Pecados da Menina da Igreja - Capítulo 1


Hoje, com meus 30 anos, ainda fecho os olhos e volto pra aquela igrejinha simples de bairro. Eu tinha 17 anos, era uma menina magrinha, de cabelos castanhos longos, olhos grandes e um corpo que começava a ficar bonito, mas eu não via nada disso. Me achava feia, sem graça, a tímida do último banco. Ia todo domingo ao culto mais por obrigação dos meus pais do que por fé.

Foi num culto de quarta-feira à noite que eu vi o Lucas pela primeira vez. Ele tinha 20 anos, franzino, magro, camisa social meio folgada, cabelo penteado pro lado. Não era bonito, mas tinha um sorriso manso que me acalmava. Ele tocava violão no louvor. Depois do culto, enquanto todo mundo conversava no pátio, ele veio falar comigo.

— Você canta bem baixinho... mas eu vi que você sente a música — disse ele, tímido.

A gente começou a conversar. Deu um clima bom. Naquele mesmo dia, ele me acompanhou até perto de casa. No escuro da rua, encostados num muro, ele me deu o primeiro beijo. Foi leve, tremido, inocente. Meu coração batia tão forte que eu quase chorei.

Depois disso, viramos namoradinhos escondidos. Todo culto que eu ia, ele me olhava do palco. Quando terminava, a gente saía “passear” um pouco antes de eu voltar pra casa. Era sempre no mesmo lugar: atrás da igreja, num cantinho escuro entre o muro e umas árvores.

Na primeira vez que a gente se pegou de verdade, eu estava tremendo inteira. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. Ele me encostou devagar na parede fria atrás da igreja, as sombras nos escondendo. Lucas me olhou nos olhos por um segundo, nervoso, e depois me beijou com mais vontade. Seus lábios eram quentes, um pouco trêmulos, e o beijo foi ficando molhado, urgente.

Suas mãos subiram devagar pela minha blusa de algodão fino. Eu senti cada dedo dele tremendo contra a minha pele por baixo do tecido. Quando ele chegou nos meus seios, eu prendi a respiração. Ele alisou eles por cima da roupa, apertando de leve, como se tivesse medo de me machucar. Meus mamilos endureceram na hora, roçando contra o sutiã e a blusa, e um arrepio forte subiu pela minha coluna. Minha pele toda ficou arrepiada, os pelinhos da nuca e dos braços se levantando.

Eu gemia baixinho no ouvido dele, envergonhada demais, mas molhada de um jeito que eu nunca tinha sentido. Entre as minhas pernas, uma quentura úmida se espalhava, como se algo estivesse pulsando lá embaixo. Minha calcinha estava grudando, escorregadia, e eu apertava as coxas sem querer, sentindo um vazio gostoso que me deixava ainda mais tímida.

— Você é tão macia, Clara... — sussurrava ele, respirando pesado, a voz rouca e entrecortada. Seus suspiros quentes batiam no meu pescoço, fazendo eu arrepiar ainda mais.

Eu, com a mão tremendo de vergonha e curiosidade, desci devagar até o meio das pernas dele. Por cima da calça jeans, senti o pauzinho dele já bem duro. Era pequeno, mas latejava forte contra a minha palma, quente, quase queimando o tecido. Quando eu apertei de leve, ele deu um suspiro mais fundo, quase um gemido abafado. Eu alisei devagar, sentindo o formato inteiro dele na minha mão, subindo e descendo pela calça. O pauzinho pulsava contra os meus dedos, e eu conseguia sentir ele crescendo um pouquinho mais a cada carícia.

Lucas gemeu no meu pescoço, o ar quente saindo rápido da boca dele. Suas mãos apertaram meus peitos com mais força agora, os dedos circulando meus mamilos por cima do sutiã fino, beliscando de leve. Cada movimento fazia uma onda de prazer descer até entre as minhas pernas. Eu estava tão molhada que sentia o líquido escorrendo devagar, molhando a calcinha e até um pouquinho da coxa. Meu clitóris latejava, inchado, roçando contra o tecido toda vez que eu mexia o quadril sem querer.

A gente ficou assim, ofegantes, ele apertando e massageando meus seios, eu masturbando o pauzinho dele por cima da roupa. Os suspiros dele ficavam mais rápidos, mais desesperados, e os meus viravam gemidinhos baixinhos que eu tentava segurar. Minha pele toda arrepiada, o corpo quente, o coração disparado… Era a primeira vez que eu me sentia realmente desejada.

Ele gozou dentro da cueca com um gemido abafado no meu ombro, o pauzinho pulsando forte na minha mão. Eu fiquei ali, molhada, latejando, sem entender direito o que estava acontecendo comigo… mas querendo mais.

A gente ficava assim uns 15, 20 minutos quase todo culto. Beijando, ele massageando meus seios, eu masturbando ele por cima da calça. Às vezes ele levantava minha blusa só um pouquinho e chupava meus mamilos por cima do sutiã, me deixando com a calcinha encharcada. Eu apertava o pau dele mais rápido, sentindo ele pulsar, até ele gozar dentro da cueca, gemendo meu nome baixinho.

Depois ele me abraçava, pedindo desculpa por ter “pecado”, mas a gente sempre repetia na próxima vez. Eu me sentia desejada pela primeira vez na vida. Mesmo me achando feia, quando ele apertava meus peitos e gemia, eu acreditava um pouquinho que era bonita.

Foi assim que começou tudo. Dois jovens pobres, virgens, se descobrindo atrás da igreja depois do culto. Sem imaginar que aquele fogo baixinho ia mudar nossa vida pra sempre.

Outro momento que nunca esqueço:

Ainda lembro daquela noite como se fosse ontem. Eu tinha 17 anos e meio, Lucas 20. Meus pais tinham saído pra visitar uma tia, mas minha mãe resolveu ficar em casa porque estava cansada. Acabamos os três assistindo filme no barraco: eu, Lucas e ela. Era um filme bobo de comédia, mas o frio estava forte. Sentamos no sofá velho de dois lugares e cobrimos as pernas com uma coberta grossa. Mamãe ficou na poltrona do lado, enrolada no cobertor dela.

Pouco depois do filme começar, ela já estava roncando baixinho.

Foi quando tudo mudou.

Debaixo da coberta, a mão do Lucas começou a subir devagar pela minha coxa. Meu coração disparou. Eu estava de shortinho de algodão e calcinha fina. Ele chegou bem perto da minha virilha e, pela primeira vez, enfiou a mão por dentro da minha calcinha.

Eu tremi inteira.

Seus dedos frios alisaram devagar por cima dos meus pelinhos macios. Ele ficou passando as pontas dos dedos ali, circulando, sentindo a textura. Eu estava encharcada, mas morrendo de vergonha. Quando ele tentou descer mais e colocar o dedo entre os meus lábios, eu fechei as pernas instintivamente, apertando a mão dele.

— Não… aqui não… — sussurrei quase sem som, mordendo forte o meu lábio inferior.

Mas eu não conseguia parar de gemer baixinho. Meu quadril começou a se mexer sozinho, roçando contra os dedos dele, buscando mais contato. Ele insistiu, alisando minha bucetinha por cima, pressionando o clitóris inchado. Cada vez que ele passava o dedo, um arrepio forte subia pela minha barriga. Eu mordia o lábio com tanta força que senti gosto de sangue, tentando não fazer barulho com minha mãe dormindo a menos de dois metros.

Minha mão, tremendo, desceu até o colo dele. Abri o botão da calça por baixo da coberta e enfiei a mão na cueca. O pauzinho dele estava duríssimo, quente, todo melado de pré-gozo. Eu senti a textura dele na palma — a pele fininha, as veias marcadas, a cabecinha molhada e escorregadia. Apertei devagar, subi e desci a mão, sentindo ele pulsar forte.

Lucas respirava pesado no meu ouvido, tentando ficar quieto. Eu apertava mais, masturbando ele bem devagar. De repente, ele ficou todo tenso, o pauzinho latejou forte na minha mão e ele gozou. Muita porra quente melou meus dedos inteiros, escorrendo pela minha palma, sujando minha mão toda. Ele tremia, respirando pela boca, tentando não gemer.

Ficamos em silêncio por um minuto. Ele recuperando o fôlego, o pau ainda meio duro na minha mão melada.

Depois… ele voltou pra mim.

Os dedos dele voltaram pra dentro da minha calcinha, agora mais ousados. Ele alisou minha bucetinha toda molhada, abriu meus lábios com dois dedos e ficou circulando meu clitóris. Eu estava tão sensível que qualquer toque me fazia rebolar devagar contra a mão dele. Mordi meu próprio braço por baixo da coberta pra não gemer alto. Sentia um calor subindo, uma pressão gostosa crescendo entre as pernas.

Não sei se foi orgasmo de verdade… mas de repente meu corpo inteiro tremeu, minha bucetinha pulsou forte contra os dedos dele, e eu gozei molhando a mão dele e a calcinha. Mordi a boca com tanta força que ficou marcada por horas. Fiquei ofegante, pernas tremendo, o coração parecendo que ia explodir.

Mamãe continuava roncando na poltrona.

Lucas tirou a mão devagar, me deu um beijinho no ombro e sussurrou:

— Eu te amo, Clara…

Eu fiquei ali, com a mão dele melada de porra, a calcinha encharcada, o corpo todo arrepiado… e pela primeira vez na vida senti que estava realmente pecando.

E gostando.

Foto 1 do Conto erotico: Pecados da Menina da Igreja - Capítulo 1

Foto 2 do Conto erotico: Pecados da Menina da Igreja - Capítulo 1

Foto 3 do Conto erotico: Pecados da Menina da Igreja - Capítulo 1

Foto 4 do Conto erotico: Pecados da Menina da Igreja - Capítulo 1


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Ficha do conto

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maritusenonius

Nome do conto:
Pecados da Menina da Igreja - Capítulo 1

Codigo do conto:
258538

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/04/2026

Quant.de Votos:
1

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4