Me chamo Carlos, 32 anos, casado há 10 anos. Tenho dois filhos com minha esposa, um de 6 anos e o outro com 2. Eu e minha esposa temos uma ótima convivência, sempre nos demos muito bem, apesar de não treparmos com tanta frequência.
Ao chegar na chácara, descemos do carro; minha esposa levou as crianças para dentro de casa, enquanto eu descarreguei as malas. Estávamos visitando para ver a situação em que a chácara se encontrava, visto que fazia anos que eu não a visitava.
Bom, por incrível que pareça, a chácara estava em ótimas condições, a casa estava bem, os móveis bem cuidados, os animais bonitos e saudáveis, grama bem aparada. Surpreendi-me com o bom estado em que ela se encontrava; certamente renderia um bom dinheiro ao vendê-la.
Amém, da casa principal a chácara contava com celeiro, onde os animais estavam, e um pequeno casebre, onde morava o chacreiro. Ele era um antigo amigo do meu pai; eles cresceram juntos por aqui. Quando meu pai se mudou para a cidade, deixou a chácara aos cuidados dele.
Após eu e minha esposa desfazermos as malas, fui até a casa do chacreiro para conversar, verificar se havia alguma pendência, ver como estavam as coisas e anunciar que colocaríamos a chácara à venda. Bati na porta e, logo em seguida, ele abriu.
— Opa, seu Marcos, como o senhor está? Eu sou o Carlos, filho do Matias. O senhor lembra de mim, né?
Eu disse, estendendo a mão e cumprimentando-o. Seu Marcos era um cara robusto, alto, deveria ter por volta de 50 anos, a mesma idade do meu falecido pai, pele bronzeada do sol, não aparentava a idade que tinha, pois tinha um bom físico, a não ser pelo cabelo e barba grisalhos.
— Carlinhos, há quanto tempo? Você está um homem feito já; a última vez que eu te vi, você batia na minha cintura.
Ele respondeu com um sorriso, apertando minha mão e me convidou a entrar. Eu entrei e sentei no sofá; era uma casa pequena, mas muito aconchegante. Até onde eu sabia, o seu Marcos nunca tinha se casado, não tinha filhos e vivia sozinho ali.
Conversamos um pouco, ele perguntou sobre a vida, falei da minha esposa, meus filhos e, por fim, eu falei sobre minhas intenções com a chácara. Ele ficou visivelmente desapontado, mas respeitou e não questionou minha decisão em vender o local.
Mais tarde, no mesmo dia, já estava anoitecendo; era por volta de 19h. Eu fui até o carro, pois precisava ir ao mercado comprar algumas coisas que faltavam, porém o carro não ligou. Tentei várias vezes e nada. Na chácara, os celulares não tinham sinal de rede para procurar por um mecânico.
Fui até a casa do seu Marcos; lembrei que meu pai havia comentado que o seu Marcos resolvia qualquer problema. Bati na porta e ele me atendeu com um sorriso.
— Carlinhos, diga o que precisa, meu rapaz.
— Tô com um puta problema, seu Marcos. Acho que meu carro pifou, não liga de jeito nenhum. O senhor entende algo de mecânica?
— Hmmm, entendo o básico, rapaz, mas vamos ver o que aconteceu com o possante; talvez eu consiga resolver.
Eu acenei com a cabeça e sorri; ele me acompanhou até o carro, abriu o capô, mexeu aqui e ali, então pediu para eu tentar ligar. Eu girei a chave e nada.
— Isso aí é só a bateria, Carlinhos. Tenho uns cabos lá no celeiro, é só fazer uma chupetinha com o meu carro e já resolve.
— Que bom que é fácil de resolver; eu não entendo nada de carro, seu Marcos...
— Você é igualzinho ao seu pai!
Ele riu e me pediu para acompanhá-lo até o celeiro. Nós entramos, ele procurou os cabos, mas não os encontrou.
— Onde coloquei essa porra de cabo...
Ele disse enquanto coçava a cabeça, olhando para os lados; em seguida, pegou uma escada velha e apoiou-a no armário.
— Segura aqui, Carlinhos, deve estar nessas caixas aqui em cima.
Ele subiu na escada, começou a revirar umas caixas velhas. Eu estava segurando a escada, como ele havia me pedido. Minha cabeça estava bem de frente para o shorts que o seu Marcos usava. Não pude deixar de notar que ele não estava de cueca; ele estava com o pau meia-bomba, balangando solto no shorts, bem de frente com a minha cara.
— Cuidado com isso aí...
Eu disse, inclinando meu rosto para trás. Ele parou de mexer na caixa e olhou para baixo, confuso.
— "Com isso aí"?
Ele repetiu sem entender do que estava me referindo.
— Tá com o pau quase esfregando na minha cara, seu Marcos...
Ele deu risada, apertou o pau por dentro do calção e deu uma balançada no pau.
— Tem medo de piroca, é?
— Não tenho medo, só não curto essas paradas. Meu negócio é buceta, seu Marcos...
Ele deu risada, me analisando por uns segundos; logo em seguida meteu a mão por dentro do short e puxou a vara para fora. Aquele pau meia-bomba começou a enrijecer bem na minha frente, na verdade, quase na minha cara.
Ele tinha um pau relativamente grave, com veias grandes e roxas; a cabeça estava parcialmente escondida pelo prepúcio, deixando à mostra uma pontinha rosada. Era peludo e grisalho. Eu arregalei os olhos e fui um pouco para trás.
— Que foi? Nunca viu uma benga antes?
— Sai fora, cara, eu já disse que não curto essa parada, não, seu Marcos, guarda isso aí...
Ele estava certo, eu nunca tinha visto o pau de outro homem assim, frente a frente, ao vivo. Embora tenha estranhado a situação, uma certa curiosidade foi despertada em mim; por algum motivo, não consegui desviar o olhar daquela vara.
— Não curte, é? Então me diz aí por que não parou de olhar ainda...
Eu engoli em seco; ele sacou... Desviei o olhar após ele dizer aquilo, fiquei em silêncio com o olhar baixo, olhando para o lado. O seu Marcos sacudiu aquele pauzão para cima e para baixo.
— Vamos, não seja tímido, deu pra sacar que você está afim.
Eu voltei a olhar para o pau dele; era realmente uma bela ferramenta. Meu pau começou a subir dentro da calça; o que eu senti foi um desejo estranho e até então desconhecido. Eu ergui a cabeça, olhando para o rosto do seu Marcos; ele me olhava com um sorriso malicioso.
— Pode pegar, se é isso que você quer...
Eu estava aguardando por essas palavras; imediatamente segurei o pau dele, puxando a pele para trás, revelando aquele cabeção grande e rosado que estava todo babado.
Comecei a movimentar a mão, para frente e para trás, punhetando com vontade o pau do seu Marcos. Eu estava consumido pelo desejo; tudo aquilo era muito estranho para mim, mas, ao mesmo tempo, sentia um desejo incontrolável.
Bater uma punha para ele e sentir aquele pau babando na minha mão me fez fazer o impensável. Quando me dei conta, já estava com o pau do seu Marcos na minha boca; eu chupava aquele cacete com vontade, ele gemia, segurando-se na escada.
Então ele se afastou, tirando a pau todo babado da minha boca. Ele desceu da escada e se apaixonou por mim, me agarrou pela cintura e me deu um beijo molhado. Ao mesmo tempo, enfiou a mão áspera por dentro da minha calça, apertando com força minha bunda.
Eu afastei-o de mim e rapidamente comecei a tirar minha camiseta e abaixei as calças. Seu Marcos me olhava com malícia; ele fez o mesmo, tirou a camisa e o shorts. Voltamos a nos beijar; ele passava a mão áspera pelo meu corpo, me guiou até um monte de feno enquanto me beijava. Eu deitei e ele se deitou sobre mim, com a rola roçando uma na outra.
Ele foi descendo a língua pelo meu corpo até chegar no meu pau, começando a me mamar gostoso. Eu gemia alto; fazia anos que não recebia uma boa mamada. Senti a mão dele abrindo minhas pernas, ainda com meu pau na boca, chupando. Ele começou a passar o dedo na bordinha do meu cu, eu me contorcia de prazer e tesão.
Ele me virou de costas, eu fiquei de quatro, ele enfiou dois dedos na boca e meteu logo os dedos no meu cu, sem dó. Eu soltei um grito e me contorci de dor e prazer, enquanto ele tirava e colocava os dedos no meu cu.
— Ah, caralho, me fode, seu Marcos!!!
Eu implorei para ele me comer. Sem se demorar, ele cuspiu no meu cu e no próprio pau. Senti a cabeça do pau dele encostar no meu cu e, em seguida, pressionar para entrar. Senti o pau dele me arrombando ao entrar todo de uma vez, sem dó.
Eu gemia alto de prazer; seu Marcos começou a foder meu cu com força, ele gemia alto também, dando tapas na minha bunda.
— Isso, empina esse rabo pra mim igual a uma putinha.
Ele dizia, eu de quatro, empinava a bunda e rebolava o rabo para ele, sentindo aquele pau dentro de mim me rasgando. Eu gemia como uma cadela a cada tapa que ele dava na minha bunda.
Seu Marcos parou de meter e se deitou. Eu rapidamente subi por cima, encaixando o pau dele no meu cuzinho, começando a cavalgar. Eu sentava com vontade naquele macho, sentia o pau dele saindo e entrando no meu cu. Ele gemia enquanto segurava na minha cintura com as duas mãos.
— Isso, sua putinha, senta bem gostoso na minha vara.
Ele falava e eu obedecia, continuei sentando com força, tomado pelo prazer, gemendo. Ele colocou a mão no meu pau e começou a tocar uma para mim enquanto eu cavalgava; eu não resisti de tanto tesão.
— Caralho, eu vou...
Eu nem havia terminado a frase e comecei a gozar em vários jatos espessos. Seu Marcos me segurou com força e começou a bombar forte e rápido. Eu gemi igual a uma puta, pude sentir o pau dele jorrando leite dentro de mim antes de sair para fora do meu cu, espalhando porra por todo canto.
Nós dois levantamos, estávamos acabados, ambos suados, com feno grudado pelo corpo e melados de porra. Seu Marcos me segurou pela cintura e me beijou.
— Porra, guri, isso foi intenso.
— Sim, o senhor é uma máquina, seu Marcos...
— Vamos pra minha casa tomar um banho, ou vai ter que explicar pra tua mulher por que está tudo sujo e cheirando a sexo…
Eu concordei, nos vestimos e fomos tomar banho. Ele achou o cabo que procurávamos, fez a chupeta no meu carro, mas já estava tarde. Disse à minha mulher que o problema no carro havia sido pior do que realmente foi; por isso a demora. Ela não questionou.
No fim, nós decidimos não vender mais a chácara, e pelo menos uma vez por mês a gente volta pra cá; vez ou outra venho sozinho, assim posso aproveitar um pouco mais... Se é que me entende...
Morrendo de tesao lendo o conto, muitto excitante , fazia tempo q nao sentia esse tesao com um conto, delicia demais.
Preciso achar um caseiro assim para cuidar da minha chácara.
Muito bem escrito. Me deixou bem excitado ao ler.