Na “Chácara Amores” as novidades são prazerosas.

Na “Chácara Amores” as novidades são praze-rosas.
incesto.

Por motivo de doença na família tive que fazer uma viagem rápida para São Paulo, o Marcos ficou tomando conta da chácara, nós estávamos na fase la-pidação, o diamante estava tomando a forma que o artesão deseja, ou seja, ele tem me dado muito prazer.
A viagem foi tranquila, pois ainda levava a porra dele em mim, fiquei na casa de uma irmã, bancaria, separada, três filhos, dois gêmeos com 15 e a mais velha com 17, Julia. Fiquei admirado com o desenvol-vimento dela nesses dois anos que passei longe do mundo deles.
— Garota! Está lindíssima!
— Obrigada tio, o senhor está um gato, não en-velhece. Está muito bem, mesmo.
Ficamos abraços tempo demais, senti seu corpo mulher se insinuar ao meu, beijei seu rosto e me afas-tei. Era um papo ruim o que marcou a reunião, fiquei estressado e pedi para sair.
Fui ao quarto peguei a chave do carro, queria dar uma saída, encontrei a Julia na sala usando uma bermuda nada justa, atolada na perereca.
— Vai sair?
— Espairecer, isto é casa de doidos.
— Me leva, concordo, moro aqui.
Me acompanhou, fomos rumo a via Anchieta, sem destino.
— Quer fugir para onde? Sempre foge, não é?
Olhei de esguelha.
— Que papo é esse pirralha?
— Desde que ela te deixou, sumiu, fugiu, senão estaria presente.
Pousei a mão direita sobre a coxa bem torneada, ela estava desejando se mostrar. Apertei e disse.
— Não fujo do que fosse pensa, mas de mim mesmo. E você o que está desejando agora, pirralha?
Ficou vermelha, nunca gostou desse tratamento.
— Não sou, sou mulher, ou ficou míope?
— O que está escrito naquela placa?
— Tio... motel.
— Já esteve em um?
— Claro que não, tio, mas ... se me levar, gosta-ria de conhecer.
Estava zoando ao entrar e pedi uma suíte com muita luz. Ela mudou o tom quando entrei na garagem.
— Venha minha pirralha, quero te apresentar um motel.
— Isso é sério?
— Claro, essa bermuda envia essa mensagem.
Passou a mão tentando puxar, não tinha como, entramos, fechei a porta e a abracei por traz, beijei sua nuca e mordi a orelha. Se arrepiou e gemeu tentando se livrar.
— Tioooo, para com isso.
Eu estava sacaneando, deitei na cama, abri a camisa e convidei.
— Vem cá. quero seu agrado.
— Tá de brincadeira, tá?
— Não, quero ao menos um beijo e dai vamos embora.
Ela sentou, passou a mão nos meus mamilos, isso é eletricidade pura, fico louco, deixei meu pau re-agir.
— Por que são grandes? Quase seios.
— De chuparem, faça isso.
Ficou sem ação, insisti, estava começando achar que ia rolar algo. Passou a mão, me olhando beijou e chupou, mordeu levemente, fechei os olhos e gemi, estava dando a ela a chance e descobrir o perigo.
— Esta durinho.
— Não é só eles.
Passei a mão por dentro da blusa alcançando os seios firmes e jovens, tentou impedir.
— Nunca fez isso?
— Não!
— Quer aprender, continuará virgem.
— Tio, acho que eu faria isso.
Soou tão frágil que a puxei e o beijo foi a ligação com o pecado, ela se soltou, desci a blusa e mamei os mamilos até ela gemer de verdade. A mão desceu e o dedo entrou na justa bermuda, a umidade estava in-tensa, tentou recuar, não permiti passando a perna sobre as suas.
— Não seja criança, só vou te deixar louquinha.
Consegui descer a bermuda e me deparei com uma bucetinha de lábios carnudos, não foi fácil, mas beijei, ela me puxou pelos cabelos.
— Não vai fazer nada de errado, vai.
— Só uma lambidinha, para você gozar, é dife-rente da siririca.
Foi difícil deixa-la nua, mas quando o fiz e me despi, ela ficou olhando assustada.
— Caralho tio, é enorme.
— Por isso que precisa treinar.
— Nem pensar.
Liguei a teve, o filme pornô de quinta categoria não mostrava o que eu desejei. Propus.
— Numa boa, quero te chupar e fara o mesmo.
Fui falando e desci, ela ficou quieta, mas não demorou os gemidos, a umidade aumentava, ele pres-sionava minha cabeça com as pernas. A língua entrou alguns centímetros, ela abriu a perna e gemendo se-gurou a minha cabeça.
— Tio do céu, tio do céu faça mais faça, aiiiiiiuuuuiiii tiiiiooooo;
O gozo, o primeiro, foi intenso e até dolorido, as vezes é assim, mas ela estava sorridente, feliz me pu-xou para o beijo e argumentou.
— Que delicia.
— Gostou, você é deliciosa.
— Estou falando do ...
Beijei e fui subindo sobre ela encostei meu cace-te duríssimo na bucetinha, ela reagiu. Sorri e disse.
— Te fiz gozar e agora é sua vez.
— Eca tio, quer mesmo que faça isso?
Fui ajeitando e ensinando como fazer, a cara de nojo logo deu lugar a um brilho diferente, mamou com minha ajuda e gozei sem aviar, tossiu espirrando por-ra, mas ordenei.
— Chupa e engole tudo, vai.
— Me assustei, isso é muito louco tio.
Mamou, lambeu e veio me beijar, esfregou no meu rosto os lábios grudento, sorriu e quis saber.
— Não vou perder a virgindade hoje, mas me di-ga, tem feito muito sexo?
— Sim e muito intenso.
Trouxe seu corpo sobre o meu e deslizei a mão na bunda roliça durinha, o meu pau estava ali, passei o dedo no liquido e deslizei até seu anel. Reagiu.
— Nada disso.
— Não seja boba, será legal.
— Tá, um pausão deve machucar pra caralho, mas como é no meu né, não doi.
Mordi os lábios dela e disse com tranquilidade.
— Dói sim, mas se acostuma, adoro isso.
— Como assim, tio? Gosta de um... você é gay?
— Não da forma como expressou, mas gosto de sentir um bom homem e também transar com um.
— Tioooo, jura?
Beijando seus seios deslizei devagar o dedo e pedi. Deixa dar um beijo nesse cuzinho.
— Tiooo, sem sacanagem?
Trouxe para a beira da cama redonda e fiz ficar de quatro. Comecei chupando a buceta minando seiva do amor, quando ela começou gemer e se contorcer, passei a língua molhada no anel, ela arrebitou mais. Enfiei o que consegui, descia buscava lubrificação e injetava, quando senti que ela estava fora do controle, enfiei devagar o dedo e a cada reação diminuía, mas ela não reclamava mais, só pedia para ir devagar. Consegui introduzir um e brinquei mexendo lá dentro enquanto a outra mão estava no clitóris. Ela gemeu e até gritou quando coloquei dois.
— Tá doendo tio.
— É só prazer, relaxa.
Ela aceitou, e três já estava metido, se contor-ceu quando sentiu a cabeça quente, não forcei somen-te deixei na porta, conheço o feitiço que isso é.
— Não vai me machucar, tio?
Era o aceite medroso, mas era, nunca falha.
Forcei devagar, ela tentou sair. Parei e deitei na cama e pedi que ela fizesse até onde aguentasse.
Segurou o pau duro e disse safada.
— É muito grande, acho que é para você, não para mim.
— Senta e deixa deslizar, é só relaxar, vai doer um pouco.
Ajudei e ela foi descendo, mas recuava, levantei ela e passei o cacete na buceta, melecou e, ajustei e segurei no quadril e ajudei. Gritou quando a cabeça deslizou.
— Relaxa, a dor é o prazer porra, relaxa e deixa descer.
Não aguentou mais que a cabeça, eu sabia, bei-jei longamente, ele se acalmou, desci beijando, buceta e cu até ela gritar de prazer e, encavalado sobre seu corpo bati uma punheta que jorrou sobre seios e rosto, ela quis fazer a limpeza total. Tomamos um banho e saímos, antes de chegarmos ela quis confirmar.
— Você gosta mesmo de homem?
— Adoro.
— Está dolorido, ainda sou virgem?
— Claro, pirralha.
Se aproximou pedindo para encostar, nos beija-mos.
— Amanhã, compre um lubrificante, quero ser descabaçada por você. Só atrás, certo?
— Por que não hoje?
Ela ficou indecisa, beijei os lábios grossos e prometi que seria como ela planejou.

Para não ficar logo conto o resto depois. Beijos.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico dorinhaz

Nome do conto:
Na “Chácara Amores” as novidades são prazerosas.

Codigo do conto:
260503

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/04/2026

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