Corno em formação Capítulo 2 - a história de Tobias

Tobias era descendente de haitiano. Chegou ao Brasil órfão, e foi adotado por uma família simples do interior de Minas Gerais que já tinha cinco filhos. Era magro, de pele muito escura, quase azulada, olhos penetrantes e um sorriso que desarmava qualquer uma. Com o passar dos anos a família foi se desfazendo — mortes, brigas, separações — e Tobias ficou sozinho novamente aos 22 anos. Casou uma vez, teve dois filhos, mas nunca foi homem de uma só mulher. Era um predador nato. Não conseguia ver uma brasileira bonita sem ficar com o pau latejando, especialmente se fosse casada. Quanto mais proibido, melhor.
Ele nunca gostou de trabalhar. Vivia de botequim, sinuca, pagode e, principalmente, de comer a mulher dos outros. Tinha uma pica enorme, quase 23 cm quando ficava dura, grossa como um punho, veias saltadas e uma cabeça rosada que brilhava quando estava molhada de baba ou porra. As mulheres ficavam viciadas no jeito que ele fodia: forte, fundo, sem pressa no começo, mas quando acelerava era implacável. Segurava a cintura com as mãos grandes, metia até as bolas baterem e girava o quadril no final de cada estocada, roçando exatamente onde precisava. Fazia as mulheres gozarem gritando, tremendo, babando de prazer.
Tobias colecionava mulheres na cidadezinha pacata. Teve casos com várias, mas alguns ficaram marcados na memória dele. Teve a dona Neuza, mulher do dono da padaria. Uma tarde, enquanto o marido estava no forno, ele a comeu em cima do balcão dos fundos. Metia devagar no começo, depois com força, sussurrando no ouvido dela: “Abre essa buceta pra mim, gostosa”. Neuza gozou tanto que molhou o chão inteiro. Depois disso, toda terça-feira ela deixava a porta dos fundos aberta.
Teve Marlene, esposa do delegado. Loira, corpo cheio, 42 anos. Tobias a pegou no carro dele, estacionado atrás da igreja. Colocou ela de quatro no banco de trás e fodeu com força, tapas na bunda, puxando o cabelo. “Grita baixo, sua safada”, ele dizia. Marlene gozou três vezes seguidas, pernas tremendo, completamente perdida de prazer.
Teve também Cida, mulher do dono do supermercado. A mais perigosa. Tobias a comia dentro do próprio depósito do mercado, depois do expediente. Ele sentava numa caixa, colocava ela de cavalinho e mandava: “Rebola no meu pau, gostosa”. Cida gozava rezando o nome dele, baba escorrendo, olhos revirados.
Sua história se cruzou com a família de Adriana e Carlos quando ele alugou a casa em frente à deles. Adriana tinha 42 anos, corpo maduro, seios grandes e uma bunda que balançava quando andava. O casamento com Carlos, motorista de ônibus, estava morrendo: ele passava o dia fora, chegava cansado e quase não tocava mais nela. Tobias logo virou “amigo da família”. Tomava cerveja com Carlos, brincava com Rafael (o filho de 21 anos) e conversava longamente com Adriana na porta de casa.
Foi Michelle, a filha de 21 anos, quem realmente chamou a atenção de Tobias. Quando Tobias viu Michelle, 21 aninhos, corpo magro, seios grandes e firmes, bundinha empinada, ele soube que queria aquela garota. Michelle tinha uma buceta carnuda, bem rosadinha, e era profissional no boquete — adorava mamar com vontade, engolir fundo e babar tudo. Mal ela sabia que, em pouco tempo, estaria cavalgando no tronco negro de Tobias, com a buceta esticada ao limite e pedindo para ele socar mais fundo.
A primeira vez aconteceu numa noite quente. Tobias estava fumando na porta de casa quando ouviu choro baixinho. Michelle estava sentada na calçada em frente, chorando. Ele se aproximou e chamou com voz calma:
— Vem cá, menina. Entra um pouco pra conversar.
Michelle aceitou. Sentaram no sofá da sala simples de Tobias. Ela contou, entre soluços, que o namorado tinha brigado feio com ela por causa de uma blusa decotada que usara mais cedo. Ele disse que ela estava parecendo uma puta. Tobias ouviu em silêncio, depois a abraçou com carinho, passando a mão grande nas costas dela.
— Calma… você não é nada disso. Você é linda e merece ser tratada como tal.
Michelle se acalmou aos poucos, sentindo-se acolhida. Agradeceu, enxugou as lágrimas e foi embora. Tobias ficou olhando ela atravessar a rua. Sorriu sozinho. Tinha dado o primeiro passo. Logo, logo estaria comendo aquela delícia.
A segunda vez veio depois de uma festa. Tobias acordou com o barulho de pneus cantando. Olhou pela janela e viu o carro do namorado de Michelle saindo em alta velocidade. Michelle estava sentada na calçada, chorando novamente, com uma cerveja na mão. Ele saiu e a chamou para dentro.
Dessa vez ela estava de saia curta e um cropped justo que marcava os seios grandes e firmes. Sentou no sofá ao lado de Tobias, ainda fungando. Contou, entre lágrimas e goles de cerveja, que o namorado tinha recebido uma mensagem de outra garota durante a festa e eles brigaram feio. Enquanto falava, Michelle cruzava e descruzava as pernas, sem perceber que, por causa das brincadeiras que fazia com o namorado no carro, estava sem calcinha.
O namorado dela adorava esse tipo de provocação: pedia para ela tirar a calcinha, fingir que estava dormindo e abrir um pouco as pernas enquanto o frentista abastecia o carro, deixando a buceta carnuda e rosada à mostra por alguns segundos. Às vezes ele até parava do lado de uma carreta só para os caminhoneiros verem melhor. Michelle contou tudo isso sem filtro, ainda nervosa e excitada pela briga.
Tobias ficou curioso e perguntou com a voz rouca:
— E você… gostava dessa aventura? De deixar os outros verem?
Michelle corou, mas respondeu baixinho, com um sorriso tímido:
— No começo era só brincadeira… mas me dava um tesão estranho. Nossa, olha as coisas que eu estou te contando…
O clima na sala começou a mudar. O cheiro de cerveja, suor e desejo encheu o ar. Michelle percebeu a ereção grossa marcando o short de Tobias. Seus olhos desceram e ficaram fixos ali. Devido à raiva do namorado, à cerveja e à excitação acumulada, ela não pensou duas vezes. Aproximou-se devagar e colocou a mão sobre o volume.
— Tobias… eu tô muito nervosa hoje…
Foi a primeira vez que os dois transaram. Quando Tobias tirou o short, Michelle arregalou os olhos ao ver aquela tora negra enorme — bem maior e mais grossa que a do namorado. Ela engoliu em seco, mas a curiosidade e o tesão falaram mais alto.
Tobias a levou para o quarto, tirou o cropped e a saia curta. Michelle se ajoelhou e mamou com vontade, tentando engolir o máximo possível, baba escorrendo pelo queixo. Depois ele a deitou na cama e meteu devagar na buceta carnuda e molhada. Estocadas fortes, profundas. Michelle gemia manhosa:
— Ai, Tobias… mais forte… me fode pra esquecer aquele idiota…

Michelle teve seu primeiro orgasmo com um touro negro engatado naquela buceta rosa, estava escorrendo, derretendo de tanto tesao. Tobias finalizou com uma porra viscosa, quente farta a ponto de fazer Michelle engasgar, Michelle engoliu tudo, ou o que deu, gosto forte, diferente da porra rala e liquida de seu namorado, se limpou e foi embora satisfeita, confusa, mais com a sensação de satisfeita, com a buceta vermelha e aberta pelo o vizinho negro .

Outra vez, Tobias viu Michelle chegar com o namorado de uma chácara, vestindo apenas um biquíni bem curto. Ela estava furiosa. O namorado tinha parado ao lado de uma carreta enorme num posto de gasolina e feito ela descer só de biquíni para comprar algo na conveniência. Os caminhoneiros babaram descaradamente. Na saída, um deles passou a mão na bunda dela. O namorado brigou com Michelle, dizendo que a culpa era dela. Michelle mal esperou o namorado ir embora cantando pneu. Correu direto para a casa de Tobias, ainda de biquíni, corpo quente de raiva e excitação.
Tobias abriu a porta e ela entrou sem dizer nada. Ele a encostou na parede, tirou o biquíni e meteu na buceta carnuda e molhada. Estocadas fortes, profundas. Michelle gemia manhosa:
- Mete , come Tobias, judia dessa loirinha, ela quer madeira preta hoje.
Tobias já não tinha pena, enfiava até as bolas bater na sua buceta, aquele barulho de carne batendo com carne, ele tampava sua boca para ela não gemer e a vizinhança escutar. Tobias num golpe atola tudo e despeja um rio de esperma dentro dela, que se ajoelha e limpa toda aquela tora negra com a língua, lambendo o que restou de fluidos e porra misturadas. Michelle se via cada vez mais apaixonada pelo mastro negro. Depois daquela dia, toda briga de Michelle com o namorado terminava em sexo quente e escondido na casa de Tobias. Era regra: briga com o namorado significava madeira preta na buceta rosa.

Adriana começou a desconfiar. Via Michelle saindo da casa de Tobias direto, as vezes quando chegava da casa de seu namorado esperava ele vira a esquina e ia para a casa de Tobias para uma sessão de terapia negra. Então ela Passou a vigiar. Uma tarde chegou mais cedo do trabalho e ouviu gemidos abafados vindos do quarto de Michelle. Ela Parou na janela lateral, coração acelerado. Michelle estava de quatro, gemendo:
— Ai, Tobias… mete mais fundo… me fode! sua pica é tão grande, me estica, fode a sua puta…
Tobias metia com força:
— Toma, sua safada gulosa… goza no pau do seu macho! Aquele corno não te fode né…
O ritmo aumentou. Adriana sentiu a buceta molhar na hora. Sem perceber, enfiou a mão dentro da saia e se tocou, dedos circulando o clitóris enquanto ouvia a filha sendo fodida. Quando Tobias gozou com um gemido rouco:
- Toma puta … lá no fundo, vá ficar o dia todo escorrendo. Você gosta né dessa tora preta… vai lá leva pro corno do seu namorado te chupar ! Adriana quase gozou escutando, um misto de raiva e tesão passou por seu corpo, não queria acreditar que Michelle estava tomando leitada do vizinho, como uma puta. Mais tbm sabia que Michelle tinha de onde puxar esse fogo também.

Adriana se recompôs e saiu enviou uma mensagem rápida para Michelle: “Chegando em 5 minutos”. Michelle surtou, empurrou Tobias pela janela dos fundos. Adriana entrou em casa fingindo normalidade, mas com a buceta encharcada. Mais tarde, ao lavar roupa, encontrou uma calcinha de Michelle melada de porra grossa e branca. O cheiro era forte. Adriana sentiu um tesão que não sentia há anos.

Apartir daí Adriana via Tobias com outros olhos, sempre desejando e olhando Tobias, Carlos não dava conta de apagar o fogo, os sons daquela tarde na saiam de sua cabeça, ela deitava após o marido chegar e ficava com pensamentos longes, quando percebia já estava com dois dedos em sua buceta, com aquele bigodinho molhada, tentava acordar Carlos que virava para o lado. Dando espaço aos desejos quentes de sua esposa.

A partir daí, Adriana começou a seduzir Tobias discretamente. Michelle tinha viajado com o namorado e ia ficar fora, Rafael ficava o dia todo empinando moto e fazendo barulho, nem em casa ficava. Carlos comprou umas cervejas e chamou Tobias, ficaram a tarde toda bebendo cerveja e pinga. Carlos não aguentou e deitou no chão bebado apagou. Adriana começou a sentir um fogo no meio das pernas, sua buceta piscava, chegava doer de vontade de ser pega igual a Michelle foi naquela tarde. Então a fim de tentar apagar o fogo foi tomar banho, mais deixou a porta entre aberta do banheiro em quanto tomava banho. Afim de provocar Tobias. Ao sair usava um vestido mais curtos quando ia “pedir algo”, roçava o corpo nele sem ninguém ver. Até que a noite Carlos estava apagado de bebado e Michelle fora. Adriana tomou três taças de vinho, vestiu um vestido curto sem calcinha e foi até a casa de Tobias. Que estava de fora fumando um cigarro sem camisa, se recuperando da cachaça de mais cedo

Ele abriu a porta. Adriana entrou e falou direto:
— Eu sei o que você faz com minha filha… e eu quero também.
Tobias sorriu, pegou ela pela pela mão e a jogou na cama. Arrancou o vestido.
— Eu sabia que vc já desconfiava, bem vou te mostrar o que sua filha gosta. Então a gostosa da mãe também quer vara, é?
Jogou Adriana na cama que já caiu de pernas abertas, abaixou sua bermuda e num golpe atolou todo se mastro 23cm de uma vez. Adriana foi ao céu num orgasmo nunca sentido, ela contraia sua buceta tremendo.
- A puta casada é igual a filha! Mal comida. Mais um corno que vai pegar minha porra no final.
Fodeu Adriana com força. Primeiro na buceta, estocadas fundas, tapas na bunda:
— Abre essa buceta pra mim, Adriana… sua filha aguenta, você também vai aguentar.
Adriana gemia alto, sem controle:
— Ai, Tobias… me fode… me fode forte…
Adriana estava louca de tesão e Tobias percebeu . Tirou a pica de sua buceta e posicionou no rabo de adriana.
Depois ele virou ela de quatro e meteu Lentamente no começo, depois com força.
— Toma no cu, gostosa… rebola pra mim. Casada toma é no cu . E começou o castigo que logo se transformou em prazer

Adriana gozou gritando, corpo tremendo. Tobias gozou dentro do cu dela, enchendo até escorrer. Adriana ficou viciada naquela noite. Entendeu perfeitamente por que Michelle não resistia.
A partir daí, Tobias passou a foder mãe e filha na mesma casa, em dias diferentes, com uma logística complicada para não serem descobertas.

Ele pegava Michelle sempre da mesma forma. Ela saía da casa do namorado com alguma desculpa e ia correndo para a casa de Tobias. Entrava pela porta dos fundos, já tirando a roupa.
— Vem, Tobias… quero mamar essa pica grossa.
Ela mamava com fome, garganta profunda, baba escorrendo. Depois cavalgava, buceta carnuda e gulosa engolindo tudo:
— Ai, Tobias… me fode forte… eu aguento… sou sua putinha devassa…
Ele metia com força, segurando os seios grandes dela:
— Goza no pau do negão! sua safada gulosa. Você é uma vadia de preto ! Ela não ligava, só queria ser penetrada ao extremo!

Já na vez de Adriana. Ela Esperava Carlos sair para o trabalho e ia correndo. Entrava já molhada.
— Me fode, Tobias… o cu era regra.
Ele colocava ela de quatro e metia no rabo com força:
— Rebola essa bunda pra mim, gostosa… toma tudo.
Adriana gemia mais contida, mas gozava loucamente:
— Ai… tá abrindo meu cu… me fode… me usa…
Tobias as vezes nem fodia ai buceta! Era direto no rabo guloso de Adriana que gemia e gozava com aquele mastro empurrado no seu cuzinho que agora já estava acostumado.

Até que uma noite Carlos chegou mais cedo do trabalho. E foi falar com Tobias que Adriana estava diferente, ele via em Tobias um amigo de confiança, foi quando ao chegar como já tinha intimidade entrou pois o portão estava aberto. Ouviu gemidos vindos da sala de Tobias. Entrou devagar e viu Adriana de quatro no sofá, sendo currada por Tobias, gemendo alto, Carlos via aquele mastro entrar e as bolas batendo naquela buceta molhada, Adriana gemendo manhosa:
- Tobias vc vai acabar com meu cu safado, agora todo dia é no cuzinho. Minha buceta tá com ciúmes. Tobias falava:
- A buceta e do corno. Casada toma e no rabo mesmo ele tirou seu pau e cravou na buceta de Adriana que gemeu e teve seu orgasmos. Carlos teve a visão do tamanho daquele mastro . E Carlos surtou quando escutou:
- Carlão ainda não percebeu o quanto a mulher dele tá larga? Ele deu um grito, eles viram Carlos transtornado ele Ameacou Tobias, Queria matar os dois. Tobias conseguiu sair correndo. Carlos enfurecido quebrou tudo e colocou fogo na casa de Tobias e alegou um acidente doméstico. Perdoou Adriana depois de um tempo e ninguém nuca ficou sabendo.

Porém Tobias não tinha lugar e com medo de Carlos decidiu mudar, quando lembrou de Carlos seu único parente vivo… daí a história começa a mudar


Em breve mais…
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258321 - Corno em Formação - capítulo 1 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 13

Ficha do conto

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Nome do conto:
Corno em formação Capítulo 2 - a história de Tobias

Codigo do conto:
258513

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/04/2026

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