Segredo de Família - Parte I

Me chamo Lucas, uu tinha cerca de 15 anos na época. Meus pais estavam separados, eu morava com meu pai e costumava visitar minha mãe aos finais de semana.

Eu estava recém descobrindo minha sexualidade, então nessa época era de lei passar a madrugada em sites de bate-papo adultos, eu adorava falar putaria, mas nunca tive coragem de encontrar com ninguém.

Eu estava na casa da minha mãe, foi apenas mais um final de semana normal. Na noite de domingo meu pai veio me buscar, eu arrumei minhas coisas e fiquei esperando no quarto, quando ouvi a campainha tocar, ele havia chegado. Ouvi os dois conversando na cozinha, pelo que eu havia escutado, meu pai pediu para minha mãe ficar comigo durante a semana seguinte, não ouvi bem o motivo, mas ouvi ela dizendo que não poderia, a escola onde eu estidava era longe e ela saía muito cedo para trabalhar. Se eu ficasse, perderia a semana toda de aula.

No fim, meu pai veio até meu quarto me chamar para irmos, peguei minha mochila, me despedi da minha mãe e fui até o carro com ele. Ao me aproximar do carro, percebi que havia uma pessoa lá dentro. Era um homem, estava sentado no banco da frente, no lado do passageiro. Chegando ao carro, meu pai abriu a porta de trás para mim.

— Hoje você vai atrás, garotão.

Disse meu pai. Eu só assenti com a cabeça e entrei no carro. Meu pai entrou também, e logo o outro homem se virou para trás e disse:

— Não vai cumprimentar seu tio? Faz alguns anos já, não é, guri? Lembro de você quando você cabia em uma caixa de sapatos.

Ele disse e deu risada. Era um homem aparentemente alto, moreno, barba por fazer, estrutura grande. Era forte, mas nada definido. Meu pai virou para trás e colocou a mão no ombro do meu tio.

— Esse é o seu tio Leandro. Você não se lembra dele, mas ele cuidou de você quando você era bem pequeno.

Dei um sorriso tímido, olhando para o meu tio que acabei de “conhecer”, e então seguimos até a nossa casa em silêncio.
Chegando em casa, descemos todos do carro, fui até meu quarto e deixei a porta encostada (havia regras de não fechar as portas na minha casa). Pude ouvir meu pai falando que, por ora, meu tio teria que dormir no sofá, pois o plano era eu ficar na casa da minha mãe para que meu tio dormisse na minha cama. Meu tio disse que tudo bem, não teria problema com isso. Eu liguei meu computador e fiquei navegando na internet, como sempre fazia antes de dormir. Eu tinha o costume de dormir tarde. Durante a noite, ouvi passos do meu tio. Tive até a sensação de estar sendo observado, mas não podia dizer com certeza se era real ou não.

No dia seguinte, segunda-feira, acordei cedo para ir à escola, no caminho para a cozinha, olhei meu tio no sofá, dormindo largado. O lençol que deveria estar cobrindo-o estava no chão. Ele usava somente uma cueca, que por sinal já estava nas últimas, toda velha e até meio rasgada. Senti um arrepio e fui para a cozinha tomar café.

Após o café, meu pai me levou de carro até a escola. No caminho, perguntei o motivo de o irmão dele, meu tio, estar na nossa casa. Ele disse que meu tio, que morava em outro estado com a esposa, havia se divorciado há pouco tempo. A esposa ficou com a casa e, na mesma época, ele perdeu o emprego. Como não tinha para onde ir, meu pai havia oferecido moradia temporária.

Após a aula fui para casa, meu pai estava no trabalho e meu tio não estava mais lá, troquei de roupa, preparei algo para comer e fui para o computador. Mais tarde, meu pai chegou, disse que meu tio havia ido “resolver umas paradas”, também disse que teria que sair, que tinha um compromisso de trabalho à noite e que eu ficaria sozinho até meu tio voltar. Eu disse que tudo bem, estava acostumado a ficar sozinho.
Já à noite, por volta de 20h, ouvi alguém bater na porta, era meu tio.

— Opa, boa noite, meu sobrinho.

Ele disse quando abri a porta e exibiu um sorriso amarelado. Usava roupas simples: calção de tactel, uma regata branca manchada e chinelos de dedo. Estava com cheiro forte de cigarros e bebida, visivelmente bêbado.

— B-boa noite, tio…

Respondi, gaguejando. Ele entrou e foi direto para o sofá. Eu fui em direção ao meu quarto, quando o ouvi dizer:

— Ei, Lucas, vem cá com o tio.

Eu parei, meio relutante, mas fui até a sala, onde parei próximo a ele, que estava sentado no sofá, tirando a camisa.

— Precisa de alguma coisa, tio?

Perguntei, olhando para o peitoral dele. Ele tinha o peito peludo, diferente do meu pai, que não tinha pelos. Ele olhou fixamente para mim e eu desviei o olhar.

— Não, não preciso de nada, não. Só queria passar um tempo com meu sobrinho.

Ele disse enquanto dava tapinhas no assento do sofá, indicando que era para eu sentar ao seu lado.

— Ah, tudo bem…

Respondi meio sem jeito. Me aproximei dele e sentei ao lado, meio distante.

— Pode vir mais perto, o tio não vai morder.

Ele disse enquanto sorria, exalando cheiro de cachaça. Logo em seguida, ele pegou o controle da TV e ligou em um canal aleatório. Ficamos em silêncio alguns minutos assistindo, estava passando um filme de romance, não lembro qual agora, mas tinha algumas cenas meio quentes. Eu olhava para o meu tio de canto de olho e podia vê-lo apertando o saco enquanto essas cenas aconteciam.

— É… então, como vão as namoradinhas?

Ele perguntou para mim, olhando para a TV.

— Eu… eu não tenho namorada, tio…

Respondi tímido. Ele deu risada.

— Quantos anos você tem mesmo, Lucas?

— Eu estou com 15 anos, faço 16 no final do ano.

Ele deu risada novamente.

— Já está na hora de começar os namorinhos, hein. Na sua idade, eu e o seu pai já estávamos traçando as meninas todas do colégio. A gente era o terror, os predadores de perereca.

Ele riu alto dessa vez, dando um tapa nas minhas costas. Eu dei um sorriso sem graça e fiquei corado na hora, não sabia o que dizer, não havia namoradinhas porque eu queria eram os meninos.

— Acho que o tio vai dormir agora, não estou me aguentando mais em pé.

Disse meu tio, enquanto esticava as pernas e tirava o calção devagar, ficando apenas de cueca (a mesma que usava de manhã). Eu olhei e logo desviei o olhar. Senti meu rosto queimar de vergonha. Me levantei e disse:

— Er… melhor eu ir então. B-boa noite, tio…

Ele me deu boa noite e logo se deitou. Eu fui para o meu quarto, encostei a porta, liguei meu computador e comecei a acessar os chats que sempre acessava.

Passou-se mais ou menos uma hora desde que voltei ao meu quarto,eu pai ainda não havia chegado, geralmente ele demorava nesses jantares. Eu estava com fome, então fui pegar algo para comer.

Ao passar pela sala, vi meu tio dormindo de barriga para cima. Ele estava roncando, com um braço para fora do sofá, não pude evitar me aproximar devagar, dei uma boa olhada nele. Ele não se parecia em nada com meu pai, era muito maior, tinha a pele mais escura, era mais parrudo, mais peludo, mas homão...

Então meus olhos se voltaram para a cueca, rasgada e velha. Para minha surpresa, ele estava com a jeba durassa. Eu arregalei os olhos, aquele pau era enorme, a cabeça arroxeada estava completamente para fora da cueca. Eu nunca havia visto um pau assim, ao vivo na minha frente antes, engoli em seco, pude sentir o meu próprio pau ficar duro na hora. Meu corpo foi consumido por desejo, minha mente se encheu de ideias e possibilidades.

— T-tio…?

Chamei-o baixinho, com a voz trêmula. Ele continuou roncando, sem mover um músculo. Eu estava tomado pelo desejo, então me ajoelhei e aproximei meu rosto da barriga do meu tio.

Nesse momento, pude sentir um cheiro muito forte de suor, junto a outro cheiro que eu desconhecia até então. Aquele cheiro me encheu de tesão, era o pau do meu tio que estava exalando cheiro de macho.

Lentamente, eu aproximei meu rosto do pau dele e dei uma fungada, sentindo o odor forte. Eu sentia meu próprio pau pulsando nas calças, um misto de medo e desejo, quando me dei conta, já estava com a língua para fora, passando-a na cabeça do pau do meu tio.

Me aproximei mais, levemente ergui a cueca dele, revelando aquele pau grande e majestoso. Chegava a parecer pesado,sem pensar, agarrei aquela jeba com a mão. Era tão grande que minha mão não fechava ao segurar, aproximei meu rosto devagar, abri bem a boca e abocanhei aquele pau, comecei a chupá-lo com vontade. Eu tremia de tesão, sentindo aquele pau pulsando na minha boca. Foi então que ouvi um barulho, era a chave da porta destrancando. Meu pai havia chegado, eu entrei em pânico.

Rapidamente coloquei o pau do meu tio dentro da cueca, cobri meu tio com o lençol e corri para o meu quarto, me joguei na cama e me cobri, fingindo estar dormindo. Meu coração parecia que iria sair pela boca. Nunca havia sentido tanto medo e adrenalina na vida. Ouvi meu pai entrando e indo para o seu quarto. Depois de um tempo, acabei pegando no sono.


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Comentários


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alda Comentou em 07/04/2026

Rapaz, já estou ansioso pela continuação, está cheio de tesão seu conto.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredo de Família - Parte I

Codigo do conto:
258859

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/04/2026

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