Segredo de Família - Parte II

Bom, dois dias se passaram desde minha "aventura", a princípio ninguém soube de nada, meu tio me tratou normal nesses dias, sempre muito simpático e dessa vez não alcoolizado. Nós conversamos bastante quando eu chegava da escola. Quando meu pai chegava do trabalho, ficávamos nós três juntos no sofá, falando bobeira e vendo TV, meu pai até me disse que meu tio aqui em casa estava me fazendo bem, pois geralmente eu não saia do quarto para nada e, ultimamente eu estava interagindo bastante com os dois.

Na quinta-feira, quando retornei da escola, cheguei em casa, meu tio estava no banheiro, fui ao meu quarto e troquei de roupa, depois fui para a cozinha comer algo rápido. Após comer, voltei ao meu quarto, liguei o computador e comecei a navegar na internet, meu tio ainda estava no banheiro, eu ouvi barulho do chuveiro ligando, então deduzi que ele iria demorar, eu estava cheio de tesão, adolescência, hormônios, essas coisas, aproveitei pra ver um pornozao. Coloquei meu fone, tirei o pau pra fora da bermuda e comecei a bater uma, seria algo rápido, não podia arriscar ser pego.

Foi aí que eu me surpreendi, quando estava prestes a gozar, sinto uma mão no meu ombro. Eu congelei por um segundo, fechei rapidamente a página do porno que eu estava vendo, arranquei meu fone e me virei, assustado, com os olhos arregalados.

-T-Tio...?

Falei gaguejando, minha voz quase não saiu. Ele estava atrás de mim, com um olhar curioso, enrolado na toalha, ainda estava meio molhado do banho.

- O que é isso que você estava vendo, garoto?

- É... Não é nada, tio...

Respondi a ele e tentei levantar da cadeira, meu tio fez força no meu ombro me impedindo, fazendo eu me sentar novamente.

- Se não é nada... Então me mostra...

- N-não tio, não precisa, não é nada, juro...

Ele deu um sorriso malicioso, aproximou o rosto da minha orelha.

- Você acha que eu não vi aqueles caras grandões fodendo? To aqui a um tempo ja...

Eu gelei novamente, sentindo o hálito quente dele na minha orelha.

- E o pior, acha que eu não acordei quando você me chamou baixinho aquela noite? Eu senti você mamando minha pica igual um bezerrinho querendo leite...

- T-tio, eu posso explicar... Eu... É que...

Comecei a gaguejar. Ele se afastou um pouco de mim, deu um sorriso malicioso novamente e deixou a toalha cair, revelando aquela geba enorme, e ficou ali, de pau duro, pelado, parado na minha frente, me olhando com olhar predatório.

Eu o encarei ele por um segundo, não dava para negar, ele era um tesão, um homão do jeito que eu sonhava em ter. Meu corpo tremeu de tesão e desejo, meus olhos se voltaram para aquele pauzão gostoso, eu estava com água na boca, sedento para mamar ele novamente.

- Abaixa aqui guri... Vem terminar o que você começou aquela noite...

Sem pensar duas vezes eu me ajoelhei de frente para para ele, estava dominado pelo tesão e desejo, segurei aquele pau grande firme com as duas mãos e comecei a lamber da base até a cabeça, sentindo aquele pauzão pulsando a cada lambida que eu dava.

- Coloca ele na boca, quero sentir essa boquinha quete nele de novo.

Eu obedeci abocanhando o pau dele com gosto, indo para frente e para trás com a cabeça, sentindo aquele pauzão preencher completamente a minha boca.

Meu tio segurou minha cabeça com força e começou a bombar, fodendo minha boca com muita velocidade, gemendo alto, me segurando com força. Eu sentia a cabeça do pau dele empurrando na minha garganta, engasgava vez ou outra, mas aguentei firme.

Ele parou de bombar e segurou meu rosto me fazendo levantar, me tomou em seus braços me beijando com força, apertando a minha bunda, entre o beijo ele sussurrava "você é uma delicinha moleque, quero foder esse seu cuzinho".

Ele me direcionou ate a cama, eu sentei, ele se ajoelhou na minha frente, colocando a mão no meu pau, por cima da bermuda.

- E ai garoto, ja ganhou uma mamada alguma vezes?

Fiz que não com a cabeça. Ele sorriu de forma maliciosa, puxando meu calção, deixando meu pau a mostra e dizendo:

- É um belo pau heim...

- Não é nada de mais, acho até bem pequeno.

Não estava mentindo, meu pau era muito menor que o dele, não havia nem comparação. Ele riu baixinho.

- Ah, para com isso moleque...

Então apaixonou a boca dele do meu pau e deu a primeira lambida, meu pau estava pulsando de tanto tesão, eu senti meu corpo se contrair. Meu tio parou e me olhou, empurrando meu peito para trás.

- Deita ai e relaxa, faz um tempo que não faço isso, mas acho que ainda tenho as manhas.

Ele deu a entender que já tinha ficado com outros homens antes, eu me deixei e fechei os olhos, senti a boca quente dele no meu pau, me chupando com vontade, eu segurei forte na cama e comecei a gemer alto enquanto ele me mamava com vontade. Meu corpo voltou a contrair quando senti os dedos dele tocando meu cuzinho.

- Relaxa rapaz! Você vai curtir!

Ele disse ainda com meu pau em sua boca, eu soltei um "uhum" abafado e senti os dedos grossos dele penetrando em mim, entrando e saindo, abrindo espaço no meu cu. Foi tanto tesão que eu não aguentei, conhecei a gemer mais alto e enfim gozei.
Meu tio engoliu o meu leite, levantou e limpou o canto da boca.

- Foi uma bela leitada.

Ele disse subindo encima de mim, sentando no meu peito, com o pau praticamente na minha cara ele começou a bater uma punha, eu abri bem a boca e coloque a língua para fora, rossando na cabeça do pau dele enquanto ele se masturbava e gemia. Ele deu um gemido alto e forte segundo antes de encher minha boca e minha cara com três jornadas de porra espeça, eu senti o leite quente escorrer no meu rosto, nunca havia sentido tanto prazer assim. Meu tio se levantou e disse apenas:

- Vai lá tomar um banho guri, daqui a pouco seu pai chega, imagina o que vai fazer com nós dois se te ver assim.

Eu concordei, me levantei e fui tomar um banho.


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258859 - Segredo de Família - Parte I - Categoria: Gays - Votos: 7

Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredo de Família - Parte II

Codigo do conto:
258892

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/04/2026

Quant.de Votos:
3

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0