A fêmea do quarteto do meu tio


A fêmea do quarteto do meu tio.

A vida seguia um rumo maravilhoso, cresci entre familiares honestos, nem tanto, rsrs, mas eram adoráveis.
Desde o primário descobri que eu não só gostava de jogar bolinha de gude, adorava observar as bolinhas dos amigos e, seus pauzinhos, iguais ao meu.
Minha família toda de igreja e coisa e tal, eu, já estava levando pau dos coleguinhas. Meus mamilos desenvolveram, estavam sempre durinhos de tezão. Um dia minha mãe observou isso e quis conversar, me levar ao médico, disse ser hormônio e coisa e tal.
Não quis ir e disse a real, queria ser o que já era. Foi um bafafá, me bateram e, fui acudida por um tio, resumo, fui pra casa dele.
Solteirão, 45 anos, boa pinta, de safado, detalhou as condições, ajudar em tudo.
Estava com 16 aninhos e louquinha para enfrentar um macho de verdade. Meu tio me olhava muito e eu disse a ele.
— Sou isso que está pensando, tio. Mãe não soube compreender que não quis, nasci assim.
Terminei a frase abrindo a blusa larga de algodão, ele babou nos mamilos enormes.
— Caralho, você é trans.
Sua mão calejada tocou massageando, gemi gostoso. Observei o mastro entre as pernas empurrando a roupa. Deixei-o mamar os mamilos, segurei seu cacete durão, enorme, quente e babando, adorei.
Me esquivei descendo, ajoelhei para referendar aquele cacete enorme e veiúdo. Chupei até ele me encher de porra. Me colocou de quatro e sem pressa enfiou um dedo, gritei, era do tamanho dos paus dos amiguinhos, mas os dois, já senti uma pressão, gemi imaginado como seria. A cabeça bagunçou as pregas, forçou, gemi e gritei, mais saliva, mais dor e não conseguiu, era muito grande, chupei até ele gozar novamente, me lambuzou a cara e disse.
— Será meu esse cuzinho apertado.
Enfiou a mão na carteira deu cem pratas.
— Va na farmácia e compre um gel lubrificante.
Foi maravilhoso ter aquele monstro dentro de mim.
Passei ser a comida dele, mas me dava liberdade e um pouco de dinheiro. Conheci outra amiga e conversava sobre como aumentar meus mamilos e seios, quando passou um cara e ela ficou afobada e contou.
— Esse tem uma jiboia enorme, me arrombou e olha que não sou novata.
Era um homem de cor de uns 50 anos, alto e troncudo, fiquei louquinha, curiosa para ser arrombada.
Continuava dando pro tio dia sim e outro também. Ele me avisou que naquele final de semana estaria ali uns amigos, jogo de baralho, ele sempre saia para encontra-los. Estranhei ele mandar eu ficar linda, até mandou comprar umas calcinhas novas, adorei.
La pelas oito chegaram, fiquei atônita de felicidade, ali estava o arrombador de cu. Fui toda, sorriso com ele, ofereci café, mas queriam mesmo era cerveja, trouxeram seus fardos, que agasalhei na geladeira. Eu não despregava os olhos dele, e me assustei quando o tio me chamou, me fez sentar no colo e disse mordendo meu pescoço.
— Acabou a grana, mas tenho esta joia, ela mete pra caralho. Querem? Um foda por partida, se eu perder.
Fiquei sem ação, mas adorei ser parte do desejo deles, falavam, me olhavam, babavam, seguravam os paus me comendo com olhos.
Que faturou foi seu Otavio, uns 60 anos, olhar penetrante e cara de gente boa.
— Vem cá garoto.
— Não sou garoto, veja.
Mostrei meus seios pequenos durinhos com mamilos esticados pela tezão. Foi um sarro, ele quis usar a cama. Quando tirou a geréba, quase desmaiei, não imaginava.
— Seu Otavio, que enorme.
— Vai adorar viadinho.
Fiquei chateada, resmunguei, ele passou a mão no meu rosto.
— Se for legal te ajudo aumentar esses seios.
Prometeu me apresentar a uma pessoa. Cai de boca, mas ele queria mesmo era meter no cu, peguei o gel, lambuzei bem e, foi um regaço, era cumprida e grossa. Gritei, gemi e perdi o folego quando deslizou, de boa, mas era muito longa. Foi difícil cavalgar, rebolei o que pude para suportar, por sorte ele gozou rápido, deixando meu cu regaçado e melado. Os outros tiraram sarro quando ele saiu, eu fiquei, me limpei, torci que o próximo fosse o negão. Meu cu se mostrou insaciável depois que seu Otavio beijou meu rosto e passou algo.
— Não comenta, pega isso, adorei você.
Cem pratas, me valorizou. Dei sorte, foi seu Tonho mais novo da turma e magrelo, mas quando arriou a calça, babei, era uma competição de pau enorme. O cara era arqueado acho que pelo peso, era imensa. Quis logo sofrer, o gel e abri, acho que não precisou, ainda estava aberto, se não ele teria me estourado. Foi brutal, colocou e deslizou de vez, arrancou o resto das pregas, socou feito louco, sem amor, só desejo puro com bafo de azedo de cerveja. Me deixou arriada. Juro que não queria mais, mas meu tio só perdia, e eu tinha que pagar. Vieram todos, pelados, paus eretos, minando gala, assustei, era um quarteto da pesada, mas o negão era realmente descomunal. Não sei a medida, mas meu cu não aguentou, recebi na boca, foi difícil, a ejaculada quase vazou na nuca, era bestial, enorme, torto e muito grosso.
Meu cu não resistia mais nada, mas ele fez algo que agradou, me beijou, isso nunca havia acontecido, adorei o calor, a língua e pratica dele, me apaixonei, fiz uma besteira.
Chegando na casa dele, fora da cidade, foi gentil, mais beijos, mais carinho, banho quente, chupou meu pau e, reiniciamos o que seria só a cabecinha. Chorei, implorei, mas aceitei que continuasse. Foi bestial, meus olhos estanharam quando a cabeça entrou, gritei, gemi e chorei, ele deixou ali, quieta, silenciosa, perigosa, me mexi, me ajeitei, senti ele me puxar devagar, foi um quatro dedos, não mais, ali ele levou e tirou, esse vai e vem sem aprofundar trouxe prazer, gemi feito uma puta safada, meu pau babava, ele gozou, foi intenso, senti o calor, o ardor e o prazer, beijei os lábios carnudos.
Tomamos banho, me abraçou, me carregou de volta pra cama.
— Vai dormir aqui, adorei você.
— Você foi maravilhoso, já conseguiu colocar isso em alguém?
Sorriu, me beijou.
— Ainda não, mas você vai ser o primeiro a aguenta-la.
Assim, passei ser a putinha do quarteto, me agraciavam com festas noitadas de fodas imensas e grana. Financiaram meus seios, minhas roupas e suas fantasias. Sou feliz, tenho os melhores e maiores homens pausudos.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico dorinhaz

Nome do conto:
A fêmea do quarteto do meu tio

Codigo do conto:
269055

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
03/08/2026

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