- Claudio?!
Era Cintia, cabelo curto, alisado, um pouco mais gordinha, levemente torneada de academia, vestida de forma elegante. Estava bem diferente, mas estava bonita. Confesso que não senti nada demais, só surpresa mesmo.
Conversamos, ela disse que estava casada, tinha uma filha de 10 anos, se formou em adm e tal. Papo vai, papo vem e trocamos os whatsapp e seguimos nosso destino.
Nossas conversas via Whatsapp começaram a ficar mais frequente, mais interessantes, mas confessionais. Eu comecei a me controlar para não conversar perto da minha esposa, ela é tranquila, nada ciumenta, mas se eu der brecha, complica.
Cintia comentou sobre o casamento, que estava péssimo, frio, que só não se separava por causa da filha. Estavam pensando em terapia de casal e tal. Disse que estava muito carente... e ai já começou a me chamar a atenção. As conversas seguem e ela se lembra da festa:
-Se lembra da festa que nos beijamos? Nos éramos tão novinhos, será que daríamos certo?
Entrei na dela
-Dá minha parte acho que tinha tudo pra dar certo, fazíamos um par bonito. Acho que poderia rolar uma química ali, mas você não me deu uma chance.
-Química? como assim?
-Você sabe, um envolvimento mais forte
-Não sabia que você tinha esses pensamentos safadinhos comigo.
-Safadinho não, pensamentos normais, depende do ponto de vista. Eu acho normal.
-Rss... se eu pudesse voltar no tempo, eu faria diferente.
— Diferente como?
Demorou uns dois minutos até ela responder.
— Não sei... talvez eu não tivesse sido tão certinha. Talvez tivesse te dado mais atenção. A gente era tão novinho... mas você era fofo comigo. Eu lembro.
Fiquei olhando para a tela por um tempo. Respirei fundo e resolvi arriscar:
— Fui fofo né… acho que eu deveria ter sido mais safado? rs
— Você que entendeu isso. Não foi isso que eu quis dizer. rs
— Você perdeu a oportunidade de perder a virgindade comigo.
Ela mandou vários emojis de vergonha.
— Claudiooo!! Que safado! ??
Eu era certinha! Eu só perdi com 19, com um namorado imbecil da igreja. Foi horrível.
— Pois é. Podia ter sido comigo. Eu tava louco pra te comer.
— Para! Tô ficando vermelha aqui kkk
A partir daí as conversas desceram de nível rápido durante os dias. Ela começou mandando foto dos looks do dia, antes de ir pro trabalho. Blusas com botões abertos, mostrando o decote. Eu elogiava bastante, enchia a bola dela.
— To bonita?
— Que belo decote! Tá uma delícia!
— Emotion de vergonha
Um determinado dia ela mandou:
— Você pensava muito em mim no colégio?
— Pensava o tempo todo.
— Tempo todo mesmo? Até quando você tava sozinho no quarto?
— Quer que eu confesse os pecados de um adolescente cheio de tesão? rs
— Quero kkk me conta
— Eu batia punheta pensando em você quase todo dia.
— Claudiooo!! Não acredito kkkk que safado!!
— Ué, era pra eu mentir?
— Não, mas achei que você ia falar alguma outra coisa.
—Tá bom não te falo mais a verdade
— Não, fala sim, eu gosto de saber.
E cada vez eu me sentia mais a vontade de falar com ela, sem filtro, sendo eu mesmo e isso estava me deixando com tesão.
— Quando você perdeu a virgindade? — Cintia me pergunta
— No final do 2º
— Mas você não disse que era apaixonado por mim?
— Você não queria me dar
— Homem não presta mesmo. Foi com quem? Foi da escola?
— Foi da escola, mas não vou falar o nome dela.
— Fala, eu to curiosa.
— Ela veio na minha casa quando meus pais estavam viajando e a gente meteu o sábado inteiro.
— Não to falando disso, quero saber quem era a menina.
— Poderia ter sido você. Os dois pelados o sábado todo.
— Tá, já to arrependida, não judia.
E os dias passando:
— Na escola voce ficava olhando pra mim? Tipo, pra minha bunda?
— Claro que olhava. Eu não tirava o olho sua bunda. Era louco pra dar um tapão e encher a mão nela e apertar gostoso.
— Mentiroso! Impossível! Eu era magrinha e sem graça.
— Não era não. Sua bunda era redondinha. Eu era louco pra te comer de quatro.
Ela mandou emoji de vergonha.
Alguns dias depois, mandou uma foto mais ousada: de costas, só de lingerie fio dental de renda preta, bem trabalhada, mostrando a bunda.
— É essa bunda que você queria apertar?
— Não só queria, como ainda quero... ficou uma delícia. Queria morder agora.
— Rs. Comprei essa semana. Queria ficar bonita. E queria te mostrar.
— Tá gostosa. Queria ver pessoalmente.
Ela mandou emoji de vergonha e sumiu.
Ficou dois dias sem falar nada. Eu não forcei.
No terceiro dia, de manhã:
— Bom dia
E logo depois uma selfie tirada de cima: ela só de sutiã preto e calcinha combinando, peitos quase saindo, olhando pra câmera com cara de quem sabe o que tá fazendo.
— Tô assim hoje…
Meu pau ficou duro na hora.
— Ta gostosa demais.
Coincidentemente indo para o trabalho, encontrei com ela no metro novamente, logo depois dessa foto.
— Bom dia Cintia.
A cumprimentei com um beijo no rosto. Ela ficou em choque, com vergonha. E eu fiquei louco de tesão pensando que poderia arrastar ela pra um motel dali.
— Claúdio, td bem?
Ela estava nervosa e quieta.
— Tá quieta, cansou de conversar comigo.
— Não magina. To normal.
Mas não estava.
— Ta usando aquele da ultima foto por baixo da roupa?
— Claudio, não quero falar disso.
Ela chegou na estação dela, se despediu.
Mais tarde:
— Cláudio, desculpe. Eu fiquei nervosa de te ver depois das nossas conversas.
— Relaxa, Ninguém sabia do que estamos falando. Na próxima eu tento me controlar, apesar de ser dificil me controlar sabendo que você tava com aquela calcinha gostosa, e eu louco pra tirar ela com a boca.
— Safado.
— Eu ia morder essa sua bunda, esfregar a cara nela, tirar essa calcinha bem devagarinho.
Breve silencio:
— E ai, continua, fala!
— Eu ia laber seu cuzinho, dar um banho de lingua dele. Ia enfiar um dedinho, dois dedinhos pra deixar ele soltinho pra mim. Ia pegar o pau, passar a cabecinha na bucetinha pra ficar bem melado, e ia voltar no seu cuzinho e ia forçar gostoso meu pau até entrar tudinho. Ia comer ele bem gostosinho.
Foram algumas horas de silencio, e pensei se eu tinha passado dos limites.
— Claudio, não faz mais isso comigo não. Eu fiquei louca aqui, não conseguia mais nem pensar no trabalho.
— Bateu uma pensando em mim?
— Claudiooo!
— Então não ficou tão louca asism
— Bati, fui no banheiro e bati desesperadamente.
— Me conta!
Na noite seguinte, um video curto dela. Ela se filmou tocando a buceta e melando os dedos no melzinho. Na legenda: Pensando em voce.
Eu estava sozinho. Levantei do sofá na mesma hora, fui no banheiro e filmei uma punheta e mandei pra ela. Gozei de jato, fiz uma puta sujeira no banheiro, mas foi uma gozada gostosa. Mandei pra ela.
Ela me mandou um audio rouco, louca: — Que pauzão gostoso, queria ele aqui dentro de mim.
Eu respondi na hora:
— Então vamos pra um motel. Tô louco pra te foder de verdade.
Ela ficou uns minutos sem responder. Depois mandou:
— Claudio... eu sou casada. Tenho filha. Não posso continuar com isso, e silêncio.
No dia seguinte, não demorava muito. era ela, mandando foto do look, cada vez mais provocante. Decotes mais fundos, blusas mais justas, saias mais curtas. À noite, as fotos ficavam pesadas: de quatro na cama, só de calcinha, mostrando a bunda. Uma vez mandou um vídeo curto esfregando a buceta por cima da calcinha, gemendo baixo meu nome.
Eu mandava vídeos batendo punheta pra ela, gozando grosso. Ela respondia com áudios gemendo:
— Queria te chupar gostoso...
A tensão foi crescendo rápido. Ela começou a mandar áudios mais longos, falando safadeza enquanto se tocava:
— Tô molhada pra caralho pensando em você me comendo... to muito carente.
—É só aceitar meu convite, vamos em um motel.
Continua…




