Segredo de Família - Parte IV

Meu coração estava disparado, eu estava ofegante, sentia um misto de emoções. Meu pai nos encarava sério, com olhar de desprezo e reprovação.

— Saia daqui, Lucas! Conversamos depois!

Ele disse autoritário; eu apenas peguei minhas roupas e fui rápido para o meu quarto, fechei a porta e tranquei.

Pude ouvir os dois discutindo; meu pai gritava muito, meu tio tentou se explicar, porém a voz do meu pai se sobressaía, até que ouvi um barulho, era um tapa... Esse tapa foi dado pelo meu tio, no rosto do meu pai...

— Você está com ciúmes! Quando éramos jovens, você não tinha problema em pedir para eu comer o seu cu! Você adorava quando eu te fodia, implorava por isso!

Meu tio disse ao meu pai. Eu estava em choque ao ouvir aquilo, meu pai... Implorando para ser comido? Implorando para ser comido pelo próprio irmão?

— É diferente!

Ouvi meu pai gritar. Logo em seguida ouvi outro tapa, veio do meu tio novamente.

— Você está sendo hipócrita! Quando eu te liguei pedindo para passar uns dias aqui na sua casa, qual foi a primeira coisa que você me disse?

Meu tio perguntou ao meu pai, mas não teve resposta; ambos ficaram em silêncio por alguns segundos.

— A primeira coisa que você me disse foi: "Seria ótimo, mal vejo a hora de você me foder de novo, quero você me comendo igual uma putinha, como nos velhos tempos".

Meu tio completou a frase. Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Ao mesmo tempo, não podia deixar de imaginar tudo o que meu pai e meu tio haviam feito quando jovens; a imagem do meu tio fodendo meu pai vinha em minha mente e, estranhamente, isso me deixou muito excitado.

A última coisa que ouvi foi meu pai falando em tom mais baixo e controlado: "Não quero que ele ouça mais isso, vamos conversar no quarto". Então ouvi ambos indo para o quarto do meu pai, a porta se fechando e o barulho da chave trancando.

Eu me deitei na minha cama com os braços abertos, fiquei assim durante muito tempo, pensando no que eu fiz, e o pior, pensando em como não me arrependi de ter feito. Até que ouvi alguém batendo na porta.

— Posso entrar?

Era meu pai. Eu engoli em seco, levantei e abri a porta. Ele entrou e sentamos na cama. Ele me disse que meu tio e ele conversaram bastante, que realmente sentiu ciúmes, que esperou anos para "ter prazer" novamente com o irmão e, quando meu tio se negou, ficou furioso em ver que meu tio preferiu a mim do que a ele.

Eu não soube o que dizer, fiquei em silêncio; meu pai era um homem forte, nunca o havia visto tão vulnerável assim. A única coisa que consegui foi perguntar se estava tudo bem, ele respondeu que sim.

Logo em seguida, meu tio entrou no quarto; ele se sentou na cama ao nosso lado, com a mão no ombro do meu pai. Ficamos os três em silêncio, havia uma tensão no ar.

— Então... Foi bom?

Meu pai perguntou, olhando em meus olhos. Eu estalei os olhos, minha respiração ficou acelerada, não consegui mentir.

— Sim...

Eu respondi sem pensar duas vezes, embora com receio. Meu tio apertou o ombro do meu pai; eu não entendi o que estava acontecendo ali, até que meu pai se levantou e abaixou a própria calça. O pau dele pulou rapidamente para fora, bem na minha frente; era um pau grande, veiudo e peludo.

Eu encarei aquele pau, a poucos sentimentos de mim, podia sentir o cheiro de macho, não era um cheiro tão forte quanto o do meu tio, mas era igualmente bom.

Eu senti meu próprio pau ficar duro em segundos e por impulso agarrei o pau do meu pai com uma das mãos e coloquei a cabeça rosada dentro da minha boca. Senti o gosto da baba do pau dele, fechei os olhos e comecei a movimentar a cabeça para frente e para trás, engolindo o pau dele inteiro.

Senti a mão do meu pai segurando minha cabeça e forçando-a contra o próprio pau. Eu engasguei, ele pressionou mais forte, eu engasguei mais, ele soltou minha cabeça e eu fui para trás, tirando o pau dele da boca e abrindo os olhos, e lá estava meu tio ao lado dele, também com o pau para fora em minha direção.

Comecei então a mamar meu tio, sentia o pau dele preencher minha boca enquanto eu punhetava meu pai. Fui revezando, chupava o pau de um enquanto tocava uma para o outro.

Eu estava com muito tesão, sentia meu pau latejando e babando. Os dois estavam gemendo muito, eles se beijavam enquanto eu os mamava igual a um bezerro.

Meu pai então deitou na cama, com as pernas abertas, meu tio se posicionava entre as pernas do meu pai.

— Vem cá, Lucas, deixa eu ver se seu pau é tão gostoso igual seu tio me disse que era...

Imediatamente eu abaixei minhas calças e me aproximei do meu pai. Ele segurou minha bunda, puxando-me para mais perto. Ele lambeu a baba que escorria da cabeça do meu pau, depois o engoliu em uma só bocada, indo para frente e para trás, mamando-me com vontade.

Meu tio cuspiu no próprio pau e encaixou a cabeça do pau no cu do meu pai, forçando para entrar.

— Caralho, cara, tá com o cu apertadinho.

Meu tio disse enquanto empurrava. Quando o pau dele finalmente entrou, meu pai gemeu alto. Eu estava em êxtase; meu pai me mamando, começou a me dedar. Os três estávamos gemendo alto; meu tio fodia meu pai com força, meu pai gemia com o meu pau ainda na sua boca.

Então meu pai me puxa, me fazendo subir na cama, eu entendi o que ele queria na mesma hora. Sem rodeio subi encima dele, meu tio molhou os dedos com cuspe e passou no meu anel, guiando meu quadril encaixando meu cuzinho no pau do meu pai.

Eu sentei, senti o pau do meu pai entrar, dessa vez foi mais fácil, pois meu tio já havia aberto caminho mais cedo. Comecei a cavalgar no meu pai, meu tio me segurando por trás, ainda metendo no cu do meu pai. O meu pai gemia de prazer, sentindo meu cuzinho engolir seu pau enquanto meu tio o fodia com força.

Meu pai me puxou me fazendo deitar sobre ele, ele me abraçou forte, senti meu tio passando a mão nas minhas costas e colocando um dedo dentro do meu cu, com o pau do meu pai ainda lá dentro. Eu estava muito ofegante, o tesão que eu sentia fazia meu corpo tremer.

Senti o pau do meu tio encostando na bordinha do meu cu, ele começou a pressionar, senti novamente aquela sensação de que meu cu estava sendo arregaçado. Aos poucos, o pau do meu tio foi abrindo espaço e entrando no meu cu, com o pau do meu pai ainda lá dentro.

Os dois comecaram a bombar em mim, agora eu já estava gritando, urrando, sentia o pau dos dois pulsando dentro de mim, saindo e entrando, me rasgando. Meu pai me apertava e me segurava firme em seus braços.

Não aguentei por muito tempo; logo meu pau, que estava roçando na barriga do meu pai, começou a jorrar. Eu gozei, sentia a minha porra melecar meu pai todo. Meu cu começou a piscar, tentando empurrar o pau dos dois para fora enquanto eu gozava.

— Caralho!!!

Meu pai e meu tio gritaram ao mesmo tempo; eu senti ambos leitearem em meu cu, senti o leite quente dos dois preencher meu rabo e escorrer pelas minhas coxas.

Meu tio deitou sobre mim; ficamos os três deitados, meu pai, eu e meu tio em sanduíche, um em cima do outro por uns minutos, ambos suados e ofegantes. Eu mal sentia as minhas pernas.

Um tempo depois, nós levantamos; o sol já estava nascendo. Fomos os três juntos para o banho, nos lavamos. Meu pai disse que eu não precisaria ir à escola naquele dia, pois eu deveria estar muito cansado.

Enquanto tomávamos café da manhã, trocamos carícias, beijos, pegadas safadas, nos divertimos. Meu pai convenceu meu tio a ficar mais um tempo na nossa casa, e assim nós revivemos várias e várias vezes esse segredo de família.


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Comentários


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alda Comentou em 09/04/2026

Rapaz, seus contos nos leva a imaginar toda a cena, e se sentir na história, muito bom.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredo de Família - Parte IV

Codigo do conto:
258961

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/04/2026

Quant.de Votos:
4

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