Na “Chácara Amores” as novidades são prazerosas.
Olá pessoal, aqui estou novamente para contar mais uma deliciosa aventura na minha chácara, que batizei como: “Chácara Amores”.
A ideia surgiu depois de um ano morando no lo-cal, o Genaro me viciou mais que ninguém, só que um dia ele desapareceu, fiquei louco de saudade, mas fa-zer o que, ninguém tinha notícia.
Estava chegando o final de ano, quis dar uma limpada geral, conversei com a dona Doca, uma se-nhorinha muito alegre, ela disse que arrumaria uma pessoa.
Nem esperava mais, pois a semana toda e nada, rastelava umas folhas quando chegou um moço de bi-cicleta. Suado, desceu e se aproximou.
— Bom dia, seu Adolfo! Minha vó disse que está precisando de ajuda.
Quase não ouvi, olhava para o belo jovem de es-tatura mediana, corpo musculoso, bonito, mas o mais lindo era o que a bermuda não escondia, o volume. Respondi sem despregar os olhos do que estava sau-doso, um belo pau.
— Bom dia! Sua avó, hé, falei mesmo, você é neto.
Demonstrava total descontrole diante do jovem sorridente.
— Sou Marcos.
— Que bom que veio, Marcos. Venha tomar uma agua, veio de longe?
— Moro a uns cinco quilômetros, a mulher per-deu horário e me atrasei, sabe, o celular negou fogo.
Perdi a vontade de oferecer água, era casado, jovem, não iria aceitar transar comigo, mas precisava do serviço.
Demonstrou que não era desses que ficam enro-lando, antes do almoço já tinha podado as árvores da entrada e fez um belo trabalho artesanal, umas qua-dradas outras redondas,
— Você é bom cara, gostei, venha se refrescar para almoçar.
— Posso usar o tanque para tirar o suor?
— Tem um chuveiro embaixo da caixa, quer se banhar arrumo a toalha?
Ficou meio assim, mas insisti, queria ver aquele corpo, nem que fosse para masturbar mais tarde. Trouxe a toalha e uma camiseta grande que tenho e uso para dormir, ele é bem mais forte que eu. Ele ficou de cueca, mas eu disse quase babando.
— Aqui é tudo fechado, pode ficar a vontade.
Ele desceu e, tive que sair, era linda demais e grande, observei por detrás da janela, fiquei de pau duro e o cu piscando.
Almoçamos, ele muito respeitoso, falou da espo-sa e do tempo, dois anos de casado e da dificuldade para arrumar trabalho. Senti pena, mas ele não sentiria de mim, da vontade que estava de ser traçado por ele, mudei o assunto.
No dia seguinte chegou mais cedo e tomamos café juntos. Ele me pareceu nervoso, quis saber e, fa-lou.
— Não gosto disso, mas o senhor não pode me adiantar o dia, ela precisa de um remédio e....
Fiz ele parar, pousei minha mão sobre a dele.
— Quanto?
— Só o dia.
Levantei e fui até o quarto e trouxe o de três di-as.
— Não precisa tudo isso.
— Onde ela está? Quem vai comprar o remédio?
— Se permitir dou uma corridinha rapidinho.
Pousei novamente a mão sobre a dele e apertei.
— Almoce e eu te levo. Saúde é coisa séria.
Percebi a reação, ele estava feliz, claro que era por ela, mas quem sabe abre uma brecha. Ele com-prou e eu fiz a minha aquisição, duas caixas de cami-sinhas com sabores. Na ida para a casa dele, quis sa-ber.
— Desculpa, mas vi a compra do senhor, pelo jeito usa muito, logo duas. Eu não uso, não gosto.
— Verdade! Observador, sempre tenho e uso muito, mas também adoro no pelo.
Chegamos na casa humilde, ele desceu indican-do que não desejava minha entrada, acho que por vergonha. Saiu e logo atrás apareceu uma belíssima moça de uns vinte anos. balancei a cabeça e ela res-pondeu com um aceno.
— Uma linda esposa, o remédio é suficiente?
— Sim! É caro, ela teve um aborto espontâneo.
— Caramba, que barra.
— É, está abalada, mas a vida segue, não é?
Juro que perdi a tezão, claro que não, mas não forçaria a barra, ele precisava do dinheiro e, poderia não aceitar e ir embora.
Trabalhou o resto do dia e a tarde tomávamos um café com bolo.
— Quero que leve um pedaço para ela e, se pre-cisar de ajuda é só pedir.
Repeti o gestou de pousar a mão sobre a dele, desta vez ele olhou para ela e disse com extrema cal-ma.
— O senhor foi muito bom comigo, mas preciso dizer algo e se estiver errado me corrija.
Gostei do tom, mas fiquei apreensivo com o que viria.
— Sem medos, sou homem democrático.
— Dizem que o senhor recebe certos amigos, momentos rápidos, não tenho nada com isso, mas se puder me esclareça.
Fiquei tentado em dizer o que desejava, meu cu estava louco por uma pica dura e a dele parecia ser ótima. Fui cauteloso.
— As pessoas falavam muito, mas o pior é o preconceito, se eu gosto de homens, o que tem de er-rado?
Fez ar de riso, bebeu um gole do café e me olhou intensamente.
— Eu percebi que me espionou no banho. Gos-tou ou sou do tipo que te deixa com desejos?
O Rapaz era inteligente e safado, apertei a mão dele e respondi a altura.
— Muito especial pelo que observei, mas não quero que entenda que estou dando encima de você.
— Claro que não, mas é o que deseja, não é?
— Pode ter certeza que sim. Estou a um bom tempo sem ninguém para me deixar louco.
— Posso garantir que farei feliz, mas tem uma condição.
— Qual?
— Continuar trabalhando até arrumar outro em-prego, por ela faço qualquer coisa.
— Não gosto de trato para prazer, mas na atual realidade, aceito.
Ele se levantou, estava com o pau duro, toquei, ele aceitou, mas avisou.
— Não fique afoito, volto mais tarde, vou dizer que farei um bico no bar do João, sempre faço.
Ele se foi, fiquei o cheiro dele, me preparei, a depilação foi prazerosa, pois logo eu estaria urrando num belo cacete. O relógio parecia parado, meu cu babava de vontade, meu pau endurecia só em pensar naquele jovem parrudo. Nove horas minhas pernas tremeram, ele chegou. Bermuda, tênis e camiseta. Tu-do colado no corpo másculo. O recebi e levei ao quar-to, a meia luz azulada, o ar ligado e um som apropria-do, bem cafajeste, na teve um filem pornô entre gays.
— Olha só o velho!
Adorei a espontaneidade, estava livre de perfu-mes, mas o cheiro do sabonete se fez realçar quando me aproximei, queria testar o cara.
— Aceita tudo ou tem regras?
— Sendo eu ativo, o que desejar.
Beijei suavemente os lábios, ele não estava no comando, estava tentando mostrar isso, fiquei frustra-do, estava sendo obrigado. Dei um Celinho rápido, passei a mão sobre seu cacete duro estufando a rou-pa.
— Relaxa, e teremos prazer, pode apostar nisso.
Tirei a camiseta dele e a minha, tenho os mami-los crescidos, mordisquei os dele até ele gemer, adorei estava dominando o macho isso me deu um desejo enorme e não segurei. Desci beijando enquanto com os dedos massageava os mamilos dele, baixei a ber-muda e saltou o enorme cacete duríssimo, a juventude é tudo de melhor. Beijei o liquido saindo, passei a lín-gua ao redor da glande, ele gemia se contorcia, mas ainda estava travado. Enviar quase tudo na boca e mamei, quando havia bastante liquido com saliva, subi e o beijei de ligua, senti ele tremer, insisti até retornar. Ai eu quase gritei de felicidade, o garoto estava na mi-nha mão, mordi seus lábios, seus mamilos e voltei ao duríssimo cacete, babando, colhi o liquido e voltei aos lábios. Desta vez ele aceitou de olhos fechados, foi um beijo longo e correspondido. Sorri assim que paramos, sussurrei.
— É a sua primeira vez, não é?
— Estou tremendo, é sim.
— Se solta e te levarei ao céu.
Me beijou suavemente, passou a língua nos meus lábios.
— É por ela que eu vim, mas acho que agora é mais que isso. Me ensina tudo, posso faze-la feliz.
Meu coração acelerou, era virgem total.
Nu era uma tentação, o corpo musculoso bem modelado e pau enorme hirto. Comecei ensinado co-mo me deixar louco, se assustou me ver vestindo rou-pa feminina.
— Me veja como a sua esposa, só que putinha, certo? Me deixe louca para meter.
Era diamante bruto, tremia ao tentar tirar moinha blusa, precisava lapidar, fiz mamar meus mamilos, mordiscar sem machucar e descer me beijando, ficou indeciso diante do meu pau duríssimo que não perdia para o dele, incentivei.
— Pense na buceta dela, ao invés de passar a língua, vai chupar, vá devagar, quero te fazer especia-lista no boquete.
Foi uma loucura, mas eu estava mesmo queren-do o pau no cu, não estava com condição de ensinar, não naquele dia. desfiz da roupa pequei o gel. O em-purrei de costas na cama, mamei mais um pouco, me lambuzei e sentei, meu cu estava precisando se acal-mar, mas doeu um pouco, cavalguei até ficar suave. Fiquei de quatro e ajudei, ele achou o caminho, mas gozou rápido, só que continuou, adorei a performance, meteu como louco, me arregaçou e ai, sim, foi praze-roso o gozo com ele gemendo.
A lapidação precisava ser lenta, queria uma joia para ser usada nos momentos mais deliciosos. Toma-mos banho, sentamos na cama e ele disse.
— Nunca imaginei fazendo isso.
— Como se sente?
— Não sei se fiz legal, mas adorei. Terá que me ensinar mais, há chance?
Puxei-o e nos beijamos muito, quis saber.
— Se beijam assim?
Ficou vermelho. Repeti devagar entrando a lín-gua em toques suaves até ele se perder e acompa-nhar. Adorei, meu pau estava duríssimo e pedi que chupasse. Não pensou responder, se acomodou entre minhas pernas e mamou como um bezerrinho esfome-ado, me agarrei ao lençol e jorrei, achei que recuaria, mas me olhou.
— Engula tudo e traz um pouco para nós.
Foi maravilhoso ver ele lambendo meus lábios.
— Gostei, acho que vai ter que me dar muitas aulas desse tipo.
Mas um banho sem sabonete, para ele, come-mos um pedaço de bolo e dei a ele o que ganharia no bar. Sorriu e disse.
— Já estou com saudade, amanhã chegarei bem cedo.
— Estarei aqui, cuida bem dela e, vão passar um bom tempo sem sexo.
— Mais trinta dias, o tempo para que me deixe craque.
Adorei a sensação de acolhimento, de pertenci-mento que ele estava mostrando. Beijei suavemente seus lábios.
— Boa noite, durma bem.
Fiquei sentado olhando as estrelas, era lua cheia iluminando o terreiro, senti restos de porra se movi-mentando, o som do corpo agradecido, entrei e deitei, estava feliz e saciado.
dorinhaz