um putinho escolado.

Um putinho escolado.

De férias nas casas dos tios tive uma boa surpresa com meu primo Carlos. Garoto alto para a idade, 17 anos, troncudo, eu, mais franzino e um ano mais novo.
No primeiro dia e, iria dormir no quarto com ele, tu-do bem, tomamos banho depois das brincadeiras na rua de terra. Eu me enxugava quando ele me abraçou por traz, fiquei inquieto, mas ele era forte e disse sussurran-do.
— Estou louco por um cu e você tem um bem boni-to, que bunda linda primo.
— Tá louco é, não sou viado não!
— Quem disse isso, só estou dizendo que tem um belo rabo e, veja, virei o rosto, ele estava com o enorme cacete duro.
— Deixa te enrabar bem gostosinho, deixa, vá.
Eu já tinha brincado com amiguinhos, mas não com um pau tão grosso, mas aquele monstro me deixou dese-jando experimentar.
— Isso vai me machucar!
— Vai não, se doer eu tiro, vou devagar, juro.
O desejo era enorme, mas fiquei com muito medo pelo tamanho e grossura do cacete, meu cu estava late-jando de vontade de sentir dentro de mim.
Ele não me largou de tudo, me levou até a cama dele, beijou a minha costa, meus lábios e sussurrava di-zendo que cuidaria para eu gostar. Me fez ficar de quatro e abriu as minhas pernas ao máximo. Passou o dedo gros-so no meu rabo, tremi.
— Isso primo, vai adorar, arrebita essa bunda, deixa eu ver esse cuzinho.
— Tô com medo!
— Seja bobo não, tenho algo que vai ajudar.
Abriu a gaveta do criado e, senti meu cu gelar.
— O que é isso?
— É gel lubrificante, vai nem sentir, vão não.
Gostei do lambuzar no meu cuzinho e quase gritei, ele enfiou o dedo todo, doeu, mas gemi de tesão. Ele ba-teu a baita na minha bunda e se posicionou, passou a ca-beçona pra cima e pra baixo, lambuzou bem e segurou meu quadril.
— Vai amar isso, primo.
Nada respondi, na posição que estava na beira da cama, vi entre minhas pernas o meu pau duro e logo atrás, tive vontade de sair, mas ele me segurou firme e estacionou a cabeçona no meu cuzinho, gemi só com isso insinuando entrar, mas chorei quando deslizou. O gel faci-litou, mas me arrombou a enorme cabeça.
— Não vai dar um escândalo só por uma cabecinha nesse rabinho. Se alguém acordar e nos ver vai ficar pior. Morda o lençol.
Foi o que fiz e me agarrei quando ele disse depois de morder minha nuca.
— Que delicia de bundinha garoto, será meu primi-nho predileto, será, sim. Não grite que irei devagar vai adorar amar este cacete.
A penetração foi de fato dolorida e prazerosa, por ele ir devagar, forçando somente o suficiente para lacear aos poucos. Era muito grande, não conseguia aguentar mais que poucos centímetros dos quase quinze ou mais. Implorei para ele parar, ele fez, mas foi até a cômoda e trouxe algo.
— É um gel anestésico, não vai doer mais, vai ver.
Ele estava babando de desejo e seu pau ficava mais enorme, eu estava dolorido, mas no fundo queria sentir, meu rabo ficou quente quando ele colocou a cabeça bem na entradinha e forçou. Senti a invasão que me tirou o folego, não sabia quanto, mas ele estava me devorando, me rasgando.
— Isso meu garoto, assim você vai engolir ela toda. Rebola, isso, faz gostos, faz.
Doía, sim, mas o volume era o que mais incomoda-va, me sentia preenchido, estufado, tentei olhar por baixo e só vi as bolas balançando. A visão me deu uma enorme sensação de tesão, levei a mão no meu pau, pequeno, mas delicioso e, estiquei um pouco mais. Fiquei abismado, toquei na borda do meu cu, percebi que estava enorme, estava acolhendo o grande cacete.
Ele sentiu o toque e comentou.
— Tá gostando safado?
— Estou, mas está ardendo.
— Pede pra meter tudo, pede.
Fiquei gelado, se ainda faltava, mais, mas já bem putinho com o que conseguia, pedi.
— Meu primão safado, quero tudo dentro, quero es-se cacete para mim.
— Vou te fazer o putinho mais delicioso. Vou enfiar até o talo e te encher de porra.
— Eiiii, vai devagar e me arregaça sem me machu-car, primo delicioso, me fode muito, vai.
Ele me agarrou e no vai e vem e, senti o quando era grande e grosso, a anestesia estava passando e o vo-lume me pareceu monstruoso. Gemi alto em uma estoca-da, dor e desejo de senti-lo me tomando, ele continuou mais forte e rápido e, ouvi o gemido dele, o abraço forte.
— Estou te enchendo de porra meu putinho gosto-so.
Gemendo, tentando suportar o massacre, morren-do de tesão, consegui rugir.
— Sou seu, com essa porra me marca para sempre.
As ejaculadas fortes invadiram levando ardor inten-so, o prazer acabou na hora, meu pau amoleceu babando. Ele tirou, o barulho foi assustador, me sugou todo, a porra escorreu perna abaixo. Me deixei cair na cama, olhos la-grimejando. Percebendo a situação me acarinhou e me levou pro banheiro, porra e sangue se misturou. Chorei abraçado a ele, me beijou no rosto, nos lábios e dormimos de conchinha.
Fiquei alguns dias sem sentar direito, mas na pró-xima vez foi gratificante, pude chupar, mamar e me delici-ar com aquele pau dentro de mim. Me apaixonei por ele e por paus enormes, meus amigos de escola perderam a graça, eram pintinhos e eu, um putinho escolado.


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Comentários


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engmen Comentou em 01/05/2026

Há aprendizados que, mesmo sendo desafiadores, deixam eternas e deliciosas lembranças. Muito sensorial e envolvente esse conto!

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olavandre53 Comentou em 01/05/2026

Que lindinho meu gato, adorei. Bjs




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico dorinhaz

Nome do conto:
um putinho escolado.

Codigo do conto:
260838

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/04/2026

Quant.de Votos:
7

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