Junto dele sempre a esposa, que era sócia e um estouro de morena. Depois da terceira ou quarta reunião, notei que ela ficava ao lado, e eu ficava de frente mostrando o computador ou papéis de cronograma, e ela começou a me olhar diferente, sem ele perceber.
Semana passada, final de abril, fizemos mais duas reuniões e fechamos. Ela era responsável pelo financeiro, quem realmente era dona do dinheiro e me pagou a primeira parcela para iniciarmos. Na quinta-feira, dia 30, levei o contrato assinado e veio o convite para que eu fosse na casa deles na sexta, já que era feirado e eles tinham alguns detalhes para me passar, e lá seria mais sossegado. Combinamos e fui, 9horas estava lá.
Todos à vontade, ele de bermuda e camiseta e ela bem gostosa com uma calça folgada, mas a cintura baixa aparecendo a marca do bronzeado e blusinha curta, sem sutiã, um espetáculo. Ela me comia com os olhos e eu sem jeito. Fizemos a reunião e saí. No caminho ele me liga e diz que esqueceu de me falar um problema. O notebook dele estava com vírus e se eu não conhecia alguém que arrumasse. Me prontifiquei a arrumar e voltei. Chegando lá, ele me levou ao escritório onde estava o notebook e ela estava usando. Ele me pediu desculpas que precisava sair, e voltava em umas 2 ou 3 horas, e se eu ainda estivesse por lá, almoçaríamos juntos.
Para não ficar desconfortável, falei que podia levar o notebook e olhar em casa, mas ela insistiu que eu tentasse ali porque tinha alguns pagamentos para fazer e estava com medo de usar o notebook com vírus. Falei ok.
Caí numa pasta de vídeos dela com o marido. Não resisti e comecei a visualizar. Era uma mulher incrível, que trepada que ela dava, ela fazia ele gozar sem ele fazer força ou se mexer, só por cima, cavalgando e rebolando. Vi uns 4 ou vídeos.
Depois de uns 10 minutos ela entrou e perguntou como estava e que não podia perder nenhum arquivo, mas não tinha backup. Pedi que ela selecionasse todas as partas importantes para a cópia.
Ela perguntou se eu tinha visto algo e eu disse que ainda não. Ela clicou na pasta dos vídeos e disse que aquela eu tinha que salvar. Sentou do lado da mesa e disse: – dá uma olhada. Olhei e meu pau foi endurecendo. Falei que realmente não podia perder aqueles vídeos, eram maravilhosos.
Então ela disse que adorava gravar, mas preferia fazer. Eu disse que o marido dela tinha muita sorte, porque ela era incrível. Ela perguntou se eu achava mesmo, porque ela me dava bola e eu nunca fiz nada, e disse que tinha percebido, mas era o respeito.
Ela então puxa a blusa e tira, e me pergunta o que eu acho. Lógico que eram lindos. Ela ficou em pé e tirou a desamarrou a calça e deixou cair. Sem calcinha e uma bucetinha raspadinha, pretinha, que me deu água na boca.
Então ela sentou novamente e perguntou: – o que você tem pra mim? Apenas levantei e tirei a bermuda e a cueca. O pau duro, empinado, latejando, e ela se ajoelhou e começou a mamar, sem por a mão, só a boca, engolia inteiro, com uma mão apalpava minha bunda e a outra acariciava meu saco, uma loucura.
Peguei meu celular, liguei sobre a mesa e comecei a filmar. Ela mamou gostosamente, com vontade, e se levantou, puxou uma cadeira sem rodinha e sem encosto de braço, me sentou nela e veio por cima. Ela me beijava com força, com vontade, chupava minha língua e rebolava, minha rola entrada até o fundo, tudo, e ela subia e sentava. Mamei os peitos dela e ela gemia, gritava ai ai ai, vou gozar porra, mas alto, gemia e pulava na minha rola, e de repente parou de pular e só ia no vai e vém, esfregando aquele grelo em mim, me pegou pelo rosto, disse que ia gozar, gemia e acelerava o vai e vem, louca, insana e gozou, mas não parou, dizia que queria mais uma.
Eu ali, quase imóvel na cadeira, e ela dando o show. Não demorou e gozou de novo, erguendo o rosto pra cima, quase uivando de prazer, os peitos na minha cara, e eu acariciando eles bem de leve, passando a ponta da língua.
Depois de gozar e eu mamando ela calmamente, ela falou: – assim não fdp, que eu gozo de novo. Peguei ela pelas pernas, fiquei em pé e balançava ela pra frente e pra trás, estocando minha rola com força e ela gritou que ia gozar e gozou.
Que mulher é essa, pensei!
Coloquei ela no chão, ela colocou uma perna cadeira e empinou o rabo pra mim. Eu fui por trás e comecei a meter. Ela pegou o celular e colocou na cadeira, filmando por baixo, aquela buceta levando minha rola. Mais uma gozadinha gostosa dela.
Então ela me pegou pela mão e me levou para o quarto dela. Deitou com as pernas abertas e pediu pra foder ela igual uma piranha de rua. Enfiei minha rola, no papai mamãe, mas estoca com força, até o fundo, a cama balançava toda, rangia e ela gritando de tesão, pedindo me fode, me fode mais caralho. Eu metia com todo o peso do meu corpo, e de repente saí e fui naquela xana deliciosa, chupei aquele grelo e meus dedos por dentro, fazendo ela gozar.
Quando enfiei o dedo no cuzinho ela, se contorceu e gemeu, então sabia que ela gostava. Eu tinha um dedo na buceta, um no cuzinho e o grelo na minha língua. Ela gozou forte na minha cara, ficando sem fôlego, quase sem forças. Virei ela, coloquei o travesseiro por baixo, aquele rabo ficou empinado e vi aquele cuzinho pretinho. Ela abriu as pernas e pediu: – coloca tudo, me arrebenta.
E coloquei, entrou fácil, ela fez um movimento que sugou meu pau e eu enterrei de uma vez. Ela deu um grito, e pedia: come meu cuzinho caralho, come fdp, Eu socava sem dó. Chamei ela de vagabunda, vadia, putinha do comércio e ela adorava. Falei que aquele corno não dava conta dela e ela falava que não, que ele não comia aquele cuzinho, e era pra meter bastante.
Metemos por muito tempo e quando ia gozar ela pediu que não. Me tirou do cuzinho dela que eu pensei que ia encher de porra. Virou e disse que queria a buceta cheia de porra minha. Então comecei de novo no papai mamãe e ela não queria mais. Gozar, só queria me ver gozar. Falava que ia dar muito pra mim, que aquele projeto tinha que durar anos porque eu metia como ela gosta, e que o marido adora ser corno.
Quando ouvi isso não aguentei mais e gozei, gozei e urrava de prazer, a buceta dela apertava minha rola e sugava meu gozo. Caí quase desmaiado ao lado dela.
Muito suados, fomos tomar banho. Tomamos e ela me lavou inteiro, até meu cu, ela passou sabonete gostoso. Ainda deu uma mamadinha, mas não dava, estava exausto. Tomamos o banho, fomos até a cozinha, ela preparou um lanche, coloquei minha roupa e ela nua. Ela era linda e gostosa. Falei que ia acabar o serviço e ela disse que não, que era mentira, foi só um pretexto.
Sentamos na sala e ela veio por cima, peladinha, me beijando como se fossemos namorados. Depois de uma meia hora disse que ia embora, e se o marido chegasse eu ficaria sem jeito. Ela disse que ele demoraria. Ela era rica e mandava em tudo, dominadora.
Disse que me queria na casa dela todo sábado cedo, que o valor do serviço ela pagava dobrado e não aceitaria um não, e que eu ia ser dela por um bom tempo. Perguntei se ela fazia isso com outros, e ela disse que não, mas ficou impressionada com minha mulher e que estava a fim. Falou que o marido era fraco na trepada, mas ela não podia separar dele, por questões de família, uns rolos que depois ela me contaria.
Ela disse que estava apaixonada por mim, e que ficaríamos fazendo uns trabalhos por muito tempo. Claro que eu topei. Ela disse que me cadastraria na empresa dela como consultor, porque a família tinha 10 lojas e ela cuidava de 4.
Me sugeriu um valor mensal que quase caí da cadeira. A entrada dos serviços que tinha pago era troco. Me pediu o pix e fez. Assim eu teria que prestar o serviço.
Ela ali, no meu colo, peladinha, falei que ela não ia se arrepender. Mandei ela abaixar e mamar. Os olhinhos brilharam. Ela tirou minha bermuda e eu sentado no sofá, ela começou a mamar. Veio por cima e rebolava, como rebolava. Eu já tinha recuperado um pouco das forças e com aquele pix, tudo ficava duro. Ela gozou. Então me levantei, coloquei ela de quatro no sofá e disse que ia comer aquele cuzinho de novo, mas agora ia encher ele de porra. Ele estava melado de gozo dela, lambi gostoso e acariciei a bucetinha dela. Ela gemia.
Só apontei e enfiei. Ela colocou as duas mãos no encosto do sofá e pedi pra eu meter tudo, que ela estava sentindo minhas bolas bater na buceta dela. Então como um animal meti e xingava ela de piranha gozadora, vagabunda, que vagabunda eu comia assim, só o cuzinho até gozar, e senti ela gozando, o cuzinho pulsando com meu pau dentro. Ela olhava para trás, pra mim, e pedia: – me fode mais, me arregaça, comeu meu cu caralho, vou gozar de novo, e gritava e gemia, e quando gozou eu não aguentei a pulsação e gozei de novo, enchi o cuzinho de porra. Deixei meu pau dentro e sussurrei no ouvido dela: – você é melhor putinha que comi até hoje, e ainda me paga, sua vagabunda sem escrúpulo, vadia traidora.
Puxei meu pau devagarinho. Ela pegou um lencinho umedecido na gavetinha ao lado do sofá e começou a limpar minha rola. Falou que era linda demais, que a do marido era pretona e a minha rosinha. Se levantou e me deu um beijo apaixonado.
Perguntou se eu precisava de mais dinheiro, se tinha algum projeto que ela ajudaria a realizar, mas disse que não, que na semana passaria na loja, não daria bola pra ela, mas sábado às 9 estaria na casa dela pra foder sem dó.
Ela sorriu e disse que estava adorando isso. Passarei na loja essa semana, talvez, e vou manter o personagem, sério, sem dar bola, só profissional. Vamos ver como será.
*printei alguns vídeos dela com o marido e postei abaixo.


