Eu estava dirigindo de volta para casa depois de mais uma semana exaustiva de trabalho, o sol já baixando no horizonte, quando o celular tocou. Olhei no painel e vi o nome dela: Irene.
Meu pau deu uma pulsada só de ver o nome na tela. Atendi no viva-voz.
— Ricardo… — a voz dela saiu baixa, rouca, quase tímida. — Eu sei que é em cima da hora, mas… você não tá passando pela minha cidade hoje, né? Eu não consigo parar de pensar em você desde aquele dia. No motel, no seu pau, no jeito que você me comeu… no meu cuzinho que você abriu pela primeira vez. Eu tô molhada só de lembrar. Se você puder parar aqui em casa… eu tô sozinha.
Eu sorri, sentindo o sangue ferver.
— Tô a uns quarenta minutos de aí. Me espera.
Quando cheguei, ela abriu a porta de casa vestindo um robe curto de seda preta que mal cobria as coxas grossas. Os cabelos soltos, maquiagem leve, os seios pesados marcando o tecido. Assim que entrei e fechei a porta, ela se jogou nos meus braços, tremendo.
— Desde aquele dia eu não parei mais, Ricardo… — confessou enquanto me beijava com fome, enfiando a língua na minha boca. — Acordo molhada, me toco pensando no seu pau me abrindo. No jeito que você foi paciente com meu cuzinho virgem e depois me fodeu gostoso. Eu quero mais. Quero tudo de novo… e mais safado.
Não perdemos tempo. Tirei o robe dela ali mesmo na sala. O corpo farto estava ainda mais desejável: bunduda, peituda, pele macia brilhando. Os mamilos já duros. Eu apertei aqueles peitos grandes com as duas mãos, chupando forte enquanto ela gemia alto.
— Me mama, Ricardo… chupa esses peitos que são seus agora.
Ela me empurrou pro sofá, abriu minha calça e tirou meu pau já duro. Olhou com aquela mesma mistura de desejo e admiração.
— Caralho… ainda maior do que eu lembrava. Eu sonhei com essa rola todos os dias.
Se ajoelhou e começou a mamar com devoção ainda maior que da primeira vez. Lambia da base até a cabeça, babava inteiro, enfiava fundo até engasgar, olhando nos meus olhos. Falava sacanagem com a boca cheia:
— Que pau gostoso… eu sou tua putinha agora. Quero mamar todo dia. Goza na minha cara primeiro, vai… eu quero sentir seu leite quente no rosto.
Eu segurei o cabelo dela e fodi sua boca com mais força. Ela gemia, babava, apertava minhas bolas. Quando não aguentei, tirei e gozei forte — jatos grossos pintando o rosto dela, os lábios, os seios. Irene abriu a boca, pegando o que conseguia, gemendo de prazer enquanto lambia o que escorria.
— Delícia… primeira gozada da noite no meu rosto, como eu pedi.
Ela me levou pro quarto, deitou na cama de casal e abriu as pernas bem largas. A buceta estava inchada e brilhando de tesão.
— Vem me comer primeiro na bucetinha… quero sentir você bem fundo.
Entrei devagar, mas ela estava tão molhada que deslizei inteiro de uma vez. Irene arqueou as costas e soltou um gemido longo e rouco:
— Aaaaihh… que delícia! Me fode forte, Ricardo. Me usa!
Meti com ritmo forte, batendo fundo. Ela rebolava, cravava as unhas nas minhas costas, os peitos balançando. Mudei pra posição de lado, levantando uma perna dela, metendo mais fundo ainda. Depois coloquei ela de quatro, segurando aquela bunda generosa e estapeando de leve. Irene gritava de prazer:
— Isso… me fode como uma cadela! Anos sem ser comida assim… agora eu sou viciada no seu pau!
A buceta dela apertava forte. Eu metia sem parar, sentindo ela tremer. Quando ela gozou, foi violento — o corpo convulsionando, chorando de novo de tanto prazer, a buceta pulsando e esguichando um pouco.
— Tô gozando… caralho, tô gozando tanto! Não para!
Depois de deixar ela se recuperar, virei ela de barriga pra baixo, empinei aquela bunda grande e cuspi bastante no cuzinho já acostumado. Ela empinou mais, olhando pra trás com olhos cheios de luxúria.
— Coloca no meu cu… eu quero sentir você abrindo meu cuzinho de novo. Agora eu amo isso. Me fode o cu, Ricardo.
A cabeça do pau entrou mais fácil dessa vez. Irene soltou um gemido profundo, misturado de prazer:
— Uuuuhhh… tá entrando… vai devagar primeiro… ai que gostoso!
Fui paciente no começo, mas logo ela pedia mais:
— Mais forte… me fode esse cu! Tá todo meu agora, né? Só seu!
Meti com mais intensidade, vendo aquela bunda grande balançar a cada estocada. O cuzinho apertado massageava meu pau perfeitamente. Irene gemia alto, falando as maiores safadezas:
— Me arromba o cu… quero levar rola no cuzinho toda semana… sou tua putinha bunduda… goza dentro, vai… enche meu cu de porra!
Quando avisei que ia gozar, ela empinou ainda mais:
— Goza dentro do meu cuzinho! Quero sentir você explodindo lá no fundo!
Explodi forte pela segunda vez, enchendo o interior quente e apertado do cu dela com jatos grossos. Irene tremeu violentamente, gozando só com o pau enterrado no cu, gemendo meu nome.
Ficamos um tempo abraçados, suados, meu pau ainda dentro dela. Mas ela não tinha terminado. Depois de uns minutos me chupando de novo, me deixou duro e montou por cima, agora na posição cowgirl invertida, empinando a bunda pra mim.
— Quero cavalgar no seu pau… e depois quero a terceira gozada no meu cu de novo.
Ela rebolava gostoso, descendo fundo, os peitos balançando. Eu estapeava aquela bunda enquanto ela gemia:
— Olha como meu cuzinho engole tudo agora… eu virei uma puta do cu depois de você!
Mudei pra posição de lado novamente, uma perna dela pra cima, metendo fundo no cu. Ela pedia sem parar:
— Mais forte… me arromba… quero sentir dorzinha misturada com prazer!
A terceira gozada veio quando eu estava enterrado até o fundo no cuzinho dela. Avisei e ela implorou:
— Goza dentro mais uma vez… enche meu cu de novo!
Gozei pela terceira vez, enchendo aquele cuzinho guloso enquanto ela gozava junto, o corpo inteiro tremendo, lágrimas de prazer escorrendo.
Depois ficamos abraçados na cama, ela com a cabeça no meu peito, meu sêmen escorrendo devagar do cu e da buceta.
— Obrigada de novo… — sussurrou, beijando meu peito. — Você acordou uma coisa em mim que eu não sabia que existia. Quero que esse seja só o segundo de muitos encontros. Meu corpo é seu quando quiser.
Saí da casa dela horas depois, sabendo que aquela mulher simples, fogosa e agora completamente liberada ia continuar me esperando sempre que eu passasse por ali. E eu mal podia esperar pelo terceiro encontro.




