A semana começou com gasto, a geladeira pifou depois de uma noite de chuva e muitos raios. Só no sábado consegui sair para comprar e me entregaram no mesmo dia a tarde.
O motorista que fez a entrega, um homem de uns quarenta e tantos anos, forte e bem-apessoado e, bem descarado. Estou na minha casa onde gosto e posso estar a vontade, assistia um filme quando ele chegou, eu estava de calção sem camiseta e o recebi, acho que é bem normal. Boa conversa, o ajudei, ele a conectou na tomada e se abaixou para tirar um pedaço de isopor, ficou na altura, bem, nada pensei, mas a atitude dele é que me desconcertou. Não que achei ruim, nada disso, mas como não esperava, sorri.
— Estava assistindo filme pornô ou é natural, assim, meia bomba?
— Ele é assim, gostou?
Sorriu se levantando, atendeu o celular e disse sem pressa.
— Está funcionando direitinho, me assine aqui, tenho que fazer outra entrega.
Me olhou intensamente com sorriso safado.
— Coloca umas cervas pra gelar e me convide para voltar mais tarde.
Gostei do cara, confirmei contando que seria uma boa ter uma com-panhia agradável.
— Boa ideia, assim, quem sabe chegaremos a algo mais, que acha?
— Gostei, venho e trago algo para nós.
Fiquei de boa, mas contando com ele, tomei um bom banho e me pre-parei, fazia uns dias que estava sem meter ou ser comido.
As nove em ponto ele chegou, todo trocado, bermuda, camiseta e sandália. Trazia uma caixinha e sem cerimônia abriu a geladeira, colo-cou e comentou.
— Estava esperando, as cervas já estão no ponto e, você está?
Fui atacado como nunca imaginei, ele se aproximou dizendo.
— Não gostos de beijos, mas adoro chupar e ser mamado.
Segurou meu pau por cima do calção e apertou.
— Sabe que fiquei louco por esse monte de nervos e veias?
— Então por que esperar.
Segurei o dele, era enorme também.
Eu louco para dar e encontrei outro louco para dar e chupar. sentia tezão. Avançou enfiando a mão e segurou firme meu cacete duro.
— Uhuau! Que enorme, adorei.
Tirou meu calção e iniciou um boquete profissional, engoliu todinha e babou, estava me levando a loucura, propus uns 69. Seu pau é igual o meu em tamanho e espessura, mas é torto para o lado direito. Beijei e demonstrei que sabia fazer um boquete delicioso.
Rolamos na cama, ele ficou por cima, babava, tirava e gemia, nesse meter bucal, gozamos, ele mais que eu, engasguei com tanta porra. — — Quero esse pau no meu cu com pressa entendeu?
Eu queria o mesmo, mas aceitei, para logo estar no lugar dele, de qua-tro.
Empurrei sem dó, ele gemeu e reagiu rebolando, foi até o talo.
— Caralho! Você é delicioso, mete nesse teu viadinho, mete com for-ça, mete.
Adoro esse palavreado, meu cu piscava mais que lanterna com curto circuito, queria aquele pauzão, que eu segurava enquanto metia fun-do. Enchi de porra, ele gemeu e pediu para continuar, mas eu queria aquela pica babenta.
— Preciso dessa pica em mim, que tal uma gozada cada?
Fiz ele ficar deitado e dei uma boa mamada, ele babou, ajeitei e sentei descendo até o pé.
— Isso é o que eu queria a tempo, um cacete para me fazer gemer.
— Você é putinho safado, logo notei, mas na vontade que eu estava, agora terá que aguentar, vou ser violento.
Cavalguei, ele me fez parar e ficar de quatro, entrou sem dó, senti a real grossura e cumprimento, gemi feito louca, implorei para me mal-tratar, levei tapas e mordidas.
— Safado, leva pica, meu gostoso, leva leitinho desse seu parceiro.
Senti o esguicho de porra, meu pau babou de felicidade.
Tomamos uma cerva gelada, ele quis e fomos nos banhar.
Depois de duas latinhas e pegadas, reiniciamos pelos boquetes e go-zadas de encher a barriga. Invertemos, ele meteu em mim e me fez urrar de prazer, estava melhor que a primeira. Duas belas gozadas de ficar mega saciado. Mais cerveja e mais metidas, enchi ele de porra e deitamos sem força. Bebemos mais umas e ele se despediu prome-tendo.
— Que tal outra dessa no meio da semana, quarta estarei de folga depois das dezoito.
— Com certeza fica marcado, meu corpo será seu para o que desejar.
Sorriu com a safadeza e eu fiquei alisando o rabo arrombado e pen-sando, o quando foi bom o raio.
dorinhaz