Sábado amanheceu quente, o sol invadindo o quarto pela fresta da cortina. Cláudio acordou com a cabeça ainda latejando da noite anterior, mas o corpo já reagindo de outro jeito. Ele se virou devagar na cama e ficou olhando Ana dormindo de pijama fino, de lado, a blusa levantada deixando a curva da cintura e um pedaço da calcinha à mostra. O tecido leve marcava os mamilos rígidos, o bumbum redondo empinado levemente.
Na mente dele, as imagens da história que ela contou explodiram como um filme pornô particular. Ele via Caio prensando Ana contra o carro, metendo forte, os gemidos dela ecoando: “Ai, amor… ele tá me comendo tão fundo…” Cláudio imaginava as mãos grandes do outro apertando aqueles mesmos seios que agora subiam e desciam com a respiração calma dela. Via marcas vermelhas no pescoço, chupões que não existiam, a buceta inchada e vermelha de tanto levar vara grossa. O pau dele endureceu instantaneamente dentro da cueca. Ciúme e tesão misturados, uma sensação doentia e viciante. “Porra… ele comeu minha mulher… e ela gozou pra ele”, pensou, o coração acelerado. Ele quase podia ouvir o barulho molhado da estocada, o tapa da pele contra pele, Ana gritando o nome de outro enquanto gozava.
Cláudio balançou a cabeça, tentou se controlar, mas o pau latejava. Ele se levantou devagar, deu um beijo leve na testa dela e saiu para o escritório. No carro, a mente ainda rodava: Ana de quatro, Caio metendo no cuzinho, ela pedindo mais, mais forte, “me fode como meu marido não consegue”.
No trabalho, foi pior. Cláudio não conseguia se concentrar em nada. Planilhas, e-mails, reuniões — tudo borrado. Só via Ana sendo comida. Às 10h30 ele não aguentou mais. Trancou a porta do banheiro da repartição, abaixou a calça e começou a bater punheta com força, olhos fechados. Imaginava Ana gemendo: “Mais forte, Caio… me arromba… meu corno vai adorar sentir eu larguinha”. Gozou em menos de dois minutos, jatos grossos batendo na pia, o corpo tremendo.
Foi quando o celular vibrou. Mensagem da Ana no WhatsApp.
Ana: Bom dia, meu amor! ?? Foi trabalhar hoje? Pensei que ia ficar em casa comigo…
Cláudio: Bom dia, gostosa. Tive que vir correndo pro escritório. Mas tô fudido… não consigo me concentrar em nada. Só penso em você e no que me contou ontem.
Ana: Hmm… e o que exatamente tá passando nessa cabecinha safada, amor? Me conta direitinho…
Cláudio: Tô imaginando você no motel… ele te comendo forte… você gemendo pra ele… sua buceta toda molhada pro pauzão dele. Tô duro pra caralho aqui no banheiro.
Ana: Nossa, amor… eu acordei molhadíssima. Sonhei com o Caio a noite toda. Acordei sentindo ele ainda dentro de mim… não sei se era minha lubrificação ou se era resquício da porra grossa dele escorrendo. Tô aqui deitada tocando na bucetinha pensando em você ouvindo tudo…
Cláudio: Porra, Ana… você tá me matando. Eu quase gozei de novo agora só lendo isso.
Ana: Você tá gostando né, amor? De saber que sua esposinha foi bem comida… que eu cavalguei gostoso no pau dele… que ele me encheu toda… Tá com tesão de imaginar sua putinha sendo usada?
Cláudio: Tô louco. Vou ter que me masturbar de novo aqui no banheiro.
Ana: Não vai não, amor… segura pra mim. Deixa pra hoje à noite que eu vou te ajudar direitinho. Mas me conta… e se a gente saísse mais tarde pra tentar encontrar o Caio? Eu sei onde ele costuma ir…
Cláudio leu a mensagem e o coração disparou. A expectativa explodiu.
Cláudio: Sério? Caralho, Ana… vamos sim. Quero ver isso. Quero ver você com ele.
Ana leu a resposta e sentiu um frio na barriga. “Merda… ele quer mesmo”. Caio não existia. Ela tinha inventado tudo. Mas agora era tarde pra voltar atrás. Ela já tinha ido longe demais. O tesão dela também estava nas alturas. Respondeu rápido:
Ana: Beleza, amor. Vou me arrumar toda linda pra ele. Te espero em casa.
O resto do dia arrastou-se num misto de ansiedade e tesão insuportável. Cláudio não parava de checar o celular, imaginando a noite. Ana, por sua vez, foi direto pro salão: depilação completa, unha feita, cabelo hidratado. Queria ficar perfeita — não pra um Caio imaginário, mas pro fogo que ela sentia queimando dentro dela.
Às 14h Cláudio chegou em casa. Ana ainda não tinha voltado. Ele tomou banho, tentou descansar, mas a cabeça não parava.
Quando a noite chegou, Ana finalmente entrou. Estava simplesmente matadora. Vestido preto justo, costas completamente nuas, decote profundo que deixava os seios grandes e firmes quase saltando. Por baixo, lingerie preta de renda fina, calcinha fio-dental que mal cobria a buceta lisinha. Ela estava linda, cheirosa, perigosa.
Entraram no carro e o assunto foi só um: Caio.
— Amor… vocês se falaram hoje? Combinaram alguma coisa? — perguntou Cláudio, voz rouca de tesão.
Ana desconversou, misteriosa:
— Calma, amor… vai dar tudo certo.
— Você tá linda pra caralho… ele vai pirar quando te ver. Você se depilou todinha pra ele, né? — Cláudio insistia, a mão apertando a coxa dela.
Ana sorria por dentro. Cada palavra confirmava: seu marido era um corno manso completo. Mas a pressão aumentava. Não tinha Caio. Não tinha encontro.
Foram para um barzinho afastado, daqueles com luz baixa e música sensual. Assim que Ana entrou, o ambiente pareceu mudar. Ela caminhava com confiança total, quadris rebolando naturalmente, os seios balançando de leve no decote generoso, as costas nuas brilhando sob a luz fraca. Era outra mulher: sensual, poderosa, dona do próprio desejo.
Os homens do lugar devoravam ela com os olhos. Conversas paravam no meio. Olhares famintos seguiam cada passo. Um grupo de três caras na mesa do canto parou de falar e ficou descaradamente olhando para o decote e para a curva da bunda. Outro homem, sozinho no balcão, mordeu o lábio ao vê-la passar.
O garçom, um rapaz jovem e bonito, quase derrubou a bandeja quando se aproximou da mesa deles. Seus olhos desceram direto para os seios de Ana, demorando mais do que o educado. Ele gaguejou ao anotar o pedido, claramente excitado.
Ana adorava o efeito que causava. Sentia-se desejada, poderosa. Cruzava as pernas devagar, inclinava o corpo para frente de propósito, deixando o decote se abrir ainda mais. Sorria de canto, olhar sedutor, sabendo que estava deixando metade do bar louco de tesão.
Cláudio, ansioso e cada vez mais bebado, não percebia nada disso. Só perguntava toda hora sobre Caio:
— Amor, ele confirmou? Vocês vão se encontrar mesmo? Ele sabe que eu tô aqui?
Ana suava frio por dentro, mas mantinha a pose confiante por fora. Desconversava com sorrisos misteriosos:
— Relaxa, amor… as coisas vão se ajeitar.
Em determinado momento, o garçom voltou com as bebidas. Ao colocar o copo de Ana na mesa, ele discretamente deslizou um pequeno bilhete dobrado para debaixo do guardanapo dela. Seus olhos brilharam quando encontrou os dela.
Ana esperou Cláudio olhar para o outro lado e abriu o bilhete discretamente.
“Você é a mulher mais gostosa que já entrou aqui. Meu pau tá duro só de olhar pra você. Mesa 7. Se quiser sumir por 10 minutos no banheiro, eu te mostro o que um pau de verdade faz. Sem o corno perceber.”
Ana sentiu um calor subir pelo corpo. Leu duas vezes, mordeu o lábio inferior e guardou o bilhete na bolsa com um sorriso safado. Não respondeu, mas cruzou o olhar com o garçom do outro lado do salão e deu um sorrisinho provocante, só para atiçar ainda mais.
Cláudio continuava alheio, bebendo e insistindo:
— Então… Caio deve estar chegando, né?
Ana apenas sorriu, sensual, e respondeu com voz rouca:
— Pode ser, amor… a noite ainda é uma criança.
Eles beberam mais. Ana cada vez mais confiante, aproveitando os olhares que recebia como combustível para o próprio tesão. Cláudio cada vez mais frustrado e ansioso com a ausência de Caio.
Finalmente, ela respirou fundo:
— Amor… preciso te contar uma coisa sobre o Caio…
Cláudio interrompeu, já meio alto:
— Ele desmarcou, né? Ficou sabendo que eu vinha e ficou com medo? Moleque covarde. Imaginei.
Ana sentiu um alívio enorme. Concordou na hora, fingindo decepção:
— É… foi mais ou menos isso.
A noite seguiu. Cláudio frustrado, bebendo mais. Ana aliviada, mas ainda com o corpo pegando fogo.
Chegaram em casa quase meia-noite. Cláudio pegou uma garrafa de whisky e sentou na varanda, afogando a frustração. Ana foi para a cozinha arrumar umas coisas.
00h15. Barulho no portão. Tobias chegou do trabalho, viu o sobrinho bebendo sozinho e foi sentar com ele.
— E aí, sobrinho? Tá bebendo sozinho?
Cláudio deu um sorriso torto:
— Tá foda hoje, tio.
Ana apareceu na porta e o clima mudou instantaneamente.
Ela desceu as escadas devagar, exalando puro sexo.
A camisola rosa curta, de renda delicada e quase transparente, mal chegava no meio das coxas. O decote generoso deixava boa parte dos seios grandes e firmes à mostra, os mamilos rosados e rígidos marcando claramente o tecido fino, como se estivessem implorando para serem chupados. A calcinha minúscula de renda rosa combinando mal cobria a buceta lisinha — o fio-dental sumia entre os lábios inchados, deixando as curvas da bunda redonda completamente expostas. Cada passo fazia a camisola balançar, revelando mais pele macia e bronzeada.
O cheiro dela invadiu a varanda como uma onda quente e viciante: uma mistura deliciosa de sabonete floral, hidratante de baunilha e o aroma natural e doce de mulher excitada. Era um cheiro que entrava direto nas narinas de Tobias, descia pela garganta e ia bater forte no pau. Um cheiro de buceta molhada, de pele quente, de fêmea no cio. Tobias sentiu o pau pulsar violentamente dentro da bermuda fina, inchando rápido, a cabeça grossa babando pré-gozo.
Ele quase gozou ali mesmo, só de olhar.
Ana parou no último degrau, consciente do efeito que causava. Sabia que os mamilos estavam duros e visíveis. Sabia que a camisola curta deixava a bunda quase toda de fora. E adorava. Seus olhos encontraram os de Tobias por um segundo longo demais. Um sorriso safado e sutil surgiu no canto da boca dela enquanto descia o último degrau, rebolando levemente os quadris.
Cláudio, já bem bêbado, mal registrou a chegada da esposa. Apenas ergueu o copo num brinde preguiçoso:
— Aí vem a patroa…
Tobias, por outro lado, estava paralisado. O coração batia forte no peito. O pau latejava tanto que chegava a doer. Ele engoliu seco, tentando disfarçar, mas seus olhos devoravam cada detalhe: os seios pesados balançando suavemente a cada passo, os mamilos rosados implorando atenção, a curva da cintura, a bunda empinada e macia que a camisola não conseguia esconder. E aquele cheiro… caralho, aquele cheiro de mulher pronta pra ser comida entrava nas narinas dele e fazia sua cabeça girar.
Ana sentou no sofá ao lado de Cláudio, mas posicionou o corpo de forma que Tobias tivesse uma visão privilegiada. Cruzou as pernas devagar, deixando a camisola subir ainda mais, expondo quase toda a coxa grossa. O cheiro dela continuava se espalhando no ar quente da noite, invadindo o espaço de Tobias como uma provocação silenciosa.
Tobias apertou o copo com força, tentando controlar a respiração. Seu pau estava tão duro que a bermuda fina marcava cada veia. Ele imaginava rasgar aquela camisolinha ridícula, jogar Ana de quatro ali mesmo e meter fundo enquanto Cláudio dormia bêbado no sofá.
Ana percebeu tudo. Sentiu o olhar faminto de Tobias queimando sua pele. E isso só aumentou o tesão dela. Sua bucetinha latejava, molhando ainda mais a calcinha minúscula. Ela sorriu por dentro.
O jogo estava ficando perigoso… e deliciosamente quente.
Tobias se levantou de repente:
— Vou ali em casa buscar uma pinga que comprei pra você, sobrinho. Da boa.
Ana adorou a ideia:
— Perfeito! Vou trocar os copos.
Quando ela se levantou, fingiu perder o equilíbrio. Tobias segurou firme pela cintura e encostou o corpo. Pela primeira vez Ana sentiu o mastro grosso dele cutucando sua barriga. Era enorme. Latejando. Ela mordeu o lábio.
Cláudio, do sofá, riu:
— Se tá é bêbada, kkkk. O tio tá velho, se você cair em cima dele vai machucar o coitado.
Mal sabia ele que Tobias aguentava — e queria — muito mais.
Tobias foi rápido pra casa. Tomou banho gelado, trocou para uma bermuda fina sem cueca. O pau semi-duro já marcava o tecido. Ele sabia: Cláudio não ia durar muito. Queria estar pronto.
Voltou em dez minutos.
Cláudio:
— Porra, tio, demorou.
Tobias:
— Tomei um banho rápido. Tá um calor do caralho hoje, né?
Cláudio:
— Dá aqui minha pinga. Vamos beber que hoje tá foda!
Tobias, aproveitando que Cláudio já estava alto, encheu o copo dele até a boca:
— Vamos aproveitar então, sobrinho. Vamos dar uma virada. Vira esse aí.
Cláudio virou. Tobias encheu de novo. E de novo.
— Tô chateado pra caralho hoje… vou beber até cair — disse Cláudio.
Tobias tentou acalmar:
— Calma, sobrinho. Ana vai brigar se você exagerar. Bebe devagar.
A garrafa de pinga já estava na metade. Até Ana havia bebido alguns goles, o álcool deixando suas bochechas rosadas e o olhar mais solto. O papo fluía, mas o ar da varanda estava carregado de eletricidade sexual.
Ana contou, com voz manhosa:
— Eu adorava dançar quando era mais nova… ficava horas na pista, rebolando sem parar.
Cláudio riu, já com a voz embolada pela bebida:
— Ela era um furacão, tio. Todo mundo queria dançar com ela. Eu ficava puto da vida vendo aqueles caras grudados nela.
Tobias entrou no jogo, mas bebia pouco, mantendo o controle total. Seus olhos não saíam de Ana.
Ana, com um sorriso safado, inclinou o corpo para frente, fazendo os seios pesados quase saltarem do decote da camisola rendada. Olhou direto para Tobias enquanto perguntava, a voz baixa e provocante:
— E você, Tobias? Por que voltou tão cedo hoje? Achei que ia ficar mais tempo na outra cidade…
Tobias respirou fundo, o olhar descendo para os mamilos rosados que marcavam o tecido fino. Sem disfarçar muito, ele levou a mão discretamente até a bermuda e ajeitou o volume grosso que já estava bem evidente. O movimento foi lento, quase como se estivesse mostrando o tamanho da “encrenca” que Ana poderia se meter. O pau dele marcava forte o tecido fino, a cabeça grossa delineada claramente.
— Ah… as coisas complicaram por lá — respondeu ele, voz rouca. — Me envolvi com uma mulher casada. O marido descobriu tudo.
Ana se inclinou ainda mais, os seios quase tocando a mesa, os olhos brilhando de curiosidade e tesão:
— O marido pegou vocês na cama?
Tobias confirmou, sem tirar os olhos dela:
— Pegou sim. Entrou no quarto e nos flagrou no meio da foda.
Cláudio, já bem alto, soltou uma risada alta e depravada:
— Então você tava metendo na mulher dele e o corno quis te matar quando descobriu, né tio? Conta direito… ele te pegou com o pau dentro dela?
Tobias hesitou por um segundo, mas o clima de bebida e o olhar incendiário de Ana o incentivaram:
— Foi mais ou menos isso, sobrinho. Eu tava de quatro nela, metendo bem fundo… ela gemendo alto. O marido abriu a porta e viu tudo.
Ana sentiu a buceta latejar. Tentou cortar o assunto, a voz um pouco trêmula de excitação:
— Amor, para… você já tá alto demais. Não precisa entrar nesses detalhes.
Mas Cláudio ignorou completamente, os olhos vidrados:
— E aí? O que aconteceu? Ela gozou mesmo com você metendo enquanto o corno olhava? Ou parou tudo?
Tobias olhou de relance para Ana, que agora mordia o lábio inferior, claramente excitada. Ele continuou, tentando manter um tom mais educado por causa dela, mas as palavras saíam pesadas:
— Ela… ela gostava mesmo era de negrão. Dizia que só gozava direito com um documento avantajado. Eu tentei ser discreto, mas… ela não conseguia disfarçar o quanto gostava. Ficava pedindo pra eu meter mais fundo, dizendo que o marido dela não chegava nem perto.
Cláudio deu outra risada alta, quase caindo do sofá:
— Porra, tio! Então a vadia casada traía o corno porque ele tinha pau pequeno? E você enchia ela todinha, né? Aposto que ela gozava gritando “me fode, negrão” enquanto o marido dormia na sala ao lado!
Ana sentiu um calor subir pelo corpo inteiro. Sua calcinha estava encharcada. O jeito como Tobias olhava para ela enquanto contava, a mão ainda descansando perto do volume enorme na bermuda, a fazia imaginar coisas perigosas. Ela tentou mais uma vez interromper, a voz rouca:
— Cláudio, chega… você tá passando dos limites. Deixa o Tobias em paz.
Mas por dentro, Ana estava pegando fogo. Cada palavra de Tobias sobre a mulher casada, sobre o “documento avantajado”, sobre meter fundo, fazia sua buceta pulsar mais forte. Seus mamilos estavam duros como pedra, visivelmente marcados na camisola fina. Ela cruzou as pernas devagar, apertando as coxas uma contra a outra, tentando aliviar o tesão que crescia.
Tobias percebeu tudo. Notou o jeito como Ana se remexia, o olhar vidrado, a respiração mais pesada. Ele sorriu de canto, ajeitando novamente o pau por cima da bermuda, deixando bem claro o tamanho da vara grossa que carregava.
O clima na varanda tinha ficado insuportavelmente sexual.
Ana se levantou dizendo que ia à cozinha pegar mais gelo e copos limpos. Assim que ela saiu, Cláudio virou mais um copo cheio de pinga de uma vez, o líquido descendo queimando pela garganta. Seu rosto já estava vermelho e os olhos vidrados.
Tobias apenas observava, mantendo o controle, o pau ainda latejando dentro da bermuda fina.
Quando Ana voltou com os copos e o gelo, o ar estava ainda mais pesado.
Cláudio colocou uma música lenta e chamou:
— Amor, volta aqui. Desculpa… eu paro de beber. Mas você tem que dançar comigo.
Ana voltou. Dançou colada nele, o corpo roçando. Tobias assistia do sofá, comendo Ana com os olhos. Ela percebia. Sorria pra ele, provocava, rebolava devagar enquanto olhava direto nos olhos dele.
Cláudio puxou Ana de repente. Os dois caíram no sofá rindo. Ela ficou de quatro, bunda empinada para cima, camisola levantada. A calcinha fio-dental enterrada entre os lábios inchados da buceta. Tobias viu tudo: a carne rosada, molhada, o fio molhado de tesão.
O pau dele quase rasgou a bermuda.
Ana olhou para trás, fingiu tentar tampar, mas sorriu sacana:
— Tobias… me ajuda aqui. Ele tá se aproveitando!
Tobias levantou rápido. Antes de chegar, enfiou a mão dentro da bermuda e ajeitou o mastro grosso, puxando para cima. Ana viu o volume enorme e sorriu mais ainda.
Ele abraçou Ana por trás:
— Vem, sobrinha… vou te salvar desse marido bêbado.
Cláudio ria, fazia cócegas. Ana se contorcia, rindo, mas cada movimento fazia a bunda dela esfregar direto no pau de Tobias. Ele arriscou: puxou o pau grosso pela perna da bermuda e encaixou entre as coxas dela. Agora só o fio da calcinha separava a cabeça latejante da entrada molhada da buceta de Ana.
Ela sentiu o calor, a grossura. Gemeu baixo, fingindo que era risada.
Cláudio, de repente, teve um estalo. Viu a cena: Ana em cima dele, Tobias colado atrás, pélvis grudada, mãos na cintura dela puxando forte. Parecia que estava enfiando.
Num impulso bêbado, Cláudio soltou as mãos de Ana e agarrou as duas bandas da bunda dela, abrindo bem. A calcinha saiu do meio. A buceta ficou exposta, aberta. A cabeça grossa do pau de Tobias encaixou perfeitamente na entrada.
96% dentro.
Ana arregalou os olhos. Sentiu a pressão, a cabeça abrindo os lábios, o calor invadindo. O tesão explodiu.
Tobias, num reflexo rápido, puxou Ana para o lado dele como se estivesse “salvando”:
— Calma, sobrinho, ela quase caiu!
A penetração não completou 100% por causa da calcinha que voltou ao lugar. Tobias tirou rápido o pau, a cabeça brilhando de melado da buceta de Ana. Guardou tudo de volta na bermuda.
Ana ficou parada, sem reação, pernas tremendo, buceta latejando.
Cláudio, sorrindo como se nada tivesse acontecido, quebrou o clima:
— Nossa, essa mulher é forte ou eu tô fraco? Não dei conta de segurar ela. Você viu, tio? Amor, vamos tomar mais uma geladinha… deu até calor aqui.
Ana, voz rouca de tesão:
— Vamos sim…
Foi para a cozinha pegar mais bebida. A buceta pulsava, molhada, implorando.
Quando voltou, Tobias estava sentado no sofá, encostado. O mastro enorme marcava toda a bermuda, a cabeça quase saindo pela lateral. Se ele levantasse um pouco, metade do pau ficaria para fora.
Ana perguntou:
— Cadê o Cláudio?
Tobias, voz baixa e carregada:
— Foi pro banheiro.
Ana foi checar. Abriu a porta do quarto devagar.
Cláudio estava deitado na cama, apagado, roncando baixo.
A noite ainda não tinha acabado.
E o jogo estava prestes a virar de vez.
Vamos votar e comentar muito para sair essa parte final ou o começo de uma nova aventura … espero que gostem !