Andréa saiu pra encontrar a turma do antigo emprego. Foram em um barzinho e eu fiquei em casa, não fazia sentido eu estar ali
Pouco antes dela chegar, abri o Instagram e um fato desconhecido venho a tona, o ex-namorado de Andrea estava lá. Não sabia que ele iria. O filho da puta colado nela, mão na cintura, sorrindo. Fiquei puto.
Ela chegou um pouco bêbada, estava vestido um vestido, perfumada, bafo de álcool. Veio carinhosa, querendo beijar.
Eu segurei o rosto dela com força e desviei.
— Foi bom encontrar o ex?
— Amor… tinha um monte de gente…
— Você não me disse que ele ia. Se trepou com ele? Fez uma paradinha no motel? Veio de carona com ele? Chupou ele?
— Tá louco Claudio?!
Ela ficou vermelha e tentou se afastar. Eu não deixei. Puxei ela pelo braço e a empurrei no sofá, levantei o vestido e arranquei a calcinha: preta, fio dental, já úmida. Cheirei fundo. O cheiro era dela, limpo.
—Saiu de fio dental? Ia dar o cu pra ele?
Enfiei o nariz direto na buceta, abri os lábios com a língua e chupei forte, lambendo até o fundo enquanto ela gemia baixinho, sem se mexer.
Empurrei ela de forma que deitasse no sofá, abri as pernas e segurei o pescoço com uma mão. Com a outra alinhei o pau e empurrei pra dentro da buceta. A buceta estava encharcada, forcei até o fundo de uma vez, abrindo ela toda. Andréa soltou um grito abafado, olhos arregalados, pernas tremendo.
— Essa buceta é minha — falei no ouvido dela enquanto começava a socar fundo. — Não é de mais ninguém.
— É sua… essa buceta é sua… — ela gemia, voz falhando.
Comecei a meter com força. Estocadas profundas, pesadas, sem piedade. Cada vez que entrava até o fundo, a pele da barriga dela vibrava e os seios pulavam descontrolados quase saindo pelo decote do vestido. O barulho molhado da buceta engolindo o pau ecoava na sala, um som grosso e úmido a cada estocada. Segurei mais firme no pescoço e acelerei, sentindo o pau rasgando ela por dentro.
— Fode sua buceta… me fode… — Andréa gritou, unhas cravadas no meu braço. — Sou toda sua pra você fazer o que quiser… me fode…
Meti ainda mais forte. O sofá rangia. A cada estocada os seios dela pulavam pra cima e a buceta fazia um barulho molhado e pesado, engolindo tudo. A pele da coxa dela vibrava a cada impacto.
— Goza dentro de mim… por favor… goza dentro da sua buceta… Vou gozar, vou gozar — ela gemia alto, quase gritando, olhos revirando. — Me fode… me fode…
Segurei o pescoço com mais força, senti ela apertar o pau e gozei fundo, enchendo a buceta dela até transbordar. Continuei metendo enquanto jorrava, empurrando a porra pra dentro, sentindo ela pulsar em volta do pau. Quando tirei, vi meu gozo escorrendo pela buceta e melando o cuzinho dela.
Levantei, fui tomar banho e dormi. Ela ficou ali, vestido amassado na cintura, pernas abertas, porra escorrendo devagar pela coxa, respirando ofegante, totalmente entregue.
No dia seguinte, minha esposa começou a me mandar mensagens e fotos no celular: "to com saudade", "vem pra casa cedo, to te esperando". Alguma culpa ela tem. Ninguém me tira da cabeça que ela fez alguma merda.