Meu coração quase saiu pela boca quando li. Eu sabia o que ele queria. E, no fundo, eu também queria. Mesmo com toda a culpa que a igreja plantava na minha cabeça desde criança.
Assim que ele chegou, a gente nem perdeu tempo acendendo a luz da sala. Entramos direto no meu quarto quase no escuro, só com a luz fraquinha do corredor que entrava pela porta entreaberta. A gente se beijava com tanta urgência que nossos dentes batiam de vez em quando. O coração dele batia tão forte e rápido que eu conseguia sentir contra o meu peito, como se fosse um tambor.
— Tira a roupa pra mim, Clara… — ele sussurrou bem perto do meu ouvido, a voz rouca, tremendo de nervoso e desejo. — Quero te ver inteira hoje. Por favor… eu preciso te ver.
Eu estava morrendo de vergonha. Minhas mãos tremiam tanto que mal conseguia segurar a barra da blusa. Nunca tinha ficado completamente nua na frente de ninguém na vida. Mas o jeito como ele me olhava, com os olhos brilhando de tanta vontade, me deu uma coragem que eu nem sabia que tinha. Tirei a blusa bem devagar, depois levei as mãos para trás e soltei o sutiã. Meus seios pularam livres, os mamilos já duros por causa do frio do quarto e do tesão que eu sentia subindo pela barriga. Ele ficou parado, olhando fixamente, a boca entreaberta.
— Meu Deus, Clara… — ele disse baixinho, quase sem voz. — Você é linda pra caralho. Olha esses seios… tão perfeitos, tão redondinhos e firmes. São os mais bonitos que eu já vi na vida. Tão macios… tão bonitos… eu poderia ficar olhando pra eles a noite inteira.
Ele falava com tanta sinceridade e desejo que eu corei inteira, do rosto até o peito. Pela primeira vez na vida eu realmente acreditei que meus seios eram bonitos. Não me senti feia ou inadequada como sempre achava quando me olhava no espelho da igreja.
Com as mãos ainda tremendo, tirei o short jeans e, depois de hesitar um segundo, desci a calcinha pelas pernas. Fiquei completamente pelada na frente dele, tentando instintivamente cobrir meus seios e minha bucetinha com as mãos. Lucas tirou a camisa, revelando o peito magro de adolescente, depois abaixou a calça junto com a cueca. Foi a primeira vez que eu vi o pau dele pelado de verdade. Estava duro feito pedra, latejando no ar, a cabecinha inchada e brilhando de melado transparente. Naquela época eu achava ele enorme. Não tinha a menor noção do que era grande ou pequeno — pra mim era grande, grosso e intimidante. Só de olhar senti minha bucetinha contrair de nervoso e excitação.
A gente deitou na minha cama de solteiro, os corpos quentes se encostando pela primeira vez sem roupa nenhuma. A pele dele era quente, um pouco suada de nervoso. No começo era só beijo molhado, línguas se enrolando, mãos explorando sem muita técnica. Ele começou a descer os beijos pelo meu pescoço, bem devagar, como se quisesse decorar cada pedacinho de mim. Quando chegou nos meus seios, ele pegou um com as duas mãos, apertando de leve, sentindo o peso e a maciez.
— Nossa, Clara… eles são tão macios… tão perfeitos na minha mão… — murmurou antes de colocar o mamilo na boca.
Ele chupou com cuidado, passando a língua em círculos lentos, depois sugou um pouco mais forte. Eu gemia baixinho, mordendo o lábio com força, sentindo uma vergonha enorme por estar gostando tanto daquilo. “Meu Deus, o que eu tô fazendo… isso é pecado… mas é tão bom…”, eu pensava, enquanto meu corpo traía minha mente e arqueava as costas pra oferecer mais do meu peito pra ele.
Ele passou pro outro seio, beijando, lambendo, chupando com a mesma devoção, enquanto uma das mãos descia pela minha barriga devagar, quase reverente. Quando chegou entre as minhas pernas, ele abriu minhas coxas com delicadeza. Seus dedos alisaram minha bucetinha com muito cuidado, passando por cima dos pelinhos finos e claros. Eu já estava encharcada, molhada de um jeito que me deixava ainda mais envergonhada — dava pra sentir o melado escorrendo pela minha entradinha.
Ele abriu meus lábios vaginais devagar com dois dedos, olhando com admiração. Colocou um dedinho na entrada com cuidado.
Doeu um pouquinho no começo — um ardorzinho quente, como se algo estivesse esticando e abrindo espaço lá dentro. Eu soltei um gemidinho de dor misturado com prazer.
— Tá doendo, amor? — ele perguntou baixinho, parando imediatamente, preocupado.
— Um pouco… mas não para… por favor, não para… — respondi quase sem fôlego.
Ele continuou mexendo o dedo bem devagar, entrando e saindo com paciência, enquanto o polegar fazia círculos lentos no meu clitóris inchadinho. O prazer começou a crescer rápido. Eu gemia mais alto, o corpo tremendo, as pernas se abrindo sozinhas. Ele colocou o segundo dedo. Agora eram dois dedinhos me abrindo, me preparando, curvando lá dentro e tocando num ponto que me fazia rebolar sem controle contra a mão dele. Meu ventre contraía, as coxas tremiam, eu sentia que estava quase gozando.
Não aguentei mais a vontade. Puxei ele pra cima de mim com as duas mãos, desesperada.
— Vem… vem pra cima de mim, Lucas… por favor… — gemi, a voz saindo fraquinha e necessitada.
Lucas subiu entre as minhas pernas. O corpo dele cobriu o meu completamente. O pau duro roçou na minha bucetinha molhada, deslizando pra cima e pra baixo, esfregando a cabecinha quente bem no meu clitóris. Eu delirava, gemendo sem parar, o prazer subindo rápido demais.
De repente, quando ele desceu o quadril sem conseguir se controlar, o cacete dele escorregou pra dentro de mim de uma vez só. Foi uma fisgada forte e quente quando ele furou minha virgindade, um ardor intenso que me fez apertar os olhos. Mas o prazer veio junto, alucinante, misturado com a dor. Ele entrou quase inteiro, quente, latejando forte dentro da minha bucetinha apertada.
Ele começou a mexer rápido, desajeitado, os quadris batendo contra os meus sem ritmo certo. De repente ele esticou todo o corpo, os músculos das costas e das pernas travando, e deu um urro alto, rouco e longo:
— Aaaahh… Claraaa…!
Na mesma hora eu senti: jatos grossos e quentes explodindo bem fundo dentro da minha bucetinha. Era como se algo quente e grosso estivesse jorrando forte lá no fundo, enchendo tudo de uma vez, pressionando as paredes da minha vagina e se espalhando por dentro. Muita, muita coisa quente e molhada me inundava por dentro, deixando minha bucetinha toda cheia e escorregadia. Eu não sabia exatamente o que era aquilo na época — era a minha primeira vez e eu achava que era um líquido normal tipo o que já saia, não tinha ideia que era porra e que podia engravidar, achava que era no final, boba demais eu,. Só sabia que aquele calor molhado, latejante e escorregadio me invadindo por dentro estava me dando um tesão absurdo. Era um sentimento estranho, proibido e delicioso que fazia meu corpo inteiro tremer junto com o dele. Fiquei ainda mais molhada, mais sensível, e aquilo me excitava de um jeito que eu nunca tinha imaginado.
Ele ficou tremendo em cima de mim por longos segundos, ofegante, o rosto enterrado no meu pescoço, respirando pesado. Não falou nada sobre ter gozado tão rápido. Eu ainda estava no meio do prazer quando sussurrei, envergonhada mas com vontade de fazer ele se sentir bem:
— Lucas… quer gozar? Não goza dentro… vou brincar com ele pra você…
Ele saiu devagar de dentro de mim. O pau ainda estava bem duro, brilhando da mistura da minha lubrificação com a porra que ele tinha jorrado. Eu desci a mão e segurei o cacete dele com curiosidade e tesão. Naquele momento eu comecei a sentir um prazer danado em ficar segurando pau. Era quente, pulsando na minha palma, a pele macia deslizando por cima da carne dura e inchada. Pra mim ele era grande, pesado, e eu adorava a sensação de ter ele na mão. Comecei a bater punheta devagar no começo, sentindo cada veia, cada pulsação, depois fui acelerando, apertando de leve do jeito que achava que era bom.
Lucas gemia baixinho no meu ouvido, o corpo todo sensível, os quadris se mexendo acompanhando o movimento da minha mão. Não demorou quase nada. Em poucos segundos ele estremeceu forte, gemeu meu nome várias vezes e gozou de novo, jorrando mais porra quente que espirrou na minha barriga, nos meus seios e escorreu pelos meus dedos.
Depois disso a gente ficou abraçado por um tempo longo, suados, pelados, os corpos colados. Eu com a cabeça dele descansando no meu peito, sentindo o coração dele ainda batendo forte contra o meu. Ainda sentia a porra dele escorrendo devagar da minha bucetinha, quente e molhada entre as minhas pernas, e o cheiro forte de sexo tomando conta do quarto.
Naquela noite eu tinha pecado de verdade pela primeira vez. E, Deus me perdoe, foi a coisa mais gostosa, mais intensa e mais proibida que eu já senti na vida inteira.


