Hora
S
depois,
paramos num bar de estrada pra comer. Mal entrei, senti os olhares
Alo-
dos homens em
cima
de
mim. Meu
acompanhante voltou do banheiro rindo:
arta
— Aqueles caras achavam que você era minha amante.
Aquilo me pegou de um jeito. A ideia de parecer uma putinha safada, toda novinha, no colo de um coroa maduro... me molhou ali mesmo, debaixo da calcinha.
Mais adiante, ele falou que o carro tinha dado problema. A desculpa era perfeita.
Paramos numa pousada velha, com cheiro de madeira e lençol barato. Um quartinho simples com cama de casal, ventilador barulhento e uma lâmpada amarelada que deixava tudo com cara de filme pornô.
- Vai tirando essa saia - ele disse, trancando a porta.
Obedeci sem pensar.
- E a calcinha. Quero ver essa bucetinha que tanto provocou na estrada.
Fiquei de pé, peladinha, mordendo os lábios, as pernas quase tremendo. Ele tirou a roupa devagar, deixando a cueca por último.
Quando baixou, um pau grosso e pesado saltou. Duro. Latejando.
- Vem. Fica de joelhos.
Ajoelhei entre as pernas dele e fui
pegando aquele pau como se fosse um presente. Lambi, chupei, babando como uma cadelinha no cio. Ele segurava minha cabeça, enfiava devagar, depois mais fundo, até bater no fundo da minha garganta.
- Isso, Cat... engole meu pau. Sua boquinha foi feita pra isso.
Chupei até sentir os jatos quentes estourando dentro da minha boca. Gemi com ele, engolindo tudinho, limpando o que escorria com a lingua.
Mas ele não parou.
Me jogou na cama, abriu minhas pernas
com força e enfiou a língua na minha
bucetinha molhada, lambendo tudo com fome, chupando meu grelinho até eu gozar na cara dele.
- Agora é minha vez de brincar com esse cuzinho.
Passou 0
lubrificante
- OU
condicionador, sei lá - e foi abrindo meu rabinho com calma, enfiando o dedo, depois dois, até meu cu implorar por mais.
- Você quer meu pau aqui, Cat? No seu cuzinho virgem?
- Quero... enfia logo, por favor...
Ele obedeceu. Encaixou a cabeça grossa e foi empurrando até sumir tudo. Senti cada centímetro daquele pau dentro do meu rabo. Doeu. Queimou. Mas depois... nossa. O prazer explodiu.
Me fodeu de ladinho, de quatro, me fez
sentar no pau dele com o cuzinho apertado, enquanto ele chupava meus peitos com torça.
Quando gozou, senti aquele pau pulsando dentro de mim, jorrando até escorrer pelas minhas coxas.
Adormeci com o pau ainda dentro de
mim.
De manha, ele ja estava vestido. O
carro? Milagrosamente pronto.
- Promete que isso fica só entre a gente - ele disse, com a chave na mão. - E na sua festa de 19, eu venho buscar o que falta: seu cabacinho.
[. Me conta o que você faria no meu
lugar... ou se quer fazer parte da próxima história.
Me chama
Se tiver coragem.