Gosto de passar momentos relembrando fatos do passado, onde entre os amigos um era mais chegado, morava na mesma rua e estudávamos na mesma sala.
Era um tempo bom, aquele, a preocupação não existia aos quinze anos, a não ser estudar e bater umas punhetas pensando nas meninas. Entra nossas conversas ele confessou sentir tesão por calcinhas, fiquei quieto, pois adorava usar as da minha irmã.
No interior as pessoas usam varais e, ao lado de casa morava uma moça bonita, inventamos de espiar, umas peças, nervosos e contentes ficamos excitados, mas o local era ruim de ficar.
Gostei da ideia de espiar, mas não queria isso, usei uma e um sutiã da minha irmã, adorei a sensação e loucamente vesti o uniforme e fui trajado de menina, por baixo. Essa interação com o que eu já gostava, despertou a parte feminina que sentia nos mamilos, bati muitas punhetas me olhando no espelho, uma putinha. Meu corpo magro e branco, rosto bonito e sem fios, se bem reparado, com os trajes, era uma menina, meio desengonçada, mas passava.
Adorando essa fantasia, roubei algumas peças dela e usava sem preocupação, meus pais eram liberais, minha irmã ainda nova demais para pensar ou notar a falta das peças.
Um dia amanheci com o pau duro, esticando a calcinha rosa, bati uma, não passou, a sensação do tecido entrando no rego me deixava louco, gozei muito. Sai para espairecer, estava na garagem me mirando no retrovisor quando o Frank chegou com uns cadernos.
— E ai beto, esqueceu do trabalho de matemática.
Fiquei meio sem jeito, mesmo sabendo que ele não poderia adivinhar o que estava usando.
— Caraca, meu! Esqueci.
— Anda esquisitão, logo você.
Entramos direto pro meu quarto local que sempre usamos. Mesa e cadeiras confortáveis, banheiro e a casa só para mim. Ele foi até a janela e espiou comentando.
— Cara, olha só! Tem calcinhas esvoaçante, veja!
Fiquei ao lado dele, não me importei, senti seu perfume, sua energia e fiquei inquieto quando ele segurou seu pau já meia bomba, dentro da roupa e disse.
— Que delicia cara, fico louco, meteria nela.
— Já fez isso?
Me olhou, estavam brilhando, acho que de tezão, seus lábios largos me atraíram e suei escutar.
— Meti na Neuzinha, comi o cuzinho dela cara, uma delícia.
Zoou.
— Com essa cara, não me diga que, porra, achei que já tinha perdido a virgindade.
Fiquei sem chão, quase gritei que desejava outra coisa., mas fomos interrompidos com a chegada da minha irmã.
— Oi meninos, estudando ou falando besteiras?
Sorriu e saiu avisando, vou me banhar e dormir, estou cansada, a aula de física foi foda.
Sentamos, ele abriu o caderno e iniciamos estudar, só isso, meu cérebro estava pegando fogo e, o rabo também. Me arrisquei, queria saber mais.
— Ela aguentou, não chorou.
A porta estava aberta, ele foi fechar e disse no meu ouvido.
— Ela grita pedindo mais.
Me arrepiei, ele colocou a mão no meu ombro, bem sobre a alça do sutiã. Ele sentiu e sem que eu pudesse impedir puxou a gola, gelei, meu segredo estava a vista.
— Mano! Você está de sutiã? Deixa ver isso, deixa.
— Para com isso, me respeita, para.
— Ele estava ali do meu lado, seu pau se mostrava na bermuda de pano fino, estava mais de meia bomba, suguei o ar, queria o cheiro, ele enfiou a mão e sorrindo zoou.
— Você usa o sutiã da maninha, deve usar a calcinha também, deixa eu ver.
Fiquei roxo de vergonha, mas ele não deu chance, baixou meu calção e seus olhos brilharam.
— Puta visão meu, isso sim é delicioso e dá muita tezão.
Me olhou direto nos olhos e, seu pau era notável que estava duríssimo, enfiou a mão entre a calcinha e apertou minha bunda, recuei, ele me segurou.
— Calma, você esta uma tezão, deixa eu bater uma olhando essa belezura.
— Não! Não sou gay!
— Eu sei, mas esta linda nessa roupa, não conto pra ninguém.
Meu cu estava louco por ele, mas o medo, a minha irmã, porém, a tezão e desejo foram maiores comparsas. Quis saber o que ela sabia fazer.
— Aprendi com meu pai e uns filminhos que descobri.
— Me diz, como é isso, tenho vontade e medo.
— Nos anos oitenta ser veado era terrível, a descriminação, a família abominava e, mas eu estava louco pelo volume mostrado.
Safado e mais aberto a essas coisas, abaixou a roupa deixando o pau, era maior que o meu, mas menos grosso, estava babando. Segurou e disse.
— Delicioso e chupar, faz comigo, eu te ensino.
— Tá é louco e´, isso nunquinha.
Pura mentira, estava salivando e, adorei sentir a textura, o sabor do liquido, o cheiro do macho louco para transar, era só o que ele queria. Mamei devagar e senti o pau aumentar, fiquei inquieto, ele segurou minha cabeça metendo até a goela. Nesse instante a loucura já estava instalada, podia não ter pratica, mas notei que ele também não tinha. Levantei, beijei ele.
— Esse é o sabor, gostou?
Sorriu safado e pediu que continuasse. Eu também lia folhetim de putaria que meu pai tinha embaixo do colchão, propus.
— Que tal juntos, 69.
Soou estranho, mas enlouquecedor. Ele quis esquivar, mas eu não aceitei, ele foi cruel.
— Meu único amigo e me negando o que você deseja, será terrível o pessoal saber que usa roupas a irmã.
Não foi medo, foi desejo, mamei até ele gozar e adorei, lambi tudo e o beijei. Ele aceitou, passou a língua e sorriu, estava mais lindo eu nunca, segurou meu cacete duríssimo.
— Posso chupar, mas serei o macho nesse cu.
Fui a loucura, ele sabia fazer ou tinha vontade, pois era algo meio louco para época. Gozei gostoso e gemi apertando meus mamilos duros.
Fiquei de quatro, ele lambuzou com a borra o meu cu e o pau recebeu salva.
— Va devagar, não me machuque.
Éramos inexperientes e loucos para ter prazer, ele, foi inicialmente cauteloso, mas a ansiedade, urrei, mordi o lenço e o travesseiro. A cabeça me pareceu seu punho, entrou arregaçando as pregas, mas adorei a dor, estava submisso, queria aquilo dentro, pedi que passasse mais saliva. Entrou, chorei de dor, mas aguentei, ele queria só gozar, não aceitei, estava dominado naquele cacete, tinha meus direitos.
— Se continuar assim, vai ficar sem.
— Estou louco.
— Mentiroso, nunca fez isso.
Sorriu, mordeu minha costa.
— Estamos perdendo a virgindade, mas não quero machucar, me interrompa.
Me senti a deusa, rebolei devagar, a invasão foi dolorida, mas prazerosa. As estocadas era ansiedade de novatos, eu queria isso, mas doía, ele, para gozar. Demorou, mas ele jorrou no meu corpo. Ardeu, gemi, rebolei e consegui o que desejava, apertar o pau dele. Foi delicioso, sem estudo, um zero não seria nada perto da experiencia. Com o rabo latejando, fiquei deitado pensando na loucura, meu pau ainda meia bomba babava no lençol. Quase desmaiei, a mana entrou e com a mão na frente da boca, me olhava se achegando.
— Beto! Você está com a minha roupa e, meu Deus!
Fiquei travado de vergonha, ela passou o dedo na minha bunda, melou o dedo na porra. Chorei, sem coragem de me virar, ela sentou do meu lado, beijou minha cabeça e enfiou os dedos no meu cabelo e, sua mão escorregou até meu cacete, a reação foi demorada, tudo estava fora do cenário.
— Não seja bobo, mano, se você quis isso, será nosso segredo, mas deixa matar a curiosidade.
Me virou, ela não sorria, somente agia conforme sua vontade, o pau ficou duro, ela alisou, passou o dedo no liquido, lambeu e quase me derrubou, foi um soco no estomago.
— Quero fazer o que fizeram, chupar, posso?
— Você ....
Ela já estava lambendo, olhos brilhantes, mas ..... isso é outra história.
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dorinhaz