saindo do casúlo.
Quando descobri que o meu desejo era exatamente por rapazes, todos eles, fiquei insegura.
Não me descobri por acaso, meus mamilos desenvolveram aos dez anos e junto uma tezão de arrebentar. Me arrebentava em punhetas. No início recorri a minha mãe, ela sempre foi meu suporte e disse com tranquilidade.
— Júlio, meu filho, venho observando essa mudança.
Nesse dia ela simplesmente, mostrou que eu podia ser o que desejasse, havia escolha.
O primeiro sutiã foi presente dela, mas também a tala para esconder os seios.
— Em casa tudo bem, desde que seu pai não esteja. Haja com normalidade, não se torne vulgar.
Foi um choque aos quinze anos fazer uma opção.
Recorri a ela novamente, não ficou surpresa ouvir que eu desejava loucamente um menino da minha classe.
— Me fale dele.
Contei que parecia ter um pau enorme, assim mostrava a roupa.
Os dias passavam, masturbação e pedido de socorro, mas um dia algo surgiu e foi instigante. Ela chegou do mercado, eu estava só de calcinha, peitinhos livres, já durinhos. Ela me olhou, sorriu, assustei.
— Entre Pedro, coloque as sacolas ali.
Fiquei petrificada, paralisada, atordoada quando o jovem, que me pareceu musculosos, me olhar de cima abaixo e vice-versa. Sem reação quase desmaiei quando ela disse.
— Julia! Mostre para ele, onde colocar as coisas.
Essa frase final, eu mostraria com certeza, tremi e gaguejei, ele sorriu.
— Oi Julia! Onde coloco?
Eu sabia onde, mas o pior aconteceu, era assim, a tezão funcionava, o pau escapou da calcinha. Desesperada corri para o quarto. Minha mãe desapareceu. Escutei a porta bater, ele foi embora, berrei.
— Mãe, cadê você?
Saiu do banheiro ajeitando a roupa e com cara de quem nada sabia.
— Ele ajeitou tudo?
— Você fez de propósito?
— Ele é lindo e me parece virgem, bem... é, pois senão você estaria perdendo a virgindade.
Sorriu e foi em direção a cozinha. Interpelei.
— Acha que é certo fazer isso?
— Você está explodindo de tezão e se matando na punheta. Olha a calcinha?
Estava toda melada.
Passei o resto da tarde de pau duro, mas o queria no meu rabo. No dia seguinte ao sair da escola passei no mercadinho, ali estava ele, ficava bem o uniforme da empresa, bem justo. Da porta, de olho em mim desde que aproximei.
Encostei pertinho dele, eu de menino, falei baixinho.
— Que tal passar lá em casa hoje depois das oito?
Não esperei resposta, sai quase correndo.
A ansiedade, o tempo era crucial, a mãe avisou que estaria com papai e só voltariam as onze, era a dica, ela sabia de tudo.
Me preparei, entrei na melhor roupa feminina, me transformei na frente do espelho. Sou bonita, mas não tanto, meu corpo já não esconde as curvas de fêmea. A calcinha atolada no rego mal segura o cacete que cresce na mesma proporção. Os seios deixei livres, estão grandes e duros.
Tocou a campainha, corri e abriu o portão e o esperei na porta.
Ele ficou parado me olhando, olhos brilhando diante da minha transformação.
— Caraca! Você é lindo.
Corrigi com carinho.
— Linda! Não vê assim?
Gaguejou.
— Claro que sim.
Éramos dois idiotas, tímidos. Eu sabia o que desejava. Beijei suavemente e logo o trouxe para mim, ele respondeu altura. Sorriu, descontraiu, me mordiscou os lábios.
— É minha primeira vez.
— Idem.
Sorrimos e passamos a nos descobrir. Quando encontrei seu cacete duríssimo, assustei, era enorme. Segurei, olhei e sorri ao beijar a gotinha de liquido. Apreciei o sabor e olhando nos olhos dele.
— Adorei, mas é enorme.
Beijei, chupei e logo estava babando na mamada. Ele gemia, se contorcia e inexperiente, nem avisou, assustei com o jorro na garganta, tossi, mas não perdi uma gota.
Subi e o beijei, lambuzei seu rosto, rimos.
Ele se sentiu seguro, mordiscou e mamou meus mamilos, me levou a loucura em gemidos e gritinhos. Senti sua mão percorreu meu corpo, segurou meu pau duríssimo de desejo. Massageou em um vai e vem e quis saber.
— Quer ser a Julia?
Me arrepiei toda. Era uma proposta aberta em um jovem sem experiencia.
— Quero ser ela, me faça isso é te amarei eternamente.
Sorrimos, nos beijamos, nossos paus duros duelaram, veio uma pergunta quase angustiante, na mente. Eu seria capaz de suportar aquele monstro?
— Vai ser cuidadoso?
Ele mordeu meus lábios, estava faminto, mas não ansioso, sorriu.
— Trouxe algo.
Achei ser um presente, era de certa forma, gel. Achei providencial e elogiei, fiquei roxa.
— Foi sua mãe! Disse para não te machucar.
Sem palavras. Aceitei ele me lambuzar, fiz no dele e deixei uma gotinha na cabeçona.
Foi terrível, de quatro não funcionou, doeu demais, era grande demais, eu fui louca demais, gritei, chorei, fiquei de ladinho, foi um pouquinho, inexperientes.
Não iria desistir, mas demos um tempo, subi sobre ele, a estaca era enorme, mas arreganhei o máximo, sentei e fui forçando, há meu tempo. Monitorei a entrada devagar, gemendo, sorrindo, desejando, a cabeça passou a próstata. Gritei de prazer e dor, parei para sentir o volume enorme, era uma invasão sem precedente no meu anel virgem.
Ele mordia meus mamilos duríssimos, mordeu meus lábios, essa posição arqueada, o desejo de me transformar e, ele levantou o quadril, me segurou firme. Beijou minhas lagrimas.
Devagar acostumei com o volume, cavalguei no meu ritmo, mudamos de posição, deixei ele assumir o comando. Foi maravilhoso e ardido sentir a porra inundar meu corpo.
— Você é maravilhosa, Julia! Não deve continuar se escondendo, é a mais bela e deliciosa da vila.
Sentir esse carinho me fez bem, beijei e falei algo que não era real.
— Vou te amar para sempre.
Nada é para sempre, mas a sensação de ter saído do casulo, isso levaria para sempre quem me ajudou.
Foram as melhores horas da vida, sim, sempre são. Ficamos como estávamos, não me mostrei antes dos dezoito quando sai da cidade. Transei só com ele. Mas agora a vida é outra e vou aproveitar todos os paus que vierem.
dorinhaz