Pecados da Menina da Igreja - Trai a primeira vez pelo Instagram Capítulo 6

Depois daquela noite no banheiro, eu me sentia cada vez mais perdida. O prazer tinha sido intenso, mas a culpa que veio depois foi sufocante. Passei os dias seguintes evitando olhar demais para o Dr. Roberto, respondendo curto e com a cabeça baixa. Mas ele parecia perceber que algo havia mudado. Seus olhares estavam mais demorados, seus sorrisos mais íntimos.

Até que, numa segunda-feira, ele me avisou casualmente:

— Clara, vou tirar 30 dias de férias. Preciso viajar com a família. Consegue segurar as pontas aqui?
Meu estômago deu um nó. Família. A palavra me acertou como um soco. Forcei um sorriso e respondi que ficaria tudo bem, mas por dentro eu já me sentia estranhamente vazia.

Os 30 dias seguintes foram um inferno silencioso.

Em casa, a rotina era cinzenta e deprimente. Acordava, arrumava o barraco, ia trabalhar, voltava, fazia um jantar simples e via Lucas cada vez mais distante, deitado no celular ou dormindo cedo. Não havia conversa, não havia carinho, não havia desejo. Eu me sentia invisível dentro da minha própria casa.
À noite, enquanto Lucas roncava ao meu lado, eu caía na tentação. Pegava o celular, entrava no Instagram do Dr. Roberto e passava longos minutos vendo suas fotos e stories. Ele estava numa praia paradisíaca, sem camisa, o corpo bronzeado, forte, ombros largos, peito definido e abdômen marcado. De sunga preta justa, molhado, sorrindo para a câmera com aquele ar de homem que sabe o poder que tem.

Eu ficava molhada só de olhar.

Numa madrugada, por volta de 1h30 da manhã, Lucas dormia profundamente. Eu estava na sala, só de camisola, rolando o feed dele. Parei numa foto dele sozinho na praia, de sunga, o volume marcando o tecido, o corpo brilhando com água do mar. Meu dedo tremeu… e eu curti a foto.

Meu coração quase saiu pela boca.

Fiquei nervosa, envergonhada, excitada. “Meu Deus, o que eu fiz?”, pensei, mas não descurti. Cinco minutos depois, meu celular vibrou.

Dr. Roberto: Boa noite, Clara. Sem sono?
Fiquei paralisada, olhando a tela. Digitei, apaguei, digitei de novo.
Eu: Sim...
Dr. Roberto: Vendo minhas fotos né? O lugar é lindo.
Eu: Muito, adorei.
Dr. Roberto: E de mim… gostou?
Fiquei olhando a mensagem por quase um minuto inteiro. Meu coração batia descontrolado. Digitei várias vezes e apaguei. Até que, sem conseguir me segurar, respondi:
Eu: Muito.

Ele ficou offline por uns 10 minutos. Eu quase surtei. Andava de um lado pro outro na sala, nervosa, arrependida, mas com a bucetinha latejando de excitação. Quando ele voltou, a conversa mudou para coisas leves (o tempo, a praia, o hotel), mas logo em seguida chegou uma nova mensagem.

Era uma selfie.

Ele estava no quarto do hotel, sem camisa, usando apenas um short preto. O corpo bronzeado iluminado pela luz baixa, os gomos da barriga bem marcados… e o pau claramente duro, marcando forte no tecido do short. Uma ereção grossa e evidente.
Abaixo da foto, a legenda:

Dr. Roberto: Onde você quiser conhecer, se quiser te levo… e vamos aproveitar ao máximo.

Fiquei parada no meio da sala, olhando a foto, o corpo inteiro queimando. Minhas pernas tremiam. A bucetinha pulsava forte, molhando a camisola. Eu estava chocada, excitada, apavorada e louca de desejo ao mesmo tempo.

Não respondi. Não consegui. Só fiquei ali, respirando pesado, olhando aquela foto dele, imaginando tudo que ele poderia fazer comigo.

E pela primeira vez, eu senti que estava realmente pisando no limite.

Fiquei olhando aquela selfie dele por um tempo que pareceu eterno. Meu corpo inteiro queimava. Respirei fundo e, com os dedos trêmulos, respondi:

Eu: O senhor é muito gentil… mas eu nunca viajei. Nem sei como é uma praia de verdade.

Ele respondeu quase imediatamente:

Dr. Roberto: Então deixa eu te contar… Imagina uma praia paradisíaca, mar cristalino, areia branquinha. E no meio disso tudo, você… com esse seu corpinho perfeito, usando um biquíni branco bem pequeno. Aqueles seus seios durinhos mal cabendo no tecido, a cintura fina, a bunda redonda e empinada… Você iria deixar todos os homens paralisados na praia. Eu inclusive.

Meu rosto pegou fogo. Eu estava encharcada só de ler.

Eu: Doutor… para. Não sou tão assim não…

Dr. Roberto: É sim, Clara. Você é uma deusa e não sabe. Merece o mundo. Merece ser tratada como uma rainha. Merece ser adorada.

Fiquei sem saber o que responder. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito.

Eu: Estou morrendo de vergonha agora…

Dr. Roberto: Não precisa ter vergonha de mim. Me manda uma fotinha sua agora. Deixa eu te ver… Quero te ver como você está nesse momento.

Fiquei paralisada no meio da sala. Olhei ao redor. A casa era simples demais — paredes velhas, móveis desgastados, tudo humilde. Tentei tirar foto em vários cantos, mas nada ficava bom. Eu estava nervosa, excitada, com vergonha… mas o desejo falou mais alto.
Acabei fazendo algo que nunca tinha feito na vida.

Deitei no sofá, na penumbra do quarto, só com a camisolinha fina de algodão. Ajeitei o tecido para que marcasse bem meus seios durinhos e o contorno do corpo. Levantei um pouco a barra da camisola, deixando parte das coxas à mostra. Tirei uma selfie deitada, de lado, olhando para a câmera com o olhar tímido, mas o corpo bem evidente. Enviei antes que pudesse desistir.
Ele visualizou imediatamente.

Dr. Roberto: Caralho, Clara…
Olha só você… Que delícia.
Esse corpo… esses seios… essas pernas…
Você é ainda mais gostosa do que eu imaginava.
Tá me deixando louco aqui.
Fiquei tremendo inteira, a bucetinha latejando, o rosto vermelho de vergonha e excitação. Não sabia o que responder. Só conseguia imaginar ele olhando aquela foto, tocando nele mesmo pensando em mim.
E pela primeira vez, eu senti que tinha acabado de abrir uma porta que seria muito difícil fechar.
Fiquei olhando a foto dele sem camisa, o short marcando o volume, quando de repente chegou uma nova mensagem. Era uma foto com visualização única.

Meu coração quase parou quando abri, gelada quando abri a foto. Era o pau dele, grosso, grande, veioso, a cabeça inchada e brilhante. Fiquei hipnotizada, olhando fixamente, a boca entreaberta. Sem conseguir me controlar, desci a mão e comecei a massagear minha bucetinha encharcada. Grosso, grande, bem duro, veias marcadas, a cabeça inchada e brilhante. Uma foto bem próxima, segurado pela mão grande dele. Fiquei gelada. Não conseguia tirar os olhos. Era muito maior e mais grosso que o do Lucas. Fiquei hipnotizada, a boca seca, a bucetinha contraindo involuntariamente.
Sem conseguir me controlar, desci a mão por baixo da camisola e comecei a massagear minha bucetinha encharcada, olhando fixamente para aquela foto.

De repente, por causa da tremedeira, meu dedo escorregou e fechei a visualização única. Tentei abrir de novo, desesperada, mas a foto tinha desaparecido.

Dr. Roberto: O que achou?
Eu: Não vi direito… foi rápido ??
Ele demorou uns segundos. Então enviou um vídeo com visualização única.

Eu abri com o coração na boca. No vídeo ele estava sentado na cama do hotel, a câmera apontada para baixo. A mão grande dele subia e descia devagar no pau grosso e duro. A voz dele saiu baixa, rouca, cheia de desejo:

— Clara… olha o que você fez comigo… tô duro pra caralho pensando em você. Imagino esses seus peitinhos rosados na minha boca… imaginei você de joelhos pra mim… Tô louco pra te sentir, princesa…

O vídeo durou uns 15 segundos. Eu fiquei completamente molhada, os dedos enfiados na bucetinha, rebolando contra a mão enquanto assistia.
Quando o vídeo acabou, ele mandou outra mensagem:

Dr. Roberto: Agora é sua vez… me manda uma fotinha sua. Quero te ver também. Deixa eu ver seus peitinhos, Clara.

Fiquei paralisada. Meu coração batia tão forte que doía. Nunca tinha feito nada parecido na vida. Minhas mãos tremiam tanto que mal conseguia segurar o celular. “Eu não posso… isso é loucura… sou casada…”, pensava. Mas o tesão era maior que o medo. Estava completamente molhada, latejando, a cabeça girando.
Com os dedos trêmulos, abaixei uma alça da camisola, expus um dos meus seios durinhos. O bico rosado estava arrepiado. Tirei uma foto, o seio bem à mostra, o resto do corpo ainda coberto pela camisola. Respirei fundo e enviei, morrendo de vergonha.
Ele visualizou quase imediatamente.

Dr. Roberto: Caralho, Clara… Que peitos perfeitos. Rosados, durinhos…
Vou bater uma pensando em você.
Te quero pra caralho.

Alguns minutos depois, ele enviou um segundo vídeo com visualização única.
Abri com o coração martelando no peito.

No vídeo, o Dr. Roberto estava sentado na beira da cama, completamente nu da cintura para cima, as pernas bem abertas. A câmera mostrava claramente seu pau grosso, duro e latejando, que ele segurava com a mão direita. Ele batia uma punheta lenta e cadenciada, subindo e descendo toda a extensão, apertando a cabeça inchada a cada movimento. A respiração dele estava pesada, o abdômen marcado contraindo a cada puxada.
Ele olhava direto para a câmera, com um olhar faminto, e começou a falar com a voz rouca e carregada de desejo:

— Clara… porra, tô louco por você, menina… Não consigo parar de imaginar te comendo. Quero enfiar esse pau bem fundo nessa sua bucetinha apertadinha…

Quero te foder devagar no começo, sentindo você me apertando… depois quero te arrombar, te usar bem gostoso. Quero te virar de quatro, segurar essa cintura fina e meter até o fundo, te fazendo gemer meu nome como uma vadia…
Ele acelerou o movimento da mão, o pau latejando forte, a cabecinha vermelha e brilhando.

— Quero chupar esses seus peitinhos rosados até você implorar… Quero morder sua bundinha enquanto te fodo… Você vai ser minha putinha secreta, Clara.

Vou te comer gostoso…

Ele gemeu mais alto, a mão batendo cada vez mais rápido. De repente seu corpo ficou tenso, os músculos do abdômen se contraindo forte. Ele soltou um gemido rouco e longo:

— Ahhh… porra, Clara… tô gozando…!

Jatos grossos e brancos de porra começaram a esporrar forte, caindo em grande quantidade na barriga dele, no peito, escorrendo pelos gomos do abdômen. Ele continuou batendo devagar, tirando até a última gota, esfregando a porra quente pela barriga com a mão.
Olhando de novo para a câmera, com a voz ainda rouca e satisfeita, ele disse:
— Olha o que você me fez… Quero você pra caralho, Clara. Te desejo demais… Agora vou ter que tomar um banho. Boa noite, princesa. Sonha comigo.
O vídeo terminou.

Fiquei completamente sem reação, tremendo da cabeça aos pés, com a bucetinha latejando de um desejo insano. A imagem dele gozando, aquela porra grossa escorrendo pela barriga… aquilo mexeu comigo de um jeito que eu nunca tinha sentido.
Não consegui me controlar.

Joguei o celular no sofá, abri bem as pernas e enfiei dois dedos bem fundo na minha bucetinha encharcada. Estava absurdamente molhada, escorregadia, pulsando. Comecei a meter os dedos com força, rápido, enquanto esfregava o clitóris inchado com o polegar. Meus seios estavam pra fora da camisola, balançando a cada movimento desesperado.

— Doutor… ahh… — gemi baixinho, rebolando o quadril contra a minha própria mão como uma vadia desesperada.

Na minha cabeça só tinha ele. Imaginava aquele pau grosso e latejante me abrindo, me invadindo, me fodendo sem piedade. Imaginava ele me segurando firme, me chamando de putinha, me usando do jeito que quisesse. Quanto mais eu imaginava, mais rápido metia os dedos, mais forte esfregava o clitóris.

Meu corpo inteiro queimava. Os gemidos escapavam cada vez mais altos, mesmo eu tentando abafar com a almofada. Rebolei enlouquecida, sentindo o prazer subir como uma onda gigante.

Gozei pela primeira vez de forma violenta. Minha bucetinha apertou forte em volta dos dedos, convulsionando, soltando um jorro quente que molhou minha mão e o sofá. Tremi inteira, as pernas se abrindo ainda mais, os seios balançando, mordendo a almofada com força para não gritar.
Mas eu não parei.
Continuei metendo os dedos, ainda mais rápido, mais fundo, esfregando o clitóris inchado sem parar. O segundo orgasmo veio ainda mais forte, quase doloroso de tão intenso. Meu corpo inteiro se contorceu, a bucetinha pulsando sem controle, soltando mais melado enquanto eu imaginava o Dr. Roberto me enchendo com aquele pau grande, gozando bem dentro de mim.

— Doutor… me fode… por favor… — sussurrei alucinada, tremendo sem parar.

Só depois do segundo orgasmo eu desabei no sofá, completamente destruída. Ofegante, suada, a camisola embolada na cintura, as pernas abertas e trêmulas, a bucetinha vermelha e pulsando. Fiquei ali largada, olhando o teto, o corpo ainda sentindo espasmos de prazer.
A culpa veio forte, pesada, quase sufocante… mas naquele momento, o cansaço e o prazer proibido foram muito maiores.

Acabei dormindo ali mesmo, no sofá da sala, exausta e ainda molhada.

No dia seguinte, eu estava um trapo. Mal dormi, o corpo ainda sensível da madrugada anterior. Peguei o ônibus lotado como sempre, apertada no meio das pessoas, quando meu celular vibrou no bolso.
Abri o Instagram com o coração acelerado.
Dr. Roberto: Sonhei com você a noite toda, Clara. Não consigo parar de pensar em você. Vou antecipar minha volta das férias só pra te ver. Topa?
Fiquei olhando a mensagem sem conseguir respirar. O ônibus balançava, as pessoas se espremiam contra mim, mas eu mal sentia. Meu rosto queimava. “Meu Deus, o que eu estou fazendo?”, pensei. Ele era casado. Eu era casada. Tinha um marido em casa, mesmo que distante. Era errado. Era pecado. Era perigoso.
Passei o dia inteiro no escritório completamente distraída. Cada vez que ouvia um barulho, achava que era ele. Meu corpo reagia sozinho — a bucetinha ficava molhada só de lembrar da foto dele, das mensagens, da forma como ele falou que queria me foder. Eu tentava me concentrar no trabalho, mas minha mente voltava sempre para ele. Imaginava como seria estar com um homem como ele… forte, experiente, que sabia exatamente o que fazer com uma mulher.
O dilema me consumia. Eu me sentia culpada, suja, traidora. Pensava no Lucas, no nosso casamento, na igreja, em tudo que me ensinaram desde criança. Mas ao mesmo tempo, uma parte de mim que eu nem sabia que existia gritava de desejo. Eu queria me sentir desejada de verdade. Queria ser olhada como mulher. Queria ser comida com força, com fome, com paixão.
Quase às 18h, depois de passar o dia inteiro travando uma guerra interna, peguei o celular com as mãos tremendo. Fiquei olhando a tela por quase dez minutos. Digitei, apaguei, digitei de novo. Meu coração parecia que ia explodir.
Finalmente, com os dedos gelados e a respiração curta, respondi:
Eu: Sim… também te quero.
Enviei e imediatamente bloqueei a tela do celular, colocando ele dentro da bolsa como se ele queimasse. Fechei os olhos e encostei a testa na mesa por um instante, sentindo uma mistura explosiva de medo, excitação, culpa e desejo.
Eu tinha acabado de dar um passo sem volta.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pecados da Menina da Igreja - Trai a primeira vez pelo Instagram Capítulo 6

Codigo do conto:
262967

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/05/2026

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