Casada com meu cunhado e fodida pelo meu sobrinho

Casada com meu cunhado e fodida pelo meu sobrinho. Quando minha irmã estava para morrer, ela me pediu para cuidar de seus filhos. Casei-me com o marido dela e cuidei das crianças até o mais velho crescer... e ele cuidou de mim.

Não sei quando perdi o controle da minha vida. Talvez tenha sido quando, após a morte da minha irmã, aceitei o pedido de casamento de Pablo. Não foi amor que o levou a me pedir em casamento, mas a necessidade de encontrar alguém para cuidar de seus filhos, ocupar o lugar da mãe deles e manter a vida social do homem que nunca deixaria de me ver como a irmã da mulher que amava.

Aceitei a situação plenamente consciente do que se esperava de mim, com a esperança secreta de que, com o tempo, ele me visse como sua esposa, mas isso nunca aconteceu, e por anos oscilei entre a lembrança da minha irmã e a minha própria sombra.

Eu me dava muito bem com as crianças. Patrícia, a menina, me abraçava como se em meus braços pudesse recriar os da mãe, e eu retribuía essa esperança com imensa ternura. Lucas, que tinha 16 anos quando a mãe morreu, olhava para mim com respeito, ciente de que eu não era sua mãe, mas uma substituta necessária. Parei de usar meu perfume porque era o mesmo que a mãe dele usava, e o cheiro nas minhas mãos ou roupas o fazia sentir náuseas.

Patricia tinha puxado ao pai, mas eu não conseguia deixar de ver minha irmã em cada gesto de Lucas. O jeito como ele franzia a testa quando não gostava de algo, o riso contido idêntico ao dela. Eu os impedia de me ver desmoronar quando essas lembranças também me afetavam.

Então ele foi embora. Primeiro ele foi estudar, depois, após a universidade, trabalhar no exterior. Durante aqueles anos, mal o vi, apenas brevemente, sempre com pressa, com frases educadas e sorrisos fugazes. Até que ele partiu definitivamente, dois anos sem pôr os pés nesta casa.

Patrícia sempre esteve mais próxima de mim, até que mudou para Barcelona, casada com um banqueiro catalão.

Senti-me um tanto egoísta ao olhar para trás e para a minha vida, e, plenamente consciente de que a minha posição era invejável, não era a que eu sonhara. Vivia confortavelmente, tinha uma mesada considerável para gastar com coisas triviais como roupas, cortes de cabelo, academia, mas não me sentia completamente feliz.

Sentia-me presa na minha vida e na minha casa. Pablo parecia sempre cansado demais para sair ou distraído demais para me ouvir quando eu puxava assunto sobre nós. Essa indiferença sufocava-me, e quando descobri que ele tinha uma amante, a minha primeira reação foi explodir tudo e deixá-lo.

Com mais calma, refleti e considerei o que eu perderia. Eu não era mais jovem o suficiente para ser jogada na rua, e não queria iniciar uma longa batalha judicial na qual ele certamente lidaria com as coisas melhor do que eu. Eu estava incompleta, frustrada, mas ao mesmo tempo, acomodada com a situação presente que se estendia desde o passado e avançaria para o futuro.

Discretamente, pela primeira vez no meu casamento, comecei a flertar com homens, mais pela sensação de ser vista do que por qualquer intenção de ser infiel. Apesar de todos esses anos de convivência, ele nunca me tocou, nunca me tomou como mulher, eu sempre seria a irmã de sua esposa e estava ali apenas para criar os filhos deles.

Naquele fim de semana, quando meu marido chegou, ele apareceu com Lucas.

"Olha quem está aqui!" ele me cumprimentou.

"Oi, tia..." ele disse, mas a palavra "tia" ficou suspensa em seus lábios, como se soasse estranha para ele.

Não sei se era o jeito dele de me encarar por um segundo a mais do que o necessário, mas prendi a respiração. Seu olhar, o de um homem, não era mais o do filho da minha irmã.

"Lucas! Que surpresa. Por que você não me contou que viria para casa?"

Ele havia estudado Engenharia, por pura sorte, porque viciado em velocidade e assim em cinemática. Como ele falava inglês fluentemente, havia viajado e trabalhado em diferentes países, e também falava alemão, sendo contratado por uma empresa alemã e morava atualmente em Düsseldorf. Era alto como o pai, um jovem esportivo e atlético com olhos negros penetrantes. Duas covinhas nas bochechas, herdadas da mãe, que eu não tinha. Não o via há dois anos. Ele não era mais o menino de quem me lembrava. Havia maturidade nele, a autoconfiança de alguém que havia vivido e viajado. Olhei para ele como se não o reconhecesse, e o achei mais homem, mais maduro.

O abraço que ele me deu foi forte demais para o que eu esperava. E naquele instante, quando seu corpo roçou no meu, lembrei-me da estranheza de seu olhar juvenil, que o tempo transformara em algo diferente.

Ele foi muito carinhoso e agradecido. Ofereci-lhe toda a minha hospitalidade, incentivando-o a se sentir em casa, o que ele fez.

Preparei o quarto dele, que tínhamos transformado em quarto de hóspedes — mais confortável, mas também mais impessoal —, onde algumas de suas lembranças já não estavam mais, tendo sido transferidas para o sótão, deixando a estante vazia e o armário limpo, ele se encarregaria de dar a destinação necessária aos seus objetos de infância.

Sentamos para conversar na sala de estar, e eu o questionei sobre toda a sua vida: a namorada que ele havia deixado, sua casa na Alemanha, quanto tempo ele ficaria.

"Vou trabalhar de casa, home office. Talvez eu fique por duas ou três semanas.”

Não sabia se era por causa do meu jeito sedutor desde que descobri a infidelidade do meu marido, mas notei que ele me seguia com os olhos quando me levantava para pegar café. Ele até olhou para as minhas pernas quando me sentei, de um jeito bem descarado.

"Você não vai tirar férias, pai?"

"Vou tirar três semanas de folga em agosto. Eu e o Arturo vamos nos cobrir."

Duvidava que ele realmente fosse tirar férias, porque isso significaria três semanas sem ver a Carolina, a amante dele. Ou talvez ele tivesse a audácia de trazê-la para passar férias perto de nós e continuar a vê-la durante o verão. Ingenuamente, pensei que ele não soubesse de nada, mas desde que o peguei conversando no banheiro um dia, sussurrando, investiguei até descobrir tudo.

E embora inicialmente eu tenha presumido que poderia ter alguma culpa por ele não me procurar, depois tentei direcionar as coisas para um rumo diferente para ver se isso o faria terminar com ela. Preparei um jantar especial à luz de velas para ele na sala de estar, comprei um vestido que considerei ousado e esperei por ele. Ele chegou tarde, cansado e tão grogue que nem reparou no vestido. Na cama, tentei fazê-lo relaxar, mostrei-lhe uma roupa sexy e, carinhosamente, ele me afastou, dizendo que estava exausto, que eu era sua cunhada e me agradeceu por criar e cuidar de seus filhos.

Desde então, não tentei mais, aceitando o status quo entre nós, limitando-me a pequenas paqueras e brincadeiras que nunca iam além disso, eu era casada, mas não tinha marido, essa era minha triste realidade.

Naquela noite, o pai dele deu a sua desculpa esfarrapada de sempre: trabalho atrasado, impossível de evitar. As mentiras dele já não me incomodavam, porque há muito tempo que tinha deixado de esperar algo dele. Na verdade, estava feliz por estar sozinha em casa com o Lucas.

"Gostaria de uma taça de vinho?", perguntei-lhe quando o vi aparecer na cozinha.

Fomos para a mesa no terraço. A brisa trazia aquele aroma de jasmim que sempre me lembrava da mãe dele. Ela adorava as noites de verão. Lembro-me de segurar sua mão quando éramos crianças, contemplando as estrelas. Agora, em seu lugar, eu estava diante do filho que ela deixara órfão, como se esperasse que as estrelas se lembrassem.

"Estes anos foram generosos com você", disse ele, quebrando o silêncio.

Também tinham sido generosos com ele. Sua barba curta o fazia parecer mais maduro. Havia uma firmeza diferente em seu olhar, como se estivesse me despindo lentamente.

Lembrei-me de quando o abordei após a morte de sua mãe: a mão trêmula que ele me permitiu segurar, o jeito como evitava me olhar, como se aceitar minha ajuda fosse traí-la.

"Na minha idade, é difícil melhorar", respondi, com a voz mais baixa do que pretendia.

"Bem, você melhorou. Eu a acho... diferente", murmurou ele, como se tivesse se arrependido de ter dito aquilo no instante em que as palavras escaparam.

Por discrição, não quis perguntar o que ela havia notado de diferente em mim.

A noite avançava, a garrafa de vinho diminuía e ríamos cada vez mais, como cúmplices de algo que eu nem sequer ousava imaginar. Quando ela me serviu o último copo, seu braço roçou no meu, e o calor me percorreu como uma batida do coração.

Não dissemos nada, mas senti que a barreira invisível que nos protegera por anos havia desaparecido.

Naturalmente, nos dias seguintes, quando o pai dela raramente estava por perto, nossas conversas foram se prolongando. Percebi que, à medida que ela se sentia mais à vontade, nunca deixava de sorrir enquanto conversávamos, nem escondia o olhar penetrante que me examinava sutilmente da cabeça aos pés.

Ele não tinha consciência do brilho nos meus olhos, nem do riso cúmplice que seus comentários sobre o seu dia a dia provocavam em mim. A aproximação, que começou como uma forma de fazê-lo se sentir em casa, sem que ele percebesse o perigo, despertou em mim um sentimento de flerte inocente.

O pai dele ainda vivia no seu próprio mundo, com uma casa invejável, uma namorada que o fazia feliz e o filho com quem conversar sobre futebol ou política à noite.

Embora estivesse acostumada a ser o centro das atenções dos homens da nossa idade e círculo social, não estava acostumada ao flerte constante e persistente. Cada vez que Lucas se aproximava, com os cabelos rebeldes caindo sobre a testa, eu sentia o calor subir pelo meu corpo.

A princípio, tentei me convencer de que suas atenções eram bobagens. "Jovens são assim, ele tem só 26 anos, faz parte do envelhecimento", pensei, mas sem perceber, comecei a pensar nas minhas roupas e passei a usar vestidos mais justos. De manhã, antes de sair para tomar café da manhã, demorava um pouco mais em frente ao espelho, maquiando-me com mais cuidado. Em vez de prender o cabelo como de costume, penteava-o e deixava-o cair sobre os ombros.

Eu estava usando um roupão de seda novo, mais ajustado, mais moderno, que eu havia comprado quando tentei chamar a atenção de Pablo, mas ele nem percebeu. Quando Lucas me viu, embora eu tenha fingido não notar sua reação, percebi que seu olhar se demorou meio segundo a mais do que o normal quando ele me cumprimentou. Foi sutil, quase imperceptível. Eu havia deixado de ser transparente em casa, e algo dentro de mim se acendeu. Eu tinha um homem que me via como mulher.

Certa manhã, precisei comparecer a uma reunião da associação de moradores. Depois que Pablo saiu, deixei a água quente do chuveiro cair sobre meu corpo, demorando-se mais do que o habitual. Ao sair, peguei uma toalha e me enrolei cuidadosamente nela, deixando o algodão macio deslizar sobre minha pele ainda úmida.

Me admirei no espelho. Eu ainda estava bonita. Meu rosto mantinha uma tez suave, com um leve bronzeado que ficava bem mais escuro no verão. Meus seios, fartos e firmes, ainda conservavam o frescor da juventude, eu era uma bela coroa, no auge de seus 40 anos.

Graças a nunca ter engravidado, meu corpo permanecia esguio, embora eu nunca tenha conseguido mudar minha constituição física, e as horas na academia não conseguiram reduzir o tamanho do meu bumbum, que, no entanto, continuava firme e empinado, atraindo olhares tanto de homens quanto de mulheres.

Eu tenho quadris largos, que aprendi a mover com um ritmo natural que agradava principalmente a um público mais maduro. Mas era inevitável.

Coloquei meu sutiã, que realçou meus seios como duas frutas maduras prestes a estourar, e a calcinha de cintura alta, estilo brasileiro, que se insinuava entre as curvas da minha pélvis, acariciando descaradamente minha virilha. Meus longos cabelos castanhos, lisos e com mechas, caíam em cascata pelas minhas costas.

De repente, pelo reflexo no espelho, eu o vi encostado no batente da porta, me observando.

Seus olhos não piscaram, hipnotizados pelo espetáculo involuntário que eu lhe oferecia sem querer. Ele vestia jeans surrados e uma camiseta preta justa, com uma pose arrogante e as mãos nos bolsos, escondendo uma evidente ereção que vislumbrei.

"Que diabos...?" murmurei, me virando bruscamente. "Há quanto tempo você está aí, Lucas?" gritei.

Ao ver minha reação agitada, ele deu um passo para trás abruptamente e desapareceu. Para minha surpresa, não me senti irritada, mas sim insegura. Milhares de perguntas passaram pela minha cabeça: ele estava me encarando porque se sentia atraído por mim, ou era apenas um jogo voyeurístico? O que ele pensava de um corpo tão maduro?

Voltei correndo para o meu quarto, tentando acalmar os nervos.

Enquanto me vestia, a lembrança do olhar dele fixo em mim despertou um calor que tentei ignorar imediatamente. Disse a mim mesma que a culpa era minha por não ter parado o jogo antes; me sentia uma mulher deslocada, que havia provocado o filho da minha irmã, o filho do meu marido. Não podia sair dali com a tensão sem resolver. Fui até a cozinha, determinada a amenizar a situação.

"Outro café?", perguntei, vendo que ele já havia servido um.

"Eu... não...", gaguejou ele, respirando com dificuldade. "Não bebo mais de um por dia."

"Bom hábito." "Eu também devia cortar o meu", acrescentei com um sorriso forçado.

"Desculpe pelo que aconteceu no banheiro. Eu te vi em frente ao espelho e não pude deixar de notar", ele se desculpou, hesitante.

Agradeci sua sinceridade e o fato de ele não estar tentando me culpar pelo ocorrido.

"Não é importante. Não será o primeiro ou último corpo nu que você verá."

"Se não se importa que eu diga, tia... Você tem um corpo lindo na sua idade."

Para a minha idade, claro! Minha idade não impediu meu coração de acelerar. Tentei normalizar a situação e direcionar a conversa para outro rumo.

"Não conversamos muito sobre como você está. Está se adaptando de novo aqui? Sente falta da Alemanha? Já está saindo com alguma tia por aqui?", perguntei, na esperança de aliviar a tensão.

"Fiz alguns amigos, mas... eu tenho... eu tenho uma espécie de namorada lá", ele respondeu sem tirar os olhos de mim.

"Ah!" respondi, surpresa. "Vocês estão juntos há muito tempo?"

O jeito como ele virou a cabeça para me olhar de soslaio deixou claro que ele também estava desconfortável com o que tinha acontecido.

"Bem, um ano. Embora tenha havido alguns intervalos."

"É a bela fase do amor."

"Bem... eu realmente não sei. Não tenho certeza. Quando você está com alguém por um tempo, acaba entrando numa rotina sem perceber."

"Um ano é rotina? Rotina é o que casais casados há anos fazem, ou melhor, o que nós fazíamos, agora é rotina."

"Parece que você e meu pai se dão muito bem", disse ele, surpreso.

"Aprendemos a aceitar as coisas como elas são." Hesitei, sem saber se deveria contar a ele sobre minha intimidade. "Mas seu pai sente falta de outras coisas..." respondi, sem saber por que tinha dito aquilo.

"Como o quê?" perguntou ele, curioso.

"Não sei bem." Fiquei em silêncio por um instante, sem saber se deveria falar, mas, no fim, decidi não dizer nada. Sorri e me despedi.

"Preciso ir, estou atrasada."

Antes que eu pudesse sair da cozinha, ele me interrompeu.

"Tia... Elena... Estou tão feliz que você se sacrificou por nós."

Quando me vi sozinha lá fora, minha confiança desmoronou. Lucas tinha tudo que atrai a atenção em um homem: era bonito, educado, um tanto arrogante, envolto em um brilho juvenil. Ele me lembrava muito a mãe dele. "Não pode ser, ele é meu sobrinho", pensei, tentando conter minhas fantasias. Ele era um reflexo do que Pablo tinha sido um dia. Era antes do tempo o domar, por mais que ele tentasse negar o envelhecimento.

A imagem de Lucas me olhando seminua me assombrou a manhã toda. Mal prestei atenção na reunião. Pablo ligou para avisar que chegaria tarde naquela noite. Parecia que o diabo queria me testar. Me despedi rapidamente depois e cheguei em casa nervosa.

Ele não estava lá. De manhã, ele costumava caminhar, ou então correr. Me senti culpada pelo interesse que havia despertado em Lucas, mas, refletindo, decidi que era capaz de controlar seu desejo como uma adulta, sem temer as consequências.

Fui tomar banho novamente, sem saber se para purificar meus pensamentos ou para aliviar o calor que sentia na virilha. Com a liberdade de estar sozinha em casa, deixei a água morna correr sobre meu corpo nu e permiti que minha mente vagasse livremente. Imaginei suas mãos me acariciando e me abraçando.

Um fogo começou a arder dentro de mim, como se me consumisse. Ouvi uma música sensual e meus dedos começaram a dançar sobre minha vagina, imersos em um turbilhão ao meu redor, no qual eu girava, ansiando pelo calor do amor físico.

Imaginei-o novamente diante do meu corpo nu, seus olhos embriagados de desejo, contemplando minha forma com excitação. Em minha fantasia, eu não conseguia aceitar sua recusa. "Quero deixar de ser uma dama e permitir que você satisfaça meus desejos mais ocultos." Não consegui resistir por mais tempo. Acelerei o ritmo dos meus dedos e um orgasmo prazeroso me invadiu como uma onda infinita de prazer, à qual me entreguei sem vergonha.

Embora não me orgulhasse de ter sucumbido à tentação sozinha, pelo menos me sentia calma. Estava ficando tarde, então fui para a cozinha e enquanto preparava o almoço, meu corpo continuava a tremer. O que estava acontecendo comigo? Pensei, passando a mão pelos cabelos molhados como se arrumá-los também arrumasse meus pensamentos. Há poucos dias, eu era uma mulher confiante, no controle de uma vida construída sobre certezas: casamento, lar, família. Passei anos sem questionar nada, aceitando a falta de paixão do meu marido, entendendo que ela poderia ser substituída por outras formas de amor. Mas descobrir a infidelidade de Pablo desestabilizou meu mundo. E agora, a chegada de Lucas despertou algo que eu pensava estar enterrado, me tentando a perder o equilíbrio, minha sexualidade tinha renascido como uma fênix das cinzas. O meu lado mulher e fêmea havia retornado com um vigor e uma intensidade que julguei jamais experimentar novamente, domada pelo compromisso de criar meus sobrinhos e de ser ignorada por um esposo que nunca me reclamou como mulher e pior tinha buscado fora de casa o que eu poderia lhe fornecer como parte do contrato de casamento.

Isso tinha que acabar, eu disse a mim mesma. Eu não precisava me envolver com uma fantasia que poderia virar minha vida de cabeça para baixo. Seria melhor encontrar um amante fora de casa. Essa ideia carcomia minha mente, meus intimo o tempo inteiro.

De repente, dei um pulo com um barulho atrás de mim. Virei-me e o vi parado na porta, me encarando com a mesma intensidade daquela manhã. Ele permanecia imóvel, quase sem respirar, com o olhar de um animal diante de sua presa. Senti um suor frio escorrer pelas minhas costas enquanto sustentava seu olhar. A tensão, longe de diminuir, continuava palpável. Eu não conseguia encontrar seu olhar e abaixei a cabeça, consciente de como meu próprio corpo reagia sem minha permissão.

Os únicos sons eram o motor da geladeira e minha própria respiração.

"Não te ouvi chegar. Já está pronto para comer?", perguntei, fingindo naturalidade.

"Não estamos esperando meu pai?"

"Ele me ligou. Não virá para o almoço e chegará tarde hoje."

Ele assentiu e sorriu.

“O que será que ele estava pensando?”

"O que você preparou?", perguntou com sua voz grave.

"Carne ao molho. Ficará pronta em 10 minutos."

Enquanto eu terminava de cozinhar, ele começou a pôr a mesa. Desde que me casei com o pai dele, eu havia incutido nele e na irmã a ideia de ajudar com pequenas tarefas compartilhadas, como pôr a mesa ou, às vezes, fazer café. Permaneci de costas para ele, observando o fogão.

De forma bastante natural, ele me surpreendeu.

"Não consigo tirar da cabeça o que aconteceu esta manhã."

Um arrepio percorreu meu corpo. Não me virei; não me atrevi a encará-lo.

"Não faça disso um grande dilema", respondi, sem demonstrar raiva.

O que eu não esperava era a reação dele. Ele me abraçou por trás, não como fazia quando ele era pequeno, mas como um homem abraça uma mulher. A respiração dele, na minha nuca, acelerou e a minha ficou irregular.

"Você não pensou no que aconteceu?"

Eu não sabia o que dizer. Não conseguia admitir. Me senti sobrecarregada, sufocada. Me virei; o olhar dele era fulminante.

"Não foi certo você me espionar, Lucas. Além disso, eu... eu sou casada com o seu pai e não tenho mais ilusões na vida..." eu disse, sem admitir que não tinha parado de pensar nisso.

"Sua idade não a impede de tremer quando sente meu olhar, como se fosse realmente uma velha. E meu pai nunca está em casa; ele não tem motivo para saber."

Estávamos cara a cara. Eu desprezava a arrogância com que ela considerava tudo como certo.

"Lucas. Nos conhecemos desde que você era criança. Tentei substituir sua mãe... Talvez eu tenha te confundido com ela por causa do meu jeito carinhoso, mas..."

"É tudo verdade. Mas desde que cheguei aqui, tudo mudou. Seu olhar não é o de uma tia... ou de uma mãe. É o de uma mulher."

"Essa confusão é normal, Lucas. Você é um rapaz jovem, atraente e charmoso, acostumado ao sucesso." A tia que...

"Não tem nada a ver com o meu sucesso. Você se sente sozinha, provavelmente nunca amou meu pai, casou-se com ele por nossa causa. E seu lado feminino parece vazio. Demorei muito para perceber isso."

Fiquei surpresa ao ouvir sua análise perspicaz, tão diferente da lembrança mais infantil que eu tinha dele.

"Casamento não é fácil. Depois de alguns anos, a gente cai na rotina."

"Você está cansada da sua vida entediante. Aproveite que estou aqui, podemos sair e fazer coisas diferentes."

Gostei da ideia dele de apimentar as coisas. Me deu vontade de me arrumar e sair para tomar um drinque, mas eu teria preferido que Pablo tivesse sugerido... ou um homem da minha idade, não meu sobrinho.

"Quer me levar ao parque como eu fazia quando éramos crianças?"

"Quero te levar para jantar, te levar para dançar... como meu pai deveria fazer."

Não havia dúvidas. Seu olhar não era o de uma criança preocupada com a mãe; era o de um homem que queria conquistar uma mulher. Comecei a perceber que ele não sentia nenhuma rejeição à ideia que lhe passava pela cabeça, pelo menos não uma rejeição geral.

"Fico lisonjeada com o seu interesse, Lucas, mas... sou uma mulher tradicional, nunca fui infiel a seu pai, mesmo ele...", forcei um sorriso.

Seu rosto mudou. Minha confissão de que eu entendia sua posição e estava pensando em outra coisa o encorajou.

"Entendo suas dúvidas, mas a situação te excita."

"O que você está dizendo?!" Levantei-me de um salto, negando sua afirmação.

"Embora não devesse ter acontecido... eu te quero, tia...!" ele deixou escapar, quase num sussurro que soava como um pedido de desculpas.

Meu sobrinho me desejava! O garfo ficou suspenso no ar, incapaz de levar a mordida à minha boca. Na verdade, eu sabia; Eu sabia disso desde o dia seguinte ao seu retorno, mas me recusava a abrir os olhos. Não conseguia admitir.

“Isso é loucura! Você não pode me ver como uma conquista…” respondi, ficando cada vez mais insegura. “Eu deveria ter parado com isso antes.”

Um sorriso cínico se espalhou pelo seu rosto.

“Você admite que sabia do meu desejo e entrou no jogo!” ele respondeu com uma autoconfiança que não conseguia disfarçar completamente seus verdadeiros sentimentos.

Meu coração disparou, pulsando uma mistura de paixão e confusão. Senti a pressão do meu próprio corpo. Pensei no risco de seu pai descobrir; isso destruiria a família. Sustentei seu olhar por um instante antes de desviar o olhar, derrotada pela audácia palpável de seu olhar desafiador, que havia deixado cair a máscara.

“Por favor, não me olhe assim, você está me intimidando”, murmurei, quase implorando, sem ousar encará-lo.

“Como você quer que eu olhe para você?” Ele disse, com a voz carregada de desejo e um ar desafiador.

Ele pegou minha mão por cima da mesa, com uma firmeza que me fez estremecer. Levantou-se, puxou-me para perto e eu não resisti, como se tivéssemos passado uma vida inteira esperando por aquele toque. O ar ficou denso, como uma corrente elétrica zumbindo nos meus ouvidos.

"O que você está fazendo, Lucas?" perguntei, com a voz trêmula, quase sem vida.

"Algo que nós dois queremos..." ele respondeu com confiança.

"Lucas, eu... eu não posso..."

"É só por causa do meu pai?"

Franzi a testa, sentindo minha confiança desmoronar. Ele estava tão perto que eu podia sentir o leve toque de sua respiração na minha pele.

"Não é só por causa dele", respondi, com a voz menos firme do que eu esperava.

Ele não desviou o olhar por um segundo, como se estivesse avaliando cada reação minha.

"Estamos sozinhos." "Relaxe", ele sussurrou, com um tom tão intenso que me hipnotizou.

Embora minha mente implorasse para que ele parasse, quando senti seus dedos roçarem suavemente meus ombros nus e deslizarem lentamente pelo meu corpo até a cintura, um arrepio percorreu meu corpo. O calor acelerou minha respiração, fazendo meus seios subirem e descerem. Tentei reunir forças.

"Lucas, pare..." sussurrei, minhas defesas desmoronando.

"Você não quer que eu pare", respondeu ele com confiança, como se já soubesse a resposta.

Nossas bocas permaneceram a meros centímetros de distância. Ficamos em silêncio por um tempo, durante o qual apenas o som de sua respiração e a minha respiração ofegante podiam ser ouvidos.

"Sou a esposa do seu pai..." eu disse, sem convicção.

“Mas não é a mulher dele!”

Mas ele não se importava com quem eu era, ou quem ele era; não se importava com os laços familiares, minha idade, meu estado civil ou as consequências. A única coisa que importava para ele era o fogo que o consumia e nos arrastava para um lugar de onde não haveria retorno.

"...Somos família, sua mãe era minha irmã..."

“Exato, você é minha tia!”

Que importava para ele! Seus olhos ardiam. Suas mãos se moviam rapidamente, sem me dar tempo para reagir. Ele amassava meus seios com uma mistura de fome e determinação que parecia devorar cada centímetro do meu corpo. Senti o rubor se espalhar pela minha pele como uma chama. Suas mãos subiram rapidamente, separando delicadamente as minhas, para envolver todo o perímetro, seus dedos afundando na carne macia enquanto ele as explorava com movimentos firmes, quase possessivos. Percebi um desejo animalesco em seus olhos que me excitou ainda mais.

"Você é muito jovem..."

“E você uma fruta madura, necessitando ser colhida!”

O cheiro da sua pele, o som da sua voz... O som da sua respiração me embriagava. Tudo o que eu sentia agora era a firmeza das suas mãos deslizando sobre a minha pele com a urgência de alguém que reprimiu o desejo por tempo demais. As pontas dos seus dedos me percorriam com ousadia, marcando cada curva, cada espaço, como se reivindicassem território proibido.

"Você quer isso, tia...!"

Tentei em vão resistir, agarrando-me aos seus braços.

"Eu não consigo... ai."

Um gemido escapou-me quando senti o seu corpo pressionar contra o meu, prendendo-me no calor da sua juventude, sentindo a força dos seus músculos tensionarem contra as minhas carnes.

Cada toque era puro fogo, e ambos estávamos à beira do incêndio. Só existiam ele e eu, e a forma como o seu corpo se encaixava perfeitamente no meu. Quando ele se inclinou e roçou os lábios nos meus, senti a necessidade de provar o seu beijo. Era um beijo suave, quase inocente, mas foi o suficiente para incendiá-lo completamente. Ele respondeu com avidez, devorando-me como se nunca tivesse provado lábios antes, num beijo repleto de luxúria, meu peito subindo e descendo rapidamente, minhas costas arqueando sob gemidos baixos e entrecortados, completamente entregue à sua vontade, enquanto eu deixava suas mãos explorarem o resto do meu corpo, traçando meus quadris, descendo até minhas nádegas, que eu o vira observar de soslaio. Eu não queria mais interromper o turbilhão de prazer, não queria escapar. Mas eu precisava dizer a ele.

"Por favor, pare!" implorei, fingindo tremer com seus beijos no pescoço.

"Você não quer que eu pare..."

Claro que não! Mas eu não conseguia continuar. Sem forças para resistir, naquele momento, um telefonema me salvou de cair do penhasco.
“É meu pai?"

"Sim. Ele disse estar com alguns clientes."

Ele deve ter visto a fúria no meu rosto.

"Você acha que ele está com alguém? Que está te traindo?"

Abaixei a cabeça, sem querer admitir, mas meu silêncio falou por mim.

"Que canalha!"

Ele me abraçou de um jeito diferente. Protetor, afetuoso, cúmplice. Seus carinhos eram diferentes. Enterrei a razão em algum canto escuro da minha mente, afogada naquele prazer obscuro que me fazia tremer com uma intensidade quase primitiva.

Mas eu não queria ser vítima do desejo apaixonado de um jovem, imaginando que eu era uma mulher desprezada e desesperada por sexo.

"Você gosta mesmo de mim, ou está apenas tentando preencher o vazio deixado pelo seu pai?"

"Você me excita tanto, tia. Que se dane meu pai."

Eu também não precisava de uma declaração de amor. Se eu conseguisse excitá-lo, mesmo que fosse só luxúria, eu ia aproveitar. Juntei-me a ele na mensagem para o pai. Que se dane ele!

Nos entregamos a um beijo voraz e faminto que dissipou qualquer dúvida, qualquer limite que eu pudesse ter. Quando senti sua boca quente e urgente na minha, nada mais importava: nem a culpa, nem a lembrança da minha irmã, nem meu marido dando desculpas sobre reuniões inexistentes. Esqueci tudo o que estava errado, tudo o que eu poderia perder, e me arrependi de não ter cedido antes.

Lucas, sentindo-se vitorioso, me levantou e me sentou sobre a mesa. Os pratos tilintaram, um caiu no chão e se estilhaçou, mas não paramos. Minhas mãos percorreram suas costas, enquanto as dele se aconchegavam em minha cintura com uma posse que não admitia contestação.

O mundo se resumiu àquela cozinha ensolarada, ao cheiro de vinho derramado, ao toque de sua pele contra a minha. Pela primeira vez em anos, senti-me parte de algo que não era um dever, mas um desejo.

A mesa, ainda posta, tornou-se o palco da nossa rendição: o pão rolou para o chão, a garrafa de vinho tombou, manchando a toalha de mesa, e senti tudo que sustentava meu mundo até então desmoronar num instante.

Sentada à mesa, minhas roupas se tornaram um obstáculo. Primeiro, ele levantou meu vestido até a cintura, revelando a lingerie branca da minha calcinha fio dental que mal cobria o necessário.

Seus olhos brilharam ao contemplar minha bunda nua. Ele engoliu em seco, deleitando-se com a visão, enquanto eu tentava justificar para mim mesma o que estava consentindo.

A mesa rangeu sob o peso dos nossos corpos. Seus dedos deslizaram lentamente sobre meus seios, apreciando o toque da minha pele e demorando-se nos meus mamilos inchados, roçando-os com as pontas dos dedos e provocando-os. Sua respiração ofegante se misturava aos meus gemidos.

"Quer que eu pare?", sussurrou ele, com um ar convencido, enquanto seus dedos apertavam minhas nádegas, deslizando delicadamente para baixo. A sensação de ser dominada me excitava. Eu não precisava mais fingir.

"Não pare", implorei, ofegante, certa de que nada existia além daquele momento. "Por favor, continue."

Ele acelerou o ritmo de seus movimentos, agora mais desesperados. A tensão em meu corpo aumentava a cada investida. Meu corpo começou a se mover ao ritmo de suas carícias frenéticas, apertando meus seios com força. Ele baixou uma das mãos até minha vagina, sincronizando... Ele se movia com um movimento simultâneo, uma mão acariciando meu seio e a outra inserindo dois dedos, enquanto eu me movia com uma intensidade animalesca, como se quisesse que ele me espremesse até a última gota e nossas bocas numa posse intensa e luxuriosa.

A devoção juvenil com que ele explorava cada centímetro do meu corpo me fazia sentir viva, desejada. A paixão desenfreada que eu via em Lucas contrastava fortemente com a monotonia do meu casamento e dos poucos momentos em que lembrava de ter feito sexo, onde nem sequer tive a chance de desfrutar desses momentos.

Por um segundo, pensei na minha irmã e disse, como se estivesse falando com ela, que eu havia cuidado dele como uma mãe, mas agora era a vez dele cuidar de mim. Eu sabia que era apenas uma desculpa para me justificar, mas precisava trazer um pouco de emoção de volta à minha vida, mesmo que apenas por uma vez.

"Você gosta?", ouvi-o perguntar.

O ritmo frenético com que ele explorava meu corpo não deixava espaço para mais dúvidas.

"Eu adoro", murmurei, sem fazer qualquer esforço para me recompor, completamente consumida pelo prazer.

Seus dedos penetraram fundo na minha vagina e eu iniciei um ritmo frenético de movimentos pélvicos. Lucas, pressionado contra mim, deixou seus dedos deslizarem dentro da minha vagina, acompanhando cada movimento.

Gemi de puro prazer, sentindo a intensidade dos movimentos me aproximar do orgasmo.

"Você tem uma bunda linda, tia", murmurou ele, abaixando as calças e revelando seu pênis ereto, firme, jovem e majestoso.

Eu já havia perdido o controle, arrebatada pelo desejo que me dominava completamente. Apressei-me em ajudá-lo a posicionar seu pênis dentro de mim. Eu estava desesperada para senti-lo dentro de mim.

O primeiro contato com seu pênis foi uma explosão de sensações. A firmeza do seu membro arrancou um gemido profundo de mim, um gemido que parecia escapar da minha própria alma. Sua boca, bem na altura da minha orelha, exalava o calor do seu hálito enquanto ambos tentávamos controlar nossa respiração acelerada.

Completamente entregue, abri bem as pernas para facilitar para ele, enquanto Lucas encontrava a posição certa para me penetrar completamente. Suas mãos rapidamente envolveram minha cintura, apertando minhas nádegas para me puxar contra ele.

O atrito do seu pênis contra as paredes da minha vagina era delicioso; a adrenalina e a excitação estavam me levando ao limite rápido demais.

"Devagar, Lucas, quero saborear isso", sussurrei.

Fechei os olhos, deixando a sensação de plenitude me envolver. Eu podia sentir seu calor enquanto ele penetrava minha vagina, aquele calor profundo dentro do meu corpo que eu não sentia com tanta intensidade há tanto tempo.

Com as mãos dele apertando minhas coxas e seu membro penetrando em ondas, uma onda de prazer me invadiu. À beira do clímax, arqueei as costas, pressentindo que o momento estava chegando, até que senti o fogo em meu ventre explodir em um orgasmo maravilhoso e desabei sobre o corpo de Lucas, que me amparou.

"Você gostou?", ele perguntou infantilmente.

Se eu gostei? Foi puro prazer. Mas não foi o suficiente.

"Você me fez flutuar nas nuvens! Mas você ainda não gozou", eu disse, vendo seu pau duro e vermelho.

"Vamos para a cama, quero gozar dentro de você."

“Essa frase causou um estremecimento em meu interior, eu não fazia sexo cotidianamente e portanto eu não me cuidava, desde que casei com Pablo há 10 anos, nunca mais tive sexo, apenas me masturbava, não sabia o que era o peso de um homem sobre meu corpo, e assim, não tinha a preocupação de controlar meu ciclo menstrual, no dia em que minha calcinha sujava, eu passava a usar o absorvente e foi assim nos últimos dez anos de minha vida”.

Fomos para o quarto dele; eu não queria me sentir culpada por trair Pablo na própria cama dele. Terminamos de nos despir e nos deitamos na cama. Coloquei a mão no peito dele, deslizando-a de um lado para o outro e para cima e para baixo, parando no seu membro, que tremeu ao meu toque.

"Parece que seu amiguinho quer continuar brincando."

"Ele está prontaopara uma segunda rodada. E você?", ele perguntou.

Eu já havia me rendido há muito tempo.

"Estou louca para você me foder numa cama de verdade", respondi, usando a língua dele.

Com um movimento firme, ele me virou, me forçando a ficar de joelhos na cama e para a frente até que minhas mãos tocassem a cabeceira. Minhas coxas se abriram um pouco, um gesto que confirmou minha entrega voluntária ao demônio sedutor que Lucas se tornara. Naquele instante, qualquer vestígio de resistência moral se desfez.

Ele se posicionou atrás de mim, movendo-se com urgência. Suas mãos percorreram minhas costas, deslizando para frente até encontrarem meus seios, que ele apertou com a mesma força que usara no corredor, seus dedos cravando-se até que se moldassem ao seu toque. Suas mãos desceram até meus quadris, seus dedos deslizando em direção às minhas nádegas.

Sentindo seu pênis, deixei minha cabeça cair para frente, meus gemidos ecoando pelo quarto, e quando ele conseguiu penetrá-lo completamente, soltei um grito de prazer para liberar o fogo que me consumia.

Seus movimentos eram rítmicos e profundos, criando um som úmido quando nossos corpos se tocavam, como se cada canto do quarto vibrasse ao ritmo das estocadas de Lucas.

Eu já estava completamente em êxtase e acompanhei suas estocadas com um ritmo pélvico sincronizado com seu pênis em uma dança sexual que eu nunca havia dançado antes, acostumada apenas a suportar a posição do homem por cima de mim.

"Assim... continue", ele gemeu enquanto seus movimentos... Minha respiração, quase desesperada, parou na minha bunda, que amortecia cada estocada, o som do impacto reverberando como um eco íntimo, misturando-se aos suspiros e arfadas carregados de prazer em uma atmosfera densa de suor e desejo.

A cada estocada, meus seios balançavam com força, tensionando e movendo-se livremente, seguindo seu ritmo frenético. Não havia ternura; tudo era bruto, possessivo, quase animalesco, mas eu estava gostando ainda mais do que da primeira vez. Lucas estava me fodendo com uma ferocidade que eu nunca havia conhecido, despertando em mim um desejo que me fazia voar para territórios que eu nunca havia explorado, onde prazer e desejo se misturavam com algo sombrio e proibido.

"Me foda mais, mete mais forte e fundo, me abre toda…!" Eu ofeguei, minha voz embargada quando meu corpo chegou ao ponto sem volta.

Como se tivesse uma reserva extra de energia, ele acelerou ainda mais as estocadas, as mãos na minha cintura, firmes para manter o equilíbrio, até que meu corpo explodiu em um espetáculo de fogos de artifício.

"Lucasss!" Sussurrei ao atingir o orgasmo, meu corpo ainda tremendo, preso em uma tempestade violenta e incontrolável, arrancando todo pensamento coerente da minha mente. Não era apenas prazer; era algo mais profundo, algo que eu não ousava nomear.

Longe de parar ao ouvir meu grito, ele continuou suas investidas implacáveis, soltando uma das mãos que ainda segurava firmemente meus quadris, puxando-me para trás, pelos cabelos expondo a curva do meu pescoço à sua boca, seus beijos na nuca acompanhando seu ritmo, em uma posição de absoluta rendição, de completa submissão.

Enquanto eu começava a ascender a outro orgasmo, seu grito me alertou que seu clímax havia chegado, os disparos de sêmen dentro de mim, enchiam meu canal, meu colo do útero, como se uma mangueira de água fora aberta em minhas entranhas. Relaxei meu corpo enquanto tentava recuperar o fôlego. Minha pele, úmida de suor, me fez sentir um certo arrepio.

Meu corpo ardia, dominado pelo orgasmo inacabado que ainda pulsava dentro de mim, lembrando-me de que eu não podia mentir para mim mesma. Embora eu não quisesse admitir, eu havia aproveitado cada maldito segundo do sexo que acabara de ter.

Minha mente era, mais uma vez, um turbilhão de pensamentos contraditórios: vergonha, culpa, mas, ao mesmo tempo, uma inconfundível sensação de satisfação e de prazer.

"Você sabe quantas noites eu te desejei?", murmurou ele, a voz embargada por uma raiva mal contida.

A expressão de Lucas não demonstrava nenhum traço de dúvida ou arrependimento. Pelo contrário, havia algo em seus olhos, uma mistura de orgulho e possessividade que ele sentia ter direito, depois do que havíamos compartilhado. Minhas bochechas coraram, não de vergonha, mas da mórbida fascinação que sua confissão despertava em mim.

"Eu jamais teria imaginado. Só quando você voltou, tão másculo, tão confiante...", respondi, minhas unhas cravando em suas costas.

Seus lábios buscaram os meus com uma intensidade que me deixou sem fôlego. Não havia delicadeza ou ternura naquele beijo; era puro instinto, uma declaração silenciosa de poder e desejo, como se eu lhe pertencesse, como se aquele encontro tivesse sido a assinatura de um pacto possessivo.

"Você pode continuar vivendo sua vida como uma esposa resignada com meu pai", disse ele, segurando meu queixo delicadamente, "ou o pode deixar. Estarei ao seu lado em tudo."

Seu pai, a quem eu havia jurado lealdade, com quem compartilhei a criação de seus filhos e anos de dias monótonos e noites frias, nunca me deu o que Lucas me deu.

"Não pretendo deixá-lo, não construí uma vida profissional, dediquei tudo a vocês, sabe disso!..."

"Tudo bem. Mas você não vai dormir com ele. Você será minha, somente minha."

Embora, para aliviar minha consciência, eu tivesse imaginado que talvez fosse apenas uma vez e que depois encontraria forças para não repetir, eu estava enganada. Eu pertencia a ele. E a Pablo não me importaria em quebrar a promessa.

"Serei sua enquanto você estiver em casa", prometi, pronta para satisfazer todos os seus caprichos apaixonados.

Havia algo profundamente perverso em se entregar ao filho do seu marido, algo mais do que mero desejo. Seu corpo era a personificação de todas as fantasias que eu sonhara ao longo da vida. Ser dele era ao mesmo tempo um desafio e um prazer. Mas naquele momento, eu queria, eu precisava, que ele me fodesse de novo para que eu finalmente pudesse gozar novamente. Eu estava acesa como nunca antes. Se ele ia ser meu novo mestre, teria que reivindicar a posição.

"Mostre que sou sua", desafiei-o, tomando a iniciativa de despertar sua ereção.

Comecei a massageá-lo com movimentos fluidos, ditando o ritmo, como lembrava para deixar um homem excitado. Lucas não parou de me observar enquanto minha mão deslizava por seu pau, com uma delicadeza que o fez estremecer.

Ele baixou as mãos até minha pelvis e seus dedos pressionaram levemente meu clitóris, num gesto que não era abrupto nem urgente, mas calculado, como se soubesse exatamente como me manter excitada. Um suspiro meu o encorajou a subir em cima de mim. Com um movimento impulsivo, ele me penetrou novamente com seu corpo totalmente ereto. Seus movimentos eram carregados de uma mistura de desejo e desafio, arrancando uma sinfonia de gemidos da minha garganta, enquanto minhas unhas se cravavam em seus ombros, deixando marcas em sua pele. O mundo ao nosso redor desapareceu: Pablo não existia, nem mesmo sua sombra. Nem minha irmã nem minha consciência importavam mais; não havia regras, só nós dois importávamos.

Levantei as pernas sobre suas costas, abrindo-me completamente. Cada estocada, cada carícia, me levava para mais longe de tudo que eu conhecia e afogava meus pensamentos em ondas de prazer, aproximando-me do orgasmo mais uma vez.

De repente, decidi tomar a iniciativa. Virei-o e me posicionei sobre ele, recebendo seu pênis dentro de mim novamente e envolvendo as pernas em sua cintura, ditando o ritmo.

Meus seios estavam na altura do seu rosto, meus mamilos o provocando, roçando seus lábios. Lucas ergueu levemente a cabeça e, enquanto tentava levá-los à boca, eu os levantei também. Longe de aceitar, ele puxou meu cabelo e me obrigou a abaixá-los novamente, com um olhar de intenso desejo no rosto enquanto devorava meus seios.

Sem interromper meus movimentos lentos e deliberados sobre ele, abaixei meus lábios até seu pescoço e, sem saber por quê, mordi-o com força, arrancando um gemido ofegante de seus lábios e deixando uma marca em sua pele, o que me fez sentir como se seu corpo me pertencesse.

"Você gosta?", perguntei, minha voz carregada de satisfação, enquanto minhas mãos continuavam a explorar a área ao redor de seus testículos pulsantes que permaneciam fora da minha vagina.

Os movimentos calculados que eu alternava entre apertar e acariciar suavemente o desarmaram completamente.

"Sim…!", ele exclamou em meio ao prazer. "Eu adoro!", gemeu, a voz trêmula de prazer.

Mantive um ritmo controlado, provocando-o lentamente, mostrando-lhe que eu seria uma especialista em provocá-lo. Cada vez que Lucas tentava retomar o controle, eu apertava seu pênis com as mãos, massageando-o em seguida, forçando-o a se render aos meus jogos.

Eu estava completamente embriagada, não apenas de prazer, mas de poder. Inclinei-me para ele, meus cabelos cobrindo seu rosto, e com provocação deliberada, sussurrei em seu ouvido:

"Era isso que você sonhava? Você me imaginou transando assim?"

Lucas mal conseguia falar. Suas mãos apertavam meus quadris desesperadamente. Mantive um ritmo lento, porém profundo, elevando minha vagina da base do seu pênis até a ponta, arrancando gemidos roucos de seus lábios, sentindo seu corpo estremecer, levando-o ao limite da sua resistência. Mas eu não podia deixá-lo gozar ainda. Parei.

"Por favor, continue..." ele implorou, com a voz embargada.

Embora eu quisesse brincar com ele, também estava consumida pelo mesmo fogo, e obedeci. Meu ritmo se intensificou, meus quadris se movendo freneticamente, levando-o à beira da loucura.

Cada gemido que escapava dos meus lábios era uma confissão silenciosa de um desejo que ele havia despertado. Mas eu queria mais; eu queria que ele me desejasse mais do que qualquer outra garota da idade dele.

"Você já foi fodido assim?" perguntei provocativamente.

Eu o tinha completamente à minha mercê. Lucas gaguejou uma resposta que não entendi, lutando para manter a compostura, resistindo de maneiras que eu jamais imaginei que um homem pudesse, seu olhar perdido entre o desejo e o espanto.

"Agora você me pertence", declarei.

A linha que havíamos cruzado era tão proibida, tão impensável, desafiando toda a lógica, que o simples fato de foder com Lucas despertou um prazer sexual que eu nunca havia sentido antes.

"Você é maravilhosa..." ele murmurou, tomado pelo prazer, seus lábios entreabertos e seus olhos flamejantes, rompendo as defesas do meu desafio.

"Estou gozando, Lucas!" sussurrei, incapaz de me conter por mais um segundo sequer.

Respondendo ao meu pedido, ele apertou meus quadris com força, cravando os dedos na minha pele, acelerando as estocadas, que se tornaram cada vez mais selvagens. Seus gemidos roucos, junto com o atrito de nossos corpos, enchiam o ar com o aroma intenso do sexo.

"Espere... quero gozar com você."

Seu corpo tremia a cada investida, refletindo seu desejo desesperado de me possuir.

De repente, em meio aos suspiros, ouvi a porta da frente se abrir, anunciando a chegada de Pablo. Instintivamente, consegui puxar Lucas para fora de mim; ele estava tão concentrado em chegar ao clímax que não havia percebido.

"O que você está fazendo?!"

"Rápido, seu pai acabou de chegar."

Peguei minhas roupas e fui para o banheiro me arrumar rapidamente, com o coração acelerado, antes de sair para cumprimentá-lo. Em alguns minutos, com os hormônios à flor da pele e meu rosto tentando esconder o que se passava por dentro, cumprimentei Pablo. Ironicamente, ele foi diretamente para a cozinha e estava prestes a servir o jantar que eu havia preparado para Lucas, enquanto Lucas praticamente devorava sua esposa.

"Deixei o jantar pronto caso você viesse. Estou com uma das minhas enxaquecas", disse, dando-lhe um beijo e saindo.

Temia que a excitação persistente me impedisse de dormir. Ou pior, que, querendo terminar nossa última transa, eu fosse louca o suficiente para sair do meu quarto à noite para procurar Lucas. Naquele momento, não senti arrependimento, apenas a tristeza de não ter conseguido continuar e usufruir de sentir novamente seu gozo dentro de mim.

Fechei a porta do quarto delicadamente. Deixei-me cair, afundando no colchão, sentindo as batidas irregulares do meu peito. Mesmo de olhos fechados, eu ainda conseguia vê-lo atrás de mim. Ouvi sua voz confiante e sentir seu pênis invadir minha vagina.

Na escuridão do quarto, o pensamento de que Pablo nos tivesse descoberto me atormentava. O que teria acontecido? Finalmente, o sedativo fez efeito e consegui adormecer.

De manhã, demorei a levantar. Quando abri a porta da cozinha, a luz do sol invadiu o ambiente, banhando-o com uma luz que contrastava fortemente com o nó no meu estômago. O aroma do café preenchia o ar e tudo parecia uma manhã como qualquer outra, como se o encontro com Lucas nunca tivesse acontecido.

Pablo estava sentado à mesa, folheando o jornal distraidamente. Lucas, sentado do outro lado da mesa, tomava café, com o olhar fixo na tela do celular. Conversavam entre si, continuando com suas outras atividades.

Era um teatro silencioso. Cada um representando seu papel, fingindo que tudo estava como deveria. Sorri discretamente para Lucas, que me observava com a mesma intensidade que usara para me dominar na noite anterior.

"Dormiu bem?" Pablo perguntou ao aparecer na cozinha, sem me olhar, lendo o jornal enquanto tomava outro gole de café, alheio a qualquer coisa entre nós.

Hesitei por um segundo antes de responder.

"Sim", respondi, virando-me para a cafeteira para que ele não visse o rubor subindo pelo meu corpo.

Enquanto tomava meu café, troquei algumas palavras triviais com Pablo, tentando não deixar nenhum gesto ou olhar me trair.

"Já vou indo, preciso checar uma empreitada", disse Lucas, dirigindo-se ao pai com um sorriso distraído.

"Espere, eu te dou uma carona", respondeu o pai.

Não sei se senti alívio ou decepção. Por um lado, relaxei, sabendo que o pior já havia passado. Por outro, gostaria de ter conversado com Lucas a sós para esclarecer as coisas e fazê-lo prometer que não aconteceria novamente.

"Até logo, Elena", disse meu marido, me dando um beijo na bochecha, sob o olhar atento de Lucas.

Alguns minutos depois, ouvi a porta abrir novamente. Olhei para cima e era Lucas, de volta em casa.

"Disse ao meu pai que esqueci meu celular."

Ele me abraçou forte.

"Isso... Ontem à noite... aquela não era eu", sussurrei finalmente, desviando o olhar. Me senti suja, como uma vadia por deixar meu sobrinho me foder na minha própria casa.

Lucas ainda me abraçava, seus lábios roçando meu pescoço.

"Com certeza a Elena que você era ontem era a Elena mais autêntica entre todas as Elenas dentro de você", respondeu ele gentilmente. "Você foi maravilhosa."

Em seus olhos não havia crítica ou arrependimento, apenas uma mistura de satisfação e certeza. O som do celular quebrou a tensão; Pablo o chamava para descer.

"Meu pai está nos interrompendo de novo. Precisamos resolver isso", ele conseguiu dizer, um sorriso brincando em seus lábios enquanto deslizava a mão por baixo do meu roupão e alcançava meu clitóris.

"Pare! Você está louco", sorri, encantada com sua ousadia.

O som de seus passos saindo de casa deixou mais perguntas do que respostas. O som da porta se fechando trouxe minha mente de volta à realidade, dividida entre o desejo e o remorso.

A cena me assombrou a manhã toda, primeiro como um eco distante, depois como uma pulsação persistente no peito. Eu não sabia se queria que nada mudasse e continuar com as mesmas tarefas domésticas, minha rotina de sair com os amigos e minha vida com Pablo, renunciando ao prazer. Nesse caso, eu teria que implorar para que Lucas fosse embora o mais rápido possível e deixar o tempo transformar o ocorrido em uma vaga lembrança de algo que nunca existiu.

Mas eu não tinha forças para me recusar a continuar. E Lucas, depois de uma breve viagem à Alemanha, voltou e prolongou sua estadia em Madri, começando uma vida dupla juntos, na qual os dias passavam como uma febre. No início, fingíamos, quase nos evitando, trocando olhares furtivos no corredor. Então, morar juntos se tornou um território de exploração silenciosa: uma mão roçando na minha enquanto passávamos um livro, um roçar acidental de pernas enquanto caminhávamos pela cozinha, um suspiro compartilhado enquanto Pablo lia o jornal.

Cada pequeno toque era um lembrete de que éramos cúmplices em um mundo secreto que nos mantinha vivos. Eu me lembrava constantemente da minha irmã: seus conselhos, seu riso, seu amor por ele. Um nó de culpa me apertava, mas então eu o via e entendia que a única verdade era o que compartilhávamos: desejo e cumplicidade clandestina.

Com o passar dos dias, nos aproximamos cada vez mais. Quando Pablo adormecia — sabendo que ele nunca acordava à noite — nos encontrávamos no quarto de Lucas, desfrutando de um sexo maravilhoso.

Quando Pablo viajava, íamos ao cinema à tarde, onde, como dois adolescentes, nos devorávamos em beijos. Depois, jantávamos em lugares discretos e até saíamos para dançar algumas vezes. Quando chegamos em casa, exploramos todos os cômodos: transamos no chuveiro, na mesa da cozinha, na sala de estar. Eu só mantive meu quarto privado; a cama de Pablo era sempre reservada. Era sagrado.

Éramos dois fugitivos dentro da mesma casa, consumindo-nos mutuamente em segredo. Não fizemos promessas. Não havia futuro possível. Apenas o presente, e embora a culpa permanecesse, como uma sombra, longe de ser um obstáculo, tornou-se parte do jogo.

Quando chegou a hora de partir, senti muita falta dele. Mas ele prometeu que voltaria para casa e para mim.

Foto 1 do Conto erotico: Casada com meu cunhado e fodida pelo meu sobrinho

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Ficha do conto

Foto Perfil anya
anya

Nome do conto:
Casada com meu cunhado e fodida pelo meu sobrinho

Codigo do conto:
259669

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/04/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5