"Caralho… que pau enorme… você está me arrebentando, Nelsinho…" eu gemi, minhas unhas cavando o tapete.
Ele não parou. Com outro empurrão poderoso de seus quadris, mais alguns centímetros daquela haste vermelha e nervurada entraram em mim. Eu estava absurdamente apertada. Cada prega interna, cada dobra da minha vagina, era esfregada, achatada, preenchida por aquela carne canina pulsante. Eu conseguia sentir as veias salientes dele raspando contra minhas paredes sensíveis. Ele estava quente, tão quente por dentro de mim. O peso dele me esmagava contra o chão, e eu me entreguei completamente, relaxando os músculos que instintivamente se contraíam contra a invasão.
Ele começou a se mover. Lentamente no início, tirando quase toda a haste e depois enfiando de volta. Cada entrada era um novo espasmo de dor-prazer. A sensação da cabeça bulbosa passando pelo ponto mais apertado, perto da entrada, me fazia tremer. Eu estava encharcada, meu próprio lubrificante misturado com o dele facilitando o caminho, mas ainda assim era uma luta. Eu era uma garota apertada sendo fodida por um pau de cachorro, e a realidade disso me deixava louca.
"Mais… enfia tudo, seu monstro… me fode toda…" eu gritei, empinando mais para recebê-lo.
Ele entendeu. Seus movimentos ficaram mais longos, mais determinados. O som era obsceno: o ruído molhado e esguichante da minha boceta sendo violentamente aberta, seus grunhidos ofegantes, meus gemidos altos e descontrolados. Ele me alcançava de um jeito que nenhum dedo ou língua jamais havia feito. A cada bombada, eu sentia a ponta dele bater no fundo do meu útero, uma pancada profunda e eletrizante que me fazia ver estrelas. Eu estava sendo usada, como uma cadela no cio. A ideia me excitava até as lágrimas.
O ritmo acelerou. Ele estava me comendo com uma fúria animal, suas patas segurando meus quadris com força, suas unhas deixando marcas. Eu balancei os quadris no contra-ataque, tentando acompanhar seu empurrão, sentindo a haste grossa esfregando em cada ponto sensível por dentro. A dor inicial se transformou em um calor abrasador e constante, uma sensação de plenitude extrema que beirava a agonia, mas uma agonia que eu adorava. Eu estava sendo arrombada de verdade, e cada centímetro da minha buceta estava aprendendo a ser a bainha daquele pau.
"Vou gozar… Nelsinho, eu vou gozar com esse pau de cachorro dentro de mim!" eu berrei, meu rosto distorcido no tapete.
Meu orgasmo veio como um terremoto. Foi diferente de tudo. Não foi centrado apenas no clitóris. Foi uma convulsão profunda, interna, que começou no ponto onde a cabeça dele batia e se espalhou por todo o meu corpo. Minha vagina apertada se contraiu violentamente em volta da haste dele, tentando agarrá-la, ordenhá-la. Eu jorrei fluidos, um esguicho quente que ele deve ter sentido, porque ele rosnou mais alto e suas estocadas ficaram descontroladas, mais curtas e rápidas.
Foi quando eu senti a mudança. Dentro de mim, a haste dele parecia inchar ainda mais. Algo ainda maior, mais duro, estava se formando na base. O nó. Eu tinha lido sobre isso, mas sentir era outra coisa. Era como se uma segunda cabeça, uma bola de carne enorme, estivesse se expandindo dentro do seu pau, logo atrás da glande. E ele parou de bombear. Ele ficou enterrado até o fundo em mim, o nó pressionando contra a entrada da minha vagina, impossível de passar.
"Ah, não… você está preso em mim…" eu sussurrei, uma mistura de pânico e êxtase.
Ele estava travado. O nó tinha inchado completamente, ancorando ele dentro de mim. Qualquer tentativa de sair era uma dor aguda, um puxão nos meus lábios internos. Nós estávamos ligados, como cães no acasalamento. Ele ofegava pesadamente em cima de mim, seu peso ainda me esmagando. Eu estava exausta, dolorida, mas incrivelmente cheia. A sensação do nó, uma protuberância enorme e rígida tentando forçar sua passagem pela minha abertura já tão esticada, era insana. Eu estava literalmente amarrada a ele pelo sexo.
Os minutos se arrastaram. Dez, vinte, trinta… O prazer inicial da ejaculação dele — que eu senti como jatos quentes e pulsantes lá no fundo do meu útero — havia passado, deixando apenas uma exaustão profunda e a pressão constante daquele nó gigante me abrindo. Minhas pernas tremiam. Meus braços doíam de me sustentar. Sua respiração pesada era o único som além da minha. Eu estava presa, usada, e completamente à mercê do instinto dele.
Por volta dos quarenta minutos, a exaustão atingiu um nível crítico. Cada músculo do meu corpo protestava. A bexiga, que eu vinha ignorando há tempos no turbilhão da sensação, começou a doer com uma urgência avassaladora. A pressão era insuportável, somada ao peso dele e à distensão da minha vagina.
"Não aguento… Nelsinho, eu preciso mijar… eu vou mijar…" eu gemi, sem forças.
Não havia como segurar. Não havia dignidade, não havia controle. Com um último suspiro de resignação, eu soltei tudo. Um jorro quente de urina jorrou de mim, passando por onde nossos corpos estavam unidos. Escorreu pela minha virilha, pelas minhas coxas, pingando no tapete embaixo da gente. O cheiro acre se misturou ao cheiro do sexo e do suor no ar. Eu chorei baixo, de exaustão e de uma humilhação profunda que, de alguma forma, só alimentava o fogo apagado da minha depravação. Eu tinha me mijado, presa sob meu cachorro depois de ele me foder.
Ele farejou o ar e gemeu. O cheiro da minha urina pareceu agitá-lo. E então, finalmente, depois de uma eternidade, senti o nó dentro de mim começar a diminuir lentamente. A pressão agonizante na minha entrada aliviou um pouco. Ele se moveu para trás, e com um som molhado e obsceno, seu pênis inchado e vermelho saiu de mim.
Eu desabei no chão, uma poça de fluidos — meu xixi, meu lubrificante, o sêmen branco e grosso dele — escorrendo da minha boceta totalmente arrombada e latejante. Eu estava vazando. Aberta. Arrebentada.
Nelsinho, ofegante, cheirou o ar novamente. Ele se virou e, antes que eu pudesse me mover, sua língua larga e áspera veio direto para a minha virilha. Ele não lambeu apenas a buceta. Ele lambeu tudo. Lambeu o xixi que escorria pelas minhas coxas, lambeu a mistura de fluidos que saía de dentro de mim, lambeu os lábios inchados e sensíveis da minha vagina, penetrando com a língua para pegar o sêmen que ainda escorria. O som era de lambidas altas e vorazes. Ele estava limpando-me, sim, mas era mais do que isso. Ele estava saboreando o resultado do que fizemos, a mistura completa dos nossos fluidos, da minha submissão.
Eu deixei. Deitei de costas, com os braços abertos, olhando para o teto enquanto a língua áspera do meu cachorro limpava o xixi e o gozo do meu corpo violado. Cada lambida na minha carne dolorida e exposta era um lembrete. Eu não era mais uma garota. Eu era a cadela dele. E aquela noite, ou melhor, aquela tarde no tapete da sala, tinha mudado tudo de verdade. Para sempre.
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E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!