A Escravinha do casal



Oi gatinhos, estou aqui pra mais um conto com vocês. Esse conto é totalmente fantasioso, foi um VIP que pediu, então aproveitem.

Eu e você, meu dominador, somos um casal que sabe o que quer. E o que queremos hoje é uma escravinha novinha, bem novinha, que seja tão submissa que chegue a tremer só de ouvir nossas vozes. E ela chegou. Uma coisinha de dezenove anos, pele macia, olhos baixos, corpo magrinho que mal preenche a lingerie simples que vestimos nela. Ela já veio sabendo o papel: servir, obedecer, implorar.

Estamos na sala do nosso apê, você sentado no sofá largo, eu montada no seu colo de lado, minhas pernas cruzadas sobre as suas. Nossos lábios se encontram num beijo lento, possessivo, enquanto nossas mãos exploram o corpo da escravinha, que está ajoelhada ao nosso lado, deitada de bruços no tapete. Sua mãozinha trêmula acaricia minha coxa, mas você a puxa pelo cabelo.

— Deita direito — você ordena, a voz grossa. — Vai levar palmada até a gente se cansar.

Ela obedece, esticando o corpo magro, a bundinha empinada pra cima. Eu e você alternamos palmadas. A cada tapa, ela geme, o corpo balança, a pele fica vermelha. Minha mão queima, mas eu adoro ver as marcas dos meus dedos naquela carne jovem. Ela chora baixinho, mas não ousa pedir pra parar. Sabe que não pode.

— Implora — você manda, enquanto sua mão grande desce mais forte. — Implora pra gente continuar.

— Por favor... por favor, senhores... continuem... eu preciso... — a voz dela é um fio, molhada de lágrimas e desejo.

Eu rio, passando a mão no cabelo dela.

— Boa escravinha. Sabia que você ia adorar.

Você me puxa pra outro beijo, mais profundo, enquanto sua mão desce pro meu shortinho e enfia dois dedos em mim. Eu gemo no seu ouvido, e a escravinha assiste, os olhos arregalados, a boca entreaberta. Ela quer provar. Ela quer desesperadamente.

— Abre a boca — você diz a ela, e ela obedece na hora. Você tira os dedos molhados de mim e enfia na boca dela. Ela chupa, os olhos fechados, como se fosse a última coisa que fosse provar.

A noite avança. A gente tira a roupa dela primeiro, devagar, rasgando a lingerie barata. Ela fica nua, mãos amarradas nas costas com um lenço de seda. A gente se beija, se acaricia, e ela fica ali, de joelhos, lambendo onde a gente manda. Primeiro seus pés, depois suas pernas. Quando você me deita no sofá e começa a chupar minha buceta, você ordena que ela lamba seu cuzinho. Ela obedece, a língua quentinha explorando você enquanto você me devora. Eu grito, arranho seus ombros, e ela continua, incansável, desesperada pra agradar.

— Por favor... por favor, me deixem provar... — ela implora, a boca babada, os olhos suplicantes.

Você olha pra mim, um sorriso no canto da boca.

— O que acha, gostosa? Damos um agrado pra ela?

Eu penso, saboreando o poder.

— Só se ela implorar direito.

Ela se arrasta no chão, beija nossos pés, chora.

— Por favor, senhora, senhor... me deixem sentir... eu sou tão vadia... preciso de leite... preciso de gozo...

Eu rio, apontando pro chão.

— Deita. Abre as pernas.

Ela obedece, tremendo. Você monta nela, o pau duro apontado pro rosto dela, mas eu seguro.

— Não. Primeiro eu.

Eu me ajoelho sobre o rosto dela, minha buceta molhada bem em cima da boca dela.

— Lambe. Lambe como se sua vida dependesse disso.

Ela lambe, chupa, enfia a língua em mim com uma fome que me faz arquear as costas. Você se posiciona atrás, o pau entrando em mim por trás enquanto eu cavalgo o rosto dela. É uma sinfonia de gemidos, lambidas, tapas. Eu gozo primeiro, gritando, as pernas bambas. Você continua, forte, até que eu sinto seu gozo quente dentro de mim.

Mas não acabou.

Você tira o pau de mim e aponta pra escravinha, que ainda está de pernas abertas, implorando.

— Aonde você manda, amor? — você pergunta, a voz rouca.

Eu olho pra ela, os olhos cheios de lágrimas e desejo.

— Na boca. Ela merece.

Você goza na boca dela, jatos grossos que ela engole sem pestanejar, lambendo os lábios depois. Mas eu ainda não terminei. Meu gozo escorre pelas minhas coxas, e eu me sento no rosto dela, esfregando minha buceta suja na cara dela.

— Lambe tudo. Cada gota.

Ela lambe, os olhos fechados, num transe.

Agora, a parte que você mais esperava. Você se levanta, o pau ainda meio duro, e olha pra ela.

— Levanta. Vem aqui.

Ela se levanta, trêmula. Você a coloca de quatro no tapete, a bundinha empinada. Eu me aproximo, acariciando o cabelo dela.

— Você vai ficar paradinha, ok? Vai ser rapidinho.

Eu me agacho, sinto a bexiga cheia. Você faz o mesmo. O primeiro jato quente atinge as costas dela, escorrendo pela coluna. Ela estremece, mas não se move. Eu mio nas pernas dela, no cuzinho, na bucetinha. Você faz o mesmo, cobrindo ela de urina. Ela fica ali, imóvel, o corpo brilhando, cheirando a sexo e mijo.

— Pronta pra sair? — você pergunta, rindo.

Vestimos ela com um vestido curto, sem calcinha. Enfio um plug anal nela, grande, e ela geme quando entra. Nós dois nos vestimos casual, como se fôssemos a um bar qualquer. Mas antes de sair, você a faz girar.

— Quer se exibir também, amor? — você me pergunta.

Eu sorrio, levantando minha saia. Mostro minha buceta molhada, os seios. Você bate uma foto minha, de costas, mostrando a bunda. Depois, uma dela, de joelhos, o vestido levantado, o plug aparecendo. Você manda pra um grupo seleto.

No bar, ela senta entre nós dois. O cheiro dela é forte, mas ninguém parece notar. Ou notam, e isso me excita ainda mais. Ela treme a cada movimento, o plug cutucando por dentro. Você passa a mão na perna dela por baixo da mesa, e ela quase geme. Eu rio, pedindo outra rodada de drinks.

— Tá gostando, escravinha? — pergunto baixinho.

— Sim, senhora... muito... — ela responde, os olhos vidrados.

Depois de duas horas, voltamos pra um motelzinho barato, os lençóis manchados, o cheiro de sexo no ar. Lá, a gente faz tudo de novo. Dessa vez, você come ela primeiro, enquanto eu seguro seus braços. Depois eu monto nela, usando um cintaralho. Ela goza, chora, implora. A gente só para quando o sol nasce, os três exaustos, cobertos de suor e gozo.

Ela dorme entre nós, a escravinha perfeita, pronta pra ser usada de novo no próximo capítulo.

______

E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!
                                


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Escravinha do casal

Codigo do conto:
266515

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
07/07/2026

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