transformação.

Transformação.

Conto bissexual.


Revelar minha primeira experiencia está me deixando nervoso e excitado. Nunca me imaginei perdendo a virgindade do cuzinho daquela forma.
Sou... era hétero! Casei com uma maravilhosa e fogosa morena. Ela foi mostrando o que desejava e, sentar na rola, gritar para que fodesse seu cuzinho, foi só começo. Fazia um boquete difícil de não gozar.
Me considero bonito, 32 anos, nos meus 1.80, me cuido, a musculação desenhou algo maravilhoso, a bunda criou volume e redondinha. Percebi que isso chamava atenção e passei gostar e mostra-la mais.
Minha hoje ex, foi a primeira notar e incentivar com apertadas e um dia lambeu meu cu. Gemi feito louco, adorei e gritei de prazer com o dedo atolado.
O desejo de ter uma bela pica surgiu dessas brincadeiras, passei navegar em chats e um dia encontrei. Fiquei preocupado por morar a uns 200m da minha casa. Ele disse ter 40 anos.
Deixei rolar só conversa, mas um dia estava louco para experimentar.
Fui conhecer o coroa, estava com vergonha e medo, mas naquele dia foi só pegação entre nós. Houve beijos na boca, chupadas nos mamilos e adorei seu pau, mas sem coragem o masturbei, ele gozou gostoso, se mostrou safado, mas respeitoso ao saber que eu era virgem.
Foi uma aproximação que me deixou vendo estrelas e louco para sentir aquela pica negra no meu cu.
Desencontros surgiram, mas a oportunidade surgiu. Mandei uma mensagem e me preparei, não sabia exatamente o que fazer, mas além do banho, me depilei, adorei a sensação.
Estava disposto de só voltar para casa sem as pregas. Ele me recebeu demonstrando estar no maior tesão, havia a expectativa de uma noite maravilhosa, meu cu piscava.
Não havia por que esperar, nos despimos. Iniciei batendo uma punheta para ele ainda em pé, seu membro grande, duro, veiúdo me deixou louco. Beijei meu primeiro cacete, chupei feito puta maluca e aceitei seu esperma inundar minha boca, me transformei.
Foi o que precisava, meu cacete explodia de duro, babava mesmo com a preliminar. Meu cu pedia pelo cacete enorme, já não assustava encara-lo. Me coloquei de 4 pra ele e arrebitei a bunda oferecendo meu cuzinho virgem, mas louco para perder esse status. Ele lambuzou com o próprio liquido seminal, passou sem forçar, gritei de tezão quando senti a cabeça forçar entrada.
Me deu medo, era enorme, mas a sensação gostosa de que seria possuído por um homem de verdade, arrebitei a bunda.
Levei uns tapas nas nadegas, gemi e gritei, empurrei para trás e, gritei de fato, de dor, mas a cabeça quase entrou.
Pedi que fosse com calma, ele tirou, senti alivio e saudade, mas ele passou saliva e tentou novamente, relaxei o mais que pude. Foi difícil suportar as contradições, queria parar, estava me rasgando e, ao mesmo tempo deseja que ele me rachasse ao meio.
Queria aquela rola enorme, babenta, mas estava difícil, minhas pregas resistiam, reclamei, implorei. O safado queria judiar, pois foi até uma gaveta e trouxe um tubo de gel.
— Vou aliviar por que desejo meter sem dó nesse cu.
Passou o gel e começou a vestir a camisinha, reagi.
— Pode parar, quero sentir esse cacete purinho, sentir o gozo, senão nada feito.
Sorriu, passou mais gel, esperei mordendo o lençol. Senti que estava maior, ele estava louco de tezão. Empurrou devagar e com alguns tapas, a dor ardida deu lugar ao gemido longo.
— Porra cara ... vai devagar.
Ele não deu trela, deslizou, abrindo, invadindo, rasgando, trazendo e dor e, uma sensação de felicidade, pois estava mostrando meu caminho futuro, muita pica grossa.
Entre gemidos, reclamações e reboladas para ajudar, senti seus pelos na minha bunda. Estava todo em mim, mas o folego quase sumido, foi a sensação mais louca, perder o ar de prazer. Sentir aquela tora que já não dilacerava, estava complementando meu corpo, minha alma e meu desejo. Lagrimas se misturaram quando ele movimentou devagar levando e trazendo.
Não nascia um gay, mas um bissexual, naquele momento descobri a minha verdadeira identidade sexual.
Meu pau latejava, gotejava, pulsava a cada estocada funda.
A sensação de ser possuído, dominado, desejado, me levava rebolar, empinar e gemer, precisava aproveitar cada instante da experiencia.
Ele foi maravilhoso, judiava nas estocadas fundas, mordia minha costa e avisou gemendo, me abraçando forte, era um homem com H maiúsculo, quando jorrou, me transmudou.
Queimou as entranhas, deixou marcas que reagiriam no futuro, me fez feliz e tudo que desejei, dar o cu.
Ele ficou quieto, dentro, latejante e melado. Consolidava o sexo, a gozada marcava que o prazer foi intenso. Gozei sem me tocar, isso marcou de uma forma que não esperava, havia sentido prazer.
Não deixei que tirasse.
Mudamos de posição engatados, cavalguei, me vi projetado no espelho, amei, amei o barulho causado pela porra no vai e vem, a espuma branca escorrendo, gozamos, ele em mim e, eu na sua barriga.
Estava extasiado de prazer.
Tomamos banho, nos beijamos, segurei no pau meia bomba. O meu estava duro, ele se propôs aliviar, amei o boquete, mas ficamos por aí, queria levar a sensação da transformação.
Beijei aquele coroa com o intuito de agradecer a oportunidade, que a experiencia fora maravilhosa, que meu corpo ainda tremia e, que indicava que aquela despedida seria curta.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico dorinhaz

Nome do conto:
transformação.

Codigo do conto:
268555

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
29/07/2026

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