Minha história real com meu dog Nelsinho

Oi, gatinhos … hoje eu resolvi me abrir de verdade com vocês. Vocês sempre me pedem pra contar como foi minha primeira vez com o Nelsinho… e chegou a hora. Sem filtro, sem vergonha, do jeitinho que aconteceu., nos mínimos detalhes, Vou contar a real história pra vocês… como tudo começou, como eu me entreguei, e como aquela “noite”mudou tudo.

A primeira vez que vi vídeos de “monstro” em hentai na internet, algo dentro de mim estremeceu de um jeito que nunca tinha sentido. Tinha 13 anos. A internet era um lugar de consideravelmente novo, e eu, com minha suposta inocência, me deparei com imagens que não deveriam excitar uma garota da minha idade. Tentáculos, criaturas fantásticas, situações impossíveis. Mas não era a fantasia que me pegou. Era a ideia crua, animal, do ato em si. A entrega total a um instinto puro, selvagem. Aquilo não me deixou enojada. Me deixou molhada.

Comecei a pesquisar mais, com o coração batendo forte, escondida no quarto. E encontrei. Vídeos reais de zoo Pessoas reais. E animais. Cães, principalmente. A visão daqueles paus enormes, vermelhos, pontudos, entrando em bucetas e como aqueles corpos se arqueavam de prazer… foi um choque. Um choque delicioso. Minha mão, quase por vontade própria, desceu até minha calcinha de florzinhas (eu ainda usava estampas infantis, a hipocrisia) e encontrou meu clitóris já inchado e úmido. Me masturbei naquela tarde imaginando como seria.

E eu tinha o Nelsinho. Meu rottweiler, meu gigante gentil. Com ele, a fantasia tinha um rosto, um cheiro, um peso. Ele era enorme, com quase sessenta quilos de músculo puro, peito largo, cabeça massiva. Mas seus olhos eram doces, e ele sempre foi manso comigo. Dormia na minha cama, deitava sua cabeça pesada no meu colo, me seguia por toda a casa. Tínhamos uma ligação. E agora, aquela ligação começava a ganhar um novo, proibido e eletrizante significado.

Comecei devagar, quase sem me dar conta. Nos banhos, eu sempre lavava ele com cuidado. Mas agora, quando passava a esponja por seu ventre, minha mão hesitava perto do seu pênis, ainda retraído dentro do prepúcio. Um dia, com dedos trêmulos, toquei. Era macio, uma dobra de pele. Ele não reagiu, apenas olhou para mim com confiança. Isso me deu coragem. Nas semanas seguintes, sempre no banho, eu começava a alisar aquela área. Com o calor da água e o toque, lentamente, algo começava a emergir. A ponta rosa, úmida, aparecia. Meu coração disparava. Eu massageava em volta, e ele, instintivamente, começava a se esticar. Era fascinante. O pênis dele saía de seu envoltório, longo, espesso, ganhando uma cor vermelho, arroxeada intensa. Na ponta, uma protuberância arredondada e bulbosa, a glande, já escorregadia de lubrificação natural. Eu ficava hipnotizada, alisando o comprimento com os dedos encharcados de sabão, sentindo-o pulsar e crescer ainda mais sob meu toque. Ele ficava de pé, imponente, e eu via o prepúcio se retrair completamente, revelando a haste nervurada e poderosa. Ele gemia baixo, um rosnado de prazer, e esfregava o quadril contra minha mão. Eu me molhava só de ver, só de sentir aquele poder animal respondendo ao meu comando.

A ideia do leite condensado veio de algum fórum obscuro que li. Parecia bobo, mas a curiosidade era um fogo dentro de mim. Um dia, depois da escola, com a casa vazia, peguei Nelsinho pelo colar e levei-o para o banheiro. Meu coração martelava contra as costelas. Tranquei a porta. O ar estava quente, úmido. Ele ficou parado, olhando para mim, a cauda abanando lentamente.

"Vamos fazer algo diferente, Nelsinho," sussurrei, minha voz trêmula.

Me troquei rápido, tirando o uniforme escolar. Fiquei só de meias. Minha calcinha de florzinhas, a última peça de minha infância, deslizou pelos meus pés. Me sentei no chão frio de ladrilhos, encostada na porta. Abri minhas pernas, expondo-me completamente para ele. Eu era lisa, sem pelos, uma boceta jovem, rosada e entreaberta. A vergonha foi um flash que se dissipou no calor da excitação. Peguei o pequeno pote de leite condensado e, com o dedo, peguei uma porção pegajosa e doce. Respirei fundo e esfreguei na entrada da minha vagina, no meu clitóris pequeno e sensível.

O cheiro doce imediatamente chamou a atenção dele. Ele farejou o ar, avançou um passo, seu focinho úmido se aproximando da minha virilha. Eu congelei. Ele cheirou, profundamente, e então… então sua língua, larga, áspera e quente, lambeu.

Um choque de prazer tão intenso que me fez arquear as costas e prender a respiração. "Ah, Deus…"

Ele não parou. A primeira lambida foi exploratória. A segunda foi determinada. Ele enterrou o focinho entre minhas pernas, e sua língua começou a trabalhar com um vigor que nenhum menino da escola jamais sonharia em ter. Era áspera como lixa, mas a sensação era indescritível. Ele lambeu de cima a baixo, do clitóris até o ânus, abrindo-me com a força da língua. Depois focou na entrada, pressionando e enfiando a ponta dentro da minha boceta apertada. Eu gemi, minhas mãos enterrando-se em seu pelo curto e denso da nuca. Ele lambia por dentro, com movimentos rápidos e firmes, e a combinação da aspereza com a pressão exata era devastadora. O leite condensado foi engolido em segundos, mas ele não parou. Estava viciado no meu gosto, no meu cheiro agora misturado com o doce.

Meu corpo começou a tremer. Ondas de calor subiam da minha virilha para o meu estômago, para os meus seios. Eu me contorcia no chão, oferecendo-me mais, empurrando minha pelvis contra aquele rosto canino. "Isso, Nelsinho… assim… lambe a sua dona… lambe sua putinha…" As palavras sujas saíam de mim, alimentando o fogo. A pressão aumentou, concentrando-se no meu clitóris. Ele o massageava com a língua, rápido, insistente. Eu estava perto. Meus músculos abdominais contraíam-se. "Vou gozar… vou…"

E então veio. Meu primeiro orgasmo real, violento, roubado pela língua de um cachorro. Um tremor convulsivo tomou conta de mim, as pernas se esticaram e tremeram, um grito abafado saiu da minha garganta enquanto ondas de prazer puro e proibido me lavavam por dentro. Eu jorrei, um fluxo quente de fluidos que ele lambeu avidamente, fazendo um som molhado e obsceno no silêncio do banheiro.

Quando a onda passou, fiquei deitada no chão, ofegante, encharcada. Ele continuou lambendo, mais suave agora, limpando-me. Eu ri, um riso de incredulidade e triunfo. "Caralho, Nelsinho… que foi isso?"

A partir daquele dia, foi um declive escorregadio e delicioso. A inocência foi deixada no chão daquele banheiro. Eu não conseguia mais ficar sem. Tornou-se um ritual. Às vezes, no quintal, eu simplesmente puxava minha calcinha pro lado, me apoiava nas grades da varanda, e chamava ele. "Nelsinho, vem cá. Vem lamber mamãe." Ele vinha, sempre ansioso, e eu esfregava minha boceta naquele focinho, sentando em sua cara com um vigor que me surpreendia. Eu rebolava, esfregava meu clitóris em seu nariz, guiava sua língua para onde eu queria. Ele me lambia até eu gozar, às vezes duas, três vezes seguidas, até minhas pernas não me sustentarem. Comecei a oferecer meu cuzinho também. A primeira vez que senti aquela língua áspera penetrando meu anel estreito, eu quase desmaiei de prazer. Era uma sensação diferente, mais suja, mais profunda. Ele lambia tudo, voraz, e eu adorava.

Mas logo, a lambida, por mais intensa que fosse, não bastava. Eu queria mais. Queria sentir aquela coisa que eu via nos vídeos, aquela haste vermelha e grossa, dentro de mim. A curiosidade virou uma obsessão úmida e constante.

A primeira vez que tentei que ele me montasse foi um fracasso. Estávamos sozinhos em casa. Eu estava nua, excitada depois de fazê-lo me lamber até ficar tonta. Deitei de quatro na cama, apresentando-me para ele. "Vem, Nelsinho. Monta em mim. Vem foder sua cadela." Ele cheirava, interessado, seu pau já semi-ereto batendo contra minha coxa. Ele subiu em mim, suas patas dianteiras segurando meus quadris. O peso dele era imenso, esmagador, e isso me excitou ainda mais. Senti a ponta úmida de seu pênis procurando entrada entre minhas nádegas. Mas ele não acertava. Esfregava contra minha coxa, contra minhas costas. Eu tentei guiá-lo com a mão, mas ele desmontou, confuso. A frustração foi aguda. Talvez ele não estivesse excitado o suficiente.

Foi então que decidi fazer algo que, na minha mente, era o último degrau antes da penetração. Eu iria chupá-lo. Se ele gozasse na minha boca, talvez ficasse com mais tesão, mais instinto.

Deitei-o de lado na cama e me posicionei entre suas pernas traseiras. Seu pênis estava lá, semi-exposto. Eu me inclinei e, antes que o medo me paralisasse, abri a boca e envolvi a ponta com meus lábios. O gosto era salgado, animal, mas não desagradável. Ele gemeu profundamente. Encorajada, comecei a lamber a cabeça bulbosa, depois desci pela haste, tentando engolir o máximo que conseguia. Era enorme, mais do que eu imaginava. Minha boca mal dava conta da circunferência. Usei as mãos, massageando a base enquanto chupava a ponta. Seus quadris começaram a empurrar para cima, instintivamente, e eu deixei, tomando cada empurrão na garganta. O som era obsceno, meu engasgo, seus grunhidos. O cheiro de macho, de cachorro, era intoxicante.

"Vai, Nelsinho, goza na boca da sua puta," murmurei, olhando para cima, para seus olhos meio fechados.

Ele entrou em um ritmo mais frenético. Senti a haste pulsar violentamente na minha língua. Então, com um rosnado gutural, ele ejaculou. O primeiro jato foi quente e ralo, enchendo minha boca com um sabor salgado e único. Eu engoli, surpresa pela falta de nojo. Mais jatos seguiram, menos volumosos. Eu continuei chupando, ordenhando cada gota, lambendo a cabeça sensível depois. Ele ofegava, exausto. Eu me sentei, com o gosto dele na boca, uma sensação de poder e depravação me invadindo. Alguém tinha gozado na minha boca pela primeira vez, e tinha sido meu cachorro. Achei a coisa mais excitante do mundo.

Aquele final de semana foi um ciclo de ele me lamber até eu gemer e eu chupá-lo até ele gozar. Mas ainda não era isso. A necessidade de senti-lo dentro de mim era um aperto físico no meu ventre.

A oportunidade perfeita surgiu quando eu tinha dezesseis anos. Meus pais e irmãos planejaram duas semanas na casa de praia em Angra. Eu, convenientemente, "precisei" ficar para resolver coisas da escola. Eles relutaram, mas eu convenci. Finalmente, duas semanas sozinhas. Com Nelsinho.

O carro deles mal tinha desaparecido na esquina quando eu corri para dentro, trancando a porta. O silêncio da casa era carregado de promessas. Nelsinho estava ao meu lado, sentado, como se soubesse.

"É só nós dois agora, garotão," disse eu, acariciando sua cabeça. "Duas semanas. E eu quero que você me foda até não aguentar mais. Até eu não conseguir andar. Entendeu?"

Ele lambeu minha mão.

Comecei devagar, aquecendo-nos ambos. Passei o primeiro dia nu. Andava pela casa assim, me exibindo para ele, acariciando meus seios, passando a mão na boceta já molhada só de pensar no que viria. À noite, na sala, deitei no sofá e o chamei. "Vem lamber."

Ele foi diligente. Lambia minha boceta e meu cuzinho até eu estar delirante, até eu ter gozado tantas vezes que perdi a conta. Eu gemia alto, sem me importar com os vizinhos. Depois, eu o chupava até ele gozar na minha cara, no meu peito, na minha boca. Eu me lambuzava com o sêmen dele, esfregando no corpo como um perfume perverso.

Mas o objetivo final estava sempre lá. No segundo dia, depois de uma sessão intensa de lambidas, eu estava de quatro no tapete da sala, minha boceta escorrendo, pulsando de necessidade. "Agora, Nelsinho. Agora eu quero seu pau. Monta em mim. Me faz de cadela."

Ele farejou meu sexo, excitado. Seu pênis estava totalmente para fora, vermelho e imponente, a glande enorme e brilhante. Ele subiu. Desta vez, o instinto pareceu mais aguçado. Talvez pelo cheiro intenso do meu cio, talvez pela prática silenciosa dos nossos jogos. Suas patas se prenderam aos meus quadris, suas garras pressionando minha pele. O peso era avassalador, mas eu me abria para ele, empinando mais o traseiro.

Senti a ponta quente e úmida esfregando na minha entrada. Eu gemi, empurrando para trás. "Isso… procura… enfia nessa putinha, Nelsinho."

Ele fez um movimento para frente, e a cabeça bulbosa de seu pênis pressionou contra meu himen já ausente (as lambidas tinham cuidado disso), mas contra os músculos apertados da minha vagina virgem para aquela espessura. Havia uma resistência. Eu estava molhada, mas ele era enorme.

"Vai, força!" gritei, enterrando o rosto no tapete.

Ele empurrou com força, e…..
_______
querem saber se ele conseguiu me partir ao meio daquele jeito delicioso? Como foi minha primeira vez com o Nelsinho?

Esperem pela segunda parte haha mas por enquanto vcs pode ver os meu videos fudendo com eles


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha história real com meu dog Nelsinho

Codigo do conto:
262756

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
22/05/2026

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