Fio de Esperança



Meu nome é Ricardo e esta é a história real do meu encontro com Irene.

Irene era divorciada. Durante muitos anos fora vítima de um marido que a traía, que a abandonava emocional e fisicamente. Anos de frustração, de se sentir invisível, indesejada. Uma mulher simples, baixinha, de corpo farto — bunduda, peituda, pele macia —, mas com um fogo dentro que nunca havia sido devidamente alimentado.

Quando o casamento acabou, ela decidiu que não queria mais viver assim. Entrou no site de contos eróticos procurando apenas um pouco de calor, um fio de esperança para se sentir mulher novamente.

Foi lá que nos encontramos. Ela comentava meus textos com timidez no começo. Eu respondi. Logo as conversas particulares começaram e, em poucas semanas, viraram rotina. Passávamos horas nas madrugadas conversando. Não era só sacanagem — embora tivesse muita. Eu dava atenção de verdade. Perguntava sobre o dia dela, sobre os anos de solidão, sobre os desejos que guardava. Ela me contava tudo.
“Ricardo, você não faz ideia do que é passar anos sendo ignorada. Eu me tocava pensando em coisas que nem ousava dizer em voz alta. Aqui no site… você me vê. Me escuta.”

Nossas conversas seduziram ela aos poucos. Eu descrevia exatamente o que faria com ela, com detalhes. Ela respondia gemendo do outro lado da tela, mandando áudios com a voz rouca. Muitas madrugadas gozávamos juntos virtualmente. Ela me contava como gozava lendo minhas mensagens, dedando a bucetinha molhada enquanto imaginava meu pau. Eu gozava pensando na boca dela.
“Quero mamar você até o fim… sentir seu leite quente na garganta. Quero dar meu cuzinho também. Quero tudo que guardei por anos.”
O cuzinho era o maior desejo e, ao mesmo tempo, o maior medo dela. Falamos sobre isso em dezenas de conversas. Ela confessava o medo da dor, mas também a vontade louca de sentir uma rola grande preenchendo ela inteira pela primeira vez.

Depois de vários desencontros por causa dos jogos da Copa, conseguimos marcar. Eu voltava da cidade do trabalho para casa numa sexta-feira. Ela morava no caminho. O trânsito estava infernal, mas nada nos impediria. Marcamos no shopping.

Quando a vi caminhando em minha direção, meu coração acelerou. Baixinha, cabelos soltos, blusa marcando os seios grandes, calça jeans apertada na bunda generosa. Nos abraçamos forte. Ela tremia um pouco.
— Ricardo… eu tô nervosa pra caralho. Ansiava por isso desde nossas primeiras conversas — confessou, com a voz baixa. — Você me deu atenção por horas nas madrugadas. Me fez sentir desejada de novo. Isso é mais importante que qualquer coisa.
Tomamos um café rápido, as pernas roçando por baixo da mesa. Ela me olhava com fome.
— Anos de frustração… e agora tô aqui. Quero realizar tudo que fantasiava.
Fomos para o motel. Assim que a porta fechou, o desejo explodiu. Beijei Irene com vontade, apertando aqueles seios pesados. Ela gemia alto, sem vergonha. Tirei sua roupa devagar, admirando o corpo maduro e cheio de vontade. Os mamilos duros, a barriguinha macia, a buceta já molhada e o cuzinho que ela tanto prometeu.
— Me come, Ricardo. Faz tudo que a gente conversou.
Se ajoelhou e pegou meu pau com as duas mãos. Olhou para cima, assustada e excitada:
— Meu Deus… é maior do que nas fotos. Eu fantasiava tanto com essa rola… não sei se vai caber tudo.
Começou a mamar com devoção. Lambia, chupava, babava, enfiava fundo na boca quente. Falava sacanagem entre uma chupada e outra:
— Que pau gostoso… vou mamar até você gozar na minha boca. Anos esperando uma rola que me respeitasse e me fodesse de verdade.
Eu segurava o cabelo dela e fodia sua boca devagar. Irene gemia, babava, olhava nos meus olhos. Quando avisei que ia gozar, ela acelerou, apertando as bolas. Engoliu tudo, gemendo de prazer, limpando cada gota.
Depois deitou na cama, abriu as pernas e puxou-me para cima dela.
— Vem… quero sentir você dentro de mim.
Entrei devagar na bucetinha quente e encharcada. Irene arqueou as costas e soltou um gemido longo. Comecei a meter com ritmo. Ela rebolava, cravava as unhas nas minhas costas.
— Isso… me fode. Anos sem ser comida assim. Você me seduziu com palavras, com atenção… agora me fode de verdade.
Aumentei o ritmo. A buceta dela apertava meu pau, molhada demais. Irene começou a tremer. Os gemidos viraram gritos. De repente, os olhos dela se encheram de lágrimas enquanto gozava loucamente. O corpo inteiro convulsionava, a buceta pulsava forte em volta do meu pau.
— Ai, Ricardo… tô gozando tanto… tanto! — chorava de prazer, as lágrimas escorrendo pelo rosto. — É bom demais… você me faz sentir mulher de novo!
Continuei metendo enquanto ela gozava, prolongando o orgasmo. Depois virei ela de quatro. A bunda grande e macia empinada para mim. Cuspi bastante no cuzinho virgem e comecei a esfregar a cabeça do pau devagar.
Irene ficou tensa.
— Ricardo… tô com medo — confessou, a voz trêmula. — É minha primeira vez… sempre foi minha maior fantasia, mas também meu maior medo.
— Vou com calma, amor. Se quiser parar, é só falar.
Pus a cabeça devagar. Ela soltou um gemido misturado de dor e prazer.
— Devagar… devagar mas não para… não tira — pediu, respirando fundo.
Fui paciente, entrando milímetro por milímetro, parando quando ela apertava. Acariciava suas costas, a bunda, falava baixinho com ela. Aos poucos o cuzinho foi relaxando. Irene gemia cada vez mais alto.
— Tá entrando… ai meu Deus… tá me abrindo toda… continua devagar…
Depois de muito carinho e paciência, consegui enfiar todo o pau dentro do cuzinho dela pela primeira vez. Irene soltou um grito longo, misturado de surpresa e prazer.
— Tá todo dentro… caralho… tá todo dentro de mim! — exclamou, a voz embargada.
Comecei a mover devagar. Ela tremia inteira. Aos poucos o medo deu lugar ao prazer e Irene começou a empinar mais a bunda, pedindo mais.
— Agora pode ir um pouco mais forte… que delícia… meu cuzinho nunca sentiu isso…
Fodi com mais intensidade, segurando aqueles quadris largos. O cuzinho apertado me massageava deliciosamente. Irene gemia alto, falando sacanagem entre os gemidos:
— Me fode o cu… realiza minha fantasia… anos sonhando com isso…
Quando não aguentei mais, avisei que ia gozar. Ela empinou ainda mais:
— Goza dentro… goza no meu cuzinho! Quero sentir tudo!
Explodi forte, enchendo o interior do cuzinho virgem dela com jatos quentes. Irene tremeu violentamente, gozando mais uma vez só com o pau enterrado no cu.
Ficamos abraçados depois, suados, ela ainda com lágrimas nos olhos — agora de emoção, alívio e realização.
— Obrigada — sussurrou. — Você não foi só uma foda. Foi o fio de esperança que eu precisava. Nas madrugadas, nas conversas longas, nos gemidos virtuais… e agora isso… meu cuzinho pela primeira vez. Quero mais.
Saí daquele motel sabendo que tinha feito mais do que realizar uma fantasia. Tinha ajudado uma mulher simples e fogosa a se sentir viva novamente.

E sei que ela vai ler este conto no mesmo site onde tudo começou.

Foto 1 do Conto erotico: Fio de Esperança

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fio de Esperança

Codigo do conto:
265522

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
27/06/2026

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