Existem coisas que acontecem porque o destino guia a trajetória.
O que vou narrar aconteceu de fato e me fez feliz por ter acontecido.
Estou no segundo casamento, no primeiro tive uma filha que ficou com a ex, mas nossa relação se manteve intacta, apesar de ela ter somente doze anos no momento.
Entre idas e vindas a vida passou e, ao completar dezoito anos, quis passar esse dia comigo, como moramos em estados diferentes, viria de avião.
Quando a vi no saguão fiquei orgulhoso, se transformara em linda moça, demonstrava força, desinibida para agir sozinha nesse mundo cheio de armadilhas.
Correu em minha direção e me abraçou, nosso abraço apertado emitia saudade real, os beijos estalados, típico dela, acariciaram meu rosto, mas algo mais senti, grandes se esmagando ao meu tórax.
Foi uma sensação estranha e delicioso, não nego, mas encabulou, procurei me afastar e aproveitei para me afastar, estava perigando, contemplei e elogiei a linda mulher.
— Está lindíssima minha filha, uma mulher que fara o homem certo muito orgulhoso e feliz.
Essa rápida observada, não escapou as coxas marcadas na saia justa, os seios armando a blusa fina, tudo nela era belo, se parecia com a mãe. O rosto moreno pelo sol das praias do nordeste, transmitia uma energia de sensualidade exuberante, fiquei encanado com o pensa-mento de que ela não seria mais virgem, pode isso?
Entre risadas descontraídas em boa conversa, ela quis saber se iria-mos para casa ou posaríamos. Isso por que mora a cinco horas de distância, em uma cidade tranquila do interior de São Paulo.
— Podemos adiantar, sabe que não dirijo a noite, que tal jantar e quem sabe descansar em Bauru.
— Pra mim está ótimo, ela não vai ficar chateada?
— Nunca fica, ama você.
Assim fizemos, rodamos pela rodovia Castelo Branco, ela contava a rotina da faculdade de medicina, do namorado que não queria que ela viesse, da mãe com o novo marido, enfim, tínhamos muito que falar. No jantar em um restaurante a beira da rodovia, liguei para a esposa avisando da decisão de pernoitar. Conversaram um pouco e a minha filha Julia comentou sorrindo.
— Preocupa não, cuidarei dele.
Foi uma brincadeira, claro, mas o ato seguinte me pegou de surpreso, colocou a mão sobre minha coxa para beijar minha face, mas foi perto demais, arrepiei. Mudei a ideia com conversa sem sentido, mas o dia-bo é que senti uma sensação deliciosamente perigosa.
O Quarto com cama de casal e uma de solteiro nos acolheu, tomei banho primeiro, ela o fez e voltou enrolada na toalha, esquecera a calcinha. Eu mexia no celular e ela brincou.
— Conversando com ela? Isso que é amor.
Sentou perigosamente do meu lado, o aroma do sabonete de hotel é algo que sempre me estimulou, fui viajante de uma empresa e ... isso é outra coisa. Arcou o corpo curiosa, senti o seio esquerdo tocar meu braço, com a toalha, mas intui ser proposital.
Fiquei inquieto, o que estava acontecendo era pecaminoso, indecente sentir atraído ela filha, incestuoso pensamento, ela estava sendo a filha que passa tempo demais longe do pai. Me arrependi do pensa-mento, a beijei na testa e, era impossível, o movimento feito por ela ao se achegar, abriu a perna e a toalha, a culpa foi dela, da toalha, mas as belas e torneadas coxas ficaram visíveis.
Demorei nesse apreciar incestuoso que fez meu desejo arder, não no peito, no pênis preso pela cueca. Ele não entende que sou pai, só que está sendo atraído, acho que é assim, sexo atrai sexo.
Deixei que continuasse, calcinha na mão, não ajeitava a toalha e quis uma foto, fiz seu desejo aumentando o meu, por ela ter abeto propo-sitalmente a perna e depois, bem, isso marcou a noite. Desatou o nó da toalha, entregou a calcinha para mim, fiquei embasbacado, mas ela mostrou rapidamente os seios ao ajeitar novamente a toalha. Fiquei em má situação, meu amigão sentiu a tentação. Ela notou, claro, pois olhou, passou a mão sobre os seios protegidos.
— Que tal uma assim?
Julia não se parecia com a filha que eu vi a dois anos, estava fogosa, não se preocupava em mostrar o corpo, e as nadegas quando ergueu a toalha, adorei a sensualidade transmitida em cada gesto.
Fotos em poses diferentes, risos soltos e, sentei e mostrei a foto, mas levei uma mão sobre sua coxa, e apertei suavemente, ela sorriu e sem deixar de me olhar nos olhos fez algo que engasguei.
Levou a mão sobre meu caralho, encostou a testa na minha e o beijo suave nos lábios.
— Sente o mesmo que eu? Sempre fui atraída por você, ainda me lembro das pegas que dava na mãe. No começo não entendia, mas depois ficava ansiosa para transarem, me saciava com o dedo.
Ela se soltou sem preocupar, de costas na cama, exibia o corpo per-feito mostrando a bucetinha lisinha. Estava querendo e com medo dessa loucura, mas fui fraco e, passei a mão sobre a bucetinha. Ela fechou os olhos e gemeu baixo, fui mais ousado diante da oferenda incestuosa, o dedo tocou os lábios vaginais gordinhos de tesão, mo-lhadinha de desejo. Mais gemidos longos e contorções no corpo. Sem pensar muito me ajoelhei e meti a língua na brecha quente e úmida.
Ela contorceu mais, entrei a língua no fundo sugando seu liquido chei-roso, delicioso.
O caralho estava para estourar, abri o zíper e encostei na entrada, ela sorriu e segurou.
— Quero ele para mamar, posso papai?
Pra que resposta, sugou e mamou como profissional e, por pedido, gozei longos jatos em sua boca.
— Que delicia papai, agora sei o quando mamãe foi idiota de te deixar. Não havia mais barreiras, ela desejava o mesmo que eu, simplesmente me guiou para sua buceta e disse dengosa.
— Mete, gostoso meu querido, mete tudo papai, mete!
— Minha garota adorável, você é um furacão igual sua mãe. Vou te fazer minha, querida filha, vou te foder para nunca esquecer deste dia.
Deitei sobre ela e beijamos muito, me ajeitei passando as mãos abaixo dela puxando-a de encontro com meu cacete duríssimo, senti os ba-gos escrotal tocarem as nádegas criando barulho excitante entremea-do com os gemidos.
O cacete estava acomodado de forma que ela gozava muito, gemia e me mordia pedindo mais, era tarada por pica igual a mãe, dei-lhe tudo que desejou, ela merece o melhor e eu consigo ser. Gozamos horro-res, ela quis sentir ele murchar dentro.
— Como pode estar nessa forma espetacular aos sessenta anos?
— Acabei de descobrir! Você se fez irresistível, uma belíssima mulher. — Agora posso dizer que sou verdadeiramente mulher, nunca conse-guiram me dar orgasmo, você o fez, amei e quero mais meu querido pai.
Mesmo sabendo ser consensual, me senti meio canalha, miserável, um incesto não passava pela minha mente, mas foi delicioso, maravi-lhoso ter a minha filha e vê-la gemer e vibrar nas gozadas intensas.
Ficamos deitados nos acariciando, saciados sobrava sentir a vibração de ter ao lado uma pessoa intima demais, uma filha, um pai. Ela trouxe parte do corpo sobre o meu e, nos beijamos de língua. Pousou a ca-beça sobre meu tórax e estendeu a mão até meu pau desmaiado, brincou e ele deu sinal de vida, reagiu ao carinho. Ela foi levando a ele seu desejo, foi compreendida, endureceu, ela foi até ele, beijou e chupou a cabeça vermelha pela foda demorada.
Ela estava exigindo mais do homem que em uma noite desse tipo a trouxe ao mundo. Voltei ao tempo, me vi sobre a ex, ela exigia sexo selvagem, bruto, com tapas e mordidas. O gemido longo e alto me trouxe a realidade, parei, mas ela exigiu.
— É isso, pai, o que eu escutava, estalos de tapas e gemidos longos. Me dê isso, me faça feliz. Que seja o meu presente.
Foi a foda mais magistral, era a minha filha desejando o lugar que um dia foi da mãe, trazia o mesmo instinto, o desejo bruto e selvagem, que a vazia diferente e me levava a loucura.
Gozamos até não haver mais nada para expelir, era assim que a sua mãe, me deixava, esgotado, e dizia que só assim eu seria sempre de-la.
Dormimos abraçados, esgotados e saciados. Essa foi nossa primeira vez e um juramento, tentar nos encontrar pelo menos uma vez no mês. Foi delicioso ter esse segredo, o incesto é algo louco e genial, pois une partes consanguíneas, entrelaçando extremos da sexualida-de humana, onde não há redes ou freios, só o desejo de chegar ao prazer infinito.
Beijos e espero que gostem.
dorinhaz