Eu, mamãe, e o nosso cachorro Nelsinho

Oi gatinhos esse conto vai ser um pouquinho diferente ja que ele foi Este conto foi escrito com base em um pedido de um VIP. Então ele não se trata de uma história real minha, mas eu escrevi ele com a mesma dedicação como se fosse então espero que gostem bastante, beijinhos!

O calor da tarde pesava sobre a casa silenciosa. Cat estava sozinha, a sensação de tédio e uma inquietação profunda a consumindo. Vestia apenas uma camiseta velha e larga, que mal cobria as curvas do seu corpo. Os pensamentos vagavam, e seus dedos traçavam círculos ociosos na própria coxa, até que seu olhar se fixou em Nelsinho. O rottweiler imponente estava deitado no chão da sala, seu corpo musculoso em repouso, mas seus olhos escuros seguiam cada movimento dela com uma atenção que ia além da simples vigilância canina. Havia algo naquele olhar que fez um calafrio percorrer a espinha de Cat. Era uma mistura de posse e desejo animal, cru e não disfarçado.

Ela se levantou, a camiseta subindo e revelando a ausência de calcinha. Sentiu o ar frio do ar-condicionado na pele úmida. "Nelsinho," sussurrou, a voz rouca. O cachorro ergueu a cabeça imediatamente, as orelhas alertas. Cat se aproximou, movimentos lentos e deliberados. Ajoelhou-se diante dele, na altura de seu focinho poderoso. A respiração quente e úmida do animal atingiu sua pele nua entre as pernas. Ela gemeu baixo, uma admissão do que estava prestes a acontecer, do que ela vinha fantasiando em segredo.

Com uma mão trêmula, ela acariciou a cabeça larga de Nelsinho, sentindo a textura áspera do pelo curto. Com a outra, separou seus lábios inferiores, expondo-se completamente para ele. "Cheira, menino. Cheira sua dona." O comando saiu como um sopro. Nelsinho fungou, seu focinho úmido pressionando-se contra sua carne, investigando com uma curiosidade intensa e instintiva. A língua rosa e áspera lambeu um longo traço, do fundo até o clitóris já inchado. Cat gritou, um som agudo e rouco de prazer imediato. A sensação era brutalmente diferente de qualquer coisa humana – mais áspera, mais ampla, mais primitiva.

Ela caiu para trás, de costas no tapete felpudo, pernas abertas em convite. "Vem, Nelsinho. Vem pra sua dona." O rottweiler não precisou de mais incentivo. Seu corpo pesado se posicionou sobre ela, suas patas dianteiras firmes ao lado de seus ombros. O calor que emanava dele era intenso, e ela podia sentir o peso e o poder contidos naquela estrutura. Mas foi quando ela sentiu algo quente, duro e pulsante pressionando sua entrada que a realidade da situação a atingiu com uma onda de êxtase proibido. Era o pênis do cachorro, já totalmente ereto e exposto, uma espessa coluna de carne vermelha e vascularizada, com o nó bulboso na base.

Cat guiou-o com as mãos, ofegante. "Isso... devagar," ela gemeu, mas Nelsinho, impulsionado pelo instinto, empurrou com uma força que a fez arquear as costas e gritar. A penetração foi profunda, esmagadora, preenchendo-a de uma forma que esticava seus limites internos de maneira deliciosamente dolorosa. Ele começou a bombear, seus quadris poderosos movendo-se com um ritmo animal, rápido e determinado. Cada investida fazia o corpo de Cat sacudir no chão. Seus dedos enterraram-se no pelo denso de seus flancos, suas unhas raspando a pele. Os gemidos que saíam de sua garganta eram contínuos, incontroláveis, uma sinfonia de prazer obsceno. Ela olhava para baixo, vendo aquele membro canino entrando e saindo de seu corpo molhado, e a visão a levava a novos picos de excitação.

Foi nesse momento, com os sons úmidos de acoplamento e os gemidos altos ecoando pela sala, que a porta do corredor rangiu levemente. Cat, em seu êxtase, quase não percebeu. Mas Nelsinho, com seus sentidos aguçados, parou por uma fração de segundo, suas orelhas voltando-se para o som antes de retomar seu ritmo implacável.

"Meu Deus... Cat?"

A voz era de incredulidade total, um sussurro chocado. Cat virou a cabeça com dificuldade, seus olhos vidrados encontrando os de sua mãe, parada no limiar da sala. A mulher mais velha estava congelada, uma sacola de compras caída a seus pés, os olhos arregalados fixos na cena diante dela: sua filha de pernas abertas sendo montada vigorosamente por seu cachorro rottweiler.

O pânico deveria ter surgido. A vergonha. Mas, no estado de luxúria extrema em que Cat se encontrava, o que surgiu foi algo totalmente diferente. Vendo a expressão de choque – mas não de repulsa imediata – no rosto de sua mãe, vendo como os olhos dela desceram e ficaram presos no ponto onde o corpo do cachorro se fundia ao dela, Cat sentiu uma nova onda de calor perverso.

"Mãe..." Cat ofegou, o ritmo de Nelsinho não diminuindo. "Está... está vendo? Está vendo como ele me come?"

A mãe de Cat não respondeu. Seu rosto estava pálido, mas uma mancha vermelha subiu por seu pescoço. Sua boca estava entreaberta. Ela não se virou para sair. Não gritou. Ela apenas... observou. E então, com um movimento quase imperceptível, sua língua umedeceu os lábios secos.

Cat, encorajada por aquela reação, estendeu uma mão trêmula em direção à mãe. "Vem... vem ver de perto."

Hesitante, como se estivesse em um sonho, a mãe de Cat deu alguns passos para frente. A sacola de compras foi ignorada. Ela parou a poucos metros, sua respiração agora também acelerada. Seus olhos percorriam o corpo suado da filha, os seios balançando a cada investida, o abdômen tenso, e então fixavam-se novamente na junção, observando a carne canina vermelha e brilhante deslizando dentro da filha com uma obscenidade hipnótica.

"É... é errado," a mãe sussurrou, mas sua mão subiu até o decote do seu vestido leve de verão, como se procurando ar.

"É gostoso," Cat retorquiu, um sorriso lascivo em seus lábios. "Ele é tão grande, mãe. Tão quente. Você não quer sentir?"

A provocação ficou pairando no ar carregado de sexo e suor. Nelsinho, alheio ao drama humano, aumentou o ritmo, seus músculos tensos, seus sons ofegantes mais altos. Ele estava se aproximando do clímax. Cat sentiu o nó em sua base começando a inchar ainda mais, pressionando contra sua abertura.

"Ele vai... vai gozar dentro de mim," ela gemeu, dirigindo-se à mãe. "Você quer ver?"

A mãe de Cat emitiu um som baixo, quase um gemido. Sua resistência moral desmoronou. Ela fechou a distância, ajoelhando-se no tapete ao lado da cabeça da filha. Seu olhar estava incandescente de desejo reprimido e curiosidade perversa. "Deixa eu ver," ela ordenou, sua voz rouca e estranha.

Cat, com um esforço, levantou a parte superior do corpo, apoiando-se nos cotovelos, dando à mãe uma visão completa. Foi então que Nelsinho atingiu o ápice. Com um rosnado gutural, ele enterrou-se o mais fundo possível, seu corpo tremendo violentamente. Cat gritou, sentindo o jato quente e abundante de sua ejaculação inundando seu interior, pulsando dentro dela. O nó inchado travou, prendendo-os juntos em uma união animal completa. Ela caiu de costas novamente, ofegante, sentindo as contrações do cachorro dentro de si.

A mãe observava, fascinada, os olhos arregalados. Sem pensar, sua mão desceu entre suas próprias pernas, esfregando-se sobre o tecido fino do vestido. "Meu Deus," ela repetiu, mas agora era um sussurro de inveja e excitação.

Os minutos seguintes foram de respiração ofegante e silêncio carregado, enquanto Nelsinho, lentamente, se acalmava, seu membro diminuindo o suficiente para se soltar. Ele saiu de cima de Cat e se deitou ao lado, lambendo-se com indiferença canina, a missão cumprida.

Cat ficou deitada, as pernas ainda abertas, os fluidos misturados – seus, dele – escorrendo por suas coxas no tapete. Ela olhou para a mãe, cujo rosto estava agora marcado por uma necessidade crua. O tabu havia sido quebrado. O véu da normalidade, rasgado.

"Você está molhada, mãe?" Cat perguntou, sua voz ainda rouca do sexo.

A mãe não respondeu com palavras. Em vez disso, com um movimento decisivo, ela pegou a barra do vestido e puxou para cima, revelando que também não usava nada por baixo. Sua vulva, com os lábios mais maduros, estava visivelmente úmida, os pelos pubianos prateados encharcados. "Sim," ela finalmente admitiu, o olhar desafiador.

Cat se arrastou para perto, ignorando a sensação de plenitude e os fluidos escorrendo. O cheiro de sexo animal e humano era intenso no ar. Ela se posicionou entre as pernas abertas da mãe, apoiando-se nos joelhos. "Deixa eu cuidar de você," ela sussurrou, antes de baixar a cabeça e enterrar a língua na carne quente e salgada de sua mãe.

O grito que saiu da mãe foi de puro abandono. Suas mãos agarram os cabelos de Cat, puxando-os com força, não para afastá-la, mas para mantê-la lá. Cat lambia, chupava e explorava com a língua, saboreando o sabor único e proibido. Era diferente de qualquer outra mulher que já tinha beijado – era o sabor de sua própria origem, misturado com o suor e a excitação do momento. A mãe se contorcia no tapete, seus quadris erguendo-se para encontrar a boca da filha, seus gemidos enchendo a sala, ainda mais altos que os de Cat momentos antes.

Enquanto isso, Nelsinho, recuperado, observava com interesse renovado. Ele se aproximou, seu focinho farejando o ar carregado. Ele começou a lamber os fluidos que escorriam pelas coxas de Cat, que ainda estava ajoelhada, sua boca ocupada com a mãe. A língua áspera na sua pele sensível fez Cat gemer contra a carne da mãe, o que por sua vez fez a mulher mais velha tremer mais forte.

A mãe, em seu frenesi, abriu os olhos e viu o cachorro grande lambendo sua filha. Um novo pensamento, ainda mais perverso, tomou conta dela. "Cat... para," ela ofegou.

Cat levantou a cabeça, o queixo brilhante de umidade. "O que foi?"

A mãe sentou-se, seus olhos ardendo. "Eu quero... eu quero beber." Ela não precisou explicar mais. Seu olhar foi direto para a junção das coxas de Cat, onde os fluidos de Nelsinho ainda escorriam, misturados com os dela.

Cat entendeu imediatamente. Um sorriso lento e depravado se espalhou por seu rosto. Ela se moveu, apoiando-se nas mãos e joelhos, de quatro, na posição de cachorra, diante da mãe. "Então beba, mãe. Beba o que seu neto cachorro colocou na sua filha."

A mãe, sem hesitar agora, se ajoelhou e aproximou seu rosto do sexo inchado e escorrendo de Cat. Ela fungou, inalando o aroma intenso e animal, e então sua língua saiu, lambendo longa e avidamente a mistura de sêmen canino e fluidos femininos que cobriam os lábios internos e coxas de Cat. Ela lambeu como se estivesse com sede, com uma voracidade que surpreendeu até Cat, que gemeu e balançou os quadris para trás, oferecendo-se mais.

"É isso, mãe. Lambe tudo. Fica suja comigo," Cat encorajou, olhando para trás por sobre o ombro.

Depois de alguns minutos de lambidas intensas, a mãe se recostou, seu rosto e queixo molhados, os olhos vidrados. "Agora é a minha vez," ela anunciou, sua voz rouca de desejo. "Eu quero ele. Quero o Nelsinho."

Cat sentiu um novo choque de excitação. Ela se virou e olhou para o rottweiler, que estava de pé, alerta, seu pênis novamente semi-ereto, interessado pelos cheiros e movimentos. "Nelsinho," Cat chamou, batendo na sua própria coxa. "Vem aqui, menino. Tem uma cadinha nova pra você."

Nelsinho se aproximou, farejando a mãe de Cat com curiosidade. A mulher mais velha, de joelhos, acariciou sua cabeça, depois desceu a mão até seu membro, envolvendo-o com uma mistura de reverência e lascívia. "Que monstro," ela murmurou, antes de se deitar de costas no tapete, em uma imitação do que vira a filha fazer. "Vem, Nelsinho. Monta na sua dona mais velha."

Cat ajudou, guiando o cachorro para a posição. Quando a ponta vermelha e inchada tocou a entrada da mãe, esta prendeu a respiração. "Deus, é enorme," ela sussurrou, mas seus quadris se arqueavam em convite.

Nelsinho, com o mesmo instinto impiedoso, empurrou. A mãe gritou, um som longo e rouco de dor transformada instantaneamente em prazer. Seu corpo, mais maduro, recebeu a invasão com um tremor violento. Cat observava, a própria excitação renascendo, enquanto via o cachorro da família penetrar sua mãe com a mesma força brutal com que a possuíra. Era a visão mais proibida que poderia imaginar, e isso a deixava em chamas.

Ela se aproximou, ajoelhando-se ao lado da cabeça da mãe. "Gosta, mãe? Gosta de ser fodida por um cachorro?" Ela sussurrava palavras sujas no ouvido da mulher, que só conseguia gemer em resposta, seus olhos fechados, o rosto contraído de êxtase.

Cat então desceu, posicionando-se sobre o rosto da mãe. "Lambe-me enquanto ele te come," ela ordenou. A mãe obedeceu, sua língua saindo para encontrar o sexo inchado de Cat novamente, lambendo e chupando com fervor renovado, mesmo enquanto seu próprio corpo era sacudido pelas investidas poderosas de Nelsinho.

O ar na sala tornou-se irrespiravelmente quente e pesado com o cheiro de sexo animal, suor feminino e prazer proibido. Os sons eram uma cacofonia de gemidos, rosnados, lambeijos e o som úmido e constante da carne batendo contra carne.

Cat, sentindo a pressão da bexiga e uma ideia ainda mais suja, sussurrou: "Mãe... eu preciso fazer xixi."

A mãe abriu os olhos, seu olhar encontrou o de Cat acima dela. A compreensão e o desejo perverso brilharam neles.

A mãe não precisou de mais explicações. Seus olhos brilharam com uma mistura de choque, tesão e fome pura. “Faz isso em mim, filha… mija na cara da sua mãe enquanto o cachorro me fode.”

Cat sorriu, depravada, e se posicionou melhor — joelhos de cada lado da cabeça da mãe, o sexo inchado e melado pairando bem acima da boca da mulher. Nelsinho continuava arrombando a mãe com golpes brutais, o nó já começando a crescer de novo, as bolas do rottweiler batendo contra a bunda madura da mãe a cada estocada. Cat sentiu a pressão na bexiga aumentar e soltou um gemido baixo.

“Quer meu xixi, mãe? Quer beber o mijo da sua filha enquanto seu neto cachorro te enche de porra?”

“Quero… porra, quero tudo,” a mãe gemeu, a língua para fora, pronta.

Cat relaxou os músculos e deixou jorrar. Um jato quente e amarelado saiu forte, acertando primeiro a língua da mãe, depois o rosto inteiro dela. O mijo escorreu pelo queixo, pelo pescoço, molhou os seios da mulher. A mãe abriu a boca bem grande, engolindo o que conseguia, gemendo como uma cadela enquanto o líquido quente caía direto na garganta dela. Cat bateu levemente na própria barriga, controlando o fluxo, molhando o cabelo da mãe, os olhos, o nariz — tudo.

“Bebe, sua puta… engole o xixi da sua filha,” Cat falava enquanto mijava, a excitação aumentando com cada gota. “Tá vendo como eu fico suja pra você?”

A mãe engolia o que podia, lambendo os lábios, o rosto completamente encharcado, os olhos revirando de prazer. Enquanto isso Nelsinho latia baixo, metendo sem parar na boceta da mãe, o nó agora preso firme dentro dela. Cat terminou de mijar e desceu o quadril, esfregando o sexo mijado e melado contra o rosto da mãe.

“Lambe agora. Limpa minha boceta com sua boca enquanto você goza no pau do cachorro.”

A mãe obedeceu como uma puta viciada. Chupava, lambia e metia a língua funda na bunda e na boceta da filha, misturando tudo — xixi, porra do Nelsinho que ainda escorria, o próprio suco da Cat. Os gemidos abafados da mãe vibravam direto no clitóris de Cat.

Nelsinho uivou e gozou mais uma vez, enfiando o nó até o fundo na mãe. Cat sentiu a boceta da mãe contrair violentamente contra sua própria boca enquanto a mulher gozava — um orgasmo longo, trêmulo, molhado, que fez a mãe esguichar um pouco de urina involuntariamente, o líquido quente pingando no tapete.

As três ficaram ali, sujas, fedorentas de sexo e mijo, ofegantes.

Cat desceu, beijou a mãe na boca, saboreando o próprio mijo e a porra do rottweiler nos lábios dela. A língua delas se enroscou, profunda, lasciva, trocando o gosto proibido. Nelsinho se soltou finalmente, o pau grosso e vermelho escorrendo, pingando porra no chão. Cat imediatamente se arrastou até ele, deu uma lambida longa no pau do cachorro, depois ofereceu para a mãe.

“Chupa ele agora. Sente o gosto da gente nele.”

A mãe, sem hesitar, engoliu o pênis canino até onde conseguiu, lambendo e chupando o membro babado enquanto Cat se ajoelhava atrás dela e enfiava dois dedos na boceta da mãe, ainda inchada e cheia de porra.

O resto da tarde virou uma orgia suja e sem fim: mãe e filha se beijando, se mijando uma na outra, lambendo o pau do Nelsinho juntas, a mulher mais velha sendo montada de novo, Cat sendo fodida pela mãe enquanto o cachorro lambeia as duas, cachoeiras de xixi trocadas em cima do tapete já encharcado, gemidos, ordens sujas, “porra”, “cadela”, “bebe tudo”, “goza no meu pau de cachorro”.

Quando o sol começou a baixar, as duas estavam deitadas no tapete, cobertas de suor, sêmen, saliva e mijo, o corpo marcado por mordidas, chupões e pegadas de pata. Nelsinho dormia ao lado, saciado. Cat beijou o pescoço da mãe e sussurrou:

“Repete amanhã, mãe?”

A mulher mais velha só sorriu, os olhos vidrados de luxúria satisfeita.

“Todo dia, filha. Todo dia.”

______

E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!

                                


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Ficha do conto

Foto Perfil velvetcatt
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Nome do conto:
Eu, mamãe, e o nosso cachorro Nelsinho

Codigo do conto:
263945

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/06/2026

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