Encontro no Metrô

Fazia pouco mais de um mês, que eu estava em SP. Eu estava exausto após mais um dia acompanhando a reforma do apartamento em Santo André. O metrô na hora do rush era um inferno previsível: vagão lotado, corpos colados, ar quente. Sentei-me numa das cadeiras reservadas a idosos, dessas que ninguém costuma respeitar muito. Aos 49 anos, ainda me sentia com energia, mas a perna direita doía um pouco da caminhada.

Foi quando ela entrou com duas amigas. Alta, imponente. Solange devia ter uns 62 anos, mas carregava o corpo com uma presença que chamava atenção. Um metro e setenta e oito, seios grandes e firmes sob a blusa social, quadril largo, bunda generosa e bem desenhada — o que se costuma chamar de “cavala” sem exagero. As amigas, uns cinco ou seis anos mais novas, conversavam animadas.
Levantei-me imediatamente e fiz sinal para o assento.
— Por favor.
Solange me olhou, surpresa. As amigas deram risinhos cúmplices.
— Agradeço ou fico brava? — perguntou ela, com um meio-sorriso. — É lugar reservado pra idosos.
— Não é pela idade — respondi, olhando direto nos olhos dela. — É por ser mulher.
Ela soltou uma risada baixa, lisonjeada. O rosto ganhou cor.
— Nossa… que raro hoje em dia.

Sentou-se. Começamos a conversar. Contei que morava na serra catarinense, mas estava em São Paulo a trabalho e acompanhando a obra do apartamento. Ela era funcionária de carreira de um grande banco privado, daqueles nomes que todo mundo conhece. Falava com classe, voz firme e ao mesmo tempo feminina.
As amigas não perderam a oportunidade.
— Só, a gente vai descer antes, como combinamos — disse uma delas, piscando. — Você não precisa vir com a gente não. Tem coisa mais interessante aqui.
Todas rimos. Solange balançou a cabeça, fingindo repreensão, mas o olhar que me deu foi diferente. Desci com ela na mesma estação. Antes de nos separarmos, convidei:
— Topa um café qualquer dia desses?
Ela aceitou. Trocamos números. A partir dali, o WhatsApp não parou. Mensagens todos os dias: bom dia, como foi o trabalho, piadas, fotos discretas, insinuações que foram ficando mais quentes com o passar da semana.

No sábado à noite, nos encontramos. Fomos direto para um motel discreto e confortável na zona sul. Assim que a porta fechou, o clima mudou.
Solange não tinha pudor nenhum. Tirou a blusa devagar, revelando um sutiã preto que mal continha aqueles seios pesados e macios. A saia desceu pelas coxas grossas. A calcinha já estava úmida. Eu a puxei contra mim, beijando sua boca com fome. Ela gemeu alto, sem vergonha, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava meu pau por cima da calça.
— Quero tudo hoje — sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Sem limite.
E foi sem limite mesmo.
Chupei aqueles seios grandes, mamilos duros, enquanto ela gemia e segurava minha cabeça. Desci beijando sua barriga até chegar na boceta depilada, inchada de tesão. Lambi devagar, depois com força, enfiando dois dedos enquanto ela rebolava na minha cara. Gozou pela primeira vez gritando, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça.
Depois ela me empurrou na cama e sentou no meu pau, cavalgando com vontade. Os seios balançando pesados, a bunda grande subindo e descendo, batendo contra minhas coxas. Eu segurava aqueles quadris largos, metendo fundo.
— Isso, Ricardo… me fode gostoso — pedia ela, voz rouca.
Viramos para o 69. Eu debaixo, chupando sua boceta melada enquanto ela engolia meu pau até o fundo, babando, gemendo com a boca cheia. Depois pedi para virar de quatro. Solange obedeceu, empinando aquela bunda enorme. Passei lubrificante e entrei devagar no cu dela. Ela soltou um gemido longo, quase um ronronar.
— Vai… pode meter tudo.
Fodi seu cu com força, vendo aquela bunda grande tremendo a cada estocada. Ela se masturbava ao mesmo tempo, gozando de novo, apertando meu pau lá dentro.
Mudamos de posição várias vezes: de lado, ela por cima de novo, eu por cima segurando suas pernas abertas. Ela era escandalosa, falava sujo, gemia alto, me arranhava as costas. Gozei pela primeira vez dentro da boceta dela, bem fundo, enquanto ela apertava os seios contra meu peito.

Tomamos um banho juntos, mas o tesão não abaixou. Voltamos para a cama e transamos mais uma vez, mais devagar, olhando nos olhos. Por volta das três da manhã, ela me abraçou forte, ainda nua, e murmurou:
— Fica comigo a noite toda. Não quero que vá embora.
Dormimos abraçados, pele contra pele. Acordamos no domingo de manhã e repetimos tudo de novo, com ainda mais vontade. Foi uma das noites mais intensas que já tive.
Até hoje, quando penso nela, sinto o cheiro de seu corpo e escuto aqueles gemidos altos ecoando no quarto do motel.


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Ficha do conto

Foto Perfil mancarinhoso
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Nome do conto:
Encontro no Metrô

Codigo do conto:
263044

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
27/05/2026

Quant.de Votos:
5

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