Vez ou outra meu tio colocava o pé por dentro da minha camiseta ou puxava meu calção de leve com o pé, me provocando. Eu, com a almofada no colo, disfarçando que estava de pau duro, tentando manter a postura para meu pai não perceber essa "brincadeirinha".
Minha tentativa de agir normalmente foi por água abaixo quando meu tio colocou os pés sobre a almofada que estava no meu colo.
— Oh, Luquinhas, faz uma massagem nos pés do seu tio aí, eu tô quebrando, faz esse favorzinho pra mim?
Olhei para o meu pai de imediato; ele estava nos encarando com uma sobrancelha levantada. Meu tio balançou os pés e deu um sorriso.
— Ah, por favor, Luquinhas, não vai deixar o seu titio na mão.
— Er... Tá, tá bom...
Respondi sem jeito e comecei a massagear os pés dele; ele tinha os pés tão grandes quanto o pau, deveria calçar 44 ou até mais. Meu pai nos observou atentamente.
— Que boiolagem é essa de vocês dois?
Ele perguntou, intrigado, quando meu tio arremessou uma almofada nele.
— Deixa de inveja, você queria estar no meu lugar.
Meu tio disse em tom de brincadeira; meu pai sorriu, tirou as meias dos pés, sentou de lado na poltrona, apoiando os pés próximos a mim.
— Então faz no pai também, Lucas!
Meu pai disse, ambos riram, menos eu. Eu fiquei com vergonha, porém com um estranho tesão em estar naquela situação. Os pés do meu pai eram menores, mas ainda assim grandes, talvez número 40; nunca tinha reparado nisso antes. Eu já estava lá mesmo, então massageei os pés dos dois.
Depois disso, fomos todos deitar. Eu só conseguia pensar no que havia acontecido mais cedo, com meu tio... Não conseguia tirar aquele pau da minha cabeça, eu estava enlouquecido, eu queria mais, no entanto sabia que, quando eu voltasse da escola no dia seguinte, meu tio já não estaria mais ali, pois ele havia alugado uma casa em outra cidade, meio longe de longe eu morava e iria embora amanhã na parte da manhã.
Eu me virava de um lado para o outro, sem conseguir dormir de tesão. Foi então que eu me levantei, bem devagar, sem fazer barulho, fui até a sala. Meu tio estava deitado no sofá; como sempre, ele usava apenas uma cueca velha, com o lençol jogado no chão.
— Tio? Tio?
Falei baixo, me aproximei dele; ele parecia estar dormindo, então dei meia-volta e fui em direção ao meu quarto quando ouvi um sussurro.
— Ei, garoto...
Meu coração disparou, eu parei e me virei; meu tio estava sentado no sofá. Estava escuro, mas eu podia ver o sorriso dele. Eu me aproximei e sentei ao lado dele no sofá.
— O que houve? Teve pesadelos?
Ele perguntou, colocando a mão no meu ombro.
— Não é isso... Eu, eu não consigo dormir...
— Você pode ficar aqui comigo se quiser; eu te faço companhia.
Ele me puxou para perto dele, eu encostei a cabeça em seu ombro e suspirei; ele me apertou forte. Ficamos assim por uns minutos, até que eu me afastei, fiquei sentado alguns segundos e me levantei.
— Acho melhor eu ir, amanhã tenho aula...
Sussurrei enquanto começava a me afastar. Foi então que meu tio se levantou, segurou meu braço e me puxou para ele. Rapidamente me segurou pela cintura e me deu um beijo. Eu fiquei assustado, mas retribuí.
Nos beijamos intensamente, ele me apertava com força, passava a mão nas minhas costas, na minha nuca, na minha bunda...
— Quero que você fique, ainda precisamos terminar algo...
Ele sussurrou entre o beijo. Eu não disse nada, só o empurrei para o sofá, fazendo-o sentar. Eu subi em cima dele e voltamos a nos beijar. Ele, aos poucos, começou a tirar minha camiseta. Me segurando forte, ele beijava meu pescoço, mordiscava minha orelha, me lambia, eu estava indo à loucura. De vez em quando acabava soltando um gemido baixo, abafado.
— Moleque, você é uma delícia...
— Você é bem mais... Tio...
Então ele me deitou no sofá e ficou entre minhas pernas, ainda me beijando. Foi descendo os beijos no meu pescoço, no meu peito, na minha barriga, até chegar no meu calção, tirando-o com um puxão.
Em seguida, começou a chupar meu pau, eu soltei um gemido, logo em seguida senti a mão dele tapando minha boca com força.
— Não queremos acordar meu irmão...
Ele sussurrou, ainda com a mão na minha boca, continuou a mamar meu pau com vontade, ele chupava, passava a língua da base até a cabeça, eu me contorcia de tesão. Ele foi descendo a língua pelas minhas bolas, até chegar à entrada do meu anel. Foi quando eu o empurrei.
— Eu... Eu nunca...
Tentei sussurrar, mas ele tapou minha boca novamente.
— Então eu serei o primeiro...
Ele sussurrou, eu estava tremendo de tanto tesão, de desejo de sentir aquele pau pulsando dentro do meu cu. Dei um sorriso e acenei positivamente com a cabeça. Ele me colocou de quatro e começou a linguar meu cuzinho, passava a língua ao redor do meu anel, depois metia a língua bem fundo no meu cu, repetidas vezes, enquanto eu apertava o rosto contra uma almofada para abafar meus gemidos.
Então ele parou um segundo, senti ele se ajeitando atrás de mim e segurando minha bunda com as duas mãos, afastando as nádegas, dando visão total ao meu cuzinho que piscava, sedento para receber aquela geba enorme.
— Isso pode doer um pouco...
Ele sussurrou, eu estava implorando por aquilo. Lembro de ter respondido "uhum" de forma rápida. Eu não estava nem aí para a dor, só queria aquele pau em mim. Foi quando ele deu uma escarrada silenciosa e cuspiu no meu cu. Senti a baba escorrer levemente e logo em seguida, veio a cabeça do pau dele encostando no meu anel e fazendo uma leve pressão pra entrar.
— Lá vai... Fica quietinho aí, seu puto...
Ele disse baixinho e empurrou, eu senti... E como eu senti... A cabeça entrou, foi como se meu cu estivesse se rasgando. Eu mordi a almofada e soltei um gemido alto de dor.
Meu tio apoiou o corpo dele sobre o meu, apertando minha cabeça contra a almofada com a mão, para abafar meus gemidos, ao mesmo tempo, também empurrando o restante daquele pau grosso e enorme dentro de mim, me rasgando inteiro. Eu dei mais um gemido alto, dessa vez mais abafado pela pressão que ele estava fazendo na minha cabeça, tentei me mover, mas ele me segurava com força.
— Fica quieto, você está louco? Vai acordar o seu pai, seu desgraçado.
Eu nunca tinha sentido tanta dor assim, e eu nunca tinha sentido tanto prazer assim também, aquele pau quente latejando dentro de mim, meu tio me segurando com força, eu estava entregue ao desejo, não conseguia pensar em mais nada.
— Me fode...
Eu falei em alto e bom tom, ainda que tenha saído abafado pela almofada na minha cara. Nesse momento, meu tio tirou a mão que estava forçando minha cabeça, apoiando as duas mãos nas minhas costas. Senti o corpo dele se afastando do meu, o pau dele saindo lentamente de dentro de mim, mas não por completo, e logo em seguida voltando a entrar com força. Eu já não sentia dor, apenas prazer, desejo, tesão.
Ele começou a socar, socava com força, me fodendo com vontade. Eu sentia aquele pauzão enorme preencher todo meu cuzinho enquanto mordia com força a almofada. Eu estava delirando, ele estava massetando com força e sem dó, as estocadas chegavam a estralar. Eu gemia ainda com o rosto na almofada para abafar o som, enquanto meu tio me fodia gostoso segurando com força meu quadril. Até que... Uma luz se acende.
— Mas que porra é essa que está acontecendo aqui?
Eu e meu tio ficamos imóveis por alguns segundos ao ouvir esta frase, meu tio que estava sobre mim levantou rapidamente cobrindo o pau com as mãos, eu me virei também procurando algo para me cobrir. Sim, meu pai havia acordado...
Meu pai nos olhava incrédulo do que havia visto, o irmão dele, fodendo o filho dele, na casa dele...
Nossa, não tem como não ficar excitado com seus contos, muito bons.