Em vez de ir a igreja fui dar para meu namorado e engravidei - Parte 3

Meu nome é Clara. Hoje, com 30 anos, eu decidi contar toda a minha história sem esconder nada. Na época eu tinha 19 anos, era uma menina branquinha, de cabelos castanhos longos, olhos grandes, 1,62m e 52kg. Tímida, de baixa autoestima, me achava feia e sem graça.
Estou relatando aqui tudo o que vivi desde o começo. Quando ainda era namoradinha do Lucas, um menino franzino da igreja, descobri o que era prazer de verdade. Mesmo com toda a culpa que a igreja colocava na minha cabeça, mesmo sabendo que era pecado… eu deixei o desejo ganhar.
E foi assim que minha vida mudou para sempre.

Estamos agora no terceiro conto.


Depois daquela noite em que perdi minha virgindade, uma guerra começou dentro de mim.

Durante o dia eu me sentia a pior pessoa do mundo. A culpa era enorme. Eu ia pra igreja, sentava no último banco e mal conseguia olhar para a cruz. “Deus vai me punir… eu sou uma pecadora… uma vadia”, pensava, com o coração apertado. Tinha medo de alguma coisa ruim acontecer, medo de minha mãe descobrir, medo de tudo. Eu até chorei sozinha no banheiro algumas vezes, pedindo perdão baixinho.

Mas quando a noite chegava… era outra história.

O fogo entre minhas pernas voltava com força. Um calor molhado, latejante, que me deixava inquieta na cama. Eu apertava as coxas, rebolava devagar no colchão, lembrando da sensação da rolinha do Lucas entrando em mim. Não sei se ele sentia o mesmo, mas ele queria o tempo todo. Toda vez que a gente se via, ele já chegava com aquele olhar pidão, o pauzinho marcando na calça.

— Pecamos, Lucas… — eu falava, tentando ser forte. — A gente precisa falar com o pastor, pedir orientação… isso não pode continuar assim.

Ele concordava com a cabeça, mas bastava ele encostar a mão na minha cintura, ou sussurrar no meu ouvido, que eu amolecia toda. Minha calcinha ficava molhada em segundos, o clitóris latejando, os mamilos duros roçando no sutiã. E ele… ele vivia de pauzinho duro perto de mim. A gente se olhava e já sabia que ia pecar de novo.

Uma tarde, no mercadinho onde eu trabalhava como caixa, o movimento estava quase zero. Era um dia quente de semana, poucas pessoas. Lucas apareceu fingindo que ia comprar refrigerante. Quando viu que não tinha ninguém no fundo da loja, ele veio atrás do balcão, nervoso, mas determinado.

— Clara… eu tô louco… só um pouquinho… — sussurrou, já abrindo o botão da calça jeans.

Eu olhei pra porta da rua, o coração disparado. Não tinha ninguém. Tremendo, eu abaixei a mão e segurei a rolinha dele. Ela já estava duríssima, quente, pulsando na minha palma. A cabecinha estava vermelha e molhada de melado. Eu comecei a bater devagar, com vergonha, mas com tesão. Meu polegar passava por cima da cabecinha, espalhando o líquido escorregadio pela vara toda.

Lucas encostou a testa no meu ombro, respirando pesado no meu pescoço.

— Mais rápido, amor… assim… você faz tão gostoso…

Eu acelerei o movimento, apertando de leve, subindo e descendo a pele macia dele. Dava pra sentir cada veia, cada pulsação. A rolinha latejava forte na minha mão. Ele começou a mexer o quadril devagar, fodendo minha mão ali mesmo, atrás do balcão do mercadinho. Eu estava encharcada, minha calcinha grudando na bucetinha, morrendo de medo e de tesão ao mesmo tempo.

— Lucas… se alguém entrar… — murmurei, mas não parei.

Ele gemia baixinho no meu ouvido, o corpo tremendo. De repente ele ficou todo tenso, agarrou meu braço e sussurrou rouco:

— Tô gozando… Clara… tô gozando…

A rolinha pulsou forte na minha mão e ele explodiu. Jatos quentes e grossos de porra espirraram na minha palma, escorrendo entre meus dedos, melando toda a minha mão. Era muito, quente, viscoso. Alguns pingos caíram no chão. Eu continuei batendo devagar, tirando até a última gota, sentindo a rolinha amolecendo aos poucos na minha mão melada.

Lucas ficou uns segundos ofegante, a testa suada encostada na minha. Depois me deu um beijo rápido na boca, fechou a calça e saiu do balcão como se nada tivesse acontecido. Pegou um refrigerante, pagou e foi embora, me deixando ali, com a mão toda melada dele, o cheiro forte de sexo no ar e a bucetinha latejando de tesão sem ter alívio.

Eu corri pro banheiro dos funcionários, lavei a mão tremendo, olhando meu reflexo no espelho. Estava vermelha, culpada… mas molhada. Muito molhada.

E sabia que isso não ia parar.

Saí do banheiro do mercadinho com as pernas bambas e a calcinha completamente encharcada. O resto da tarde foi um inferno. Eu queimava por dentro. Cada vez que mexia as pernas atrás do balcão, minha bucetinha roçava na calcinha molhada e mandava um choque de tesão pelo corpo inteiro. Eu apertava as coxas uma na outra, esfregava devagar, disfarçando, mas o fogo só aumentava. Meus mamilos estavam duros roçando na blusa fina, o rosto quente, a respiração curta. Quase não conseguia atender os poucos clientes que apareciam.

Quando finalmente cheguei em casa, já era noite. Meus pais ainda estavam no bico. Eu tomei banho rápido, mas nem a água fria adiantou. Deitei na cama só de camiseta velha e calcinha, o corpo ardendo. Tentei dormir, mas não conseguia. O tesão estava latejando forte entre minhas pernas.

Mordi a mão com força pra tentar me controlar. “Isso é pecado… você já pecou demais hoje, Clara”, eu repetia na cabeça. Mas meu corpo não obedecia. Sem querer, minha mão desceu devagar pela barriga até entrar dentro da calcinha. Eu estava encharcada, os pelinhos molhados, os lábios inchados e escorregadios.

Comecei a me tocar sem nem entender direito o que estava fazendo. Meus dedos deslizaram por cima da bucetinha, sentindo o calor, a umidade. Quando toquei no clitóris, um gemido escapou da minha boca. Eu mordi a mão com mais força, quase até sangrar, pra não fazer barulho.

Fiquei esfregando em círculos, devagar no começo, depois mais rápido. Quanto mais eu mexia, mais molhada ficava. Os dedos escorregavam fácil, abrindo meus lábios, passando por cima do botãozinho inchado. Meu quadril começou a rebolar sozinho contra a mão. Eu imaginava a rolinha do Lucas entrando em mim, pulsando, me enchendo.

De repente uma onda forte subiu pela minha barriga. Minhas pernas tremeram, os dedos do pé se curvaram e eu gozei. Forte. Meu corpo inteiro convulsionou na cama. A bucetinha apertava e pulsava contra meus dedos, soltando mais melado quente que escorreu pela minha mão e molhou o lençol. Eu mordia a mão com tanta força que deixei marca, gemendo abafado, os olhos revirando de prazer.

Quando passou, fiquei ali, ofegante, suada, olhando pro teto escuro do quarto. A culpa veio forte depois do prazer.

“Meu Deus… o que eu estou virando? Agora até sozinha eu estou pecando…”

Mas mesmo com a culpa, meu corpo ainda latejava, pedindo mais. Eu sabia que, por mais que tentasse resistir, quando visse o Lucas de novo… eu ia amolecer toda outra vez.

No sábado à noite a gente combinou de ir ao culto como sempre. Eu vesti minha saia modesta e uma blusinha, mas quando Lucas chegou, o olhar dele já queimava. Meus pais haviam saído pra trabalhar no bico de fim de semana e só voltariam de madrugada. A casa estava vazia.

— Hoje eu não quero igreja… — ele murmurou, segurando minha mão com força. — Quero você. Agora.

Meu coração disparou. A culpa bateu forte, mas minha bucetinha já latejava, molhando a calcinha. A gente mudou de direção e foi pra casa dele. Assim que fechamos a porta do quarto, o desejo explodiu.

Ele me empurrou contra a parede e me beijou com fome, língua entrando fundo na minha boca. Suas mãos subiram por baixo da saia, apertando minha bunda com força, os dedos cravando na carne macia. Eu gemi na boca dele. Ele abaixou minha calcinha até os joelhos e eu senti o ar frio batendo na minha bucetinha encharcada. Estava pingando.

A gente caiu na cama. Lucas tirou minha blusa e sutiã, chupou meus seios com vontade, mordendo os mamilos enquanto tirava a própria roupa. Quando ficou pelado, a rolinha dele estava duríssima, vermelha, latejando. Ele abriu minhas pernas bem abertas, olhou minha bucetinha inchada e brilhando de tesão.

— Você tá tão molhada, Clara… — sussurrou, quase sem voz.

Ele segurou o pauzinho com uma mão e esfregou a cabecinha quente entre meus lábios, abrindo eles devagar. Eu senti a pressão na entrada, o calor dele roçando meu clitóris. Meu corpo inteiro arrepiou. Então ele empurrou.

Senti minha bucetinha sendo aberta, os lábios se esticando ao redor da rolinha dele. Centímetro por centímetro, ele foi deslizando pra dentro, me enchendo. Era uma sensação deliciosa de ser invadida, de ser preenchida. Eu soltei um gemido longo quando ele entrou até o fundo, a cabecinha batendo no meu útero.

Lucas colocou as duas mãos na minha bunda, apertando forte, abrindo minhas nádegas enquanto começava a meter. O barulho molhado de pele contra pele enchia o quarto. Ele metia fundo, saindo quase todo e enfiando novamente, cada estocada fazendo meus seios balançarem. Meu corpo todo arrepiava a cada vez que ele entrava. Eu sentia cada veia da rolinha dele roçando nas paredes da minha bucetinha.

— Mais forte… por favor… — implorei, a voz tremendo.

Ele acelerou, os quadris batendo contra mim com força. Suas mãos apertavam minha bunda com tanta vontade que eu sabia que ia ficar marca. Eu rebolava por baixo, cravando as unhas nas costas dele. O prazer subia rápido, quente, quase insuportável.

Ele gozou a primeira vez com um gemido rouco, a rolinha pulsando forte dentro de mim, jorrando calor lá no fundo. Mas não parou. Continuou metendo, ainda duro. Gozou a segunda vez poucos minutos depois, o corpo tremendo, enchendo minha bucetinha ainda mais. Eu nem conseguia contar direito quantas vezes ele gozava, porque a rolinha dele não amolecia — ficava dura o tempo todo, me fodendo sem parar.

Eu gozei com muito mais prazer dessa vez. Um orgasmo profundo, que começou no fundo da barriga e explodiu pelo corpo inteiro. Minha bucetinha apertou forte em volta dele, pulsando, sugando, enquanto ondas quentes de prazer me faziam tremer inteira. Eu gritei contra o pescoço dele, as pernas travadas em volta da cintura dele, lágrimas escorrendo dos olhos de tanto prazer.

Enquanto eu gozava, a culpa pesava: “A gente deveria estar na igreja… estamos pecando… Deus está vendo…”. Mas eu estava adorando. Adorando ser comida, ser enchida, ser usada por ele.

Depois da terceira vez que ele gozou dentro de mim, a gente ficou uns minutos abraçados, suados, ofegantes. Minha bucetinha latejava, escorrendo uma mistura quente dele e minha lubrificação pelas coxas.

De repente ele olhou o relógio e surtou:

— Merda! A gente precisa aparecer na igreja antes que acabe!

A gente se vestiu correndo, ainda com cheiro de sexo, pernas bambas, minha calcinha molhada grudando. Corremos até a igreja e chegamos suados no final do culto. Sentamos no último banco, tentando disfarçar.

Enquanto o pastor orava, eu só conseguia sentir a bucetinha latejando, o gozo dele ainda escorrendo devagar, e aquela mistura perigosa de culpa e prazer que estava me viciando cada vez mais.

Depois de todas aquelas noites de pecado, o fogo parecia não ter fim. A gente transava sempre que dava, escondido, molhado, desesperado. Eu continuava sentindo culpa, mas meu corpo já não obedecia mais. Toda vez que Lucas me tocava, eu amolecia inteira.

Até que, um dia, percebi que minha menstruação não tinha vindo.

No começo tentei ignorar. “Deve ser atraso de tanto nervoso”, pensava. Mas os dias foram passando… 10 dias… 15 dias… 20 dias de atraso. Meu peito ficou mais sensível, eu sentia um cansaço estranho e uma fome diferente. O medo tomou conta de mim.

Numa tarde, quando saí do mercadinho, passei na farmácia escondida e comprei um teste de gravidez. Fui fazer no banheiro de casa, trancada, com as mãos tremendo tanto que quase derrubei o aparelho. Fiz xixi no palito e esperei os minutos mais longos da minha vida.

Duas listrinhas rosas apareceram bem fortes.

Positivo.

Fiquei sentada no vaso sanitário, olhando pro teste, as lágrimas descendo silenciosas. Meu Deus… eu estava grávida. Com 18 anos. Solteira. Pecadora.

Quando Lucas chegou do trabalho, eu estava esperando ele no nosso cantinho atrás da igreja. Assim que ele me viu com os olhos inchados, ficou branco.

— O que aconteceu, Clara?

Eu não consegui falar. Só tirei o teste da bolsa e mostrei pra ele. As duas listrinhas bem visíveis.

Lucas ficou parado uns segundos, processando. Depois os olhos dele encheram de lágrimas. Ele me puxou pra um abraço forte, daqueles apertados, com os braços franzinos tremendo.

— Tá grávida… — murmurou, a voz embargada. — Nosso filho…

A gente chorou junto, ali mesmo, escondido atrás do muro. Choramos de medo, de vergonha, de responsabilidade… mas também de um amor estranho que já estava nascendo.

Quando as lágrimas diminuíram, ele segurou meu rosto com as duas mãos:

— A gente vai casar, Clara. O mais rápido possível. Não vou deixar nosso filho nascer sem a gente ser casado. Vou assumir tudo.

Eu balancei a cabeça, ainda chorando.

— Mas como, Lucas? A gente é tão pobre…

— Vamos dar um jeito. Eu ganho um salário mínimo no meu trabalho, você ganha um no mercadinho. Juntos são dois salários. Vamos alugar aquele barraquinho que a gente viu na rua de trás. É pequeno, mas é nosso. A gente junta as rendas, aperta o cinto, e vai dar certo.

Naquela mesma semana a gente conversou com as famílias. Foi difícil. Meu pai ficou muito bravo, minha mãe chorou bastante, mas no final aceitaram. “Casar é o certo”, disseram. Marcamos o casamento pra dali a 20 dias — uma cerimônia bem simples na igreja, só com as pessoas mais próximas.

Enquanto isso, a gente alugou o barraquinho por R$ 1.000. Era minúsculo, com um quarto só, cozinha apertada e banheiro velho, mas era nosso. Começamos a juntar as poucas coisas: um colchão de casal, uma geladeira usada, um fogão velho. Cada real economizado era uma vitória.

Eu olhava pra minha barriguinha ainda quase invisível e sentia um misto enorme de medo e carinho. Tinha pecado muito… mas agora ia ter um filho. E ia ter um marido.

Mesmo com toda a culpa, uma parte de mim ainda queimava quando Lucas me tocava. A gente continuava se pegando escondido, mais cuidadoso, mas com o mesmo fogo.

A vida de casada estava chegando… e junto com ela, uma nova fase cheia de dificuldades, mas também de muito desejo.

Foto 1 do Conto erotico: Em vez de ir a igreja fui dar para meu namorado e engravidei - Parte 3

Foto 2 do Conto erotico: Em vez de ir a igreja fui dar para meu namorado e engravidei - Parte 3

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Em vez de ir a igreja fui dar para meu namorado e engravidei - Parte 3

Codigo do conto:
259021

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/04/2026

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