A noite com Vera

Depois de todo aquele tesão na cozinha e na sala, com Vera engolindo meu leitinho com fome de coroa tarada, ficamos abraçados por um tempo, suados e satisfeitos.

O cheiro de sexo misturado ao café recém-passado tomava conta da casa de campo. Ela me beijou devagar, ainda com um leve gosto meu na língua, e sussurrou no meu ouvido:
— Você me deu o que meu marido nunca deu em anos de casamento… agora vem, Ricardo. Vamos pra cama. Essa velha de 67 anos tá exausta, mas feliz pra caralho.

Caminhamos nus até o quarto. O corpo maduro dela, com suas curvas generosas, marcas do tempo e aquela boceta ainda brilhando, me deixava louco mesmo depois de ter gozado. Deitamos juntos, eu por trás, encaixando meu pau semi-duro entre as nádegas macias dela num conchinha safado. Vera gemeu baixinho, apertando a bunda contra mim, e murmurou:
— Amanhã eu quero mais… muito mais. Agora dorme, meu gostoso. Você me deixou toda melada e cheia.

Adormecemos assim, exaustos, o corpo dela colado no meu, respirando o mesmo ar quente e carregado de desejo. O cansaço do dia, das trepadas intensas e da adrenalina de estarmos ali — uma coroa casada, conhecida no mesmo portal onde eu posto nossas putarias — nos derrubou num sono profundo e pesado.

Acordei no meio da madrugada com a mão dela já enrolada no meu pau, acariciando devagar. A luz fraca da lua entrava pela janela da casa de campo. Vera estava acordada, olhos brilhando de tesão novamente, o corpo quente encostado no meu.
— Não consegui dormir direito… fiquei pensando no leitinho que você me deu mais cedo — confessou ela com aquela voz rouca e maliciosa. — Meu marido tá viajando de novo, me deixando sozinha e com essa boceta louca de vontade. Lembra quando nos conhecemos naquele portal, Ricardo? Eu vi seus posts, li suas aventuras e fiquei molhada só de imaginar que um dia seria eu ali, sendo comida por você. Agora aqui estamos… e eu quero tudo.

Ela desceu o corpo devagar, beijando meu peito, minha barriga, até chegar entre as minhas pernas. Segurou meu pau, que já endurecia rápido na mão experiente dela, e lambeu a cabeça devagar, saboreando.
— Tá vendo? Mesmo dormindo ele acorda pra mim. Quero mais, amor. Quero sentir você latejando na minha boca de novo… mmm, que rola gostosa. Eu sou uma coroa casada de 67 anos, carente pra caralho, mas com você eu viro uma puta apaixonada. Me dá essa carne dura, vai…
Vera engoliu meu pau com fome, chupando fundo, gemendo de tesão enquanto sua saliva escorria. Os barulhos molhados enchiam o quarto. Ela tirava de vez em quando só para falar, os olhos cheios de desejo e paixão:
— Eu te quero tanto… não é só tesão, Ricardo. É que você me faz sentir viva, desejada, mulher de verdade. Meu marido nunca me comeu assim. Chupa minha boca, fode minha garganta… isso, assim!
Eu segurei seus cabelos e fodi sua boca com vontade. Vera gemia, engasgando de leve, mas pedindo mais com o olhar. Depois de um tempo ela subiu, roçando a boceta molhada e quente na minha rola.
— Agora me fode, amor. Enfia tudo nessa boceta madura que tá pingando por você.
Eu a virei de quatro, segurei aqueles quadris carnudos e meti fundo. Vera gritou de prazer:
— Ai, que delícia! Me arromba, Ricardo! Mais forte… fode essa coroa casada que te deseja tanto! Isso… bem fundo, amor… eu te amo te querendo assim!

Meti com força, sentindo sua boceta apertar em volta de mim. Ela rebolava, empinando a bunda, gemendo alto, misturando tesão cru com carinho:
— Você é meu agora… me faz gozar, vai… eu preciso tanto de você!
Vera gozou tremendo, apertando meu pau dentro dela. Eu não parei. Molhei um dedo na boceta dela e comecei a massagear seu cuzinho apertado. Ela olhou pra trás com um sorriso safado e apaixonado ao mesmo tempo.
— Quer meu cu também? Então toma… é todo seu. Ninguém nunca me comeu direito aí, mas com você eu quero dar tudo. Enfia devagar primeiro, depois me fode como uma puta.
Eu pressionei a cabeça do pau contra seu anus maduro e entrei aos poucos. Vera soltou um gemido longo, misturado de dor e prazer:
— Ai, caralho… que rola grossa! Vai devagar… isso… agora mais fundo. Me arromba esse cu, Ricardo! Eu sou sua… fode meu cu com força, amor! Quero sentir você gozar dentro de mim!
Aumentei o ritmo. Meu pau entrava e saía daquele cuzinho apertado e quente enquanto eu dava tapas leves na bunda dela. Vera estava fora de si, gemendo alto, uma mão entre as pernas esfregando o clitóris:
— Me fode os dois buracos… eu sou sua coroa tarada! Goza dentro do meu cu, enche essa velha de leitinho quente! Eu te desejo tanto… me usa, me ama, me fode até o dia clarear!
Não aguentei mais. Meti fundo e gozei forte dentro do seu cu, jatos grossos enchendo ela. Vera gozou novamente, tremendo inteira, gritando meu nome.

Caímos na cama, suados, ofegantes, meu pau ainda dentro dela. Ela virou o rosto, me beijou com paixão e sussurrou:
— Nos conhecemos no portal… e agora você é meu segredo mais gostoso. Eu te quero todo, Ricardo. Boceta, boca, cu… tudo que eu tenho é seu. Essa carência que eu carreguei anos está sendo curada por você. Não para nunca, amor…

Ficamos abraçados, colados, o corpo maduro dela tremendo de prazer e afeto, sabendo que a noite ainda tinha muito mais pela frente.

Foto 1 do Conto erotico: A noite com Vera


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Comentários


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casalbisexpa Comentou em 13/05/2026

am uma coroa com uma buceta cheia d epentelhos brancos




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A noite com Vera

Codigo do conto:
261878

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
13/05/2026

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