Reencontrando um amor do colégio - Parte 2

Continuando o conto anterior...

— É só aceitar meu convite, vamos em um motelzinho. To louco pra te comer gostoso!
Ela demorou quase uma hora para responder. Quando veio, foi curto:
— Claudio… eu tô muito confusa. Não sei se consigo fazer. Eu também quero, to louca. Melhor a gente parar com essas conversas.
Mas as mensagens não pararam. No dia seguinte ela mandou foto do look do trabalho: blusa branca com dois botões abertos a mais, mostrando o sutiã de renda. Depois outra foto no banheiro do escritório, de lado, levantando a saia e mostrando a calcinha.
— Gostou do que tá por baixo?
— Tô louco pra tirar isso com a boca.
As fotos foram ficando cada vez mais ousadas. Uma noite ela mandou um vídeo curto: deitada de bruço na cama, filmando parte do rosto e a bunda ao fundo só de calcinha fio dental, balançando a bunda devagar. Legenda: “Tá vendo o que você tá fazendo comigo? Me deixa safadinha”
Eu respondia com vídeos batendo punheta, gozando forte na câmera. Ela mandava áudio gemendo baixinho:
— Safadão, que delicia! Voce acaba comigo assim. Queria sentir esse pau dentro de mim…
A carência dela estava explodindo. Um dia ela mandou áudio quase chorando:
— Faz tanto tempo que ninguém me toca direito… tô me sentindo tão desejada com você…
Duas semanas depois do reencontro no metrô, ela finalmente cedeu:
— Quinta-feira à tarde eu consigo sair mais cedo. Meu marido vai estar viajando e vou deixar minha filha com minha mãe. Quer marcar de nos ver?
Eu já sabia em qual motel ir. Fui trabalhar de carro nesse dia. Parei no ponto de onibus combinado e ela entrou rápido, olhando pros lados, visivelmente nervosa. Mal fechou a porta e o perfume dela invadiu o carro.
Nos cumprimentamos e não sabiamos como nos comportar. Dirigimos em silêncio quase o tempo todo, por uns 10 minutos dali. Só olhares. Quando chegamos no motel e entramos no quarto, fechei a porta, nos olhamos e já empurrei ela contra a parede e o desejo explodiu.
Não teve papo. Nos beijamos desesperadamente, desabotoei o vestido dela que caiu, revelando ela de lingerie preta, toda gostosa. Beijei o pescoço, enquanto soltava seu sutiã. Ela tirava minha camisa. Os peitos livres e firmes me deixaram louco. Chupei com vontade, mordendo os mamilos enquanto ela gemia baixinho. Ela deixando eu conduzir. A conduzi até a cama onde ela se deitou vestindo apenas uma calcinha de renda. Ela se virou um pouco de lado revelando que era uma calcinha fio dental, fiquei louco! Tirei a calça e deitei ao lado dela e continuamos nos beijando, depois chupando o peito dela enquanto minha mão invadia a calcinha dela. A buceta estava lisinha, recém raspada.
Comecei a tocar uma siririca nela, meus dedo nadava naquela buceta encharcada. Ela gemia louca, me agarrava. Ajustei a calcinha dela de lado, subi nela, ela abriu as pernas gentilmente, a cabeça do meu pau encostou na racha molhada dela e escorregou pra dentro gostoso. Cíntia soltou um gemido longo, cravando as unhas nas minhas costas.
Comecei a meter nela, gostoso. Aumentei a velocidade e a força, fui fundo, com ritmo. O barulho molhado da buceta enchia o quarto. Enquanto socava, Eu segurava a bunda dela com uma das mãos, molhei o dedo e comecei a roçar o cuzinho dela. Cíntia ficou louca, empinando mais. Logou as pernas pra cima abraçando minha cintura.
— Me come… forte, não para, não para… — sussurrava rouca.
Enfiei o dedo na entradinha do cu dela enquanto continuava metendo na buceta. Ela tremia inteira.
— Ai Claudio… assim… sou toda sua… sou toda sua! caralho!
Na minha cabeça, passava um pensamento: Crentinha fila da puta, poderia ter me dado quando era novinha, agora vai ver o que perdeu.
Meti com mais força. Cíntia gozou pela primeira vez, apertando meu pau, gritando. Não parei. Virei ela de lado, perna pra cima e continuei socando. Ela gozou de novo, mais forte, corpo tremendo.
Fiz ela cavalgar em mim, ela fez meu pau ir até o fundo e mexia gostoso. Não aguentei mais. Segurei firme na cintura e gozei tudo lá dentro — jatos grossos enchendo ela. Ela gozou junto comigo.
Caímos na cama suados. Por uns minutos só se ouvia a respiração.
Depois o silêncio ficou pesado. Cíntia ficou olhando pro teto, olhos cheios de lágrimas. Começou a chorar baixinho, cobrindo o rosto.
— Meu Deus… o que eu fiz? — murmurou. — Sou casada… minha filha… e tô aqui com outro… sou uma vadia… uma puta…   péssima ideia Claudio, preciso ir embora.
Ela se levantou rápido, ainda com a calcinha torta no corpo, mas agora melada do meu gozo. Foi no banheiro se limpar, Voltou sem a calcinha, colocou o sutiã e o vestido, E queria sair a pé de la.
— Calma, te deixo em algum lugar pra vc pegar um Uber.
Fui no banheiro só pra me arrumar e apagar alguma prova ou marca, e vi a calcinha dela na lixeira.
Fomos embora dali em silêncio, deixei ela na estação. Depois disso, faz dias que não tenho noticias dela.

Foto 1 do Conto erotico: Reencontrando um amor do colégio - Parte 2

Foto 2 do Conto erotico: Reencontrando um amor do colégio - Parte 2

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Foto 4 do Conto erotico: Reencontrando um amor do colégio - Parte 2

Foto 5 do Conto erotico: Reencontrando um amor do colégio - Parte 2


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Comentários


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martinahernandez Comentou em 31/07/2026

Delicia de conto! Como é gostoso apagar aquele tesão descontrolado e acumulado! Eu entendo a culpa que ela sentiu, faz parte. Votado.

foto perfil usuario andreaevangelista

andreaevangelista Comentou em 31/07/2026

Vocês nunca saberá o que é uma mulher cheia de desejo e tesão se esconder atras de uma figura de dama da sociedade devido suas escolhas e em nome dos bons costumes. Espero que tenha dado prazer a ela como ela merece.




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Ficha do conto

Foto Perfil arianofogoso
arianofogoso

Nome do conto:
Reencontrando um amor do colégio - Parte 2

Codigo do conto:
268811

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
31/07/2026

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