Expectativa Frustrada

Ainda sinto um aperto no peito quando penso nela. Aquela mulher madura que conheci neste site de contos eróticos.

Exatamente o meu tipo: experiente, carnuda, com peitos generosos e pesados, uma bunda enorme, redonda e macia, e uma buceta grande, carnuda, cheirosa e molhada que eu tanto desejei devorar.

Começamos com mensagens leves que logo viraram um incêndio. Ela descrevia o que queria, eu contava minhas vontades. Depois de um tempo, criei coragem e a convidei para sairmos. A primeira vez ela disse não, educada, mas firme. Doeu, mas eu entendi. Esperei alguns dias e, com o coração mais leve, mandei o segundo convite. Dessa vez eu estava cheio de esperança. A conversa andava tão boa, tão quente… Eu realmente acreditei que ela diria sim.

No dia anterior, enquanto trabalhávamos, ficamos nos falando o tempo todo. As mensagens eram leves, mas cheias de segundas intenções. Eu me senti tão confiante que, durante o dia, preparei o carro com todo o carinho: lavei de cima a baixo, por dentro e por fora, aspirei, perfumei o estofamento, deixei tudo impecável pra ela se sentir confortável. Escolhi um motel romântico, daqueles com hidromassagem, luz baixa e cama enorme. No banheiro, passei quase uma hora me arrumando: aparando os pelos pubianos com cuidado, deixando tudo limpo e sexy. Depois saí só pra comprar uma cueca boxer branca, exatamente na cor que ela tinha dito que gostava. Eu estava certo de que dessa segunda vez ela aceitaria.
Mas no final daquele mesmo dia, a mensagem chegou: “Não vai dar hoje”. De novo. Um não educado, mas que me deixou arrasado. Eu nem cheguei a sair de casa para ir encontrá-la.

Fiquei ali, olhando o carro limpo na garagem, a cueca nova na gaveta, o corpo pronto e o pau latejando de tesão e frustração. Nada aconteceu. E agora só me resta esse lamento profundo, imaginando tudo o que eu desejei e fantasiei com tanta certeza naquele dia.
Eu imaginava buscar ela no horário combinado. Ela entraria no carro cheirosa, com aquele sorriso maduro e safado, o corpo farto preenchendo o banco. Eu abriria a porta como um cavalheiro, daria um beijo suave na bochecha e sussurraria: “Você está linda… esse corpo maduro me deixa completamente louco. Fico feliz que você veio.” Dirigiríamos com a mão dela na minha coxa, eu elogiando cada curva generosa dela.
No motel, assim que a porta fechasse, eu a puxaria devagar pela cintura, olhando nos olhos com desejo e respeito. “Eu esperei tanto por esse sim… quero te tratar como você merece, mas também quero te foder com toda a tara que eu sinto por você.” Beijaria seu pescoço, tirando sua roupa com calma e admiração.
Seus peitos generosos saltariam livres, pesados e macios. Eu os seguraria com as duas mãos, apertando, chupando os mamilos com fome: “Porra, que peitos maravilhosos… tão grandes, tão gostosos.” Ela gemeria baixinho: “Ahh… isso, chupa eles pra mim, delícia…”
Eu desceria, beijando aquela barriga madura até chegar na bunda enorme. Viraria ela de costas, ajoelharia e enterraria meu rosto ali, abrindo aquelas nádegas carnudas e comendo seu cuzinho gostoso com vontade. Minha língua circulando, lambendo e penetrando devagar aquele buraco apertado e macio. “Que cuzinho delicioso… tão gostoso… eu quero comer ele todinho.” Ela rebolaria contra minha cara, gemendo alto: “Ahhh… isso… come meu cuzinho… lambe ele bem gostoso, caralho!”
Depois eu a deitaria de pernas bem abertas. Sua buceta grande, carnuda, inchada e cheirosa brilhando de tesão. Eu inspiraria fundo, viciado: “Caralho, que buceta cheirosa e grande… exatamente como eu gosto em mulher madura.” Minha língua deslizaria devagar por toda ela, chupando os lábios grossos, circulando o clitóris, entrando fundo. Dois dedos metendo enquanto chupava com vontade. Ela seguraria minha cabeça, gemendo cada vez mais alto e despudorada: “Ahhh… que delícia… chupa essa buceta madura… ai, caralho, assim! Me come com essa boca!” Até que ela gozasse pela primeira vez, tremendo inteira, apertando minhas orelhas com as coxas grossas, gritando enquanto o orgasmo tomava conta do corpo maduro: “Tô gozando… porra, que gostoso… não para!”
Então ela me empurraria de leve para a cama, tiraria minha cueca branca com um sorriso safado e se ajoelharia. “Agora é minha vez… eu disse que ia chupar esse pau gostoso e engolir tudo.” Ela seguraria meu pau latejando, lambendo da base até a cabeça, depois enfiando na boca quente e molhada, chupando com fome, descendo fundo, babando enquanto me olhava nos olhos. “Mmm… que pau delicioso…” Eu gemeria segurando os cabelos dela: “Porra… que boca gostosa… chupa mais fundo…” Ela aceleraria, mamando com vontade, apertando as bolas, até eu não aguentar mais. Eu gozaria forte na boca dela, gemendo rouco: “Tô gozando… toma meu leite, amor!” Ela sorveria tudo, engolindo cada jato quente sem desperdiçar nada, limpando o pau com a língua depois, com um olhar satisfeito e safado: “Delicioso… eu adorei seu leitinho.”
Depois de me recuperar um pouco, eu a viraria de quatro novamente, agarrando aquela bunda enorme. Meu pau já voltando a endurecer. Eu meteria primeiro na buceta, depois, com ela bem molhada, encostaria na entrada do cuzinho. “Posso, princesa?” Ela gemeria: “Sim… come meu cuzinho também…” Eu entraria devagar, sentindo aquele aperto quente, fodendo com ritmo crescente enquanto dava tapas leves na bunda. “Que cuzinho apertado e gostoso… porra!” Ela rebolaria e gritaria: “Ai… me fode no cu… mete mais fundo… que delícia, caralho!”
O ritmo ficaria selvagem. Eu alternaria entre a buceta e o cuzinho, segurando aqueles peitos generosos que balançavam. Ela gozaria mais uma vez, ainda mais forte, o corpo tremendo, a buceta e o cuzinho apertando meu pau enquanto gritava despudorada: “Tô gozando de novo… ai, caralho… me arromba… tô gozando no cu!” Eu gozaria logo depois, enchendo um dos buracos com porra quente.
Quase no final, com ela quase desfalecida de tanto prazer, o corpo maduro brilhando de suor e tremendo, eu a deitaria de frente, de pernas bem abertas. Mergulhei minha boca naquela buceta grande, carnuda e encharcada. Chupei com devoção, lambendo tudo, sugando o clitóris inchado e enfiando a língua fundo, provando o gosto dela misturado com o meu. “Quero mais um de você… goza na minha boca, amor.” Ela mal conseguia falar, só gemia fraca e rouca: “Ahhh… você vai me matar… que boca gostosa… ai, caralho…” Até que veio o último orgasmo, mais intenso, o corpo dela arqueando, as coxas apertando minha cabeça enquanto ela gozava forte na minha boca, inundando minha língua com seu gozo quente e cheiroso. Eu sorvi tudo, gemendo de tesão, sem desperdiçar uma gota.
Depois do sexo, eu seria puro carinho: abraçaria aquele corpo farto, passaria a mão nos cabelos, beijaria seus peitos, sua boca e seu pescoço com ternura. “Você é incrível. Quero repetir isso quantas vezes você quiser… te tratar como princesa e te foder como a safada que você é.”

Mas nada disso aconteceu. Naquele dia, depois de termos falado tanto enquanto trabalhávamos, depois de eu ter preparado o carro com tanta dedicação e esperança, ela preferiu não aceitar novamente. Fiquei aqui, com esse lamento no peito, o tesão preso e a frustração de ter imaginado tudo tão vividamente — da chupada gulosa ao meu leite sendo sorvido, do cuzinho lambido e fodido, dela gozando tantas vezes e daquele último orgasmo delicioso na minha boca enquanto ela quase desfalecia de prazer, deitada de frente com as pernas abertas. O carro limpo desde o dia anterior, a cueca nova, os pelos aparados — tudo pronto para um sim que não veio. Quem sabe um dia… Enquanto isso, só me resta escrever e lembrar de tudo o que eu queria ter vivido com essa mulher madura que tanto me enlouquece.

Foto 1 do Conto erotico: Expectativa Frustrada

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Expectativa Frustrada

Codigo do conto:
264610

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
16/06/2026

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