O mês que se seguiu àquela primeira confissão foi um mergulho profundo em uma rotina que eu nunca imaginei para nós. Trinta dias. Todos os finais de tarde, o roteiro se repetia com uma precisão quase religiosa. Eu chegava da empresa e Sofia já me esperava, ou chegava logo em seguida, trazendo no olhar aquela vibração elétrica de quem havia passado o dia sendo devorada por olhos jovens. O ritual de limpeza tornou-se a nossa forma mais íntima de conexão. Eu me ajoelhava diante daquela mulher que, por 20 anos, eu julguei conhecer por completo, e usava minha boca para remover a porra quente que o garoto deixava nela. Mas, com o passar das semanas, o silêncio dela começou a ser preenchido por novas confissões, sussurradas enquanto eu a servia. — Não foi só no almoxarifado hoje, João — ela dizia, com a voz falhando enquanto eu a limpava. — Outros dois me cercaram na sala de vídeo. Eles não queriam me possuir por inteiro... eles só queriam sentir minha boca. Eu tive que ajoelhar, João. Tive que sentir o gosto da juventude deles, um por um, enquanto eles gozavam entre meus dentes e eu limpava tudo, exatamente como você faz comigo agora. Eu bebia aquelas palavras como se fossem vinho. A imagem da professora recatada, de óculos, submetida ao desejo de vários alunos, era o combustível que mantinha nossa chama mais viva do que nunca. Mas foi na última noite antes da nossa mudança que a barreira final caiu. As caixas já estavam prontas e o apartamento ecoava nossos suspiros. Estávamos no ápice da melhor transa de nossas vidas. Sofia cavalgava sobre mim, os seios fartos balançando ritmicamente e o suor brilhando em sua pele clara. Foi quando ela parou, olhou fixo nos meus olhos verdes e soltou a confissão mais proibida de todas. — João... teve um outro hoje. Um aluno novo, mais quieto, que nunca tinha tido coragem de chegar perto. Ele me pegou por trás enquanto eu organizava os últimos livros. Ele tinha o pau mais fino, mais ágil... e ele tentou algo que você nunca ousou em 20 anos. Senti um choque percorrer minha espinha. A ideia de um território nunca explorado sendo reivindicado por um estranho me fez latejar. — Ele forçou, João. Ele queria comer meu rabinho. Ele tentou, insistiu, e como era mais fino, ele conseguiu vencer a resistência... ele forçou apenas a pontinha, o suficiente para eu sentir aquela pressão ardente e nova. E foi ali, naquela invasão que eu nunca permiti a você, que ele gozou. Eu senti o jato dele, quente e profundo, sendo despejado dentro de mim, no cu, escorrendo por onde ninguém nunca tinha tocado. A revelação de que ela havia se entregado dessa forma, permitindo que um garoto comesse sua bunda, foi o meu limite. Gozamos juntos, um grito que selou o fim da nossa antiga vida e o batismo da nova. Partimos no dia seguinte. Levamos os móveis, as lembranças e, principalmente, a nova Sofia. No nosso novo lar, não existem mais segredos, apenas a expectativa deliciosa de cada final de tarde. Eu continuo sendo o empresário respeitado, o homem de 1,85m que todos admiram, mas agora eu vivo para o momento em que ela entra pela porta e me confessa quem foi que, naquele dia, deixou sua marca na mulher que eu agora sei que pertence ao desejo do mundo. Nossa vida de verdade começou agora. E ela tem o gosto da mais pura e absoluta liberdade.
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