A última briga que tiveram foi uma das piores; já fazem duas semanas que meu pai está dormindo no quartinho. Desde então, ele e minha mãe não trocam uma palavra. Quando eles estão brigados, a casa vira uma torta de climão.
Eu cheguei do trabalho; era um dia normal. Eu trampo de auxiliar de pedreiro, então sempre que chego, vou direto para meu quarto, tiro a roupa e vou tomar banho. As toalhas da casa ficam guardadas no quartinho em que meu pai está dormindo. Fui até lá, abri o guarda-roupas e puxei uma toalha. Nisso, uma revista caiu no chão. Eu estranhei um pouco esta revista estar ali, mas, enfim, eu me abaixei para pegá-la e o que eu vi me intrigou mais ainda.
Era uma revista pornô, e o pior não era nem isso... Era uma revista pornô gay. Folheei algumas páginas por curiosidade; nelas havia várias fotos de homens bem dotados exibindo o pau, os caras se comendo, chupando o pau um do outro, e por aí vai. Mas o que mais me chamou a atenção foi uma foto que estava com a página marcada com uma dobrinha. Na legenda dizia "Entre Pai e Filho".
Eu fechei a revista na hora. Quem estava dormindo no quarto era o meu pai; a revista era dele com certeza. Seria meu pai gay? Não é possível, ele e minha mãe são casados há uns 30 anos... Por que aquela página com aquele título estava marcada?
Eu guardei a revista no lugar que estava e fui para o banho com aquilo na cabeça. Seria meu pai gay secretamente? Minha mente fervilhava; comecei a lembrar das brincadeirinhas que sempre fazíamos: bater ou apertar a bunda um do outro, apertar o mamilo um do outro; ele já até pegou na minha giromba fazendo essas brincadeirinhas...
Comecei involuntariamente a imaginar meu pai naquelas posições que havia visto nas revistas; quando me dei conta, eu estava de pau duro, cheio de tesão ao imaginar meu pai dando para aqueles caras.
Na mesma hora desliguei o chuveiro: "Que caralhos você está fazendo, Matheus?" Pensei comigo mesmo: "ele é seu pai, porra". Eu nunca havia pensado em outro homem assim antes; sempre me considerei hetero, tive algumas namoradas e tudo mais, nenhum homem jamais havia chamado minha atenção.
Saindo do banho, fui para a sala; meu pai estava no sofá vendo TV, usando apenas um shorts de dormir. Ele era um homem alto, maior que eu, tinha 1,80 de altura, pele mais escura, cabelos pretos e olhos castanhos. Ele frequentava academia, tinha um físico invejável, era um homem bonito e bem afeiçoado.
— E aí, filhão, como foi o trabalho?
— Hoje foi puxado, estou todo moído...
Ele se levantou e me deu um abraço, com dois tapinhas nas costas.
— Tá cheirosão...
— Acabei de sair do banho, pai. Eu estava uma catinga só quando cheguei.
Ele deu risada e... Um tapa na minha bunda... Eu fiquei meio desconfortável, mas admito que gostei; nunca tinha levado essas brincadeirinhas bobas para outro lado. Enfim, nós dois nos sentamos no sofá, vimos um pouco de TV, até que minha mãe anunciou que o jantar estava servido.
Fomos para a cozinha, comemos em silêncio; não havia conversa quando os dois estavam brigados. Após o jantar, eu arrumei a mesa e lavei a louça, como sempre fazia, e fui para o meu quarto deitar. Minha mãe e meu pai estavam em seus quartos já.
Fechei os olhos e, quando estava prestes a dormir, aqueles pensamentos vieram à minha cabeça: meu pai, nu, transando. Porém, dessa vez não eram outros homens que estavam fodendo ele, era eu…. Abri meus olhos assustado e levantei em um pulo, eu estava de pau duro.
Olhei no relógio, já era tarde, passava de 2h da manhã. Eu me levantei, usava apenas uma cueca, estava de barraca armada, fui até a cozinha e peguei um copo de água. Na volta para o quarto, percebi que a luz do quartinho no qual meu pai estava dormindo estava acesa.
Em um reflexo, meio sem pensar, eu abri a porta, e de fato ele estava acordado, de joelhos na cama, com o pau na mão se masturbando, a tal da revista aberta na cama e... UMA FOTO MINHA SOBRE A REVISTA.
Ele, mais que depressa, fechou a revista e puxou um travesseiro para esconder a jiromba, sentando-se na cama. Eu entrei no quarto e fechei a porta.
— Que merda é essa, pai?
— Eu que pergunto, caralho! Que merda você acha que está fazendo no meu quarto?
— Eu vi a luz acesa e vim ver se o senhor estava bem, porra!
— Já viu, saia daqui, moleque do caralho!
— Não, até o senhor explicar que porra estava fazendo com essa revista e com uma foto minha... Eu sou seu filho, caralho...
— Exato, você é meu filho e eu não te devo explicação, fora!
Não posso mentir, aquele clima de tensão estava me matando, eu senti minha rola pulsando, nunca tinha reparado o quanto meu pai era gostoso. Ver ele ali na minha frente, pelado, apenas com o travesseiro tapando as partes, me deixou louco.
— Eu não vou sair...
Eu disse com a voz firme, apertei meu pau dentro da cueca, notei os olhos dele se fixando no volume da minha rola dura; ele olhava com desejo, dava para notar o quanto ele queria aquilo.
— Ao menos não desse jeito...
Completei minha frase abaixando a cueca, meu pau pulou para fora, balançando. Meu pai olhou para o meu pau.
— Que cê tá fazendo, caralho?
Ele perguntou, relutante. Eu me aproximei dele e puxei o travesseiro que ele segurava, revelando seu pau, igualmente duro. Devo admitir que era um belo pau, grande e grosso; pelo visto, ser pauzudo era de família.
— Com essa rolona dua aí, você vai me dizer que você não quer o mesmo que eu?
— Matheus, você é meu filho, porra!
Eu segurei o pescoço dele e aproximei a cabeça dele do meu pau; ele nem sequer resistiu, segurou meu pau firme e começou a chupar. Ele chupava com vontade, engolia inteiro, lambia da base até a cabeça e depois voltava a chupar.
— Isso, chupa meu pau, vai.
Eu disse, enquanto observava meu pai engolindo meu cacete. Ele mamava com vontade; foi um boquete maravilhoso. Não acredito que essa tenha sido a primeira vez que ele chupou uma rola.
Eu me afastei, tirando meu pau todo babado da boca dele, sentei-me na cama ao lado dele e começamos a nos beijar. Eu podia sentir o gosto da minha própria pica na boca do meu pai.
— Não, filho, a gente tem que parar com essa loucura. A sua mãe está em casa e...
— A mãe está dormindo, pai, ela não vai acordar, não com a quantidade de remédio que ela toma...
Ele deu um sorriso malicioso e voltou a me beijar. Ele se levantou e me deitou na cama, colocando o pau dele próximo ao meu rosto.
— Então agora chupa o pau do seu pai...
Eu recuei; ele tá doido? Eu nunca tinha sequer cogitado botar um pau na minha boca.
— Ah, qual é, Matheus, seu velho não merece um agradinho?
Ele disse, balançando aquela piroca grande na minha frente. Pior que aquela rola parecia uma delícia, minha boca começou a encher de água, eu me aproximei e coloquei o pau do meu pai na boca, comecei a ir para frente e para trás, engolindo aquela rola gostosa.
— Puta que pariu.
Meu pai disse, segurando minha cabeça. Eu mamava com vontade, deixando a rola dele toda babada. Ele segurou minha cabeça forte e começou a foder minha boca. Eu senti o pau do meu pai no fundo da minha garganta, fazendo-me engasgar algumas vezes.
— Isso, filhão, engole todo o pau do seu pai...
Ele me dizendo isso estranhamente me deixava com mais tesão, me dava mais vontade de chupar. Ele segurava minha cabeça com força e socava o pau na minha boca com vontade.
— Hmmm, caralho, que boquinha quente, meu filho!
Ele falava enquanto gemia. Logo em seguida, tirou a rola da minha boca e se posicionou de quatro na cama, empinando o rabo redondinho em minha direção.
— Chupa o cu do velho, quero sentir essa língua gostosa no meu cu.
Eu não pensei duas vezes; fazia muito tempo que não comia um cu. Segurei as nádegas dele, separando, deixando o cu do meu pai à mostra. Meti logo a língua sem cerimônia, linguando todo aquele cuzinho; ele gemia de prazer.
— Isso, filho, lambe meu rabo, isso...
Meu pai dizia, gemendo, enquanto eu penetrava minha língua em seu cu; eu sentia o cuzinho dele piscar. Meu pai segurava com força o lençol, gemendo de prazer e tesão.
Ele então mudou de posição, deitou-se de barriga para cima com as pernas abertas. Ele me olhava com cara de safado, me desejando.
— Me fode, filhão... Fode o cu do seu velho...
Ele disse, me puxando entre suas pernas. Eu me posicionei entre as pernas dele, encaixando meu pau no cu do meu pai. Comecei a fazer força para meu pau entrar; meu pai se segurava com força em mim. Quando meu pau entrou, foi tudo de uma vez; ele deu um gemido alto.
— PUTA QUE PARIU, CARALHO!
Ele gritou; isso me deixou muito excitado. Nunca em minha vida eu imaginei que transaria com outro homem; com meu pai, então, isso estava completamente além de todas as fantasias que eu já havia tido.
Eu comecei a foder o rabo dele, ele gemia e se contorcia de prazer, meu pau entrava e saia do cu do meu pai, a cada estocava que eu dava ele sentia mais e mais prazer.
— Que delícia de cu o senhor tem, pai. Se eu soubesse que o senhor era tão gostoso, eu tinha te comido antes.
— Então me fode com força, vai, fode seu paizão.
Eu bombava mais e mais rápido; meu pai cruzou as pernas dele em volta do meu quadril, me apertando contra ele. Ele gemia e me apertava forte.
— Isso, filho, isso... Fode o cu do seu paizão aqui, vai... Não para... Não para...
Ele implorava por pica e eu estava dando o que ele queria. Ainda dentro dele, eu mudei de posição, ficando em pé do lado da cama e puxando-o para a beirada. Segurei as pernas dele para cima, lambendo as pernas e os pés dele enquanto fodía seu cu.
— Que cu gostoso! Porra, pai, o senhor é um putão gostoso do caralho.
Meu pai começou a ficar ofegante e a gemer rápido, ele se agarrou na cama e começou a jorrar repetidos jatos de porra, gozando sem nem mesmo tocar no pau. Aquele leite grosso jorrou por toda a barriga, peito e até rosto do meu pai.
Senti o cu do meu pai se contraindo, apertando meu pau lá dentro. Eu o fodi mais rápido e mais forte. Meu pai gemia como uma cadela; vê-lo todo melado com a própria porra me deixou com muito tesão.
— Eu vou gozar...
Eu disse, mordendo os lábios. Mais do que de pressa, meu pai saiu da posição em que estava, ajoelhou-se na minha frente e começou a punhetar meu pau. Ele abriu a boca e colocou a língua para fora enquanto me masturbava. Levou só uns segundos para que meu pau começasse a jorrar leite na boca do meu pai.
Eu gemi com força, jorrando porra quentinha na boca do meu pai; minha porra escorria pela língua dele, ele engoliu boa parte, mas ainda havia porra na cara e lábios. Então meu pai se levantou, me segurou pela cintura e me beijou. Eu senti o gosto do meu sêmen na boca dele; estranhamente estava delicioso.
Após o beijo, olhamos um para o outro e começamos a rir, nós dois ali parados, com a cara melada de porra. Depois disso, nós nos limpamos. Meu pai disse que custava ficar com homens antes de conhecer minha mãe, que ele sempre teve um tesão inexplicável por mim e que eu havia realizado o sonho da vida dele.
Eu e meu pai mantivemos relações constantes depois disso, sempre que ele e minha mãe brigavam um ia até o quarto do outro para transar no meio da noite. Uma vez transamos até no quarto oficial dele, com minha mãe dormindo ao lado. Isso foi insano.