Primeira vez q meu padrinho me fudeu, hist Real

Oi gatinho, para iniciar quero deixar claro e totalmente real e minha, hoje não teremos na de ficção.

Meu último encontro no dias dos namorados me deixou inspirada,minha mente voou para um passado que moldou completamente quem eu sou hoje, sexualmente. Meu padrinho. E percebi que nunca contei essa história em detalhes para vocês, meus gatinhos. Então, sentem-se, relaxem, e me acompanhem nessa memória que ainda me faz ficar molhada só de pensar.

Para entender, preciso voltar um pouco. Meu pai era um homem de negócios, envolto em um mundo peculiar. Nesse mundo, ele tinha um “irmão” de consideração, um homem mais velho, forte, de presença avassaladora que todos respeitavam e, alguns, temiam. Meu pai queria que ele fosse meu padrinho de batismo, mas, nunca aconteceu de fato. O título, no entanto, pegou. Para mim, desde sempre, ele foi "padrinho". Meu pai morreu quando eu tinha quase dezessete anos, um baque que me deixou despedaçada, flutuando em um mar de dor e confusão. Foi ele, meu padrinho, quem apareceu como um rochedo sólido. Ele me colocou como madrinha do filho pequeno dele, um laço que oficializou nossa proximidade de uma forma que a sociedade aceitaria.

Mas a verdade, gatinhos, a verdade que fervia sob a superfície polida, era outra. Desde que me entendo por gente, desde os dez, treze anos, eu ia para a casa dele. Ele me levava ao shopping, a clubes com piscina, para jantar. E sempre, SEMPRE, havia um toque que durava um segundo a mais do que deveria. Um aperto de mão que se transformava em um carinho no pulso. Eu me sentava no colo dele, e suas mãos grandes, calejadas, repousavam na minha cintura, depois deslizavam para minha coxa, acariciando a pele acima do joelho através do tecido do shorts ou do vestido. Seus olhos, escuros e penetrantes, me devoravam. Ele me olhava não como uma menina, mas como uma mulher. E eu cheia de hormônios e curiosidade, ansiava por aquele olhar. Meu corpo respondia antes mesmo de minha mente entender o que estava acontecendo. Eu era a gatinha dele muito antes de ser a de vocês. Era uma tensão deliciosa e proibida que crescia a cada ano, um jogo perigoso que ambos jogávamos, sabendo que um dia a linha seria cruzada.

O estalo final veio no ano seguinte à morte do meu pai. Eu tinha dezessete anos, frágil por dentro, mas com um corpo que já havia florescido completamente, cheio de curvas que eu sabia que ele admirava. Ele me convidou para passar um final de semana com ele e meu afilhado em Angra dos Reis. Ele também tinha uma casa mas em outro condomínio, um fechado, com vista para o mar. Aceitei na hora. Era uma fuga, e era a promessa não dita daquilo que eu tanto desejava.

O dia foi de praia, sol e sal. Passei o dia inteiro de biquíni minúsculo, um pedaço de tecido azul-celeste que mal cobria minhas partes. Sentia o calor do olhar dele em mim o tempo todo, como um farol físico. À noite, depois que meu afilhado foi colocado na cama, exausto, nós dois ficamos no quintal. A piscina iluminada com luzes subaquáticas era um convite. A brisa do mar era quente. Estávamos bebendo uma caipirinha forte, e eu, ainda de biquíni, sentia cada fio do tecido molhado colado na minha pele.

"Vem pra água," ele disse, a voz mais grossa do que o normal. Entrei, a água morna envolvendo meu corpo. Ele veio atrás. Em pouco tempo, eu estava flutuando de costas, e ele se posicionou debaixo de mim, suas mãos segurando minha cintura. Minhas pernas, quase que por instinto, se enrolaram em torno de sua cintura robusta. Meu quadril repousava contra ele, e mesmo através do tecido do meu biquíni e do shorts de banho dele, eu sentia o volume firme e crescente de seu pau. Um calafrio percorreu minha espinha.

A conversa fluiu, despretensiosa, até que ele, com uma naturalidade que me deixou sem ar, mudou o assunto. "E aí, pequena? Já experimentou as delícias da vida?" perguntou, enquanto uma de suas mãos, que até então estava na minha cintura, começou a se mover. Seus dedos traçaram um caminho lento pela lateral da minha coxa, subindo, subindo. A pele sob seu toque pegava fogo. Ele alisava minha coxa, a curva do quadril, e então a palma da sua mão se espalhou sobre minha barriga lisa, fazendo círculos lentos.

Eu engoli seco, tentando manter a voz estável. "Um pouco... nada sério."

Ele sorriu, um sorriso de lobo. "Imagino. Uma gatinha linda dessas deve ter os garotos todos loucos." Enquanto falava, seus dedos encontraram a borda superior do meu biquíni, na virilha. Ele não entrou, não ainda. Apenas passou a ponta dos dedos para frente e para trás ao longo do elástico, roçando o montinho pubiano que mal era coberto pelo tecido molhado. Cada movimento era uma tortura doce. Minha buceta já estava latejando, e eu sentia a umidade quente se acumulando, muito diferente da água da piscina.

Sua mão então subiu, cruzando meu estômago, até encontrar os seios. Meu biquíni era do tipo amarrado atrás do pescoço e nas costas. Seus dedos brincaram com os laços do sutiã. "Sempre quis ver esses peitinhos de perto," ele murmurou, sua respiração quente no meu ouvido. "Sempre que você usava um top justinho, eu ficava maluco." Com um puxão suave e decisivo, os laços do pescoço se soltaram. Outro puxão, e os das costas cederam. De repente, meus seios estavam livres, flutuando levemente na água, as pontas duras e escuras completamente expostas ao ar noturno e ao seu olhar faminto.

"Padrinho..." eu susurrei, mas era um gemido disfarçado.

"Shhh," ele sussurrou de volta. Suas mãos, agora livres, agarraram meus seios, cheios e pesados. Ele os apertou, moldando a carne com força, seus polegares esfregando e torcendo meus mamilos até eles doerem de uma forma deliciosa. "Sempre foi uma putinha, não foi? Uma ninfeta safada se exibindo para o padrinho. Me provocou todos esses anos."

Eu não consegui negar. Meu corpo arqueou, oferecendo-me mais a ele. Ele baixou a cabeça e, com um grunhido baixo, levou um mamilo à boca. Não foi uma chupada suave. Foi uma devoração. Ele chupou com força, a língua raspando e enrolando na ponta sensível, enquanto seus dentes mordiscavam a auréola. A sensação era eletrizante, uma mistura de dor aguda e prazer tão profundo que um gemido alto escapou dos meus lábios. Ele mudou para o outro seio, repetindo o tratamento, enquanto sua mão direita finalmente, *finalmente*, desceu.

Seus dedos encontraram o centro úmido do meu biquíni. Ele pressionou a palma contra minha vulva, fazendo-me esfregar contra ele. "Já está toda melada para o padrinho, né, gatinha?" Ele rosnou. Com dedos hábeis, ele deslizou o tecido molhado para o lado, expondo completamente minha buceta inchada e pulsante para a água e para seu toque. Não houve mais barreiras. Seu dedo médio encontrou meu clitóris inchado e começou a fazer círculos rápidos e precisos. Eu gritei, meu corpo se contorcendo na água, minhas pernas se apertando mais forte em torno dele.

"Assim, gosta? O padrinho vai cuidar de você," ele sussurrou, enquanto seu dedo descia, encontrando minha entrada escorregadia. Com um movimento firme, ele enfiou um dedo dentro de mim. Eu estava apertada, e a intrusão fez-me prender a respiraça. Mas era bom, tão bom. Ele começou a bombear, para dentro e para fora, num ritmo lento e profundo, enquanto seu polegar continuava a massagear meu clitóris. Em segundos, adicionou um segundo dedo, esticando-me, preenchendo-me de uma forma que eu nunca havia sentido. A dor se misturava ao êxtase, e eu estava perdida, gemendo e gritando seu nome, minhas unhas cravando-se em seus ombros largos.

"Chega de brincadeira," ele anunciou, sua voz rouca de desejo. Ele me levantou como se eu não pesasse nada e me colocou sentada na borda da piscina, de costas para a água. Seus olhos queimavam. Com as duas mãos, ele agarrou as laterais do meu biquíni e, com um rasgo brutal, arrancou o tecido. O som do elástico estourando foi como um tiro na noite silenciosa. Eu estava completamente nua, exposta, com as pernas abertas e tremendo. Ele saiu da água, seu corpo musculoso escorrendo, e o que vi me fez os olhos arregalarem. Seu pau, totalmente ereto, era enorme. Grosso, longo, com veias salientes pulsando. Era uma arma de prazer e posse.

Ele se posicionou entre minhas pernas, suas mãos agarrando meus quadris com força quase brutal. "Vai doer, gatinha. Mas você vai adorar." Sem mais cerimônia, sem beijos, sem preparação além dos dedos, ele alinhou a cabeça roxa e inchada com minha entrada e, com um único e poderoso empurrão, enterrou-se em mim até o fim.

Um grito agudo e genuíno de dor rasgou minha garganta. Era como ser aberta ao meio, rasgada por dentro. A sensação de ser preenchida de forma tão absoluta, tão violenta, era avassaladora. Ele prontamente tapou minha boca com sua mão grande, abafando meus gritos. "Cala a boca e aguenta," ele ordenou, e começou a se mover.

E então, a dor começou a se transformar. A fricção, a profundidade, a sensação de estar completamente possuída, dominada por aquele homem que eu tanto desejava... começou a acender um fogo dentro de mim. Meus gemidos contra sua palma se tornaram de puro prazer. Ele me fodia com uma intensidade animal, cada investida uma afirmação de domínio. Suas ancas batiam contra minhas coxas com um som úmido e obsceno. Ele me puxava contra ele a cada entrada, como se quisesse fundir nossos corpos. Eu estava perdida, uma massa de sensações, minhas pernas fracas agarradas a suas costas, meus seios balançando violentamente com o ritmo.

"Você é minha agora, sua putinha. Minha gatinha. Sempre foi," ele rosnava no meu ouvido, sua respiração ofegante. Eu só conseguia balbuciar "sim, padrinho, sim, por favor, não para" entre gemidos abafados. O orgasmo me atingiu como um tsunami, um tremor violento que parecia arrancar minha alma pelo ponto onde nossos corpos se uniam. Eu me contraí em torno dele, e meu grito abafado foi de pura agonia celestial. Isso pareceu excitá-lo ainda mais. Seus movimentos ficaram mais rápidos, mais descontrolados, e com um rugido abafado, ele enterrou-se até as bolas em mim e explodiu. Senti o jato quente de sua porra inundando meu útero, enchendo-me, marcando-me por dentro. Ele permaneceu lá, pulsando dentro de mim, por um longo momento, antes de se retirar lentamente, deixando-me vazia e tremendo.

Mas ele não estava satisfeito. Seus olhos ainda brilhavam com fome. Ele me puxou para o chão de pedra ao lado da piscina. "Vira de quatro," ele ordenou, dando um tapinha firme na minha nádega. Eu obedeci, fraca, mole, ainda ofegante. Me ajoelhei, apoiada nas mãos, minhas costas arqueadas, oferecendo-me a ele novamente. Ele se ajoelhou atrás de mim, e eu senti a cabeça de seu pau, ainda duro e coberto de nossa mistura, pressionando contra minha buceta novamente. Ele entrou mais facilmente desta vez, já aberta e escorregadia. Começou a me comer por trás, cada embate fazendo meu corpo balançar para frente. Uma de suas mãos agarrou meu quadril, enquanto a outra desceu.

Seus dedos, ainda melados de mim e dele, encontraram meu cuzinho. Ele passou o dedo médio pelo anel apertado, pressionando suavemente. "Um dia eu vou entrar aqui também, gatinha. Vou possuir todos os seus buracos." A ameaça, a promessa, me fez gemer mais alto. Ele começou a massagear o furinho enquanto continuava a me foder com força pela frente, seus dedos brincando, pressionando, preparando o terreno para futuras invasões. Eu estava em um êxtase duplo, a sensação de ser preenchida por seu pau enorme e a estimulação proibida no outro lugar me levando à beira de outro orgasmo. Ele me bateu mais uma vez, e eu gozei novamente, um orgasmo mais fraco mas ainda intenso, meus músculos se contraindo em torno dele.

Depois de me comer assim por um tempo que perdi a noção, ele finalmente parou. Eu estava exausta, minhas pernas tremiam incontrolavelmente. Ele me pegou no colo, como se eu fosse uma criança, e carregou-me para dentro da casa, direto para o banheiro espaçoso dele. A água quente do chuveiro caiu sobre nós. Ele me lavou com as mãos, esfregando cada centímetro do meu corpo, limpando a areia, o suor, o sexo. Mas seu pau, lavado pela água, permanecia duro como rocha contra minha coxa.

"Na~o acabou ainda”

A água quente escorria pelos nossos corpos entrelaçados, limpando o sal, o cloro e os vestígios da nossa foda selvagem na beira da piscina. Mas não limpava o desejo. Seu pau, duro e imponente, pressionava contra minha barriga, uma afirmação silenciosa de que a noite estava longe de acabar. Seus olhos escuros, sob a cortina de água, me devoravam com uma intensidade que me fez tremer de novo, mas não de frio.

"Você acha que um banho vai me fazer esquecer o gosto dessa bucetinha?" ele rosnou, suas mãos deslizando pelas minhas costas até agarrarem minhas nádegas, puxando-me contra ele. A cabeça do seu pau esfregou-se no meu clitóris sensível, fazendo-me soltar um gemido que se perdeu no barulho do chuveiro. "O padrinho ainda não acabou com você."

Ele me virou, de costas para ele, e me inclinou para frente, minhas mãos se apoiando na parede fria de azulejos. A água batia nas minhas costas e escorria pelo vale entre os seios. Senti suas mãos abrindo minhas nádegas, e então a ponta quente e úmida do seu membro procurando minha entrada, já dolorida e inchada, mas ainda faminta. Ele entrou com um empurrão longo e lento, desta vez, preenchendo-me completamente de uma só vez. Um suspiro profundo e satisfeito escapou dos meus lábios.

"É isso, gatinha. Aceita tudo," ele sussurrou no meu ouvido, seus dentes mordiscando meu lóbulo. Ele começou a se mover, um ritmo diferente agora, mais controlado, mais profundo, cada movimento uma exploração meticulosa do meu interior. Uma de suas mãos se agarrou ao meu quadril, enquanto a outra subiu, encontrando meu pescoço. Não para me estrangular, mas para segurar, para afirmar seu domínio, seu polegar pressionando contra minha mandíbula, forçando minha cabeça para trás. Eu estava completamente à mercê dele, presa entre seu corpo sólido e a parede fria, sendo possuída com uma intimidade brutal.

A sensação era avassaladora. A água quente, o vapor, o cheiro do sabonete masculino dele misturado ao nosso sexo, e o movimento constante, penetrante, daquele pau dentro de mim. Ele mudava o ângulo, buscando pontos que me faziam gritar. "Aí, padrinho! Ali, por favor, ali!" Eu suplicava, minha voz um misto de gemido e choro. Ele encontrou um lugar profundo que fez estrelas explodirem atrás das minhas pálpebras. Seus dedos, da mão que estava no meu quadril, desceram novamente, encontrando meu clitóris e massageando-o em círculos rápidos e precisos, em perfeita sincronia com as investidas.

O terceiro orgasmo da noite se aproximou como um trem desgovernado. Meu corpo inteiro ficou tenso, meus dedos se crisparam contra os azulejos, meus músculos internos se apertaram em torno dele como um punho. "Vou gozar... padrinho, eu vou gozar!" Gritei, e ele apenas rosnou em resposta, seus movimentos ficando mais rápidos, mais desesperados.

"Goza, sua putinha. Goza no pau do padrinho," ele ordenou. E eu obedeci. Um tremor violento me percorreu, começando no núcleo onde estávamos unidos e irradiando para cada extremidade do meu corpo. Eu me contraí em espasmos incontáveis em torno dele, e um grito longo e rouco saiu da minha garganta. O clímax parecia sugar toda a minha força, deixando-me fraca e mole, sustentada apenas por suas mãos e pelo seu corpo dentro de mim.

Isso foi o que ele estava esperando. Com um rugido abafado que ecoou no box, ele enterrou-se até o talo e explodiu. Senti os jatos quentes e potentes da sua porra inundando-me novamente, enchendo-me, marcando-me por dentro mais uma vez. Ele pulsou dentro de mim por um tempo que pareceu uma eternidade, seus próprios gemidos de prazer misturando-se ao som da água. Finalmente, ele se retirou, lentamente, e eu quase desmaiei, escorregando pela parede. Ele me segurou, desligou o chuveiro e, envolvendo-me em uma toalha grande e fofa, carregou-me para o quarto.

Não era o quarto de visitas. Era o quarto dele. Grande, escuro, com a cama enorme. Ele me deitou sobre os lençóis de algodão fresco, ainda envolta na toalha, e se deitou ao meu lado. Meu corpo era um mapa de sensações exaustas - dor, prazer, ternura, posse. Ele puxou a toalha e me puxou contra seu peito peludo. Eu estava tão cansada que mal conseguia pensar. Senti o calor do seu corpo, o cheiro dele, e o último pensamento que tive antes de o sono me levar foi que eu era dele, completamente.

***

A luz da manhã entrou suavemente pelas frestas das persianas, pintando listras douradas no chão de madeira. Acordei devagar, meu corpo pesado e dolorido, mas de uma forma profundamente satisfeita. A primeira sensação foi um leve latejar entre as pernas. A segunda foi a sensação pegajosa e seca na minha coxa interna. Abri os olhos e olhei para baixo. Manchas brancas e cremosas, agora secas, marcavam minha pele. Sua porra. Ele tinha gozado dentro de mim no chuveiro e eu tinha adormecido com ela vazando. Um rubor quente de vergonha e excitação subiu ao meu rosto.

Antes que eu pudesse me mover, senti o colchão ceder. Ele estava acordado, deitado de lado, a cabeça apoiada na mão, me observando. Seus olhos percorreram meu corpo nu, descoberto pelos lençóis, com a mesma posse faminta da noite anterior.

"Bom dia, gatinha," ele disse, sua voz ainda rouca do sono. Sua mão deslizou sobre a cama e pousou na minha barriga, os dedos traçando padrões na minha pele.

"Bom dia, padrinho," respondi, minha voz um sussurro áspero.

Sem dizer mais nada, ele se moveu. Sentou-se na cama, suas costas largas voltadas para mim por um momento. Então, ele se virou, ajoelhando-se ao meu lado na cama. E eu vi. Seu pau já estava ereto novamente, imponente e duro, apontando para mim como uma acusação, uma promessa. A luz da manhã destacava cada veia, cada detalhe.

Ele se inclinou sobre mim, uma sombra grande e dominadora. "Abrindo o dia com o gosto certo," ele murmurou, e sua mão envolveu a nuca do meu pescoço, não com violência, mas com uma firmeza inquestionável. Ele me guiou suavemente para baixo, para o seu colo.

O cheiro dele, intenso e masculino, invadiu minhas narinas. Eu olhei para aquela peça monumental de carne, a cabeça roxa e inchada a centímetros dos meus lábios. Sem que ele precisasse dizer uma palavra, eu abri a boca. Ele guiou-se para dentro, esfregando a cabeça em meus lábios antes de empurrar suavemente, entrando na minha boca quente.

O gosto era salgado, musk, o resquício do nosso sexo da noite passada e o sabor puro dele. Era avassalador. Era submissão total. Ele soltou um grunhido baixo de prazer quando minha língua se moveu, lambendo a parte de baixo da cabeça. "Isso, minha putinha. Mama o padrinho."

Eu obedeci. Envolvi meus lábios em torno dele, tentando abocanhar o máximo que conseguia daquele monstro. Era enorme, e eu sentia a cabeça bater no fundo da minha garganta, provocando um reflexo de vômito que eu suprimi. Minhas mãos, por iniciativa própria, subiram para segurar a base dele, sentindo a pulsação forte contra minhas palmas. Comecei a mover minha cabeça para frente e para trás, num ritmo lento e aprendizado, chupando com força, minha língua dançando ao longo do comprimento sempre que ele recuava.

Ele deixou minha nuca e suas mãos foram para os meus cabelos, entrelaçando-se nos fios e guiando o ritmo. "Mais fundo, gatinha. Engole tudo." Ele puxou minha cabeça para baixo, enfiando mais dele na minha garganta. Meus olhos encheram-se de lágrimas, mas eu não resisti. Eu queria isso. Queria agradá-lo, engoli-lo, ser usada por ele dessa forma também. O som obsceno da minha boca molhada sugando-o encheu o quarto silencioso, misturado aos seus gemidos roucos de prazer.

"Você é uma chupadora natural, sabia? Uma vadiazinha de boca gulosa," ele elogiou, seus dedos apertando meu couro cabeludo. O ritmo aumentou. Ele estava começando a bombear ativamente na minha boca, usando-a como uma bucetinha úmida e quente. Eu me entreguei, relaxando minha garganta o máximo que pude, deixando-o usar-me, focando apenas na sensação dele deslizando para dentro e para fora, no gosto, no peso dele na minha língua.

Senti suas coxas tensionarem. "Vou gozar na sua boquinha, gatinha. Engole tudo. Tudo que o padrinho te der." Seu aviso foi um rosnado. Eu apenas fiz um som de assentimento, um "mmm" abafado em torno do seu pau. Seus movimentos ficaram descontrolados, espasmódicos. Ele enterrou-se fundo uma última vez, segurando minha cabeça no lugar, e então senti o primeiro jato quente e amargo bater no fundo da minha garganta. Engoli por instinto. O segundo, o terceiro, inundaram minha boca. O sabor era intenso, salgado, acre, o sabor da sua posse mais íntima. Eu continuei engolindo, tentando não desperdiçar uma gota, enquanto ele jorrava na minha boca, seus gemidos se transformando em um rugido de libertação.

Quando ele finalmente parou, soltou meu cabelo e se retirou lentamente. Eu caí de volta no travesseiro, ofegante, minha boca ardendo, meu queixo molhado, o gosto dele impregnado em cada parte de mim. Ele olhou para mim, seus olhos escuros suavizados por uma satisfação profunda. Ele passou o polegar pelo meu lábio, limpando um fio branco que havia escapado.

"Minha boa menina," ele disse, e pela primeira vez, havia algo que se parecia com afeto genuíno naquela posse brutal. Ele se deitou ao meu lado novamente, me puxando contra ele. "Agora podemos tomar um café."

E eu soube, deitada ali, com o corpo e a alma marcados por ele, que aquela era apenas a primeira de muitas, muitas noites. Eu era a gatinha do meu padrinho. E sempre seria.

______


E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!
                                

Foto 1 do Conto erotico: Primeira vez q meu padrinho me fudeu, hist Real


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira vez q meu padrinho me fudeu, hist Real

Codigo do conto:
264411

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/06/2026

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