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Meu primo e seus amigos me comeram
Conte que todo domingo minha família paterna se junta para assarmos uma carne e beber. Todo domingo, sem falta. Nessa época, eu estava com 18 aninhos.
De todos lá da família, o único que realmente chamava atenção era o meu primo Lucas. Ele, na época, devia ter uns 26 anos: alto, forte, sem barba, bigode bem feito, cabelo degradê na régua, tatuagens de maloka, cheiroso, com uma voz grave que até me arrepiava. Fora ele, tinha 3 colegas do meu irmão mais velho, sendo eles: Pedro, 24 anos, alto, magro, moreno, cabelo curtinho e muito safado; Luan, 30 anos, corpo normal, branco, com barba, cabelo alinhado, mão grande, alto e um pouco tímido; e, por fim, o Gustavo. Ele era um tesão: 1,78 de altura, barriga normal, nem gordo nem magro, braços fortes, pois era ajudante de pedreiro e ajudava o pai dele, algumas tatuagens espalhadas pelo corpo e um sorriso incrível.
Em um certo domingo, estávamos todos bebendo. Eu fiquei um pouco bêbado e resolvi subir pra casa. Tranquei a porta e deitei. Todos os outros ficaram lá embaixo. Ninguém tinha liberdade de subir lá em cima, pois sabiam que meu pai não gostava.
Porém, o Lucas resolveu subir lá em cima para mijar e se esconder do restante do pessoal, que já estava enchendo o saco por estarem altos.
Ele bateu na porta, eu fui e abri.
Ele pediu para usar o banheiro e eu deixei. Aí ele perguntou se poderia ficar um pouco lá em cima, pois estava cansado, e eu disse que sim.
Nisso, voltei pro quarto e deitei. Deitei de bunda pra cima, bem empinado, só esperando ele mijar e me achar naquela posição.
Ele mijou, foi até o quarto e me viu. Eu tinha colocado um short de futebol antigo, e ele marcava bastante minha bunda.
Ele sentou perto de mim, de frente pra minha bunda, e me tascou um tapão.
— Desculpa, achei que tivesse visto uma abelha — disse ele.
— Uma abelha ou um pernilongo? Aqui tem bastante — respondi eu.
— Pra parar nesse rabão, só um pênis longo e não um pernilongo — e deu risada.
Ele era cheio de gracinha.
— Não entendi a brincadeira — respondi eu, me fazendo de ingênuo.
— Logo, logo você descobre.
Nisso, a gente ficou batendo um papo +18 e ele queria saber se eu já tinha transado com alguma mulher do bairro.
Eu disse que sim, claro, e fui dando corda, mas ele percebeu que eu estava mentindo.
— Pode contar a real, o primão aqui é de boa, cê sabe.
Eu desconversei e voltei a mexer no meu celular. Fiquei me mexendo na cama para empinar mais a bunda e, com isso, reparei que ele ficava pegando no pau dele. Aquilo só me atiçava mais e mais.
Ele pegou o celular, mexeu um pouco e me disse:
— Chamei os mlks pra subirem aqui.
— Que mlks? — indaguei eu.
— Pedro, Luan e Gustavo. Vamos jogar um pouco.
— Jogar o quê?
— Você já vai ver.
Passaram uns 5 minutos e eles subiram. Eu segui deitado do mesmo jeito e o Lucas foi abrir a porta pra eles.
Eles ficaram cochichando na cozinha e eu escutei o Pedro falar:
— Vixi, tá meio estranho, né?
Seguido de risadas.
Gustavo:
— Entra lá dentro e vê a maneira que ele tá, aí você me diz se topa ou não kkkkkk.
Nisso, o Pedro entrou, disse “e aí?” e voltou pra sala.
— FDP, tem mó rabão.
Gustavo:
— Se eu pego, eu destruo kkkkk.
Nisso, os quatro vieram para o quarto dizendo que iam jogar verdade ou desafio. Eu ri, falando que aquilo era jogo de criança. Mal sabia eu as intenções deles.
Lucas pegou uma garrafa vazia de cerveja e colocou no chão.
— Já que o bebê aqui acha infantil, então vamos brincar direito.
Pedro riu na hora.
— Ihhh, hoje o Dioguinho vai sair traumatizado.
— Ou viciado — corrigiu Gustavo, me olhando de cima a baixo.
Aquilo me deu um arrepio absurdo.
Porque eles falavam comigo como se já soubessem exatamente o efeito que estavam causando.
A garrafa girou.
Parou no Luan.
Gustavo:
— Verdade ou desafio?
Luan:
— Verdade.
Gustavo:
— Qual a coisa mais errada que você já quis fazer numa resenha?
Luan deu risada, meio sem graça.
— Melhor não falar.
Pedro começou a gritar:
— Ihhhh, arregou!
Lucas entrou na brincadeira:
— Aqui ninguém arrega. Fala.
Luan me olhou por alguns segundos antes de responder.
— Já quis pegar alguém comprometido.
— Só isso? — Gustavo debochou.
Luan continuou olhando pra mim.
— E já quis dividir alguém também.
O quarto ficou em silêncio por dois segundos.
Meu coração disparou.
Porque eu percebi exatamente o que ele queria dizer.
Pedro bateu palma e riu alto.
— Caralho, hoje tá prometendo.
A garrafa girou de novo.
Parou em mim.
Lucas sorriu de canto.
Aquele sorriso dele me desmontava inteiro.
— Verdade ou desafio?
— Verdade.
— Tá excitado desde quando a gente subiu aqui?
Os quatro começaram a rir.
— Nada a ver — respondi tentando disfarçar.
— Mentira — disse Pedro na hora. — Dá pra perceber na sua cara.
— E no jeito que ele tá empinando essa bunda desde que a gente chegou — completou Gustavo.
Senti meu rosto esquentar.
Lucas ficou me olhando em silêncio, mordendo o canto da boca.
— Responde direito.
Eu ri nervoso.
— Talvez um pouco.
— Um pouco? — Pedro levantou da cadeira. — Então deixa eu testar uma coisa.
Ele sentou do meu lado na cama.
Perto demais.
O cheiro de cerveja misturado ao perfume masculino deles estava me deixando zonzo.
Pedro aproximou a boca do meu ouvido.
— Se eu encostar em você agora, cê arrepia?
Arrepiei na mesma hora.
E eles perceberam.
— AHHHH, PEGAMOS! — Gustavo gritou rindo.
Eu comecei a rir também, sem conseguir esconder o nervosismo.
A garrafa girou outra vez.
Parou no Gustavo.
Lucas nem pensou:
— Verdade ou desafio?
— Desafio.
Lucas abriu um sorriso lento.
Perigoso.
— Quero que você sente do lado do Diogo e fale exatamente o que faria com ele se tivesse coragem.
Pedro começou a bater na cama igual maluco.
— EITA PORRA.
Gustavo me encarou.
Sem rir dessa vez.
— Eu começaria beijando seu pescoço devagar só pra ver você perder essa pose de inocente.
Meu corpo inteiro gelou.
Ele continuou:
— Depois eu ia fazer você admitir que tá gostando da atenção.
Lucas observava tudo em silêncio, claramente se divertindo.
Luan soltou uma risada baixa.
— O menino já tá até sem saber onde olhar.
E era verdade.
Porque quanto mais eles falavam, mais eu me sentia cercado.
Provocado.
Desejado.
A garrafa girou de novo.
E dessa vez parou no Lucas.
Pedro abriu um sorriso malicioso.
— Verdade ou desafio?
Lucas me olhou antes de responder.
— Desafio.
Pedro deu risada.
— Então eu desafio você a falar na cara do Diogo o que tá querendo fazer desde a hora que subiu aqui.
O quarto ficou silencioso.
Lucas levantou devagar.
E veio na minha direção.
Meu coração começou a bater tão forte que eu tinha certeza que todo mundo estava ouvindo.
Ele parou na minha frente.
Perto demais.
A voz grave saiu baixa:
— Desde a hora que eu subi aqui… eu tô tentando me controlar pra não te botar pra mamar…
Nisso, eu não respondi, mas o Gustavo sim.
— Deixa comigo que eu resolvo assim que a garrafa parar em você.
Todos riram.
A garrafa girou novamente e, dessa vez, parou em mim.
— Te desafio a me mamar — disse o Gustavo.
Eu prontamente respondi que não.
— Se não fizer, vai ter que pagar a prenda.
— E qual é a prenda? — respondi eu.
— Ser nosso putinho — disse Pedro.
— Melhor pararmos por aqui, pessoal — respondi eu, querendo fazer cu doce.
— Agora vamos até o final — disse Gustavo.
— Vocês vão falar pra alguém? — disse eu.
Eles responderam que não. Eu disse: “Então, beleza.”
Aí o Gustavo abriu o zíper e disse:
— Vem!
Eu sorri e respondi:
— Quero pagar a prenda.
Eles se excitaram na hora.
O Gustavo me pegou pelo braço e foi tirando minha roupa. Começou pela camiseta, depois o short e, para a surpresa deles, eu estava de jockstrap.
— Olha que rabão!
E Gustavo me deu um tapa.
Nisso, eles ficaram se revezando em pegar na minha bunda, até que o Luan disse:
— Chega, quero brincar com esse cuzinho.
Nisso, ele me colocou de quatro e disse:
— Fica lá na frente, de joelhos, Lucas.
E assim ele fez.
— Aprendam, seus putos.
Nisso, ele cuspiu na mão e começou a passar no meu cuzinho.
— Esse cuzinho já recebeu muita pica, mas hoje vai ficar pra história. Vou te fazer de depósito de porra.
Nisso, ele começou a encaixar a cabeça do pau dele na entrada do meu cuzinho.
Na hora, soltei um gemido e ele disse:
— Lucas, deixa esse puto com a boca ocupada.
Lucas me pegou pelo cabelo e me colocou pra mamar.
Era pica no cu e rola na boca, tudo o que eu queria.
Ele começou a me foder cada vez com mais força, e eu nem conseguia gemer. Estava ocupado demais mamando meu primão.
— Isso, engole o pau do primo, vai!
— Porra, minha vez agora!
O Gustavo empurrou o Luan e veio meter em mim. A rola dele era imensa. Doeu demais pra entrar, mas depois ficou uma delícia.
— Toma, sua puta!
E me deu um tapa na bunda.
— É isso que você queria, né?
E deu outro tapa e meteu muito.
Mas não sei o que deu nele, porque ele gozou rápido. Senti o pau dele pulsar dentro de mim e a porra escorrer pelo meu cu quando ele tirou o pau de mim.
— Porra, encheu ele de leite, mn — disse o Pedro.
— Só assim pra essa tora de pau que você tem entrar, mn kkkkkk.
Aí veio o Pedro, magrinho do pauzão. Ele enfiou em uma estocada só.
Dei um grito.
Lucas me deu um tapa na boca e disse:
— Cala a boca, puta.
E começou a meter a pica na minha boca. Ele metia freneticamente.
— Vou gozar na boquinha mesmo.
Estocou mais algumas vezes e gozou.
— Engole, engole essa porra todinha, vai!
Ele fechou minha boca e me fez engolir. Que delícia de leite.
Nisso, o Pedro seguia metendo. Ele era insaciável, e eu ainda mais.
— Ai, ai, meu cuzinho, ai!
— Toma, seu puto. Você gosta, não é?
Nisso, ele metia e o Lucas disse:
— Minha vez!
Só que o Luan falou:
— Não, você já gozou. Agora sou eu.
— Mas você já comeu ele, porra. Eu quero alargar esse cuzinho.
— Bora juntos, então.
Luan deitou na cama e disse:
— Vem, puto, monta no seu macho.
Eu montei. Ele meteu um pouco, me deu um tapa na cara e disse:
— Vou te deixar todo larguinho.
— Vem, Lucas.
Lucas veio por trás e começou a forçar a entrada do pau em mim. Nossa, aquilo doía muito, mas era tão, tão bom.
Antes que eu pudesse gemer, o Pedro já estava em pé na cama me colocando pra mamar.
E ficou assim: eu mamando o Pedro, me engasgando muito naquela pica, enquanto Luan e Lucas destruíam meu cuzinho.
— Toma, putinha, toma!
— Porra, eu vou gozar — anunciou Luan.
Ele gozou muito, muito mesmo.
Lucas disse pra eu ficar de bruços, porque queria socar enquanto me dava uns tapas.
Nisso, eu fiquei de bruços e ele começou a meter com muita força enquanto me dava uns tapas na cara.
Eu gozei na hora, sem nem tocar no meu pau.
— Aaah, porraaaaaa! — disse ele enquanto gozava.
Nisso, veio Pedro. Só faltava ele pra gozar.
Eu ajoelhei e ele me colocou pra mamar.
Eu mal respirava. Ele fazia eu engolir tudo. Mamei bastante até ele jorrar muito leite na minha boca.
Todos gozaram em mim.
Eles se vestiram e disseram:
— Bora, pessoal.
Foram todos embora, e eu fui tomar um banho, todo gozado.
Melhor domingo de todos!



