Casada, mas uma puta safada no disfarce.
Corpo bem conservado pra idade: peitos enormes e pesados, cheios de veias, bundão grande e macio, quadris largos e uma buceta que eu descobri depois que era bem gulosa. Cabelo com fios brancos, perfume de mulher madura e um olhar de quem não comia uma rola decente há anos.
Enquanto eu falava do carro, ela roçava os peitos no meu braço de propósito. No final da conversa, baixou a voz e foi direto:
— Ricardo, você tem cara de quem fode gostoso… Passei a semana molhada só imaginando essa pica toda dentro de mim. Quinta à noite, motel discreto. Quero que você me use inteira.
Aceitei na hora. Meu pau ficou duro só de olhar praquela coroa casada oferecendo a buceta e o cu.
Quinta chegou. Entrei no quarto e ela já estava de robe aberto, só de lingerie vermelha puta. Os peitos quase saltando, a calcinha já com uma mancha grande de tesão.
— Vem logo, seu puto… — rosnou ela, puxando-me pela camisa. — Passei dias esfregando essa buceta pensando nessa rola grossa.
O beijo foi longo, língua dela invadindo minha boca, babando, enquanto eu apertava aquele bundão macio e enfiava os dedos entre as nádegas. Tirei o robe e ela se ajoelhou rapidinho, olhos brilhando de puta:
— Mostra logo essa pica pra mim… Caralho, que rola grossa e grande! Bem maior que a do meu corno do marido.
Helena babou inteira na cabeça, lambeu as bolas, depois engoliu fundo. Mamava como uma vadia faminta: gluck… gluck… gluck… descendo até o fundo da garganta, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos pesados.
— Isso, fode minha garganta! Usa a boca dessa coroa safada… me engasga com essa pica! — pedia ela, rouca, olhos lacrimejando de tanto esforço, mas continuando a chupar com mais fome ainda.
Segurei os cabelos grisalhos e meti forte na boca dela, fodendo como se fosse uma buceta. Ela gemia e babava feito louca.
Depois eu a joguei na cama, abri aquelas pernas grossas e mergulhei a cara naquela buceta madura, inchada e encharcada. Cheiro forte de mulher no cio. Chupei o clitóris com força, enfiei dois dedos e lambi tudo, sugando os lábios carnudos.
— Ai seu filho da puta… chupa essa buceta casada! Lambe meu grelo… assim… porra! Tá me fazendo delirar! — gritava ela, rebolando no meu rosto, apertando meus cabelos.
Helena gozou na minha boca como uma puta, tremendo inteira, soltando um squirt quente que molhou meu rosto e a cama toda. Ainda estava gozando quando eu virei ela de quatro, empinei aquele bundão e meti a rola inteira na buceta quente e molhada.
— Aaaaiii caralhooo! Que pica grossa! Me arromba, Ricardo! Fode essa buceta de coroa mais forte que meu marido! — berrava ela, empinando a bunda pra trás, rebolando feito vadia.
Meti com força, estocadas fundas e brutais, batendo as bolas na buceta dela. O barulho molhado de tapa-tapa-tapa enchia o quarto junto com os gemidos dela.
Tirei a rola brilhando de melado e abri bem as nádegas daquele bundão maduro. Sem avisar, encostei a língua bem no meio do cuzinho enrugadinho e comecei a chupar com vontade, lambendo em círculos, enfiando a ponta da língua dentro.
Helena deu um pulo de surpresa e soltou um gemido alto, quase chocada:
— Ai meu Deus… Ricardo! O que você tá fazendo? Nunca ninguém chupou meu cu… porra, nunca experimentei isso na vida! — disse ela, voz tremendo de tesão e vergonha ao mesmo tempo.
Mas em vez de afastar, ela empinou mais a bunda, abrindo as pernas e empurrando o cu contra minha boca.
— Continua… continua chupando meu cu, seu safado… que delícia! Tá me deixando louca… lambe mais fundo, vai… chupa esse cuzinho de coroa que nunca foi lambido!
Eu lambia com fome, enfiando a língua o máximo possível, chupando, babando todo aquele buraco apertado enquanto ela gemia feito uma cadela no cio, rebolando o bundão na minha cara.
Depois de deixar o cu dela babado e piscando, cuspi na rola e encostei a cabeça grossa na entradinha.
— Agora vou comer esse cu, sua puta casada.
— Mete… quero tudo no meu cu… arromba essa coroa que você acabou de chupar! — pediu ela, voz manhosa e desesperada.
Fui empurrando devagar. O cuzinho dela resistiu no começo, depois abriu e engoliu minha pica inteira. Helena soltou um gemido rouco e longo:
— Porraaa… tá me rasgando todinha… que delícia! Mete fundo, vai… fode meu cu! Mais forte!
Acelerei, metendo naquele cu maduro com vontade, enquanto ela se dedava a buceta, gemendo feito uma cadela no cio:
— Me fode… me fode no cu! Quero porra quente enchendo minha bunda! Goza dentro, porra!
Não aguentei. Enterrei até o talo e gozei forte, jorrando leite grosso e quente bem no fundo do cu dela. Helena gozou junto, tremendo, apertando minha rola com o cu, soltando gemidos altos e sujos.
Depois de um tempo, ela ainda não tinha terminado. Me chupou novamente, lambendo a rola suja de porra e melado do cu dela, depois montou em mim. Cavalgou como uma puta desesperada, aqueles peitos pesados balançando na minha cara, gemendo alto:
— Olha como eu tô rebolando nessa pica… vou ordenhar você todinho!
Cavalgamos até gozarmos mais uma vez, eu enchendo a buceta dela de porra enquanto ela tremia e xingava de prazer.
Deitada ao meu lado, suada, com porra escorrendo da buceta e do cu, Helena passou a mão no meu peito e sorriu com cara de safada:
— Da próxima vez que for levar o carro… quero que você me foda ainda mais forte, entendeu? Essa coroa tá viciada nessa pica agora… e especialmente nessa língua no meu cu.