Movida pela curiosidade, ela decidiu bater à porta.
— O que aconteceu com você? — perguntou, meio rindo, meio desconfiada. — Anda feliz demais ultimamente.
Mariza hesitou por um instante, mas acabou sorrindo. Contou que o marido estava diferente, mais presente, mais atento e que, ao contrário do que acreditava, ele ainda a desejava.
A surpresa da vizinha foi imediata.
— Mas o que você fez? — quis saber, inclinando-se, como quem teme perder um detalhe.
As duas sempre foram confidentes. E, dessa vez, Mariza não escondeu nada. Revelou, em voz baixa, cada passo, cada descoberta tudo o que havia mudado sua rotina.
A vizinha ouviu em silêncio, absorvendo cada palavra.
Depois que saiu dali, não conseguiu pensar em outra coisa.
Naquela noite, a curiosidade falou mais alto. Pesquisou, assistiu a alguns vídeos… e, tomada por uma mistura de expectativa e curiosidade, decidiu que também iria experimentar.
Na manhã seguinte, assim que viu Carlos ir para o trabalho ela procurou Mariza e disse que queria experimentar também. Mariza concordou e explicou já que que tinha mais experiência. Mariza chamou o Rex e ele veio com o rabo abanando.
A vizinha estava de quatro no tapete da sala, as mãos firmes no chão, os joelhos afastados. Rex farejou suas coxas abertas, o focinho úmido tocando a entrada já molhada dela. Ela soltou um suspiro trêmulo, o corpo inteiro vibrando com a antecipação.
— Isso... isso mesmo, deixa ele sentir você — sussurrou Mariza, ajoelhada ao lado, uma das mãos acariciando o pelo eriçado do cachorro.
A vizinha arfou quando sentiu a língua áspera de Rex lamber sua vulva. Era diferente de tudo que já havia experimentado — mais largo, mais quente, mais animal. Ela gemeu alto, os dedos se curvando no carpete enquanto ele lambia com movimentos longos e firmes, a saliva escorrendo pela sua virilha.
— Caralho... — ela ofegou, o rosto enterrado no braço.
Rex montou sobre ela, as patas dianteiras apoiadas em seus ombros. A vizinha sentiu o peso do corpo grande sobre as costas, o calor do pelo contra sua pele nua. Quando ele empurrou o quadril, o pênis rosado e grosso pressionou sua entrada, e ela prendeu a respiração.
Ele entrou de uma vez.
A vizinha gritou — não de dor, mas de pura surpresa sensual. A espessura do cachorro a preenchia de um jeito brutal, diferente de qualquer pênis humano. Ela sentiu cada centímetro se aprofundando, esticando suas paredes internas, tocando lugares que nunca foram tocados.
— Isso... vai fundo — Mariza murmurou, a mão deslizando entre as coxas da vizinha para sentir onde Rex estava enterrado.
A vizinha choramingou quando Mariza tocou o ponto onde seus lábios estavam esticados em volta do pau do cachorro. Ela podia sentir as pulsações do animal lá dentro, o ritmo instintivo das estocadas começando.
Rex começou a foder. Lentamente no começo, como se estivesse saboreando o aperto quente ao redor do seu membro. A vizinha arfava a cada investida, os seios balançando, o corpo sendo empurrado para frente e puxado de volta.
— Mais... mais rápido — ela implorou, a voz embargada.
O cachorro obedeceu ao instinto, acelerando as estocadas. A vizinha sentiu o impacto subindo pela coluna, o som molhado do sexo preenchendo a sala. Ela não conseguia mais pensar — só sentir. Sentir o pau grosso rasgando sua carne, o pelo roçando sua bunda, o cheiro de animal e sexo enlouquecendo seus sentidos.
Mariza afastou os cabelos suados da nuca da vizinha e sussurrou:
— Você tá adorando, não tá? Adora ser fodida por ele.
— Sim! — a vizinha berrou, o orgasmo se acumulando como uma onda imparável. — Sim, sim, adoro, é tão bom, por favor, não para...
Rex grunhiu, as estocadas ficando mais erradas, mais profundas. A vizinha sentiu o pênis inchar dentro dela, pulsar contra suas paredes, e então o jorro quente de sêmen começou a encher sua vagina.
Ela gozou na mesma hora.
O orgasmo a sacudiu inteira, os olhos revirando, a boca aberta num grito mudo. Ela apertou o pau do cachorro com tanta força que ele gemeu, continuando a bombear leite dentro dela até a última gota.
Agora Mariza entendeu. Porque seu marido não consegue parar de observá-la quando era fodida pelo Rex, era muito exitante.
Mariza, se masturbava freneticamente assistindo seu cachorro foder a vizinha, e sentiu o clímax se aproximar ao ver a cena
— a vizinha sendo preenchida, os músculos das costas se contraindo, o leite escorrendo pelas coxas. Ela esfregou o clitóris com mais força, os dedos encharcados de sua própria lubrificação.
— Isso... que delícia... ver você assim... — ela gemia, o corpo arqueando.
O orgasmo a atingiu como um choque. Mariza apertou os olhos, a mão pressionada contra a vulva enquanto os espasmos percorriam seu ventre. Ela gozou em silêncio, o prazer tão intenso que roubou sua voz, apenas um gemido longo e baixo escapando dos lábios.
Quando Rex finalmente recuou, o pênis escorrendo, a vizinha desabou no tapete, ofegante, as pernas tremendo. O sêmen escorria da sua vagina em fios grossos, formando uma poça no chão.
Ela virou a cabeça para olhar Mariza, os olhos vidrados de prazer.
— Caralho, seu cachorro sabe como fuder uma mulher. Eu quero ser cadelinha dele.
Mariza sorriu, ainda recuperando o fôlego, a mão suja de sua própria excitação.
— Bem-vinda ao clube.
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