O Pau Torto do Bruno: A Noite que Minha Mulher Viciou

Fazia uns seis meses do nosso primeiro ménage. Ana e eu tínhamos gostado muito. Ela foi bem comida, gozamos bastante os três, e ela ficou elogiando como o comedor tinha tratado ela com vontade, mas ao mesmo tempo com carinho. Mesmo assim, decidimos não forçar nada. Íamos deixar rolar de forma natural, curtindo as lembranças, fantasiando durante o sexo e vendo no que dava.
E assim foi.
Passaram-se cerca de seis meses até que o Bruno reapareceu na nossa vida.
Bruno era um amigo nosso de longa data. Tinha morado na mesma cidade, mas mudou por causa de trabalho. Fazia uns cinco anos que não nos víamos. Ele estava de férias, visitando a família, e mandou mensagem dizendo que passaria o último final de semana na nossa cidade para rever os amigos. Oferecemos nossa casa pra ele ficar, e ele aceitou.
Ele chegou no sábado por volta das dez da manhã, a noite iriamos em um churrasco na casa de amigos. A gente ficou super feliz de reencontrá-lo. Bruno era um cara mais na dele, magrinho (uns 65kg), rosto bonito, mas bem discreto.
Como estava um calor absurdo aquele dia, Ana se arrumou com um vestido vermelho soltinho, leve, com um decote discreto que valorizava aqueles seios lindos e naturais que ela tem. O vestido marcava sutilmente o corpo dela, especialmente a bundinha empinada. Ela estava linda pra caralho.
Fomos para o churrasco na casa de um amigo em comum. O clima estava ótimo, muita cerveja, risada, reencontros. Tinha uma amiga nossa que sempre teve interesse no Bruno e, durante a noite, os dois acabaram ficando e se pegando um pouco. Mas não rolou nada além de uns beijos.
Por volta de meia-noite, chamei Ana e Bruno pra gente dar uma volta de carro, tomar mais uma cerveja e mostrar a cidade pra ele à noite. Dentro do carro, a conversa fluiu. Ana perguntou sobre a Márcia (a amiga que ficou com ele). Bruno riu e respondeu:
— Só me deixou na vontade… ficou só nos beijos. Faz cinco anos que eu só trabalho, mal tenho tempo pra nada. Achei que ia tirar o atraso esse final de semana, mas o plano foi por água abaixo.
A gente caiu na gargalhada dentro do carro. Eu olhei de canto de olho pra Ana e percebi que ela se ajeitou no banco, cruzou as pernas… parecia que aquela história tinha mexido com ela.
Voltamos pra casa quase duas da manhã. O calor ainda estava insuportável. Ana então falou pro Bruno:
— Olha, tá muito quente mesmo. Se você quiser, posso arrumar o colchão pra você dormir no nosso quarto. É o único cômodo com ar-condicionado.
Ele ficou sem graça no começo, mas acabamos convencendo ele. Eu subi com Ana e, enquanto ela arrumava o colchão, eu tomei banho. Quando desci, avisei:
— Bruno, peguei uma toalha pra você tomar banho também.
Depois que ele subiu pra tomar banho, eu deitei com Ana na cama. Levantei o lençol e quase tive um ataque: ela estava com uma camisolinha vermelha minúscula, quase transparente, e um fio dental preto que mal cobria sua bundinha empinada. A bucetinha dela já estava com um cheiro forte de tesão.
— Meu Deus, amor… se o Bruno te ver assim, ele vai surtar — falei, já sentindo meu pau mexer.
Ela deu um sorrisinho safado:
— Acha?
Eu sorri, passei a mão na coxa dela e respondi:
— Você vai matar o cara, Ana…
Não aguentei e enfiei a mão por baixo do lençol, por cima do fio dental. A bucetinha dela estava quente e completamente encharcada. Passei os dedos devagar e senti ela toda melada.
— Cê tá querendo dar pra ele, né sua puta? — sussurrei bem no ouvido dela, com a voz rouca.
Ana deu uma gaguejada, meio nervosa, meio excitada:
— Não, amor...
Eu sorri e continuei provocando, apertando a bucetinha dela por cima da calcinha:
— Ah, pode falar, amor... Você colocou essa camisolinha minúscula, dormindo aqui no quarto com ele... Cê quer provocar, né?
Ela mordeu o lábio com força, respirando mais rápido, e finalmente admitiu:
— Mas... e você, o que acha?
Eu senti meu coração disparar. Beijei ela com vontade e respondi:
— Deixa rolar, amor. Eu quero ver tudo.
A gente começou a se beijar. Logo ela desceu a mão e pegou meu pau, já duro. Puxou o lençol pra baixo e começou a me chupar bem gostoso, fazendo barulho de propósito, como se quisesse chamar a atenção do Bruno. Eu acendi a luz do abajur bem fraquinha. Olhei de canto de olho e ele estava lá, quietinho, coberto com o lençol, mas dava pra ver que ele não estava dormindo.
Ana mamava meu pau com fome, babando, descendo fundo. Eu já tava louco de tesão pensando: “Porra, como essa Ana é safada...”.
— Vem, deixa eu te chupar agora — falei um pouco mais alto, pra ele ouvir.
Coloquei ela na beirada da cama. Ela mesma arrancou o fio dental e abriu as perninhas bem abertas, a bucetinha inchada e brilhando de tesão. Eu me ajoelhei e comecei a chupar ela com vontade. O cheiro dela estava forte, doce e almiscarado. Enfiei a língua e dois dedos, sentindo ela toda molhada. Ela gemia alto, de propósito, pra chamar atenção do Bruno.
Depois eu subi um pouco, encostei meu pau na entrada da bucetinha dela (já tava quase entrando sozinho de tão molhada) e falei bem perto do ouvido dela:
— Amor... vai até ele lá.
Ela suspirou, toda arrepiada:
— Tá bom...
Se levantou devagar, foi até o colchão do Bruno e falou baixinho:
— Bruno...
Ele abriu os olhos. Ana não esperou. Subiu em cima dele e começou a beijar ele. Puxou o lençol, tirou a camisolinha e ficou pelada em cima dele. Eles se beijaram com mais vontade. Ele, ainda meio sem graça, colocou as mãos no corpo dela.
Eu fiquei sentado na cama, batendo uma punheta devagar, só observando.
Ana então falou pra ele, com aquela voz de puta:
— A Márcia não quis te dar, né? Mas eu quero...
Ela puxou ele pra levantar, tirou a camisa dele, desabotoou o short e abaixou a cueca bem devagar.
Quando o pau dele pulou pra fora, Ana soltou um gemido alto de surpresa e tesão:
— Nossa, amor... olha só... nunca tinha visto um assim...
Era grosso, uns 18cm, bem curvado pra direita e cheio de veias saltadas. Parecia ainda maior por causa do corpo magrinho dele. Ana segurou com as duas mãos, admirando, passando no rosto, cheirando. Admirada.
— Chupa ele então pra você ver — falei, com a voz tremendo de tesão.
Ela não pensou duas vezes. Engoliu aquele pau torto com fome, mamando fundo, babando, chupando as bolas lisinhas, batendo o pau veioso no próprio rosto. De vez em quando olhava pra mim com cara de safada.
— E falava que pau gostoso amor (Enquanto puxava a pele para trás e lambia a cabeça que estava pulsando)
Eu não aguentei. Fui atrás dela, abri aquela bunda e comecei a chupar a bucetinha dela enquanto ela mamava o Bruno. Estava molhada e pulsando com certeza ela já estava imaginando o estrago que aquele pau torto dele iria fazer. Depois enfiei meu pau nela. A bucetinha estava absurdamente molhada. O barulho era alto... toda vez que eu metia.
— Isso, amor... me come gostoso enquanto eu chupo o pau do seu amigo... — ela gemia, com a boca cheia.
Eu meti com força, segurando na bunda dela e dando uns tapas. O tesão era tanto que eu gozei rápido, não aguentei. Tirei e gozei tudo na cama.
Ela tirou o pau do Bruno da boca por um segundo e perguntou, sorrindo:
— Já gozou, amor?
— Já... tremendo — respondi, ofegante.
Ela pegou uma camisinha, fez questão de colocar no pau do Bruno (que mal cobria tudo) e falou pra ele, virando de quatro na beirada da cama:
— Vem Bruno... agora é sua vez. Me fode.
Bruno levantou rápido. Eu, como um bom corninho, fiquei de lado só observando. Ele se posicionou atrás da minha esposa, segurando aquele pau torto e grosso com a mão. A bunda dela estava empinada, perfeita, brilhando de suor. Ele encostou a cabeça grossa na entrada da bucetinha dela e, sem aviso, enfiou tudo de uma vez.
Ana soltou um grito alto e longo:
— Aaaai caralhooo! Que delícia, Bruno! Isso… enfia tudo! Me arromba com esse pau torto!
Ele começou a meter com força. O barulho era obsceno: um som molhado, alto e constante toda vez que ele entrava e saía da bucetinha dela. Ploc… ploc… ploc… A buceta da Ana estava tão melada que fazia aquele barulho gostoso e sujo de buceta bem fodida. Quanto mais ele metia, mais o som ficava molhado e alto, ecoando no quarto.
Ana mal conseguia falar direito. Ela virou o rosto pra mim e gemeu:
— Vem aqui, amor… coloca seu pau na minha boca enquanto ele me fode.
Eu fui. Coloquei meu pau (ainda meio duro) na boca dela. Ela começou a chupar, mas mal conseguia se concentrar — Bruno estava metendo como um louco, segurando firme na cintura dela, estocando forte e profundo. Parecia que ele realmente não comia uma buceta fazia muito tempo.
Eu estiquei os braços, abri bem a bunda dela com as duas mãos, deixando ele ver tudo. O pau torto dele entrava e saía brilhando, esticando as paredes da bucetinha dela de um jeito que eu nunca tinha visto. A buceta da Ana estava inchada, vermelha e escorrendo.
— Isso Bruno… come ela gostoso… — eu falei, com a voz tremendo.
Ana gemia cada vez mais alto, quase gritando com meu pau na boca. De repente ela tirou meu pau da boca e berrou:
— Não para, Bruno! Não para! Eu vou gozar… eu vou gozar no seu pau!
Ele acelerou ainda mais, metendo forte e rápido. A bucetinha dela fazia um barulho molhado e alto, quase obsceno. De repente o corpo da Ana ficou rígido, ela apertou o pau dele com força por dentro e gozou forte, soltando um gemido longo e rouco, o corpo todo sacudindo.
Bruno tirou o pau da bucetinha dela devagar. O pau torto dele saiu brilhando, todo melado, coberto de uma camada grossa e cremosa da porra dela. Ele segurou a base e mostrou pra gente, com um sorrisinho orgulhoso:
— Nossa… gozou mesmo… olha aqui como meu pau ficou… todo cheio da sua buceta.
Ana, ainda ofegante e com as pernas tremendo, olhou pro pau dele brilhando e sorriu safada. Virou o rosto pra ele e falou com aquela voz de puta:
— Deita aqui agora, Bruno. Você me judiou… agora é eu que vou judiar de você.
Ela pegou no pau dele (que ainda estava duríssimo, ele não tinha gozado) e viu que a camisinha estava toda esticada, quase explodindo. Olhou pra mim com um sorriso malicioso e mostrou:
— Olha amor… nem cabe direito… tá todo inchado…
Aí ele deitou na cama, aquele pau torto pra cima, duro que nem pedra. Ana subiu em cima dele devagar. Bruno arregalou os olhos quando viu aqueles seios lindos e naturais balançando bem na frente da cara dele e gemeu:
— Nossa… que peitos gostosos, hein? Que mulher deliciosa… bucetinha apertada pra caralho…
Ele agarrou os dois peitos com as mãos e começou a chupar e morder com fome. Ana segurava a cabeça dele com força contra os seios, empurrando mais pra dentro da boca:
— Chupa mais forte… aproveita esses peitos…
Eu, já batendo punheta devagar, falei rouco:
— Então come bem gostoso do jeito que ela merece, Bruno.
Ana olhou pra mim com aquela cara de puta safada e falou:
— Ele já me comeu do jeito que eu mereço, amor… agora é eu que vou judiar dele.
Eu respondi, com o pau latejando:
— Isso, amor… judia. Senta nesse pauzão torto que você gostou tanto.
Ana pegou aquele pau grosso, posicionou na entrada da bucetinha e sentou bem devagar, sentindo cada centímetro torto entrar. O pau desapareceu inteiro dentro dela. Ela soltou um gemido longo e gostoso, olhou pra mim e falou baixinho:
— Olha amor… como eu sento gostoso…
Depois começou a cavalgar agachada, forte, do jeito que deixa a bucetinha toda estufada pra fora. O barulho molhado era alto pra caralho toda vez que a bunda dela batia nas coxas dele. Ela rebolava fundo, subindo quase até a cabeça e descendo com força.
— Ai, que pau gostoso… tá me arrombando toda… — ela gemia, cada vez mais fora de si.
Bruno segurava aqueles peitos deliciosos, apertando e chupando os bicos com força, gemendo igual um louco:
— Ô safada… você é uma puta mesmo…
— Sou sua puta hoje… pode me usar — ela respondia, sentando cada vez mais rápido e fundo.
Ele começou a gritar, o corpo todo tremendo:
— Ai… não tô aguentando mais… eu vou gozar!
Ana sentou até o talo, rebolou bem gostoso e ordenou:
— Vai, goza… goza dentro, safado… enche essa camisinha pra mim.
Bruno gemeu alto e gozou forte. A camisinha inchou tanto que começou a vazar porra pelos lados. Ana olhou pra mim com um sorriso safado e provocante:
— Olha amor… ele gozou um monte… tá até vazando…
Eu olhava tudo enquanto acaricia sua bunda bem gostoso e via aquele pau pulsando dentro dela vazando porra e espalhando.
Aquilo me deixou completamente louco. Vendo ela ali, ainda sentada no pau dele, ela levantou devagar até aquele pau sair inteiro e cair pro lado, tirou a camisinha dele deixando a porra cair tudo nele e começou a limpar e chupar o pau dele com carinho lambendo tudo e apertando como se quisesse tirar até a última gota. Coloquei Ana de quatro na cama, abri aquela bunda e enfiei na bucetinha dela, agora toda arrombada, quente e ainda com um pouco de porra do Bruno próxima a buceta e bunda dela que tinha escorrido um pouco. Meti com força, sentindo ela bem frouxa e molhada. Gozei horrores, enchendo ela de porra gozei muito começou a pingar imediatamente.
Depois, exausta, ela falou rindo:
— Pronto… agora eu preciso tomar um banho.
Quando ela saiu do quarto, Bruno olhou pra mim, ainda sem acreditar:
— Mano… que loucura… nem acredito que isso aconteceu.
Eu sorri:
— Fica tranquilo, Bruno. Foi a nossa primeira vez fazendo isso com alguém conhecido. A gente já fantasiava há tempo.
Ele ainda estava impressionado:
— Cara… foi o melhor sexo da minha vida. Nunca gozei tanto. A Ana é linda, gostosa pra caralho… nunca senti um tesão assim.
Depois que terminamos e tomamos banho, deitamos na cama. Enquanto eu tentava dormir, não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido. Ana pelada, transando igual uma louca com o Bruno... o pau torto dele comendo ela, fodendo sua bucetinha com tanta vontade.
Acordei umas nove e meia da manhã e, quando olhei pro lado, Ana não estava na cama. Meu coração já acelerou. Olhei pro colchão no chão e tomei um choque de tesão puro: ela estava completamente pelada, abraçada com o Bruno, os dois dormindo. A bunda dela empinada pra cima, virada pra mim, a pele ainda marcada da noite. Ao lado do colchão tinha uma camisinha usada, lotada de porra, quase transbordando.
Meu pau ficou duro na hora.
Fui devagar até o colchão, cutuquei ela e falei baixinho:
— Bom dia, amor…
Ana abriu os olhos, sonolenta, e sorriu:
— Bom dia… nossa, acabei dormindo aqui.
Eu respondi, já com a voz rouca:
— Tô vendo… tô vendo mesmo.
Não aguentei. Coloquei ela de quatro bem do lado do Bruno e enfiei meu pau na bucetinha dela. Estava quente, inchada e ainda melada da noite inteira. O barulho molhado era alto pra caralho. Bruno acordou com o movimento e arregalou os olhos. Sem falar nada, ele começou a passar as mãos nos seios dela, apertando. Depois se levantou, segurou a bunda dela e abriu bem pra mim, exatamente como eu tinha feito na noite anterior.
— Nossa, que tesão… — ele murmurou.
Eu meti com força, sentindo a bucetinha dela toda frouxa e arrombada. Gozei rápido, enchendo ela mais uma vez.
Depois tomamos um café da manhã reforçado. Bruno ia viajar logo. Na hora da despedida, Ana deu um abraço nele e falou sorrindo:
— Não demora cinco anos pra voltar, hein Bruno?
Ele riu:
— Pode deixar… vou dar um jeito de voltar o quanto antes.
Depois que Bruno foi embora, ficamos só eu e Ana no quarto. Sentei na cama e perguntei direto, com a voz ainda rouca:
— Então… me conta o que aconteceu de verdade ontem à noite.
Ana mordeu o lábio, sentou do meu lado e começou a falar baixinho, quase sussurrando, como se estivesse revivendo tudo:
— Então, amor… eu acordei no meio da noite, fui no banheiro e, quando voltei, vi que ele tinha acordado. Ele me olhou… e eu nem pensei duas vezes. Tirei a camisola, deitei pelada do lado dele e comecei a beijar ele. A gente ficou se beijando que nem namoradinhos… eu batia punheta pra ele devagar enquanto ele chupava meu pescoço e me chamava de gostosa. Desci até o pau dele e fiz uma espanhola apertando meus seios naquele pau gostoso. Ele tava louco pra me comer sem camisinha. Eu deixei ele colocar só a cabecinha pelado… só um pouquinho… Nossa, foi maravilhoso sentir ele sem nada por um segundo. Depois eu peguei a camisinha e fiz ele colocar.
Ela fez uma pausa, os olhos brilhando:
— Ele me comeu a noite inteira, amor. De frango assado, bem em cima de mim, me beijando na boca e metendo forte… depois de ladinho, abraçado comigo… demorava muito pra gozar, ficava metendo devagar, bem fundo. Nossa, amor… o pau dele entrava diferente. Não sei explicar, mas roçava num lugar dentro de mim que nenhum outro pau nunca tinha roçado. Era muito gostoso…
Ana mostrou os peitos e o pescoço:
— Olha aqui… ele deixou tudo marcado. Chupou, mordeu… ficou louco pra comer sem camisinha. Eu não deixei ele enfiar tudo, mas deixei ele colocar a cabecinha sem nada… só um pouquinho. Nossa, foi maravilhoso sentir ele pelado por um segundo…
Ela sorriu safada e completou:
— Eu amei, amor. Amei dar pra ele a noite inteira.
E por mais que tinha tomado banho ainda estava com aquele cheiro de sexo. Aquele corpo maravilhoso todo marcado pelo comedor.
Foto 1 do Conto erotico: O Pau Torto do Bruno: A Noite que Minha Mulher Viciou

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Comentários


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maisaibida Comentou em 29/05/2026

seu texto ficou muito massa e da hora. show show show de votadssmo




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Ficha do conto

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casalgostoso66

Nome do conto:
O Pau Torto do Bruno: A Noite que Minha Mulher Viciou

Codigo do conto:
263242

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/05/2026

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