Oi pessoal, hoje venho contar o que aconteceu essa semana aqui em casa.
Sou Dora e adoro contar minhas aventuras e muito mais, mas hoje é sobre um fato que amo. Não tenho dificuldade com o sexo, dando prazer é o que curto. Estou fazendo uma reforma no quintal, para ter mais espaço para o meu amigo cão. Ele merece todo carinho e amor.
Bem, a arquiteta, minha amiga, se propôs dar umas ideias, adorei. Ela chegou cedo trazendo o seu dog, Brutus, um fila enorme. O Robert, o meu cão, ficou enciumado, latiram, rosnaram e acabaram fazendo as pazes. O meu é um vira-lata com alguma cruza, é enorme, pesa 55 quilos e 70 centímetros de altura, é grande.
Conversamos sobre o que eu desejo e resolvemos tomar uma cerveja, o dia estava propicio. A Ângela é uma gata morena, estatura alta e um corpo que me arrepia. Ela sabe disso e gosta de se insinuar.
— Você está queimada, a praia foi boa.
Respondi, abaixando um pouco a blusa próxima do seio.
— Ficou pouca marca, não usei nada.
— Sua moradia é um privilégio, tudo discreto, precisa me convidar.
Sorriu maliciosa. Não sou de perder tempo. Colei meu corpo ao dela e passei a mão na bunda saliente, e apertei. Ela gemeu, ofereceu os lábios e com trejeito safado.
— Sabe, aquela conversa sobre nossos peludos? Fiquei curiosa, mas tive medo. Tem um pau enorme.
Sorri, minha buceta babou, ali estava um momento para saciar a tezão por ela.
— Tem que ter jeito, ensinar para que não machuque, mas podemos fazer isso, agora mesmo.
Arregalou os olhos, tomou o copo de bebida. Mordisquei seus mamilos por cima da roupa, mas logo tirei jogando no chão. Ela gemeu ao sentir o contato e confessou.
— Acho que é o que mais desejo, você.
Em instantes estávamos deitadas no sofá num 69 maravilhoso. O gozo chegou explodindo, maravilhoso, saboroso.
O meu cão conhece bem o cheiro de sexo, entraram os dois, Robert chegou passando a língua na minha buceta, adoro, mas cedi para ela, gemeu quando a língua grande estalou querendo entrar. O Brutus ficou agitado, rodeava, mas não sabia fazer, segurei pela coleira e trouxe para o meio das pernas a cabeçona, cheirou, lambeu e gostou, ficou tarado, tive dificuldade em segura-lo. Ela estava se matando com o Robert, gritava a cada linguada. Consegui acalmar o Brutus. Corri pegar as luvas, calçamos eles, mas ajudei o Robert cravar na buceta dela. Berrou e gemeu, foi uma fincada de ir ao fundo o cacete vermelho e bem mais quente que o do homem. Deixei-a aproveitar a experiencia. Ajeitei o Brutus, foi difícil, era muito grande e nunca tinha feito. Consegui deixa-lo muito excitado, esguichando porra, ai ele se encaixou e penetrou até os grãos na minha buceta. Um cavalo, um pouco maior que o do Robert. Os gemidos, grunhidos, babas dos monstros e muita socada firme, um cachorro é algo fenomenal, foda animal selvagem, amo sentir os pelos, o acelera que homem não consegue e o melhor, o gozo. Quando o nó arrebenta e trava, é alucinação, é pertencimento e se tornar a fêmea de verdade.
O Brutus demorou mais para gozar, mas seu nó me deixou sem folego, enorme e quente. Ficamos engatados por um tempo. O melhor foi eles lamberem, trocamos, cada um lambeu sua dona-fêmea.
Cansadas, deixamos eles irem descansar. Tomamos banho, bebemos mais uma bebida e marcamos para a semana outra sessão animal.
dorinhaz