ao redor do pau amolecendo dele, selando a nova realidade dos dois

Foto 1 do Conto erotico: Corno em Formação – Capítulo 7 – O Grande Dia parte II

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Corno em Formação – Capítulo 7 – O Grande Dia parte II

Codigo do conto:
263416

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
31/05/2026

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