Nem sempre o que desejamos acontece, mas naquele dia foi totalmente o contrário.
Sou Valdo, 60 anos, divorciado a um caralhão de anos, adoro chupar uma bucetinha e, nesse sábado amanheci louco para encontrar uma.
Tenho como vizinha uma mulher de 26 anos, casada com um cara que só vive bêbado, um corpo bem feito, mas nada fenomenal, tipo gostosa, pela simplicidade de ser.
Como já tivemos encontros rápidos, pensei nela como opção para meu cacete duríssimo e não era só tezão de urina.
Sai no terreiro e assobiei sem direcionamento, só para disfarçar, aproveitava para jogar milho para as galinhas e assim me aproximei da cerca. A bicicleta do safado estava encostada no muro, sujou, ela não viria se ele estivesse em casa. Voltei desapontado e com o pau dolorido, pensei em bater uma punheta para aliviar. Sentei na varanda, passando a mão sobre a rola dura e, me assustei quando tamparam meus olhos.
Quase me machuco, tal foi o susto, mas quando vi quem era, ralhei de boa, só que o cacete duro, continuou e ela disse sorrindo.
— Tiooooo! O que estava acontecendo?
Cara de safada, mas linda com um corpo que já aguentava vara, apesar da idade entre 16 e 17 anos. tentei disfarçar, mas não teve jeito, entrei afobado e ela atrás zoando.
— Tio, estava batendo uma punheta?
Me virei, o cacete ficou mais duro com a pergunta, era pura provocação.
— Estava para fazer isso, mas se quiser me ajudar eu deixo.
— Tioooo! Não sou vadia, não!
— Claro que não, eu odeio essa raça, quero mesmo essa mãozinha lisinha, vem me saciar, vem.
A safada me encarou se aproximando.
— Ta me achando safada, é isso?
— Estou, seja o que quiser, mas me alivie, só uma punhetinha.
— Faço não, mas se deixar, faço um boquete, adoro isso.
Quase me machuquei arrancando a bruta para fora. Ela colocou a mão na frente da boca, olhos arregalados.
— Como e grande tio, acho que não aguento. É muito grossa. Sentei na cadeira e ela se aproximou, segurou e me olhou.
— Me dará um presente?
Do jeito que estava, daria o que ela quisesse. Tamanha era o desejo de sentir a sobrinha safada. O boquete foi delicioso, mas eu estava muito ansioso e enchi a boca dela. Mamou tudo e abriu a blusa, os peitinhos miúdos, mas durinhos ficaram para o meu deleite. Carreguei ela nos braços e joguei na cama. Sorriu e já arrancou a roupa, a safada tinha levado muita pica, era quase profissional.
Meti a boca na buceta melada, os lábios largos, chupei fazendo ela gritar gemendo. Senti seu gozo, bebi tudo, suguei com gula.
— Quer experimentar se é seu tamanho.
— Acha mesmo que eu iria embora sem sua porra em mim. Mete que estou louca, você é demais tio.
Foi até o talo, entre gemidos, reboladas e gritinhos, ela gozou gostoso. Tirei devagar trazendo o gozo que escorreu para o cu, passei a cabeça, ela gemeu.
— É a parte que mais amo.
Atolei, indo devagar, até ela costumar, dai foi só prazer, sua buceta minava, meu pau entrava fundo, ela gemia pedindo que a rasgasse. Enchi o corpo dela de porra.
— Fez um estrago tio, nunca imaginei que fosse comedor, adorei.
Nos beijamos, ela sentada no meu colo, se esfregando no cacete ainda a ponto de bala. Quis cavalgar, era seu estilo, deixei ela fazer o que quisesse, gozamos juntos.
Dei um banho nela e fomos preparar o almoço, galinha caipira. Ficou ronronando, a safada é putinha pra caralho, mas eu não tenho mais esse pique. Ela queria comprar um tênis, dei a grana e marcamos para voltar no meio da semana, ela respondeu sorrindo.
— Pode me esperar amanhã. Quero mais dessa pica deliciosa.
Ela se foi, eu fiquei pensativo, caralho, eu tinha cometido incesto.
— Porra meu, como é bom, parente é mais quente, que venha novamente para cometermos esse pecado delicioso, rsrsrs.
dorinhaz