Chegou em casa quase meia-noite. A casa estava vazia e escura. Ana não estava.
Só então lembrou que ela tinha ido ao barzinho. Mandou mensagem. Ana só visualizou quase uma hora depois e respondeu com a localização do Uber:
“Amor, estou indo agora. Daqui a pouco chego. Te amo.”
Cláudio tomou banho, ainda bêbado, e cochilou na cama.
Acordou com o barulho do portão. Achou que era Ana, mas era Tobias chegando do trabalho, quase 01h10. Ainda nada da esposa. Ele pegou o celular. Ana estava online. Pouco depois, o portão abriu novamente.
Ana entrou com o cabelo molhado, cheirando a banho recente, a pele rosada e o corpo exalando um perfume misturado com algo mais carnal. Subiu na cama devagar, só de calcinha e sutiã, e se aninhou ao lado de Cláudio.
— Amor… eu preciso te contar uma coisa que aconteceu hoje — sussurrou ela, a voz rouca de tesão.
Cláudio franziu a testa, ainda grogue.
— O que foi? Você demorou pra caralho.
Ana deslizou a mão pela barriga dele e segurou o pau, que já endurecia rápido. Começou a masturbá-lo devagar enquanto falava:
— Eu fui pro barzinho com as meninas… bebi bastante. Aí apareceu um amigo de uma delas… Caio. Alto, forte, cheiro bom… Ele flertou pesado comigo. Eu disse várias vezes que era casada, que tinha marido em casa… ele não ligou.
Ela apertou o pau de Cláudio com mais força e acelerou um pouco a punheta.
— No estacionamento ele me prensou contra o carro, me beijou com vontade, chupou meu pescoço, apertou meus peitos… tirou minha calcinha de lado e massageou minha buceta. Eu tava encharcada, amor. Aí eu peguei no pau dele… Meu Deus, era enorme. Grosso, pesado, bem maior que o seu.
Ana continuou, a voz ficando mais gemida:
— Ele não aguentou. Me virou de costas e meteu tudo de uma vez. Eu gritei de prazer. Ele me fodia forte, batendo fundo, e ficava falando no meu ouvido: “Tá gostando! De darpra outro, sua puta? Oque seu marido tá fazendo em casa ? Esperando a esposinha chegar? Ele sabe que vc gosta de dar a buceta pra outro na rua ? Ele fodia amor! Empurrava sem dó !!! Ele vai pegar essa bucetinha bem alargada hoje…”
Quando começou um movimento no estacionamento, com medo de alguém ver ele e puxou pra dentro do carro e fomos para um motel ali perto, no caminho amor ele me colocou pra mamar , ele empurrava minha cabeça me fazendo engasgar com aquele mastro amor! Eu babava que escorria naquela bolas enormes … ele judiava da sua esposinha amor !
No motel foram duas horas de foda bruta, amor… Ele me comeu de quatro, batendo bem fundo, depois de lado, me colocou sentada no colo dele e me fez quicar gostoso no pauzão inteiro. Chupou meu cuzinho com vontade e meteu nele também… devagar no começo, mas depois metendo forte, sem dó. E o tempo todo ele me humilhava, amor! Me chamando de puta! Falava que casada tem e que tomar no cuzinho mesmo!! Perguntava se o corno não estava me fudendo anoite! falava bem no meu ouvido: “Olha pra essa buceta casada engolindo meu pau… seu corno vai sentir ela bem larguinha quando tentar foder você depois. Ele gosta disso, né? Conta pra ele que vc é puta! Conta que ele vai gostar! Que vc gosta é pau grande, de macho dotado! Ele repetia amor. Falava que quando vc quiser ele vem aqui e me come na sua frente. Amor eu gozei loucamente naquele mastro.
Ana apertou o pau de Cláudio com mais força e acelerou a punheta, gemendo baixinho no ouvido dele.
— Ele me perguntava várias vezes, sussurrando safado: “Tá gostando de fuder com outro, Ana? Tá gostando de trair esse corno enquanto ele tá em casa achando que você só tá bebendo com as amigas? E vc bebendo porra de vagabundo’’ Eu respondia gemendo que sim… que eu amava ser a puta, que meu marido deixava eu sair sozinha, voltar cheirando a macho, sexo. Eu me entreguei a ele amor!! Aí ele ria e dizia: “Quando eu quiser, vou foder você na frente dele… quero ver a cara do seu marido vendo você gemer e gozar no meu pau! Ele te chupar e limpar sua buceta!!
Cláudio respirava pesado, o quadril se mexendo contra a mão dela.
Ana sorriu contra a orelha dele e continuou, a voz doce e provocante:
— Nossa, amor… ele me fodia tão forte… eu sentia lá no fundo, amor. Ele judiou de mim, comeu sua esposinha sem dó nenhum. Fudeu minha bucetinha com aquele pauzão cabeçudo… não teve pena dela. Batia tudo, bem fundo, fazendo eu gemer alto como uma vadia.
Ela acelerou mais a mão, apertando a cabeça do pau enquanto sussurrava:
— Você tá gostando de ouvir, né, amor? Seu pau tá duríssimo… tá com tesão de saber que sua esposinha foi arregaçada hoje? Que levaram ela de jeito, que fizeram ela de puta pra outro homem?
Ana lambeu o lóbulo da orelha dele e gemeu mais baixo:
— Amor, ele me comeu tanto… me fez de puta, gozou forte dentro de mim e depois na minha boca. Sente o gosto da porra dele quando eu te beijo… porra grossa, amor… bem quente. Ai amor, goza! Sua puta cavalgou gostoso hoje no pauzão dele… quicou até gozar tremendo, chamando o nome dele enquanto ele ria e dizia que o corno ia pegar a esposa mais larguinha.
Cláudio gemeu alto, o corpo inteiro tremendo. Ana não parou, a voz ficando ainda mais safada e carinhosa:
— Tá gostando, né, meu amor? De saber que sua esposinha foi comida sem dó, foi usada do jeito que merece… Goza pra mim, vai… goza sabendo que sua putinha foi bem servida hoje, que ele me usou de deposito de porra quente! Ele me chamou de puta do corno o tempo todo… disse que você ia adorar sentir ela mais molinha depois.
No exato momento em que ela disse “goza pensando que sua putinha foi bem servida hoje”, Cláudio explodiu. Gozou com força, jatos grossos espirrando na barriga e na mão de Ana, gemendo rouco enquanto o orgasmo tomava conta dele.
Ana sorriu, satisfeita, ainda passando a mão devagar no pau sensível dele, espalhando o gozo.
— Isso, amor… goza gostoso pra sua puta…
Cláudio ficou ali, ofegante, tentando processar tudo. Ana se deitou ao lado dele, beijou seu ombro e, em poucos minutos, dormiu com um sorriso nos lábios.
Cláudio não dormiu direito. A noite inteira as palavras dela ecoavam na cabeça. Ele se masturbou mais duas vezes no escuro, tentando fazer silêncio, imaginando Ana sendo comida por aquele tal Caio. Gemendo baixo o nome dela, gozando novamente enquanto repetia mentalmente as humilhações.
De manhã, Ana acordou com o cheiro de café. Cláudio entrou no quarto com uma bandeja caprichada: café, pão, frutas, suco. Estava carinhoso, os olhos brilhando de um jeito novo.
— Bom dia, amor. Trouxe o café na cama… você merece descansar. Teve uma noite longa ontem — disse ele, com voz suave e um sorriso tímido.
Ana pegou a bandeja, deu um sorriso safado e respondeu:
— Obrigada, meu amor. Você é o melhor marido do mundo.
Ela tomou o café devagar, olhando para ele com desejo. Enquanto Cláudio arrumava os travesseiros para ela ficar mais confortável, Ana sentiu o corpo latejar de tesão. Em seus pensamentos, tudo ficou cristalino:
“Ele gozou tanto… gemeu como um louco quando eu chamei ele de corno. Não surtou, não brigou… só ficou mais excitado. Meu marido não vai ser problema. Eu tenho a confirmação que precisava. Cláudio é exatamente o homem que eu preciso ao meu lado para viver tudo isso.”
Ana mordeu o lábio inferior, sentindo a calcinha molhar novamente só de imaginar o que viria pela frente. Ainda não era o momento de contar a verdade — que nada daquilo tinha acontecido, que Caio não existia, que tudo foi apenas uma história inventada por ela para testar os limites dele. A revelação viria depois. Por enquanto, ela queria saborear essa certeza.
O sábado ainda estava só começando.
Ana estava no mais alto nível de tesão. O corpo queimava, a mente corria solta com fantasias cada vez mais ousadas. Ela olhou para Cláudio com um sorriso safado, os olhos brilhando de desejo puro, e pensou: O jogo começou de verdade ! Sua expressão mudou ! Sábado anoite promete…





Não aguentei e gozei
msmario