— Você me deixa de pau duro, sabia?
Ela parou, olhou pros lados e respondeu baixinho:
— Pena que é pequeno né?
— Você nunca viu - Respondi.
Vem aqui na sala de xerox tirar uma cópia.
Entrei lá, com ela. Era um lugar um pouco mais reservado por causa do balcão.
Ela estava ao meu lado e disfarçadamente esticou a mão no meu pau por cima calça. Eu não tava esperando. Sentiu o volume, abriu os olhos grandes e fez cara de espanto:
— Hum... não é pequeno não.
— Falei que não era.
Apareceram pessoas lá por perto, disfarçamos e nos dispersamos.
Ficamos alguns dias com umas conversinhas safadas e tal, e depois do ocorrido, essas conversas eram mais abusadas.
Um semana depois, hora do café, eu tava andando do lado de fora do galpão quando ela apareceu perto de uns dos banheiros, que era individual. Ela olhou pros lados, fez sinal com a mão:
— Vem, vem rápido.
Entrei atrás dela. Ela trancou a porta, virou pra mim e falou direto:
— Vai, me mostra.
Meu pau tava mole ainda, mas com ela olhando assim, subiu na hora. Afrouxei o cinto, abri a calça e tirei pra fora. Ela sentou no vaso, me puxou minha cintura pra perto. Sem falar nada, engoliu meu pau inteiro. Mamou gostoso, língua rodando na cabeça, mão apertando a base, babando tudo. Eu segurei na cabeça dela, agarrando os cabelos, meti devagar na boca dela, sentindo a garganta apertar. Me controlei bem mas uma hora não aguentei.
—Vou gozar
Ela chupou mais forte: Glup, glup glup.
Gozei forte, enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, limpou a boca com o dedo e sorriu:
— Gostoso, hein?
No dia seguinte, mesmo esquema. Ela me chamou pro banheiro na hora do café. Dessa vez não teve chupada só. Ela abaixou a saia do uniforme, tirou a calcinha pro lado, encostou na pia e falou:
— Vai, me fode.
Enfiei de uma vez na buceta dela, quente e molhada. Socava forte, segurando a cintura dela, o barulho da pele batendo ecoando baixo no banheiro. Barulho de buceta molhada. Tava calor, dava pra sentir a nossa pele suada colando. Ela gemia abafado, mordendo o lábio:
— Isso... fode gostoso… haaa… haa
Gozei dentro dela, enchendo tudo. Saímos como se nada tivesse acontecido.
Fizemos isso umas sete vezes dentro da empresa, sempre no banheiro ou em canto escondido do galpão. Ela mamava, eu metia na buceta, gozava dentro ou na boca. A gente ficava aliviado e felizes. Chegamos a ir para um motel umas 3x, na hora do almoço. (fica para outro conto).
Trocava mensagem safada no MSN do trabalho e combinavamos as rapidinhas.
Tudo indo bem até que um dia, um arrombado do almoxarifado flagrou a gente entrando no banheiro e dedurou pro RH. No mesmo dia, minutos depois, me chamaram no RH, falaram de “conduta inadequada no ambiente de trabalho” e me demitiram na hora. Letícia já tinha sido chamada um pouco antes e já não estava mais lá.
Mas até hoje lembro da boca quente dela e da buceta apertada no banheiro da firma. Aos 19 anos, valeu cada segundo.




Uma rapidinha escondida no banheiro é uma delicia! quem nunca. Uma vez dei na sala do meu chefe, para o próprio. Persiana fechada, todos trabalhando e ele me fudendo.