Eu e o matuto gozamos horrores.

Eu e o matuto gozamos horrores.


Não é novidade os meus desejos sexuais por homens, mesmo tendo vivido em matrimonio com uma lindíssima mulher, um dia acabou exatamente por es-ses desejos. Parece que a primeira experiencia é que marca uma jornada neste mundo. A minha foi iniciou aos quatorze anos, um dia lindíssimo com muitas es-trelas e uma belíssima lua cheia. Ficara gravado na memória para sempre o momento que perdi a virgin-dade para um primo.
O desejo nunca desapareceu, pelo contrário, o primo abriu o caminho e os amigos mais íntimos que juravam manter segredo, sempre trazia outro para me deliciar. querendo um cuzinho no lugar de uma punhe-ta.
Os meus momentos hétero, foram deliciosos, principalmente quando a companheira me fazia gozar no dedo, sempre duplos, rsrsrs.
Não sou um galã, mas bem-apessoado, estatura alta, corpo de academia, olhos claros e cabelos grisa-lhos nas têmporas, os 60 anos me torna mais experi-ente. Sim, pois, quando chorei e adorei o cacete do primo, nasceu uma dúvida nos dias seguintes, se a dor e a coceira eram desejos mórbidos de me machucar novamente, pelo prazer. Descobri fácil, o safado me transformou em putinha, me fez chupar e aceitar a por-ra, que adorei. Então, não haviam dúvidas, precisava de uma pica dura para me coçar. Tive muitas bem du-ras e coloridas até encontrar a ex, e me apaixonar. Foi uma fase boa, acabou e simplesmente me senti perdi-do, procurei o isolamento em uma chácara, a natureza sempre me atraiu.
O local estava precisando de uma limpeza e me indicaram uma pessoa, liguei e marquei para ele vir. Era simpático, uns quarenta anos de jeito simples do interior. Estava de bermuda e chinelos de dedo e com a camisa jogada no ombro. Gostei da figura de tórax forte, braços idem, a mão calejada apertou firme transmitindo caráter. Juro que me arrepiei, não era a intensão, mas algo me tocou no ponto “G” rsrsrs. Era um homem tranquilo, sorridente e foi se apresentando.
— Sou Genaro a seu dispor.
Fiquei encantado pela voz suave e firme e, ao apertar mais a mão corri o olhar mais abaixo, gostei.
— Prazer Genaro, sou Adolfo! Obrigado por ter vindo.
— Quando aparece um bico é preciso ir logo, tem muita gente precisando faturar.
Entre conversas mostrei a área e o convidei a entrar para acertar o preço e tomar um café. Ele sorriu aceitando e percebi seu olhar no meu traseiro que é bem saliente e a bermuda ajudava marcar a curva.
— Tem um bom lugar, nunca o vi por estas ban-das.
— Faz muito que não venho, você mora perto?
— Sim! Me mudei a pouco e ainda estou me ajei-tando.
— Família?
— Sozinho, nunca quis compromisso, acho me-lhor, assim há liberdade de se fazer que deseja sem preocupação.
Seus olhos estavam fixos em mim ao falar e quis saber de mim, contei terminando assim.
— Também estou nesse time, entrei a pouco e não espero sair logo.
— Verdade? Separação?
A conversa estava deixando brechas e me arris-quei.
— Como você disse, liberdade para se soltar sem medos.
Fui fundo e ele sorriu.
— É dos meus, penso exatamente assim.
Acertamos, ele comentou que precisava buscar as ferramentas em outro sitio e que voltaria no dia se-guinte, me adiantei.
— Venha tomar uma cerveja mais tarde, que acha?
O olhar era insinuante.
— Por que não, venho sim.
Fiquei esperançoso de encontrar um bom passa-tempo para compensar a separação. Me preparei com um banho e higienização com a ducha. Estava certo que algo aconteceria, meu cu voltou ser o termômetro e, estava afogueado. Desejava usar umas roupas fe-mininas, mas achei que poderia ser demais para a primeira investida, mas a calcinha atolada, usava para delinear o traseiro arrebitado que o tecido fino da ber-muda marcava.
Preparei uns petiscos e quando ele chegou fiquei inquieto, a roupa era outra, a calção de nylon quase não resistia o volume enorme. Me arrependi de não ter colocado a saia preta que adoro, mas o importante é que ele estava sintonizado.
Na sala tomamos cerveja e boa conversa quan-do ele perguntou me encarando.
— Neste lugar a solidão é terrível e, ótima para experiencias novas, é o que procura?
Quase cai de boca naquele homem que me pa-receu um deus grego. Respondi apressado.
— Sim! Quem sabe uma relação passageira de final de semana.
Ele sorriu e foi fundo, acho que percebeu minha vontade expressa no olhar.
— Aceitaria, digamos, ser a mulher por uma noi-te para mim? Tirarei essa calcinha com os dentes,
Era o que eu queria, mas dei uma de migué, que não colava.
— Verdade, mulher, sei não.
Ele esticou a mão e segurou a minha e sem de-longas.
— Não vim com esse intensão, mas a calcinha atolada no rabo mostrou o que espera, não é? Sei que quer foder e eu adoro um cu.
— Estou mesmo louco para reiniciar a vida que adoro, quero meu cu regaçado hoje.
Tomamos mais uma e ele me fez sentar no sofá e em pé pediu que eu iniciasse. O desnudei, me arre-piei com o tamanho do cacete, longo e grosso, quase gritei de prazer, mas fiz mesmo foi abocanhar o pau veiúdo. Após muito chupar e deixar toda babada, ele me puxou acariciando e abrindo as bandas do meu bumbum já dedando o meu cuzinho. Gemi todo arrepi-ado ia me alisando, beijando e aos poucos tirando mi-nha roupinha de putinha. Me deixou somente de calci-nha fio-dental, eu já estava toda manhosa, suada pin-gando de tesão. Mandou-me ficar de joelhos sobre o sofá, com as pernas afastadas e peito no encosto; obedeci e em seguida senti a língua dele devorando meu cuzinho, fui ao céu, meu cuzinho todo meladinho com a sua saliva piscava tamanho o meu tesão anal... Passei a gemer alto e ele me xingando dizia.
— Pode gemer a vontade vadia, aqui é onde fi-lho chora e a mãe não escuta.
Excitado rebolei na língua pontuda penetrando meu cuzinho, pedi, implorei para ele me virar do aves-so, queria ser puta naquela rola que me fascinava olhar.
— Você está mesmo seco igual deserto putinho safado, mas foi te regrar muito, só espera pra sentir.
Deu uns tapas na bunda, adorei e empinei con-vidando o uso. Ele meteu o dedo até o talo, gemi com a invasão, na saída ele puxou a calcinha de lado e, urrei, o safado gostava de judiar. A cabeça enorme en-trou rasgando. Gemi alto, rebolei e empurrei o coro.
— Olha só o safado, grita e quer tudo, vai ter meu puto.
As mãos ásperas, dedos fortes me agarraram e, foi uma fincada de tirar lagrimas de dor e prazer, en-costou o talo, pelo na bunda.
— Caralho, você me arromba porra.
— Só para te mostrar como cuido de um cuzinho louco por pica.
Meteu fundo e trouxe quase fora, sugou meu in-terior, perdi o folego e esperei a estocada, não decep-cionou, foi de tirar o cérebro do lugar, meu cacete du-ríssimo babou. O vai e vem foi ficando mais delicioso com o aceite do reto com o membro enorme. Ele esto-cava cada duas ou três bombadas. Fui a loucura ao sentir ele enrijecer e morder minha costa, gemeu anunciando.
— Vou te encher de porra.
Aceitei a porra quente me invadir, ele estou fun-do, o gosto chegou na garganta, gemi satisfeito, mas esperava que demorasse mais, meu cu ainda queria muito aquele pau.
Me esvaziou ao retirar e, beijou minha nuca e forçou meu rosto, nos beijamos de língua.
— Cara! Que cu delicioso, eu estava numa secu-ra da porra, sabe né, medo de sair com alguém que saia difamando. Foi a melhor gozada de muito tempo, mas terá mais.
Adorei a promessa e o beijei, agora mais consci-ente de que teria um tratamento merecido. Fui buscar a bebida, tomamos uma ducha, estava quente demais.
Brinquei com seu mastro enorme, ele segurou o meu e sorridente comentou.
— Tem um cacete lindo, quero ele pra mim.
Bebeu metade do copo e foi ao meu cacete, bei-jou, lambeu e colocou a glande na boca e passou a língua com uma facilidade que me deixou arrepiado, gemi e ajeitei para que ficasse na posição certa. Ma-mou até me ver arregalar os olhos, parou e montou sobre ele, ajeitou na porta e sentou devagar até che-gar ao pé. Seu olhar, seus gestos faciais com a pene-tração, foi de tezão alucinante. Cavalgou gemendo, sorrindo e elogiando meu mastro. Acelerou pedindo meu leite, dei-lhe.
— Que maravilha, você não desmerece em na-da, achei que não aguentaria.
— Me acha velho demais?
— Não tem nada de velho, é delicioso, isso sim.
Desmontou e me virou colocando de quatro. Meu pau babava, ele segurou nele firme e o seu entrou até o toco. Me punhetou enquanto me estocava, ele gosta de sexo forte, quase selvagem, não era agressivo, era alucinante senti a violência do entrar e sair. Cada es-tocada meu cacete ficava mais duro, ele apertava e massageava, como se o seu cacete estivesse cutu-cando a raiz do meu. Gozei urrando de prazer, mordi o lençol, ele acelerou de tal forma que achei que me rasgaria, a sensação de prazer entorpeceu minha mente, gritei, gemi e rebolei pedindo mais e mais. Ele travou no fundo, queimou meu interior a porra jorrada com a força de um jato. Fiquei alucinado de prazer, gozei novamente, ele, continuou metendo com menos intensidade, a lubrificação causava barulho, ele me agarrou colocando os corpos, beijou e mordeu minha nuca e, não acreditei. Acelerou, o barulho xoxo, o pau entrando e saído, por duas vezes saiu todo, o vazio me deprimiu por um instante, mas o retorno sem aju-da, violento, me levou aos gemidos e gritos de prazer.
O gozo intenso, o abraço forte, a mordida na costa deixando marca e o retirar cauteloso.
— É para sentir o efeito e a falta, assim vai que-rer outra vez.
Saiu pingando, escorreu na minha perna, mais que depressa me virou de barriga para cima e, olhou pro meu pau duro.
— Coitado, mas não vou deixar que durma sem vomitar leitinho.
Mamou com maestria, gozei intenso, me chupou todo e fomos nos banhar. Sentados na sala tomamos mais uma cerveja, ele se levantou, me beijou rápido, o segurei.
— Assim não vale,
Nos beijamos intensamente. Sorriu e foi direto e duro.
— Sem sentimento, certo?
— Claro, só prazer e, foi infinito hoje.
— Foi! Até amanhã.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico dorinhaz

Nome do conto:
Eu e o matuto gozamos horrores.

Codigo do conto:
260496

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
26/04/2026

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