Uma experiencia incrível, porra escorrendo.
Nasci em uma cidade do interior, Bauru, na mesma rua morava o João, amigos desde sempre, pode se dizer que crescemos juntos. Sou Felipe, 17 anos, 1,75 de altura, corpo definido para magro. O João era de estatura media-na, seu irmão Francisco, o Fran, era mais encorpado, ape-sar de mais novo. Nossa amizade não era igual, pois ele preferia brincar ou andar com a irmã e as primas. Um dia comentei.
— Será que o Fran?
João me olhou sorrindo.
— Tá de brincadeira, ele é mimado demais, só isso.
Crescemos, estudamos o colegial, hoje ensino médio, e estávamos nos preparando para o vestibular. Eu queria fazer engenharia, João, medicina. Fran sempre foi mais estudioso e por que não, inteligente, nos ajudava muito
Depois da tensão da prova, resolvi tomar uma cer-veja, liguei pro João, mas não respondeu. Sozinho em ca-sa deitei no sofá da sala, tomei uma latinha e me levanta-va para ir buscar outra quando o Fran chegou. Estranhei a visita, nunca vinha sozinho, principalmente depois de um dia eu ter feito a besteira de perguntar se, ele gostava de outra fruta? Não demonstrou reação, mas nossa relação que já não era tanta, esfriou, ele, é afeminado, bonito e gente fina.
Ao vê-lo chegando metido em um short mais aper-tado, salientando a bela bunda redonda e firme, fiquei in-quieto.
— Que novidade amigo?
— Queria conversar, o João sumiu.
Notei algo diferente, fazia tempo que não o via de perto. O rosto bonito, olhos brilhando e um meio sorriso, quase ingênuo, iria, mas isso me alertou.
— Toma uma?
— Sim! Estou é com fome, acredita?
Fomos a cozinha, abri e o servi, beberiquei e gole e retirei presunto e queijo, coloquei na mesa.
— Fran, pega o pai ai no armário.
Ele se abaixou de tal forma que não resisti, apreciei o rabo grande pra cima se oferecendo. Fiquei inquieto, mas se ele estava ali me provocando se arreganhado to-do, por que não. Eu falei:
— Fran, um dia fiz uma brincadeira de mal gosto, mas hoje é real, estava com uma bunda de dar água na boca.
Me olhou se levantando, o corpo bem delineado, me encarou.
— Sério que gostou? Que tal a gente conversar so-bre isso.
— Tipo?
— Sabia que estava sozinho e, depois daquele dia tenho pensado muito. Você vai passar e ira embora e, eu não quero que vá sem mostrar o tipo de fruta que adoro.
— Adorei isso e quero saber se é difícil encontrar essa fruta.
— Sou a arvore que deseja que suba e me colha. Caralho cara, tenho a maior vontade de dar para você.
— Quer que te pegue e fode com muita força nesse rabo. É a minha fruta que deseja experimentar?
Sem esconder o que desejava, levou a mão sobre minha bermuda e apertou meu pau acordando a fera. Era a minha primeira vez e estava louco para quebrar o caba-ço naquele bonito amigo. Ele me beijou de leve os lábios, seu perfume adocicado me tocou, trocamos um beijo mais ousado. Ele sorriu.
— O comedor de gatinha vai descobrir que sou deli-cioso, quero te deixar louco para se lembrar de mim.
— Você não se esquecera também, que tal lanchar depois?
Ele demonstrou para o que veio, desceu o zíper da minha bermuda, segurou e beijou.
— Caralho! É do tamanho que adoro, GG.
Meteu a boca como uma putinha, juro que não imaginava que ele andava se especializando. Gemi e se-gurando seus cabelos ajudei a metida na boca, ele engas-gava, tossiu e voltava mais afoito. Seus olhos imploravam, dei uma bela gozada para ele se satisfazer. Só estranhei ele subir com a boca melada e me beijar, meu sabor me excitou muito, nossas línguas digladiaram sabores de te-são intensa.
Fomos pro meu quarto e já sem roupas o coloquei de quatro se apoiando na cama. Passei o dedo no anel, ele gemeu pedindo que passasse a língua, beijasse. Fiquei cismado, isso nunca passou pela cabeça, mas a insistên-cia e o desejo louco de meter naquele cu bonito, beijei. O gemer foi longo, rebolou pedindo mais, meti o dedo e não sei como, mas passei a língua, era ele me enfeitiçando, só pode. Se transformou uma verdadeira puta, gemia e pedia mais dedada e, todo estardalhaço me deixou louco, estava delicioso o cuzinho. Chupei com vontade até ele insistir que queria meu cacete. Mas não o dei, queria retribuir, beijei seus lábios e desci aos mamilos crescidos, seios pe-quenos e deliciosos. Ele sabia ser putinha, se agarrou aos meus cabelos, pediu que mordiscasse, senti seu pau du-ríssimo encostar em mim, estava babando de desejo. Des-ceu me chupando e abocanhou meu cacete dolorido de tesão. Deixei a rola destruir sua boca dele sem menor pe-na, até ele perceber que ia gozar, parou, me beijou e im-plorou, adorei o viadinho pidão.
— Não aguento mais, quero esse pau me arrom-bando, seja bonzinho comigo, seja!
Explodíamos de tezão, ele se posicionou empurran-do a bunda no que desejava dentro, meu cacete. Foi difícil a penetração com muita saliva e jeito ele engoliu meu ca-cete. A cada investida abria as pregas e ele gemia como uma vagabunda, isso me deixava mais animado.
— Tens um cu delicioso, meu viadinho gostoso.
— Você é o pau que eu desejava, me encha de por-ra.
Mais estocadas, gemidos, urros quando chegava ao fundo e, tive a primeira ejaculada em um cu gay. Adorei e não tirei, continuei, mordi sua costa e orelha, deixei mar-cas, soquei no vai e vem barulhento e, gozei de tremer a perna. Tirei o apreciei o estado, aberto piscando soltando porra ao contrair, foi a cena que levei na memória, porra escorrendo.