Meu primo e seus amigos me comeram

Eai, pessoal! Pra quem não sabe, me chamo Diogo. Tenho 23 anos, 1,90 m de altura e peso cerca de 98 kg. Braços fortes, coxas torneadas, bunda média para grande e barriga de chopp. Cabelo escuro, degrade, bigode e cavanhaque alinhados, uma tatuagem na coxa e o braço fechado de tatuagens. Bem posturado, todos duvidam que sou realmente gay
Sou vst+psv


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Meu primo e seus amigos me comeram

Conte que todo domingo minha família paterna se junta para assarmos uma carne e beber. Todo domingo, sem falta. Nessa época, eu estava com 18 aninhos.

De todos lá da família, o único que realmente chamava atenção era o meu primo Lucas. Ele, na época, devia ter uns 26 anos: alto, forte, sem barba, bigode bem feito, cabelo degradê na régua, tatuagens de maloka, cheiroso, com uma voz grave que até me arrepiava. Fora ele, tinha 3 colegas do meu irmão mais velho, sendo eles: Pedro, 24 anos, alto, magro, moreno, cabelo curtinho e muito safado; Luan, 30 anos, corpo normal, branco, com barba, cabelo alinhado, mão grande, alto e um pouco tímido; e, por fim, o Gustavo. Ele era um tesão: 1,78 de altura, barriga normal, nem gordo nem magro, braços fortes, pois era ajudante de pedreiro e ajudava o pai dele, algumas tatuagens espalhadas pelo corpo e um sorriso incrível.

Em um certo domingo, estávamos todos bebendo. Eu fiquei um pouco bêbado e resolvi subir pra casa. Tranquei a porta e deitei. Todos os outros ficaram lá embaixo. Ninguém tinha liberdade de subir lá em cima, pois sabiam que meu pai não gostava.

Porém, o Lucas resolveu subir lá em cima para mijar e se esconder do restante do pessoal, que já estava enchendo o saco por estarem altos.

Ele bateu na porta, eu fui e abri.

Ele pediu para usar o banheiro e eu deixei. Aí ele perguntou se poderia ficar um pouco lá em cima, pois estava cansado, e eu disse que sim.

Nisso, voltei pro quarto e deitei. Deitei de bunda pra cima, bem empinado, só esperando ele mijar e me achar naquela posição.

Ele mijou, foi até o quarto e me viu. Eu tinha colocado um short de futebol antigo, e ele marcava bastante minha bunda.

Ele sentou perto de mim, de frente pra minha bunda, e me tascou um tapão.

— Desculpa, achei que tivesse visto uma abelha — disse ele.

— Uma abelha ou um pernilongo? Aqui tem bastante — respondi eu.

— Pra parar nesse rabão, só um pênis longo e não um pernilongo — e deu risada.

Ele era cheio de gracinha.

— Não entendi a brincadeira — respondi eu, me fazendo de ingênuo.

— Logo, logo você descobre.

Nisso, a gente ficou batendo um papo +18 e ele queria saber se eu já tinha transado com alguma mulher do bairro.

Eu disse que sim, claro, e fui dando corda, mas ele percebeu que eu estava mentindo.

— Pode contar a real, o primão aqui é de boa, cê sabe.

Eu desconversei e voltei a mexer no meu celular. Fiquei me mexendo na cama para empinar mais a bunda e, com isso, reparei que ele ficava pegando no pau dele. Aquilo só me atiçava mais e mais.

Ele pegou o celular, mexeu um pouco e me disse:

— Chamei os mlks pra subirem aqui.

— Que mlks? — indaguei eu.

— Pedro, Luan e Gustavo. Vamos jogar um pouco.

— Jogar o quê?

— Você já vai ver.

Passaram uns 5 minutos e eles subiram. Eu segui deitado do mesmo jeito e o Lucas foi abrir a porta pra eles.

Eles ficaram cochichando na cozinha e eu escutei o Pedro falar:

— Vixi, tá meio estranho, né?

Seguido de risadas.

Gustavo:

— Entra lá dentro e vê a maneira que ele tá, aí você me diz se topa ou não kkkkkk.

Nisso, o Pedro entrou, disse “e aí?” e voltou pra sala.

— FDP, tem mó rabão.

Gustavo:

— Se eu pego, eu destruo kkkkk.

Nisso, os quatro vieram para o quarto dizendo que iam jogar verdade ou desafio. Eu ri, falando que aquilo era jogo de criança. Mal sabia eu as intenções deles.

Lucas pegou uma garrafa vazia de cerveja e colocou no chão.

— Já que o bebê aqui acha infantil, então vamos brincar direito.

Pedro riu na hora.

— Ihhh, hoje o Dioguinho vai sair traumatizado.

— Ou viciado — corrigiu Gustavo, me olhando de cima a baixo.

Aquilo me deu um arrepio absurdo.

Porque eles falavam comigo como se já soubessem exatamente o efeito que estavam causando.

A garrafa girou.

Parou no Luan.

Gustavo:

— Verdade ou desafio?

Luan:

— Verdade.

Gustavo:

— Qual a coisa mais errada que você já quis fazer numa resenha?

Luan deu risada, meio sem graça.

— Melhor não falar.

Pedro começou a gritar:

— Ihhhh, arregou!

Lucas entrou na brincadeira:

— Aqui ninguém arrega. Fala.

Luan me olhou por alguns segundos antes de responder.

— Já quis pegar alguém comprometido.

— Só isso? — Gustavo debochou.

Luan continuou olhando pra mim.

— E já quis dividir alguém também.

O quarto ficou em silêncio por dois segundos.

Meu coração disparou.

Porque eu percebi exatamente o que ele queria dizer.

Pedro bateu palma e riu alto.

— Caralho, hoje tá prometendo.

A garrafa girou de novo.

Parou em mim.

Lucas sorriu de canto.

Aquele sorriso dele me desmontava inteiro.

— Verdade ou desafio?

— Verdade.

— Tá excitado desde quando a gente subiu aqui?

Os quatro começaram a rir.

— Nada a ver — respondi tentando disfarçar.

— Mentira — disse Pedro na hora. — Dá pra perceber na sua cara.

— E no jeito que ele tá empinando essa bunda desde que a gente chegou — completou Gustavo.

Senti meu rosto esquentar.

Lucas ficou me olhando em silêncio, mordendo o canto da boca.

— Responde direito.

Eu ri nervoso.

— Talvez um pouco.

— Um pouco? — Pedro levantou da cadeira. — Então deixa eu testar uma coisa.

Ele sentou do meu lado na cama.

Perto demais.

O cheiro de cerveja misturado ao perfume masculino deles estava me deixando zonzo.

Pedro aproximou a boca do meu ouvido.

— Se eu encostar em você agora, cê arrepia?

Arrepiei na mesma hora.

E eles perceberam.

— AHHHH, PEGAMOS! — Gustavo gritou rindo.

Eu comecei a rir também, sem conseguir esconder o nervosismo.

A garrafa girou outra vez.

Parou no Gustavo.

Lucas nem pensou:

— Verdade ou desafio?

— Desafio.

Lucas abriu um sorriso lento.

Perigoso.

— Quero que você sente do lado do Diogo e fale exatamente o que faria com ele se tivesse coragem.

Pedro começou a bater na cama igual maluco.

— EITA PORRA.

Gustavo me encarou.

Sem rir dessa vez.

— Eu começaria beijando seu pescoço devagar só pra ver você perder essa pose de inocente.

Meu corpo inteiro gelou.

Ele continuou:

— Depois eu ia fazer você admitir que tá gostando da atenção.

Lucas observava tudo em silêncio, claramente se divertindo.

Luan soltou uma risada baixa.

— O menino já tá até sem saber onde olhar.

E era verdade.

Porque quanto mais eles falavam, mais eu me sentia cercado.

Provocado.

Desejado.

A garrafa girou de novo.

E dessa vez parou no Lucas.

Pedro abriu um sorriso malicioso.

— Verdade ou desafio?

Lucas me olhou antes de responder.

— Desafio.

Pedro deu risada.

— Então eu desafio você a falar na cara do Diogo o que tá querendo fazer desde a hora que subiu aqui.

O quarto ficou silencioso.

Lucas levantou devagar.

E veio na minha direção.

Meu coração começou a bater tão forte que eu tinha certeza que todo mundo estava ouvindo.

Ele parou na minha frente.

Perto demais.

A voz grave saiu baixa:

— Desde a hora que eu subi aqui… eu tô tentando me controlar pra não te botar pra mamar…

Nisso, eu não respondi, mas o Gustavo sim.

— Deixa comigo que eu resolvo assim que a garrafa parar em você.

Todos riram.

A garrafa girou novamente e, dessa vez, parou em mim.

— Te desafio a me mamar — disse o Gustavo.

Eu prontamente respondi que não.

— Se não fizer, vai ter que pagar a prenda.

— E qual é a prenda? — respondi eu.

— Ser nosso putinho — disse Pedro.

— Melhor pararmos por aqui, pessoal — respondi eu, querendo fazer cu doce.

— Agora vamos até o final — disse Gustavo.

— Vocês vão falar pra alguém? — disse eu.

Eles responderam que não. Eu disse: “Então, beleza.”

Aí o Gustavo abriu o zíper e disse:

— Vem!

Eu sorri e respondi:

— Quero pagar a prenda.

Eles se excitaram na hora.

O Gustavo me pegou pelo braço e foi tirando minha roupa. Começou pela camiseta, depois o short e, para a surpresa deles, eu estava de jockstrap.

— Olha que rabão!

E Gustavo me deu um tapa.

Nisso, eles ficaram se revezando em pegar na minha bunda, até que o Luan disse:

— Chega, quero brincar com esse cuzinho.

Nisso, ele me colocou de quatro e disse:

— Fica lá na frente, de joelhos, Lucas.

E assim ele fez.

— Aprendam, seus putos.

Nisso, ele cuspiu na mão e começou a passar no meu cuzinho.

— Esse cuzinho já recebeu muita pica, mas hoje vai ficar pra história. Vou te fazer de depósito de porra.

Nisso, ele começou a encaixar a cabeça do pau dele na entrada do meu cuzinho.

Na hora, soltei um gemido e ele disse:

— Lucas, deixa esse puto com a boca ocupada.

Lucas me pegou pelo cabelo e me colocou pra mamar.

Era pica no cu e rola na boca, tudo o que eu queria.

Ele começou a me foder cada vez com mais força, e eu nem conseguia gemer. Estava ocupado demais mamando meu primão.

— Isso, engole o pau do primo, vai!

— Porra, minha vez agora!

O Gustavo empurrou o Luan e veio meter em mim. A rola dele era imensa. Doeu demais pra entrar, mas depois ficou uma delícia.

— Toma, sua puta!

E me deu um tapa na bunda.

— É isso que você queria, né?

E deu outro tapa e meteu muito.

Mas não sei o que deu nele, porque ele gozou rápido. Senti o pau dele pulsar dentro de mim e a porra escorrer pelo meu cu quando ele tirou o pau de mim.

— Porra, encheu ele de leite, mn — disse o Pedro.

— Só assim pra essa tora de pau que você tem entrar, mn kkkkkk.

Aí veio o Pedro, magrinho do pauzão. Ele enfiou em uma estocada só.

Dei um grito.

Lucas me deu um tapa na boca e disse:

— Cala a boca, puta.

E começou a meter a pica na minha boca. Ele metia freneticamente.

— Vou gozar na boquinha mesmo.

Estocou mais algumas vezes e gozou.

— Engole, engole essa porra todinha, vai!

Ele fechou minha boca e me fez engolir. Que delícia de leite.

Nisso, o Pedro seguia metendo. Ele era insaciável, e eu ainda mais.

— Ai, ai, meu cuzinho, ai!

— Toma, seu puto. Você gosta, não é?

Nisso, ele metia e o Lucas disse:

— Minha vez!

Só que o Luan falou:

— Não, você já gozou. Agora sou eu.

— Mas você já comeu ele, porra. Eu quero alargar esse cuzinho.

— Bora juntos, então.

Luan deitou na cama e disse:

— Vem, puto, monta no seu macho.

Eu montei. Ele meteu um pouco, me deu um tapa na cara e disse:

— Vou te deixar todo larguinho.

— Vem, Lucas.

Lucas veio por trás e começou a forçar a entrada do pau em mim. Nossa, aquilo doía muito, mas era tão, tão bom.

Antes que eu pudesse gemer, o Pedro já estava em pé na cama me colocando pra mamar.

E ficou assim: eu mamando o Pedro, me engasgando muito naquela pica, enquanto Luan e Lucas destruíam meu cuzinho.

— Toma, putinha, toma!

— Porra, eu vou gozar — anunciou Luan.

Ele gozou muito, muito mesmo.

Lucas disse pra eu ficar de bruços, porque queria socar enquanto me dava uns tapas.

Nisso, eu fiquei de bruços e ele começou a meter com muita força enquanto me dava uns tapas na cara.

Eu gozei na hora, sem nem tocar no meu pau.

— Aaah, porraaaaaa! — disse ele enquanto gozava.

Nisso, veio Pedro. Só faltava ele pra gozar.

Eu ajoelhei e ele me colocou pra mamar.

Eu mal respirava. Ele fazia eu engolir tudo. Mamei bastante até ele jorrar muito leite na minha boca.

Todos gozaram em mim.

Eles se vestiram e disseram:

— Bora, pessoal.

Foram todos embora, e eu fui tomar um banho, todo gozado.

Melhor domingo de todos!

Foto 1 do Conto erotico: Meu primo e seus amigos me comeram

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu primo e seus amigos me comeram

Codigo do conto:
262368

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/05/2026

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4

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